PF arquiva suspeita vexatória do governo Lula sobre ‘interferência’ dos EUA nas eleições

Investigação foi anunciada pelo diretor da PF no dia da eleição do 1º turno. A Polícia Federal arquivou a apuração preliminar sobre uma suposta interferência dos Estados Unidos nas eleições brasileiras. A decisão, tomada pela Diretoria de Inteligência da corporação, ocorreu por falta de elementos mínimos que justificassem a abertura de um inquérito formal. O procedimento havia sido anunciado no domingo (4), dia do primeiro turno, pelo diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues. Ele informou que a corporação havia recebido uma representação da Advocacia-Geral da União (AGU) e a encaminhado para análise, mas esclareceu que ainda não havia portaria de inquérito — apenas um exame prévio, rotina em casos do tipo.

A representação da AGU, segundo fontes palacianas ordenada por Lula (PT), de motivação meramente eleitoreira, foi protocolada na quinta-feira (1º) junto à PF e ao Ministério Público Federal. O pretexto do foi uma reportagem do jornal britânico The Guardian, de 30 de setembro, sob o título que descreve o redirecionamento de recursos de direitos humanos do governo Trump para supostamente promover “uma agenda de extrema-direita no exterior”.

Segundo a matéria, o Departamento de Estado dos EUA teria destinado cerca de US$1 milhão do Fundo de Direitos Humanos e Democracia a um programa chamado “Combate ao Lawfare e à Censura no Brasil”, voltado a organizações que contestam a atuação do Supremo Tribunal Federal. A AGU argumentou que, se confirmado o repasse, o fato poderia configurar ingerência externa em assuntos internos, em violação aos princípios de soberania, e pediu a identificação de responsáveis e destinatários dos recursos no país para eventual responsabilização penal. Após a análise preliminar, a PF concluiu que não havia indícios suficientes para caracterizar crime ou justificar a continuidade da apuração. A AGU foi informada do arquivamento. O inquérito policial, portanto, não chegou a ser instaurado.

Diário do Poder

 

TSE anula votos de Garotinho e Douglas Ruas é o governador do RJ derrotando Eduardo Paes

       O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu nesta quinta-feira, 8, rejeitar o pedido de Anthony Garotinho (Republicanos) para desistir do recurso sobre seu registro de candidatura ao governo do Rio de Janeiro e manteve o indeferimento da candidatura. Por maioria, a Corte declarou nulos os votos atribuídos ao ex-governador e determinou que o Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) faça a retotalização do primeiro turno com a exclusão desses votos.

Divergência

        O ministro Ricardo Villas Bôas Cueva abriu divergência no julgamento ao entender que o recurso de Garotinho havia perdido o objeto e que, por isso, o TSE não deveria avançar para uma decisão de mérito capaz de alterar os efeitos da totalização já realizada no primeiro turno. Na avaliação dele, a posterior invalidação dos votos de um candidato que disputou a eleição “sub judice” não poderia retroagir para modificar a aferição da maioria absoluta nem, por consequência, suprimir a realização do segundo turno.

        O ministro Sebastião Reis Júnior acompanhou a maioria ao rejeitar o pedido de desistência e ao manter o indeferimento do registro de candidatura, mas aderiu à conclusão de Cueva quanto à preservação dos votos para fins da totalização do primeiro turno. Ambos ficaram vencidos nesse ponto, porque a maioria decidiu declarar nulos os votos de Garotinho e determinar ao TRE-RJ a retotalização do resultado com a exclusão desses votos.

Relembre o caso

          Anthony Garotinho apresentou na última segunda-feira, 5, um pedido de desistência de um recurso que havia apresentado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O nome do ex-governador constava como candidato ao governo do Rio de Janeiro, “sub judice”, o que fez com que seus votos fossem contabilizados. Garotinho teve 3,18% no domingo, o equivalente a 274.411 votos. Com a desistência, Garotinho aceita a decisão do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro, que indeferiu sua candidatura por entender que seus direitos políticos estão suspensos em razão de uma condenação por improbidade administrativa.

             O movimento pode garantir a vitória do presidente da Assemleia Legislativa do RJ (Alerj), Douglas Ruas (PL), ainda no primeiro turno, já que, com a exclusão dos votos de Garotinho, o candidato ultrapassaria os 50% dos votos válidos. Entretanto, cabe ao TSE decidir se homologa ou não o pedido de desistência do recurso. Ruas terminou o primeiro turno com 49,2% dos votos, ante 42,72% do ex-prefeito do Rio Eduardo Paes (PSD). O julgamento do pedido de desistência no TSE prossegue.

