Fórum Carajás advertiu sobre a erosão em Buriticupu e conflitos agrários em São Benedito do Rio Preto

O Fórum Carajás é uma organização não governamental com mais de 30 anos de serviços prestados às comunidades rurais do Maranhão nas áreas ambiental, dos direitos às posses de terras, organização comunitária, formação técnica na área agrícola e consciências críticas às pessoas voltadas para a luta por direitos e dignidade humana.

Como jornalista tive oportunidade de acompanhar por vários anos, importantes ações desenvolvidas pelo Fórum Carajás. Diante dos sérios problemas de erosão no município de Buriticupu e os conflitos agrárias na comunidade Baixão dos Rochas, no município de São Benedito do Rio Preto, procurei o jornalista, ambientalista e escritor Mayron Régis, atualmente presidente do Fórum Carajás, que conhece os problemas questionados atualmente e que já mereceram várias denúncias da entidade.

           A devastação da reserva madeireira de Buriticupu

Toda a área do município de Buriticupu era importante reserva madeireira da região Amazônica, diz Mayron Régis. Ela foi praticamente destruída de maneira criminosa e com a total omissão dos poderes públicos municipal, estadual e federal. Durante o período não houve quem tivesse qualquer iniciativa de reflorestamento, muito pelo contrário, na proporção em que a madeira era retirada, veio o plantio do capim e a pecuária de gado de corte avançou para atender a demanda de alguns frigoríficos da região, registra o dirigente do Fórum Carajás.

Mais tarde, o local que já havia sido reserva madeireira e pasto para engorda de gado, deu lugar para o plantio do eucalipto para atender a produção de carvão para as siderúrgicas do ferro gusa. A exploração irresponsável e até criminosa das terras de Buriticupu foram debatidas com as comunidades e denunciadas pelo Fórum Carajás e outras entidades voltadas para a defesa do meio ambiente, mas as instituições a quem deveriam ter a responsabilidade em de evitar maiores problemas como a erosão agora em estado já bem avançado, preferiram a omissão.

O sério problema que avança rapidamente em Buriticupu e ameaçam inicialmente centenas de famílias e posteriormente milhares, ainda não mereceu atenção concreta de qualquer instituição, o quanto muito são os discursos evasivos que não vão a lugar algum, afirma Mayron Régis. O enfrentamento a erosão é um processo muito cargo e bem demorado, principalmente na questão da recuperação com o reflorestamento com plantas naturais da área amazônica, diz o jornalista.

             Caso do “Baixão dos Rochas” foi a saída do eucalipto e a chegada da soja

Mayron Régis, diz sobre o conflito agrário na comunidade Baixão dos Rochas, no município de São Benedito do Rio Preto, que é apenas um de muitos outros que devem surgir nos 09 municípios da região do Baixo Parnaíba, em que o grupo Suzano Papel Celulose, infestou milhares de hectares com eucalipto, inclusive terras devolutas e depois simplesmente enganou a população e deixou todos os municípios e passou a negociar terras com gente do agronegócio da soja.

À época o Fórum Carajás, a CPT e sindicatos de trabalhadores rurais receberam denúncias de que os prepostos do agronegócio, adquiriam um determinado número de hectares e em cartórios conseguiam fazer o registro de até 200 ou mais vezes, incluindo não apenas terras devolutas, mas posses centenárias, destaca o dirigente do Fórum Carajás. Se não houver uma ação imediata das autoridades, outros problemas de dimensões maiores surgirão.

              A falta de regularização fundiária com a omissão do poder público 

O ambientalista Mayron Régis salienta com muita preocupação, que caso o Governo do Estado não adote imediatamente como decisão política a regularização fundiária na área com a arrecadação das terras devolutas e garanta com a titulação às milhares de famílias de centenas de comunidades nos nove municípios, muitos conflitos surgirão, muitas mortes virão e criminosamente muitos pequenos agricultores serão expulsos das suas terras. O presidente do Fórum Carajás salienta também, que a regularização fundiária precisa existir e chegar a todas as regiões do Estado, como uma política de paz social no campo, destacou.

Fonte: AFD

 

 

 

Orçamento secreto tem quase R$ 16 bi parados e muita gente passando fome

Mesmo com autorização, valores ainda não foram aplicados; dinheiro foi reservado para ações de 14 ministérios

Apesar de ter sido extinto pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em 2022, o chamado orçamento secreto — nome pelo qual ficaram conhecidas as emendas de relator — tem aproximadamente R$ 16 bilhões que receberam autorização para serem gastos em anos anteriores e que até hoje não foram utilizados. De acordo com números do Siga Brasil, um sistema de informações sobre o orçamento federal controlado pelo Senado, e do Painel do Orçamento Federal, ferramenta do Sistema Integrado de Planejamento e Orçamento, de 2020 a 2022 foram empenhados — ou seja, reservados — R$ 45 bilhões em emendas de relator para ações do governo. Desse total, R$ 29,1 bilhões já foram desembolsados, e o restante permanece como saldo remanescente.

