À semana passada fui abordado por um grupo de pessoas, as quais me perguntaram se o governador Carlos Brandão já tinha logomarca que identificasse a sua administração. Respondi que não sabia, relatando que inclusive já havia abordado a questão, mas depois deixei de lado, no aguardo de que ela poderia surgir no lançamento do São João do Maranhão, previsto para dois meses e com ampla divulgação massiva.
Para muitos políticos, administrações de governos municipais, estaduais e federais sem logomarca, não constroem identificação popular e logo passam ao desconhecimento, mas quando ela segue a do antecessor incorpora principalmente as marcas negativas que foram dolorosas para o povo sofrido. No caso do Maranhão, em que a fome e miséria tiveram proporções bem elevadas, e para os servidores públicos, os quais foram altamente penalizados pelo ex-governador Flavio Dino, sem adentrarmos a outros segmentos, a manutenção da logomarca pode se constituir em sérios prejuízos políticos e eleitorais.
Já vem chegando ao conhecimento público as divergências existentes no governo entre o pessoal de Flavio Dino e o do governador Carlos Brandão, iniciado com o secretário de comunicação, que chegou a público de que iria deixar a pasta, após um tempo suficiente para fazer acertos publicitários favoráveis ao ex-governador Flavio Dino. Agora se comenta que o dirigente da Secom pode continuar no cargo, o que seria altamente desgastante para o governador Carlos Brandão. Enquanto isso, a máquina de comunicação do governo está muito a desejar na massificação da imagem do governador Carlos Brandão, candidato à reeleição.
Fonte: AFD