O Antagonista

Poder Data: Flávio Bolsonaro abre seis pontos contra Lula em ‘votos válidos’ para o 2º turno

Senador do PL tem 53% contra 47% do presidente petista em intenções de voto para a etapa final da corrida presidencial. O senador Flávio Bolsonaro (PL) tem seis pontos percentuais à frente do presidente Lula (PT), na simulação de votos válidos para a disputa de 2º turno para a Presidência da República. É o que registram os números da pesquisa PoderData/Aya, divulgada nesta quinta-feira (8), com Flávio alcançando 53% e Lula 47%, no cenário de intenções de voto que simula a apuração oficial da Justiça Eleitoral, que dispensa votos brancos e nulos.

O desempenho do candidato do PL mais que triplica sua vantagem registrada na apuração de votos do 1º turno, quando ficou 1,87 ponto percentual à frente de Lula. No último domingo, Flávio Bolsonaro teve 47,03% dos votos válidos, enquanto o atual presidente teve 45,16%. No cenário da pesquisa que inclui indicações de votos branco e nulos (5%) e não sabe (2%), Flávio tem 49% e Lula 44%, com vantagem de cinco pontos para o candidato de oposição.

A pesquisa PoderData/Aya está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-08134/2026. E os dados de intenções de voto foram obtidos junto a 3.000 eleitores, entre os dias 5 a 7 de outubro de 2026, por meio de entrevistas por telefone. O levantamento tem margem de erro de 1,8 ponto percentual, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.

Diário do Poder

 

Petistas se estranham e culpam Lula: ‘Ele achava que nada ameaçava a reeleição’

A lavação da roupa suja está de vaca não reconhecer bezerro no governo, por isso o PT chegou a censurar até mesmo o discurso do próprio Lula, ontem. Com o hábito de terceirizar responsabilidades, Lula apontava o dedo para Edinho Silva, presidente nacional, reclamando da desorganização da sua campanha, quando a transmissão da reunião pelo canal do PT no Youtube foi abruptamente interrompida. Lula não escapa das críticas internas, que o apontam o único culpado pelo fiasco.

Faltou motivação

Além de abandonar o “varejo”, que em política é se dedicar aos aliados que trazem votos, Lula é acusado de não articular a própria candidatura.

Soberba derrota

“Ele achava que nada ameaçava a reeleição, a ficha só caiu quando viu na TV que estava perdendo”, diz um dirigente ligado a Edinho Silva.

Sem apoio externo

“Vai herdar votos da Tebet?”, ironiza outro, para quem Lula não articulou candidaturas de outros partidos que tirassem votos do adversário.

Herança bendita

Petistas acham que Flávio é quem soube garantir no 2º turno o apoio de candidatos que ficaram para trás no 1º. Esse diferencial Lula não tem.

Coluna do Claudio Humberto

 

PF arquiva suspeita vexatória do governo Lula sobre ‘interferência’ dos EUA nas eleições

Investigação foi anunciada pelo diretor da PF no dia da eleição do 1º turno. A Polícia Federal arquivou a apuração preliminar sobre uma suposta interferência dos Estados Unidos nas eleições brasileiras. A decisão, tomada pela Diretoria de Inteligência da corporação, ocorreu por falta de elementos mínimos que justificassem a abertura de um inquérito formal. O procedimento havia sido anunciado no domingo (4), dia do primeiro turno, pelo diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues. Ele informou que a corporação havia recebido uma representação da Advocacia-Geral da União (AGU) e a encaminhado para análise, mas esclareceu que ainda não havia portaria de inquérito — apenas um exame prévio, rotina em casos do tipo.

A representação da AGU, segundo fontes palacianas ordenada por Lula (PT), de motivação meramente eleitoreira, foi protocolada na quinta-feira (1º) junto à PF e ao Ministério Público Federal. O pretexto do foi uma reportagem do jornal britânico The Guardian, de 30 de setembro, sob o título que descreve o redirecionamento de recursos de direitos humanos do governo Trump para supostamente promover “uma agenda de extrema-direita no exterior”.

Segundo a matéria, o Departamento de Estado dos EUA teria destinado cerca de US$1 milhão do Fundo de Direitos Humanos e Democracia a um programa chamado “Combate ao Lawfare e à Censura no Brasil”, voltado a organizações que contestam a atuação do Supremo Tribunal Federal. A AGU argumentou que, se confirmado o repasse, o fato poderia configurar ingerência externa em assuntos internos, em violação aos princípios de soberania, e pediu a identificação de responsáveis e destinatários dos recursos no país para eventual responsabilização penal.