Cabia ao governo decidir quando os recursos das emendas de relator seriam aplicados. O destino dos quase R$ 16 bilhões que não foram pagos até hoje já tinha sido definido no momento em que os valores foram empenhados e serviria para projetos relacionados a 14 ministérios.

O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional, por exemplo, teve autorização para aplicar R$ 14,7 milhões de recursos do orçamento secreto, mas nem metade disso foi utilizada até o momento. Quase R$ 5,4 bilhões foram de fato pagos, e restam cerca de R$ 9,4 bilhões para serem aproveitados. O Ministério da Agricultura e Pecuária tem o segundo maior saldo remanescente — aproximadamente R$ 1,6 bilhão.

Outras pastas que ainda não utilizaram todo o valor autorizado pelo orçamento secreto são o Ministério da Saúde (R$ 1,4 bilhão), o Ministério da Educação (quase R$ 1,3 bilhão), o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (R$ 974,2 milhões) e o Ministério do Turismo (R$ 488,6 milhões).

Para 2023, o governo federal inscreveu um estoque de R$ 255,2 bilhões de restos a pagar. Consideram-se restos a pagar as despesas empenhadas e não pagas até 31 de dezembro de anos anteriores. Até o momento, segundo o Siga Brasil, R$ 159,8 milhões em recursos remanescentes do orçamento secreto já foram pagos neste ano.

Na decisão que deu fim ao orçamento secreto, o STF estabeleceu que eventuais recursos de emenda de relator ainda não utilizados fossem destinados a atos de correção de erros e omissões e que caberia ao ministro de cada uma das pastas do governo orientar a execução desses montantes em conformidade com os programas e os projetos das respectivas áreas.

Fonte: R7

 

Site de extrema esquerda faz grave ameaça a vida de Moro e Dallagnol

O ódio esquerdista é extremamente perigoso e totalmente cego. É com esse abominável comportamento que o site denominado 247 publicou nesta quarta-feira um texto com críticas indecentes, insultos indecorosos e ameaça gravíssima ao senador Sérgio Moro e ao deputado federal Deltan Dallagnol, inclusive de morte.

A ameaça gravíssima está embutida no título do texto:

“Cadeia é pouco para Moro e Dallagnol”.

O texto é de assinado por um sujeito de nome José Pessoa Araújo, ex-candidato a vice-governador da Paraíba pelo PCO nas eleições de 2022. Ele diz ainda que Moro “merece a sepultura” e que “o seu fim está bem próximo”. Com relação a Dallagnol, Araújo utiliza as palavras “lixo” e “verme”. O texto afirma ainda que o deputado “vai para o inferno” e “não verá outro inverno”.

Nas redes sociais, o deputado Deltan Dallagnol questionou o “discurso de ódio do bem”.

“Publicação no blog petista @brasil247 diz, com todas as letras, que não viverei outro inverno – ou seja, que não estarei vivo até o fim do ano. Diz ainda que Moro merece a sepultura, que seu fim está próximo e que ele morrerá na prisão. Discurso de ódio do bem? O amor venceu?”, indagou.

Esse ódio agora é permitido?

Jornal da Cidade Online

Comissão de Segurança da Câmara aprova Moção de Repúdio contra Lula

Deputados alegam que o presidente faltou com decoro após falas sobre a operação Sequaz da PF. O documento enviado pelos paramentares declara que a fala de Lula é desrespeitosa e desmoraliza a credibilidade da Polícia Federal, do Senador Sérgio Moro e das autoridades ameaçadas.

A Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado (CSPCCO) aprovou nesta quarta-feira (29) uma Moção de Repúdio contra o presidente Lula. No documento enviado por deputados da oposição, foi alegado que o petista faltou com decoro após declarar que era “armação de Moro” a operação realizada pela Polícia Federal (PF). O colegiado é presidido pelo deputado federal Sanderson (PL-RS).

Esse é o primeiro repúdio aprovado pelo Parlamento na história da República.

A fala de Lula foi em referência à operação Sequaz, da PF, que desmontou um esquema da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC), que pretendia sequestrar e matar autoridades do país, incluindo o senador e ex-juiz da Lava Jato, Sérgio Moro (UNIÃO-PR). O senador virou alvo dos criminosos após publicar uma portaria, quando ainda era ministro da Justiça, colocando fim em regalias nos presídios federais, como visitas íntimas.

Os autores do requerimento foram os deputados federais, Silvia Waiãpi (PL-AP), Tenente Coronel Zucco (REP-RS), e Gilvan da Federal (PL-ES), o documento também contou com as assinaturas dos deputados, Hélio Lopes (PL-RJ), General Pazuello (PL-RJ), Coronel Ulysses (UNIÃO-AC), Coronel Telhada (PP-SP), Sargento Fahur (PSD-PR), Sargento Gonçalves (PL-RN), Coronel Meira (PL-SP), Delegado Palumbo (MDB-SP), Osmar Terra (MDB-RS), e Delegada IONE (AVANTE-MG).

O requerimento enviado pelos paramentares declara que a fala de Lula é desrespeitosa e desmoraliza a credibilidade da Polícia Federal, do Senador Sérgio Moro e das autoridades ameaçadas.

