‘Black friday’ evidencia o fracasso dos Procons

A propaganda enganosa prevalece na “black friday”, instituição norte-americana que o Brasil conseguiu desmoralizar. Nos Estados Unidos, onde surgiu a promoção, multidões invadem lojas por produtos vendidos a 10% (ou menos) do valor original. No Brasil, a frase “tudo pela metade do dobro” resume a enganação ao cidadão. E evidencia a falência dos Procon, que, incapazes de impedir a “black fraude”, deveriam ser extintos até para nos poupar do custo que representam.

Dicas abestadas

As atividades do Procon se resumem a divulgar dicas abestadas, como “pesquisar preços”, e promessas de “fiscalização” sempre insuficiente. Como o consumidor virou gato escaldado, inventaram no Brasil a “ultra friday”, “golden friday”, “bank friday”, “black das blacks” e outros logros. Nos EUA, uma loja que tentasse enganar o consumidor desapareceria do mercado, com a reputação destruída, e o dono devidamente preso. No Brasil, gastam-se fortunas em propaganda enganosa, em vez de investir em ofertas atraentes, consolidando seu espaço no mercado.

Coluna do Claudio Humberto

 

CNJ rejeita pedido da OAB do Maranhão contra passaporte da vacina no Tribunal de Justiça

O conselheiro Mário Maia, do CNJ (Conselho Nacional de Justiça) rejeitou uma ação da seccional do Maranhão da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) que contestava ato administrativo do Tribunal de Justiça estadual que impôs a exigência de apresentação de comprovante de vacinação contra a Covid-19 para ingresso de advogados e público em geral em suas unidades.

A OAB-MA argumentava que o ato viola a liberdade profissional dos advogados e os direitos da população.

Maia se baseou na decisão de Luís Roberto Barroso, do STF, a respeito da portaria do governo Jair Bolsonaro que proibia empregadores de exigir comprovante de vacinação na contratação ou na manutenção da relação empregatícia.

Nela, Barroso listou entendimentos do STF que consideraram legítima a adoção de medidas de coerção indiretas para estimular a vacinação e descartou a equiparação feita pelo governo Bolsonaro a práticas discriminatórias em razão, de sexo, origem, etc., uma vez que o controle e o incentivo da imunização se voltam à proteção da vida e dos demais empregados e do público em geral.

Com a decisão, o ministro do STF derrubou a proibição de não contratação ou demissão de quem se recusar a exibir comprovante de vacinação.

Folhapress

 

Negros são 56% da população, mas apenas 18% ocupam cargos na magistratura

Apesar de pessoas negras serem a maioria da população brasileira — dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2018 mostram que 56% se autodeclaram negros —, na magistratura, o total de negros e negras é de 18,1% de todos os cargos. E desse total, somente 6% são mulheres.

Para homens e mulheres que romperam barreiras e ingressaram nessa carreira da Justiça, a dissonância entre os percentuais de representatividade evidencia o racismo estrutural e institucional, frutos do histórico de abandono e negligência de uma população que luta, ano após ano, para ocupar seu espaço na sociedade.

Os números sobre a representatividade negra na Justiça fazem parte da Pesquisa sobre Negros e Negras no Poder Judiciário, elaborada pelo Departamento de Pesquisas Judiciárias do CNJ para avaliar o impacto de duas resoluções que regulam políticas de cotas raciais: a Resolução 203/2015, para concursos do Poder Judiciário, e a Resolução 336/2020, para vagas de estágio. Além dessas, o CNJ editou em 2021 a Resolução 382, que amplia a política de cotas para provimento de cartórios extrajudiciais.

As resoluções mais recentes são resultado da mobilização do Judiciário e da sociedade civil por meio do Observatório dos Direitos Humanos do Poder Judiciário, coordenado pelo presidente do CNJ, ministro Luiz Fux, para fornecer subsídios para a adoção de iniciativas que promovam os direitos humanos e fundamentais no âmbito dos serviços judiciários.

