Carlos Alberto Parreira campeão mundial pelo Brasil, está internado com câncer pulmonar e respira por aparelhos

Carlos Alberto Parreira, 83, ex-técnico da seleção brasileira, está com inflamação pulmonar e respira com auxílio de aparelhos, segundo boletim divulgado pelo Hospital Samaritano Barra, no Rio de Janeiro. O campeão mundial “encontra-se estável” e está internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Segundo o hospital, não há previsão de alta para o quarto.

O Hospital Samaritano Barra, da Rede Américas, informa que o ex-técnico da seleção brasileira, Carlos Alberto Parreira, está internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), com um quadro de inflamação pulmonar e respira com auxílio de aparelhos. O paciente encontra-se estável, sem previsão de alta para o quarto. A família agradece as manifestações de apoio. Hospital Samaritano Barra, em nota enviada ao UOL

Parreira fez recentemente um tratamento contra um Linfoma de Hodgkin, um tipo de câncer que afeta o sistema linfático. O diagnóstico veio à tona em janeiro de 2024, em comunicado da CBF.Não foi nada tão grave assim, não. Eu tive um problema de saúde, mas estou recuperado, graças a Deus. Fiz um tratamento quimioterápico e hoje estou zerado Carlos Alberto Parreira, ao UOL, em 2024. O linfoma de Hodgkin é um tipo de câncer raro, mas que tem cura. A doença se inicia no sistema linfático, e os sintomas se manifestam geralmente no pescoço e no tórax.  Parreira participou de sete Copas do Mundo na   Árabes Unidos (1990), Arábia Saudita (1998) e África do Sul (2010). Ele também foi preparador físico do escrete canarinho em 1970.

UOL NOTICIAS

 

Empresas Rumble e Trump pedem condenação de Alexandre de Moraes na Justiça dos EUA

Após ministro ignorar prazo legal na Flórida, plataformas acionam tribunal americano por omissão de defesa.

As empresas de tecnologia Rumble e Trump Media & Technology Group formalizaram um pedido junto a um tribunal federal da Flórida, nos Estados Unidos, para que o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, seja julgado à revelia. A petição foi protocolada após o esgotamento do prazo legal de 21 dias para que o magistrado brasileiro apresentasse sua manifestação ou defesa nos autos do processo que tramita na corte norte-americana. De acordo com a defesa das plataformas, conduzida pelo advogado Martin de Luca, a notificação oficial foi encaminhada com autorização prévia da Justiça Federal da Flórida por meio do endereço eletrônico institucional do gabinete do ministro. Os registros apontam que o prazo para a resposta formal terminou na última segunda-feira, dia 15 de junho, sem que houvesse qualquer comparecimento, justificativa ou pedido de prorrogação por parte de Moraes. O processo em solo americano contesta as ordens de bloqueio de perfis, restrição de conteúdos e aplicação de sanções emitidas pelo ministro do STF contra usuários e plataformas digitais.

A petição sustenta que tais determinações configuram atos de censura transfronteiriça, atingindo cidadãos e empresas americanas em seu próprio território e violando diretamente as garantias constitucionais de liberdade de expressão asseguradas pela Primeira Emenda da Constituição dos Estados Unidos. Entre os casos citados na ação está a ordem de suspensão da conta do jornalista Allan dos Santos. A Trump Media, controladora da rede social Truth Social (amplamente utilizada pelo presidente americano Donald Trump), atua em conjunto na ação   devido à dependência da infraestrutura tecnológica fornecida pela Rumble para a manutenção de suas operações. As empresas defendem que oficiais estrangeiros não podem contornar o devido processo legal dos EUA e utilizar ordens secretas com caráter coercitivo para regular a expressão e buscar dados privados de usuários americanos fora de suas jurisdições de origem.

Diante do cenário, a Advocacia-Geral da União (AGU) tentou intervir no caso perante o tribunal da Flórida, solicitando a extinção do processo sob a alegação de que as decisões do STF têm de imunidade de jurisdição e que sua submissão ao crivo estrangeiro representaria uma ofensa à soberania nacional do Estado brasileiro. Contudo, os advogados das plataformas reforçaram na petição que a manifestação do governo brasileiro não representa pessoalmente o réu Alexandre de Moraes, reiterando que a inação do magistrado é injustificada pelas regras processuais federais americanas. Com o pedido de decretação de revelia, as plataformas buscam o prosseguimento regular da ação penal e cível sem a participação da defesa do ministro, permitindo que o tribunal avance para as etapas seguintes de julgamento e para a análise de eventuais sanções e declarações de nulidade das ordens restritivas nos Estados Unidos.