Após a análise preliminar, a PF concluiu que não havia indícios suficientes para caracterizar crime ou justificar a continuidade da apuração. A AGU foi informada do arquivamento. O inquérito policial, portanto, não chegou a ser instaurado.

Diário do Poder

Lahesio Bomfim senador eleito no Maranhão, perseguido por Flavio Dino avisa: “Eu estou indo atrás de você”

Lahesio Bomfim (Novo) promete marcação cerrada na atuação do ministro nomeado por Lula para o STF. Em discurso na noite de terça-feira (6), em São Pedro dos Crentes, no Maranhão, o senador eleito Lahesio Bonfim (Novo-MA) relembrou desentendimentos e perseguições pelo ministro do STF Flávio Dino, no período em que foi prefeito do município, e afirmou que pretende levar essas questões ao Congresso. O senador eleito pelo Maranhão citou a distribuição de vacinas na pandemia e uma operação da Polícia Civil realizada em 2020. Segundo ele, foi perseguido e humilhado pelo então governador, hoje no Supremo Tribunal Federal.

No fim da fala, dirigiu-se a Flavio Dino e a Alexandre de Moraes com a frase: “Eu estou indo atrás de vocês”. Lahesio foi eleito com 1.471.859 votos, o equivalente a 20,61% dos votos válidos, e assume o mandato em fevereiro de 2027.

Diário do Poder

 

O uso político por Lula e Janja com a imagem Nossa Senhora Aparecida foi repudiado pelo povo

Como quem troca de roupa (ou religião), a maior fake news lulista do primeiro turno já foi substituída por uma nova leva de mentiras. A preocupação da esquerda brasileira com a padroeira do Brasil sumiu da noite de domingo, 4, para a manhã de segunda-feira, 5, após a acachapante votação para a direita no primeiro turno eleitoral. A intriga criada pelo PT e pelo Palácio do Planalto, de que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) tramava contra Nossa Senhora Aparecida não foi o bastante para evitar que ele terminasse o primeiro turno à frente de Lula. Aliás, nenhuma das medidas desesperadas do presidente ou de seus aliados no Supremo Tribunal Federal (STF) deu conta de mascarar a debilidade política de Lula, e talvez tudo isso tenha jogado contra o petista, especialmente a atuação militante dos ministros Flávio Dino e Gilmar Mendes.

Novas mentiras

A santa foi usada e jogada fora por Lula e Janja, e já surgiu uma nova leva de mentiras para tentar desgastar Flávio, já que, aparentemente, as verdades sobre o filho 01 de Jair Bolsonaro não parecem o bastante para a maior porção do eleitorado, pelo menos na comparação com Lula. A primeira-dama Janja (à direita na foto), que tem atuado de forma especialmente vulgar nesta eleição, disse que Flávio quer que a população trabalhe sete dias por semanas e que ele vai acabar com o programa Farmácia Popular, além de ameaçar o Brasil com uma nova pandemia. Economistas alinhados ao petismo também passaram a disseminar que o principal índice da Bolsa de Valores subiu expressivos 7,7% na segunda-feira pós-primeiro turno, maior alta desde 2020, porque Flávio “vai desvincular Previdência do mínimo e o mínimo da inflação”, e que o “mercado” está “ganhando dinheiro com a expectativa de que aposentados e assalariados percam dinheiro”. Na verdade, a alta recorde ocorreu por causa da expectativa de que o próximo governo será menos irresponsável do que o de Lula, que se destacou pela irresponsabilidade econômica.

Fake News

Após mais de sete anos do inquérito das fake news, o tema desinformação foi completamente desmoralizado nesta campanha eleitoral, com direito à abertura de uma investigação, por ordem do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino, baseada em fake news do próprio ministro, que acenou com uma onda de ataques religiosos a dias do primeiro turno. Se o ensejo servir para diminuir a interferência das autoridades, especialmente do Judiciário, na regulação do que consideram verdade ou mentira, talvez a esculhambação tenha valido a pena.

O Antagonista

 

Ministro Fachin pede a PGR parecer para arquivar processo de fake News concluído em 2022 contra Bolsonaro

O ministro Edson Fachin, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que a Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifeste, no prazo de cinco dias, sobre a manutenção do pedido para arquivar um inquérito envolvendo o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). A investigação teve origem na CPI da pandemia e apura declarações feitas por Bolsonaro a respeito de medidas sanitárias, especialmente vacinação e uso de máscaras. O procedimento era relatado anteriormente pelo ministro Alexandre de Moraes. A relatoria mudou depois que Fachin retirou de Moraes a condução do inquérito das fake news e assumiu também processos que estavam relacionados ao caso. Com a mudança, o inquérito envolvendo Bolsonaro passou à Presidência do STF.