Segundo o levantamento do CNJ, divulgado no seminário “Questões Raciais e o Poder Judiciário” em julho deste ano, a projeção é de que levariam 30 anos para que se atinjam os 20% de negros na magistratura, mantido o cenário atual. No dia a dia, as histórias de racismo se sobrepõem aos números.

“Um segurança me barrou no estacionamento do fórum no dia em que eu ia tomar posse. Disse que o espaço era reservado para magistrados e que os motoristas deviam estacionar em outro lugar. Só que eu era o magistrado, dono da vaga”, contou o juiz do Maranhão Raimundo Neris.

Mariana Marinho Machado viveu algo semelhante. “Um advogado veio falar comigo para reclamar, achando que eu era uma assessora, mas eu era a juíza da audiência e ele tomou um susto quando falei que era a juíza”, contou sobre sua atuação Tribunal de Justiça do Piauí.

O juiz de direito e coordenador do Comitê de Diversidade do Tribunal de Justiça do Maranhão, Marco Adriano Fonseca, avalia que este tipo de experiência exemplifica o fenômeno do racismo estrutural e institucional e é resultado de um processo histórico de abandono da população negra após a abolição da escravatura, com reflexos até hoje, de marginalização da população negra.

“Reservar vagas em faculdades e em concursos é um bom passo, mas o que precisamos ainda fazer é dar acesso à educação de qualidade para que esse negro tenha condições de concorrer em igualdade não apenas no concurso público, mas em tudo”, afirmou o magistrado.

Uma ação complementar para que a educação seja fator de emancipação social da população negra seria a criação de bolsas de estudo nas escolas preparatórias para concurso de ingresso na magistratura. “A ausência de diversidade étnico-racial e de gênero no sistema de justiça tem como efeito a construção de uma Justiça carente de pluralidade de visões”, reforça o juiz do TJ-MA.

Mulher, negra e mãe
Com um bebê de onze meses no colo, a juíza do TJ-PI fica na dúvida se é mais difícil enfrentar o racismo, o machismo ou os dois juntos. “A magistratura é predominantemente masculina e branca. Foi difícil para mim no começo da carreira, em 2013”, contou. “Foi na magistratura que senti o racismo mais perto do que nunca, pois os colegas e os advogados não estão acostumados com uma mulher nessa posição, muito menos com uma negra”, lamentou a juíza.

Karen Luise, juíza de direito na 1ª Vara do Júri de Porto Alegre e membro do Comitê de Equidade de Gênero, Raça e Diversidade do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul conta em artigo que, no que diz respeito à inclusão, apenas na década de 70 a magistratura do Rio Grande do Sul deixou de ser composta unicamente por homens. As mulheres negras ingressaram na carreira bem depois, nos anos 80.

Uma história emblemática é a de Mary Aguiar, a primeira juíza negra do Brasil. Nascida em 1925, na Bahia, a filha de um taxista e de uma dona de casa tomou posse no cargo de juíza de direito em 1962, na Comarca Remanso. “Jurisdicionou até 1995, ano em que se aposentou aos 70 anos de idade. Nunca se tornou desembargadora. Passados quase 50 anos do ingresso de Mary Aguiar no Poder Judiciário brasileiro, os números demonstram que pouco se avançou”, conclui.

Para concretizar mais ações pela representatividade de negros e negras na Justiça, o CNJ criou em 2020 um grupo de trabalho com foco em aumentar a representatividade na Justiça. O objetivo foi buscar soluções para o racismo na forma de políticas públicas que deem mais efetividade às medidas com que o Judiciário combate o “racismo estrutural”. Em outubro do mesmo ano, o grupo apresentou um relatório com sugestões de políticas públicas em defesa da diversidade. A pesquisa elaborada pelo CNJ é um desdobramento dessas discussões.

Com informações da Assessoria de Imprensa do CNJ.