Diário do Poder

Ministro de Lula, Fufuca Dantas liberou emenda para filme de Jair Bolsonaro, diz a PF

Metade de R$2 milhões de emenda foi paga por meio do Ministério do Esporte, que era chefiado pelo político na época. A emenda parlamentar de R$1 milhão, destinada à produtora da cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), foi liberada por meio do Ministério do Esporte do governo Lula (PT), comandado na ocasião pelo deputado André Fufuca (PP-MA). Foram R$2 milhões em emendas destinadas a ONG Instituto Conhecer Brasil, presidida por Karina Ferreira da Gama, dona da Go Up Entertainment, produtora do filme “Dark Horse”, por indicação do deputado Mário Frias (PL-SP), produtor executivo e roteirista do longa-metragem. Metade do total, R$1 milhão, foi para a mesma ONG através do ministério do Esporte de André Fufuca, sob a justificativa de financiar o projeto “Lutando pela Vida”, voltado para aulas de jiu-jitsu no interior de São Paulo.

A liberação desses recursos, por meio da Nota de Empenho 2024NE001398 e da Ordem Bancária 2025OB000797, ocorreu sob a gestão de Fufuca, aliado político do senador Ciro Nogueira (PI), presidente nacional do Progressistas.

O filme “Dark Horse” contou com o co-patrocínio de Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master, mas ninguém sabia disso até a Polícia Federal encontrar em celular do ex-banqueiro áudios do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) reclamando a liberação de parte do patrocínio contratado.

Veja o documento do pagamento à ONG da produtora Dark Horse”:

Diário do Poder

Ministro Nunes Marques derruba decisão de Alexandre de Moraes e retoma defesa oral de advogados no TSE

O atual presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, modificou um entendimento adotado pela gestão de Alexandre de Moraes e restabeleceu a possibilidade de advogados realizarem sustentação oral. A prática estava suspensa desde 2022 por determinação de Moraes, que presidiu o tribunal entre 2022 e 2024. A ministra Cármen Lúcia, que sucedeu a Alexandre de Moraes, não teve coragem para mexer nessa questão. Nunes Marques teve. O anúncio da mudança foi feito pelo próprio Nunes Marques durante a sessão de julgamento que analisava o referendo de uma decisão concedida por ele. A decisão em questão atendeu a um pedido do PL, partido do senador Flávio Bolsonaro, e suspendeu a divulgação de uma pesquisa do Instituto AtlasIntel. Ao abrir a sessão, o atual presidente propôs a retomada do modelo, definindo um formato mais rápido para as defesas.

“Retomaremos uma tradição do Tribunal Superior Eleitoral, que é permitir a sustentação oral dos advogados nas representações deste jaez. Eu proponho que a sustentação, assim como tudo que acontece na Justiça Eleitoral, seja efêmera. Indico o tempo de cinco minutos para cada advogado”, declarou o ministro.

A nova diretriz foi inaugurada pela advogada Maria Claudia Bucchianeri, ex-ministra substituta do TSE e representante do PL no caso, que agradeceu publicamente a mudança de entendimento da Corte antes de iniciar sua manifestação.

Jornal da Cidade Online

 

Fé, urnas e democracia: Livro debate limites da influência religiosa nas eleições

Obra analisa o protagonismo evangélico sobre a liberdade do voto às vésperas das eleições de 2026 e registra fato no município maranhense de São Pedro dos Crentes.

O jurista Alexander Ladislau Menezes lança no dia 18 de junho, no IDP Norte, em Brasília, o livro “O Abuso do Poder Religioso nas Eleições Presidenciais de 2022: o Impacto do Protagonismo Evangélico na Liberdade do Voto”. A obra chega em momento mais do que oportuno: com as eleições de outubro de 2026 já em plena mobilização, a relação entre religião e política voltou ao centro do debate nacional. Igrejas lotadas viraram palanques, pastores lançaram candidaturas e bispos orientaram rebanhos sobre em quem votar, práticas que colocam em xeque os limites entre manifestação de fé e interferência no processo democrático.