Em despacho publicado nesta quarta-feira (7), Fachin destacou o “lapso temporal de tramitação deste inquérito” como uma das razões para solicitar uma nova manifestação da PGR. O procedimento foi instaurado há quase cinco anos, enquanto as diligências investigativas foram concluídas em dezembro de 2022. O ministro também levou em consideração uma solicitação de cooperação internacional feita pela Polícia Federal (PF). Durante as investigações, a corporação requisitou informações às autoridades do Reino Unido e dos Estados Unidos. Naquele período, o National Institute of Allergy and Infectious Diseases (NIAID) era comandado pelo médico Anthony Fauci, que ocupava uma posição de destaque entre as autoridades sanitárias dos Estados Unidos.

Após o encerramento da fase mais crítica da pandemia, Fauci voltou a ser alvo de forte debate político nos Estados Unidos neste ano. O assunto ganhou novo impulso depois que o senador republicano Rand Paul divulgou mais de mil páginas de anotações privadas produzidas pelo médico durante a emergência sanitária. Os documentos revelaram discussões internas relacionadas a diferentes aspectos da pandemia, entre eles a origem da Covid-19. Rand Paul utilizou os registros para contestar declarações feitas publicamente por Fauci. Posteriormente, o médico invocou a Quinta Emenda durante depoimento ao Senado americano quando foi questionado sobre o tema.

A Polícia Federal, por sua vez, buscava verificar uma alegação relacionada a um estudo atribuído a Fauci e publicado em 2008 sobre mortes provocadas pela gripe espanhola. A decisão de Fachin de retirar Moraes da relatoria do inquérito das fake news ocorreu depois que o ministro apresentou relatórios de inteligência que colocavam em dúvida a atuação de André Mendonça em investigações relacionadas aos casos Master e INSS, envolvendo pessoas de diferentes correntes políticas. O despacho de Fachin veio na sequência da decisão de Mendonça de retirar o sigilo de um relatório que tratava das relações entre Moraes e Daniel Vorcaro. A mudança na condução dos processos também alcançou procedimentos relacionados ao inquérito que envolve as declarações de Bolsonaro durante a pandemia.

Jornal da Cidade Online

 

A derrota do Datafolha, sempre a esquerda e da maioria dos institutos de pesquisa

Entre os grandes derrotados nestas eleições, impossível não registrar o maior deles: Os institutos de pesquisa, que em sua maioria falharam e erraram miseravelmente nas pesquisas para o primeiro turno, como é de costume, eleição após eleição. O Datafolha, talvez o mais notório deles por suas pesquisas enviesadas e militantes, chegou a prever, pouco antes do dia 4, um resultado exatamente invertido do que ocorreu depois, no caso de Flavio e Lula.

Honestíssimos, são capazes de fazer pesquisa dentro de presídio e afirmar que o povaréu vota em Lula. Pra não citar as dezenas de erros crassos nos casos de candidatos ao Senado e Câmara, falhando estrondosamente. Estranha e significativamente, os ‘erros’ dessas porcarias sempre e sempre favorecem a esquerda. Erram sempre mais à esquerda. Enfim, a não ser que seja piada, não compartilhem essas pesquisas. Porque não servem para nada. Ou melhor, servem para mostrar justamente o que não vai acontecer. A imprensa em geral, muito compreensiva e talvez por não ter onde se basear, acaba divulgando essas porcarias com ar grave e solene, mas poucas vezes registra seus erros. E seguem, faceiros, no mundo de Nárnia.

Marco Angeli Full
Artista plástico, publicitário e diretor de criação.

 

“Vítima” de perseguição do ministro Flávio Dino é eleita senador e vai somar força por impeachment

O senador eleito Lahesio Bonfim (Novo-MA) afirmou na noite de terça-feira (6) que foi perseguido e humilhado pelo então governador do Maranhão, Flávio Dino, hoje ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). Lahesio disse que agora está “indo atrás” de Flavio Dino, em referência ao possível pedido de impeachment no Senado.

Depois da vitória eleitoral, Bonfim discursou em São Pedro dos Crentes, cidade onde foi prefeito de 2017 a 2022. Flavio Dino foi governador do Maranhão de 2015 a 2022. O senador eleito venceu a eleição pelos importantes serviços prestados aos mais pobres como médico e a luta em defesa de direitos e dignidade humana para as comunidades carentes.

Jornal da Cidade Online