 

Seguro-desemprego e benefícios INSS: veja o que muda em 2022

A alta da inflação no Brasil vem aumentando consideravelmente desde 2019, saltando de 4,31% para os atuais 10,25%. Esse índice coloca o país entre os países com as piores inflações do mundo. O impacto é sentido diretamente no bolso da população, diminuindo o poder de compra. Para manter o poder de consumo dos brasileiros, o piso nacional, ou seja, o salário mínimo, precisa ser corrigido de acordo com a inflação, que por sua vez, é medida pelo INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor).

A Constituição Federal determina que a correção do salário mínimo acompanhe a inflação, no entanto, em 2021 isso não ocorreu. O índice inflacionário medido pelo INPC somou 5,45% no ano passado, porém a correção aplicada pelo governo foi de 5,26%.

Para o próximo ano, a estimativa da inflação foi revista pelo governo, o que impacta portanto no salário mínimo. Antes previsto para R$ 1.169,00 na proposta de Orçamento de 2022, o piso pode chegar a R$ 1.200,00.

Qual o real impacto desse aumento em relação aos benefícios em 2022? Veja a seguir:

  1. Reajuste no valor das parcelas do seguro-desemprego
  2. Aposentadoria por idade
  3. Valores dos benefícios INSS
  4. Prova de vida do INSS

Reajuste no valor das parcelas do seguro-desemprego

O seguro-desemprego é um direito do trabalhador formal e doméstico dispensado sem justa causa. Para solicitar, é preciso estar empregado por no mínimo 18 meses. O valor não pode ser abaixo do salário mínimo e vai depender de quanto o trabalhador recebia mensalmente. As parcelas variam de acordo com o tempo trabalhado.

Com a previsão de aumento do salário mínimo para R$ 1.200,00, o seguro-desemprego deve ser reajustado em até 9,1%. Isso significa um aumento no teto máximo pago atualmente que é de R$ 1.911,84 para R$ 2.085,81.

Aposentadoria por idade

A aposentadoria por idade é concedida quando o segurado do INSS alcançar a idade mínima estabelecida por lei. A carência (número mínimo de contribuições exigido para a aposentadoria por idade) é de 180 meses ou 15 anos.

Nas regras de transição da aposentadoria por idade para 2022, a mudança será na idade mínima para a mulher. Para se aposentar, será preciso ter 61 anos e 6 meses, além de 15 anos de contribuição. Para os homens está mantida a regra de no mínimo 65 anos de idade e 15 anos de contribuição.

Valores dos benefícios INSS

Assim como o seguro-desemprego, os benefícios do INSS também são reajustados conforme o salário mínimo. Nesse caso, se o valor estimado se confirmar em R$ 1.200,00 esse também será o valor recebido pelos segurados INSS que recebem no valor referente ao piso do salário mínimo.

Os benefícios do INSS que vão mudar com o reajuste serão a aposentadoria, pensão por morte, benefício por incapacidade temporária (auxílio-doença), auxílio-reclusão e salário maternidade.

Prova de vida do INSS

Exigida para a manutenção dos benefícios previdenciários, a prova de vida é a atualização cadastral para assegurar que o beneficiário está vivo, e quando não cumprida pode levar a sanções como a suspensão dos pagamentos. Ela é obrigatória para pensionistas e aposentados que recebem os benefícios através da conta corrente, poupança ou cartão magnético.

Para 2022, portaria do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) determinou que a prova de vida deverá ser feita no mês de aniversário do segurado.

Com informações do portal G1 e Jornal Contábil.

 

Polícia Federal pede prisão do padre Robson de Oliveira, do Santuário Divino Pai Eterno

O padre é alvo de investigação do Ministério Público desde o ano passado, por suspeita de lavagem de dinheiro de doações

O STJ (Superior Tribunal de Justiça) recebeu nesta quinta-feira (18) um pedido da Polícia Federal para a prisão preventiva do padre Robson de Oliveira Pereira, que era reitor do Santuário Divino Pai Eterno, em Trindade (GO). Ele é alvo de uma investigação do Ministério Público desde o ano passado, por suspeita de lavagem de dinheiro de doações feitas por fiés à paróquia. O pedido foi protocolado na quarta-feira (17) e está a cargo do relator ministro Benedito Gonçalves, que ainda não decidiu se vai acolher a demanda.