A influência religiosa sobre o eleitorado brasileiro não é fenômeno novo, mas ganhou escala e visibilidade sem precedentes nas últimas disputas. Em 2022, lideranças evangélicas foram protagonistas na campanha presidencial, mobilizando fiéis em cultos, redes sociais e programas de TV em torno de candidatos específicos.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) já sinalizou que esse tipo de atuação pode configurar abuso de poder político e econômico, como fez ao manter cassações em Votorantim (SP) após considerar que um culto foi usado como palco de propaganda eleitoral. Ainda assim, a legislação eleitoral segue sem prever o “abuso de poder religioso” como categoria autônoma, o que deixa a Justiça Eleitoral em terreno juridicamente incerto diante de um fenômeno cada vez mais presente.

É essa lacuna que Ladislau se propõe a enfrentar. Com abordagem jurídica e linguagem acessível, a obra percorre o crescimento histórico do movimento evangélico no Brasil, examina as brechas da legislação eleitoral e analisa, a partir de um estudo de caso no município de São Pedro dos Crentes (MA), como discursos religiosos podem influenciar concretamente o comportamento do eleitorado. O autor sustenta que a liberdade de voto é pilar central do Estado Democrático de Direito e propõe caminhos para o aperfeiçoamento das normas eleitorais diante desse cenário.

Com o primeiro turno de 2026 a menos de quatro meses, o livro não é apenas uma análise do passado recente, é um alerta para o que está por vir. O lançamento acontece no dia 18 de junho, das 19h às 21h, no IDP Norte, SGAN 607, Módulo F, Brasília.

Diário do Poder

 

PF chega ao senador Jacques Wagner líder do governo Lula, na roubalheira do Banco Master

Líder de Lula no Senado é alvo da 9ª fase da Polícia Federal. A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira a 9ª fase da Operação Compliance Zero, que investiga um suposto esquema de fraudes financeiras envolvendo o Banco Master. A nova etapa teve como alvo pessoas e empresas suspeitas de atuar na ocultação e movimentação de recursos ligados ao grupo investigado. Mandados de busca e apreensão foram cumpridos por determinação do Supremo Tribunal Federal (STF).

O líder do governo Lula no Senado, Jaques Wagner (PT), é um dos alvos da operação. Policiais federais cumprem 18 mandados de busca e apreensão nos estados da Bahia, São Paulo e no Distrito Federal. Também estão sendo cumpridas medidas cautelares diversas da prisão, como proibição de contato entre os investigados e suspensão de passaporte.

Segundo os investigadores, a ofensiva amplia o foco sobre estruturas que teriam sido utilizadas para dissimular patrimônio e dificultar o rastreamento de ativos supostamente relacionados ao esquema atribuído ao banqueiro Daniel Vorcaro. A operação apura crimes contra o sistema financeiro, lavagem de dinheiro, organização criminosa e corrupção.

A Compliance Zero foi lançada em novembro de 2025 e, ao longo de suas fases anteriores, resultou em prisões, bloqueios bilionários de bens e no avanço de investigações sobre relações entre executivos do banco, agentes públicos, políticos e operadores financeiros. As apurações também alcançaram ex-dirigentes do Banco Master, integrantes do Banco de Brasília e pessoas ligadas ao núcleo empresarial de Vorcaro.

Diário do Poder

Canetada de Flavio Dino desapropria muitos proprietários rurais e ignora vasta documentação

Quer dizer que uma canetada do Dino vai desapropriar um monte de gente no Pará por causa de imagens de satélite? Documentos sólidos e anos de imposto de propriedade jogados no lixo para que o governo entregue para chineses se lambuzarem nos minérios do subsolo?

Porque ao invés de seguir cartilha EAD de fofoca de família, não tem parlamentares para defender essas pessoas no campo? Será que o pessoal do campo está completamente abandonado?

Se ninguém da região não se posicionar, vou queimar quem tentar se eleger como direita. Não sou nada nesse universo de influenciadores. Mas vou denunciar quem tenta usar o espectro para se eleger sem defender quem deve ser defendido.

Victor Vonn Serran

Articulista

 

Trump cobra Lula contra facções e alerta: ‘Relação com o Brasil é uma bagunça’

Com ameaça de tarifas, presidente americano exige alinhamento de Brasília contra o crime organizado. Durante o seu pronunciamento oficial aos jornalistas na cúpula do G7 na França, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, abordou diretamente o atual estado das relações bilaterais com o Brasil e os desdobramentos de suas interações com o governo de Luiz Inácio Lula da Silva. A declaração ocorre em um cenário de forte escrutínio sobre a política externa brasileira e pressões econômicas impostas por Washington. Trump confirmou que passou um período significativo em diálogo com o mandatário brasileiro.