A denúncia é fruto das investigações conduzidas pela Operação Vendilhões, que apurou desvios na Afipe (Associação Filhos do Pai Eterno). O Ministério Público de Goiás deflagrou a operação em agosto do ano passado para investigar supostos crimes de organização criminosa, apropriação indébita, lavagem de dinheiro, falsificação de documentos e sonegação fiscal que envolvem diretores de entidades religiosas – Associação Filhos do Pai Eterno (Afipe), Associação Filhos do Pai Eterno e Perpétuo Socorro e Associação Pai Eterno e Perpétuo.

Com apoio das polícias Civil e Militar de Goiás, o MPGO cumpriu 16 mandados de busca e apreensão na sede das associações, em empresas e em residências em Goiânia e Trindade. As ordens foram expedidas pela juíza Placidina Pires, da Feitos Relativos a Organizações Criminosas e Lavagem de Capitais. Após a investigação, o padre Robson foi denunciado pelo Ministério Público de Goiás.

De acordo com o MPGO, o prejuízo para a associação ultrapassou os R$ 100 milhões. O valor deveria ser destinado à construção da nova basílica, que está em fase inicial de obras, em Trindade.

Fonte: R7 

 

Juíza arquiva inquérito que investigava filhos de Lula por sonegação fiscal

Na manifestação, o MPF deu razão ao argumento apresentado pela defesa de Lula, representada pelos advogados Cristiano Zanin Martins e Valeska Teixeira Martins, de que o inquérito foi instaurado a partir de quebras de sigilo e mandados de busca e apreensão determinadas pelo então Juiz Sergio Moro.

Os advogados alegaram que, como o Supremo Tribunal Federal reconheceu a suspeição do atual presidenciável enquanto juiz do consórcio da “lava jato”, todos os atos referentes a esse inquérito deveriam ser nulos.

Uma vez reconhecida a ilicitude dos elementos de convicção amealhados nas ações penais originárias que evidenciaram o recebimento de rendimentos tributáveis, resta prejudicada a caracterização do delito de sonegação. Assim, diante da inexistência de prova da materialidade delitiva, não há justa causa para o prosseguimento da ação penal”, escreveu a procuradora Rhaysa Castro Sanches Rodrigues no requerimento de arquivamento.

Fonte: CONJUR

Alexandre Garcia diz que nem nos anos 70 viu censura como a que vivemos hoje no Brasil

Em entrevista exclusiva à repórter Berenice Leite, para a TV Jornal da Cidade Online, o jornalista Alexandre Garcia relembrou o início de sua carreira, em 1971, em pleno regime militar no Brasil, e ressaltou que nem mesmo nessa época tinha presenciado “a censura” que vivemos nos dias atuais.

“Era o governo Medici, Geisel e eu nunca senti a censura que eu sinto hoje. Talvez quem tivesse planejando derrubar o governo tenha sentido”

Garcia disse que teve que se adequar às novas regras impostas pelas redes sociais e lamentou que a crítica seja confundida com ameaças.

“A crítica é confundida com ameaça à democracia e isso é típico de tirano. Não está ameaçando a democracia, está fazendo uma crítica que não é bem-vinda, e a liberdade de opinião está prevista na Constituição. O poder que vem do povo não é o poder para concordar, pois para concordar não precisa de poder”.

Uma verdadeira aula sobre liberdade e democracia!

Fonte: TV Jornal da Cidade Online

 

Emendas ao Orçamento para deputados e senadores somam R$112,4 bilhões

Os 594 parlamentares (513 deputados e 81 senadores) apresentaram um total de 6.690 emendas, entre individuais e de bancada, envolvendo gastos de R$ 112,4 bilhões do Orçamento da União. Segundo relatório conjunto do Congresso, 6.689 emendas são “de remanejamento ou de apropriação”, com execução obrigatória e nada secreto. Quase metade do valor é para os ministérios da Saúde, Cidadania e Desenvolvimento.

Principais destinos

A Saúde ganhou 2.569 emendas, R$23,3 bilhões. Cidadania, R$14,7 bilhões de 660 emendas e Desenvolvimento Regional, R$ 12,3 bilhões. Apesar da grita do setor, a Cultura receberá R$2,3 bilhões, mais que Desporto e Lazer e três vezes mais que Habitação, por exemplo. O “orçamento secreto” citado pela oposição e ativistas são os detalhes das emendas, que chegam até ao trecho do rio onde será a ponte.

Coluna do Claudio Humberto

 

Governador Flavio Dino cadê a concorrência dos ferrys boats?

O governador Flavio Dino faz o maior silêncio e não anuncia o vencedor da concorrência pública para fazer a operacionalização do transporte aquaviário entre o Porto da Espera em São Luís e o Cujupe, na Baixada Maranhense. As duas empresas que executam atualmente os serviços estão com todos os ferrys boats sucateados e todos os dias são colocadas em risco milhares de vidas e o patrimônio de empresas que fazem o transporte de cargas em caminhões e também veículos de passageiros, diante de tantas incertezas.

A princípio o nome da empresa vencedora seria conhecida em agosto, mas depois houve um certo silêncio, diante das denúncias de que estava havendo interesses financeiros e políticos para o favorecimento de uma empresa do Pará, que trabalha com transporte marítimo feito através de balsas, e não detém nenhum ferry boat. Chegou a ser comentado, de que ela encamparia as duas atuais empresas e faria o mesmo serviço de risco com a mesmas máquinas sucateadas, numa espécie favorecimento vergonhoso e a banalização da vida de milhares de usuários.

A verdade e que tem causado especulações diversas é que a empresa vendedora é de total interesse da MOB e naturalmente de pessoas ligadas ao governo. As demais empresas que participaram da concorrência pública estão atentas para ver o desfecho, mas pelo que se informa a decisão está ligada diretamente ao governador Flavio Dino.

Diante da demora, quanto a empresa vencedora para prestar serviço de transporte com segurança e conforto, algumas entidades da Região da Baixada Maranhense, estariam se organizando para fazer um movimento para cobrança ao Governo do Estado e ao mesmo tempo quer fiscalizar de perto, qualquer que seja a vencedora. Os argumentos são bem procedentes, quanto a questão de colocar em risco milhares de vidas todos os dias, com a total indiferença e até irresponsabilidade do Governo do Estado, o que precisa ser enfrentado com urgência, uma vez que os demais poderes que deveriam exercer o controle do total descaso de como que se trata o transporte aquaviário, mostram-se indiferentes e deixam a população a mercê do que quer, ou não, o governador.

Fonte: AFD

 

Radialista Graça Falcão é eleita presidente do Conselho de Pacto pela Paz do Outeiro da Cruz

A experiência, o conhecimento e o compromisso, principalmente pelos importantes serviços comunitários prestados à comunidade do Radional, foram determinantes para que a radialista Maria da Graça Falcão Gomes fosse eleita para presidência do Conselho de Paz do Eixo Outeiro da Cruz, que compreende os bairros Radional, Barreto, Vila Palmeira, Vera Cruz e Santa Cruz.

Graça Falcão tem uma importante história em várias comunidades da área do Outeiro da Cruz, pela sua liderança e participação nos movimentos sociais, sempre pautando por lutas em defesa dos direitos e das reivindicações das comunidades e mais precisamente em favor dos mais necessitados.

A sua passagem pela presidência da Associação do Conjunto Radional, pelo Conselho Gestor de Saúde e representação exercida junto a várias instituições públicas, fizeram-na uma mulher admirada e respeitada, levando-se em conta a sua seriedade, compromisso e transparência por onde passou, constituindo-se como a grande marca do seu caráter e luta em favor dos interesses comunitários.

A posse do novo Conselho de Paz será realizada no próximo dia 17 de dezembro na sede da Secretaria de Segurança em solenidade presidida pelo secretário Jeferson Portela.

Fonte: AFD