De acordo com o líder americano, a pauta central das discussões envolveu a exigência de Washington para que as facções criminosas Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV) sejam formalmente designadas como grupos terroristas. A Casa Branca vem intensificando as cobranças para que o governo brasileiro adote uma postura de segurança nacional mais rígida e alinhada aos padrões de combate ao crime organizado transnacional defendidos pelos Estados Unidos.

A manifestação reflete o tensionamento prático que substituiu o tom protocolar do encontro bilateral ocorrido na Casa Branca. Embora Trump tenha classificado as reuniões anteriores e as conversas diretas como “boas” e rotulado a dinâmica do chefe de Estado brasileiro de forma pragmática, os resultados objetivos apontam para uma cobrança firme sobre a governança e a segurança institucional no território sul-americano. Os EUA mantêm em andamento investigações comerciais baseadas na Seção 301, que apuram práticas desleais e o cumprimento de metas ambientais por parte do Brasil, fatores que colocaram o mercado exportador brasileiro sob o risco iminente de novas sobretaxas alfandegárias.

Sob a ótica de Washington, o desenvolvimento econômico e o sucesso comercial do Brasil dependem diretamente da cooperação e do alinhamento estratégico com o governo americano. A postura de independência multilateral ensaiada por Brasília (que incluiu a recusa em aderir à coalizão internacional de minerais críticos liderada pelos EUA e resistências em negociações bilaterais de segurança) é apontada como a raiz da desorganização e dos entraves tarifários que o país enfrenta no cenário internacional.

As delegações ministeriais de ambos os países possuem um prazo estipulado para tentar resolver as divergências tarifárias decorrentes do “tarifaço” americano e das sanções em pauta. A condução da política externa e de segurança pública por parte da administração brasileira continua sob estrita vigilância da Casa Branca, que condiciona a estabilidade das relações econômicas à adoção de medidas efetivas contra o crime organizado e à reciprocidade comercial.

Diário do Poder

 

Lula tentou encontro com Trump. Foi ignorado, passou batido e vergonha na reunião do G7

Lula (PT) foi solenemente ignorado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, apesar de suas tentativas, quem sabe, para conseguir um aperto de mão no G7, em Evian, na França. Ele chegou na véspera, tentando cavar o encontro, mas foi inútil. Trump não lhe deu espaço nem mesmo quando estavam a um metro de distância, enquanto os chefes de Estado e de Governo presentes procuravam se posicionar para a foto oficial. O vexame do brasileiro foi construído por ele mesmo. A assessoria de Lula divulgou a versão de que ele teria conseguido cumprimentar Trump durante a noite, após um concerto organizado pelo anfitrião, Emmanuel Macron, no hotel onde se realiza a cúpula. O suposto cumprimento não foi confirmado por fonte isenta e nem por registro de foto ou vídeo.

Longe, ele ataca

Dias antes da humilhante tentativa de prosa em Evian, Lula chamou o presidente americano de “imbecil” e atacou seu secretário de Estado.

Perto, ele recua

Os insultos de Lula ocorreram dias depois de Trump receber o brasileiro em Washington com delicadeza, ouvindo sua conversa mole por 1h30.

Insulto não se esquece

Lula hostiliza Trump desde quando o chamou de “nazista”, na campanha presidencial americana. Agora, não consegue nem abrir negociação.

Mentiras de palanque

Bravatas eleitoreiras do tipo “não é um gringo que vai dar ordem a este presidente” eram lorotas. No caso, Trump não deu ordem alguma a Lula.

Coluna do Claudio Humberto

 

Ministra do TSE trava ação que atinge aliada de Flávio Dino

Juristas e políticos maranhenses estão estarrecidos com a morosidade na tramitação de um processo que pode reduzir a bancada estadual do PSB no estado. O partido, que teve Flávio Dino como filiado até sair para assumir vaga no Supremo Tribunal Federal, pode perder um deputado estadual, Fernando Braide, se confirmada acusação de fraude na cota de gênero que alçou o parlamentar ao cargo. Ele se elegeu pelo PSC, alvo da investigação, depois migrou de partidos até chegar ao PSB.

Haja protelação

A ação não avança no TSE em razão de estranhíssimos pedidos de vista (no plural mesmo) da ministra Estela Aranha desde dezembro de 2025.

Velhos conhecidos

O PSB-MA é presidido por Ana Paula Lobato suplente de Dino que virou senadora. E pode perder cadeira na Assembleia Legislativa maranhense.

Rolo jurídico

O PSD acionou o CNJ contra a ministra e pediu mandado de segurança no TSE. A coluna procurou a assessoria do TSE e aguarda resposta.

Coluna do Claudio Humberto