“Tal pronunciamento significa um total desrespeito à Polícia Federal e também a todas as autoridades públicas que estavam sendo ameaçadas e correndo risco de terem suas vidas ceifadas pela criminalidade […] Não podemos permitir e encarar com naturalidade a fala do presidente da República que desmoraliza publicamente aquela instituição sem que nos pronunciemos contrariamente a tal fato”, diz trecho do documento.

Diário do Poder

 

Crianças disputam restos de comida em lixão com urubus e cachorros em Coroatá, mostrou o Jornal da Record

O Maranhão mais uma vez voltou a ser pauta nacional do Jornal da Record, para dar destaque a um considerável número de crianças e adolescentes disputando restos de alimentos com cachorros e urubus em um lixão na cidade de Coroatá. As imagens chocantes, mostram as crianças à procura de alimentos ou de alguma coisa que possa vender para matar a fome, revelaram à repórter, salientando que precisam ajudar também em casa.

Questionados sobre escola, eles disseram que ela funciona em rodizio com dias alternados, mas como a prioridade e matar a fome, raramente vão às aulas.

A reportagem do Jornal da Record procurou o prefeito de Coroatá, Luís da Amovelar Filho em busca de uma explicação para crianças no lixão da cidade e a questão da das aulas em sistema rodízio, de acordo com o relato das crianças, mas ele simplesmente se omitiu, sem qualquer explicação para o problema da maior seriedade. A denúncia precisa ser imediatamente apurada pelas autoridades, diante do abandono de vulneráveis que deveriam ter seus direitos respeitados e garantidos de acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente.

Como a denuncia foi pública, o Ministério Público, a Defensoria Pública, o Conselho Tutelar precisam se manifestar com a adoção de medidas urgentes para tirar as crianças do lixão e responsabilizar o prefeito irresponsável por manter lixão a céu aberto, falta de escolas e política social de amparo a crianças a adolescentes. A verdade é que mais uma vez o Maranhão ganha destaque nacional de forma negativa com retrato da fome e da miséria, que é uma triste realidade nos últimos 10 anos, quando tomou proporções sérias e de exclusão ao direito ao alimento.

Fonte: AFD

 

 

 

 

Carlos Lupi, da Previdência pode ser o primeiro ministro demitido na equipe de Lula

Até deputados do PDT dão como certa a demissão de Carlos Lupi do Ministério da Previdência, em razão da trapalhada na redução dos juros dos empréstimos consignados sem consultar quem entende do assunto e nem mesmo a coordenação do governo. Lupi recebeu mais um sinal de que não está agradando: a Casa Civil informou somente na última hora que estava cancelada a reunião em seu próprio ministério para definir o assunto. É que tudo foi decidido por Lula na véspera. Sem ouvir Lupi.

Definido na véspera

Em nota curta, a Casa Civil informou ontem que a reunião para discutir juros do consignado “ocorreu na noite da última segunda-feira (27)”.

Subiu no telhado

A expectativa do Planalto é que Lupi se demita, até para “protestar” contra seu alijamento na decisão, mas ele é apegado à boquinha.

Bronca humilhante

Após alterar os juros sem consultar ninguém, em nome do “governo”, Lupi tomou uma bronca humilhante de Lula ao telefone.

Ele é reincidente

Lula percebeu que Lupi o colocou no viva-voz, para se exibir a visitantes, e reclamou até de sua passagem (trágica) pelo Ministério do Trabalho.

Coluna do Claudio Humberto

 

Governo Lula na China liga o agronegócio à destruição da Amazônia

Em encontro com empresários brasileiros e chineses em Pequim (China), o presidente da Agência Brasileira de Promoção e Exportações e Investimentos (Apex), Jorge Viana, relacionou a pecuária e a produção de grãos no Brasil com problemas ambientais, como o desmatamento da Amazônia.

Nós, brasileiros, deveríamos parar de dizer fora do Brasil que o país não tem problema ambiental. Nós temos. Faz muito tempo”, declarou para a plateia composta com grandes empresários do setor.

A China é o maior parceiro comercial do Brasil. As declarações do petista Jorge Viana contrastam com o posicionamento do ministro Carlos Fávaro (Agricultura), que se manifestou na véspera com otimismo sobre o agronegócio brasileiro. O ministro tenta ampliar as exportações e os negócios com empresários chineses.

A fala de Viana foi criticada pela ex-ministra da Agricultura Tereza Cristina. O presidente da Apex se defendeu dizendo que a fala foi para promover as exportações brasileiras.

Diário do Poder

 

Câmara convocará Flavio Dino para esclarecer venda de armas por colecionadores para facções criminosas

Assim que Flávio Dino usou o microfone da CCJ da Câmara para fazer uma grave acusação contra os CACs (Colecionador, Atirador Desportivo e Caçador), na tarde desta terça-feira (28), o deputado federal Delegado Paulo Bilynskyj tomou uma atitude que poderá complicar ainda mais a situação do ministro da Justiça do Lula (PT).

Questionado sobre o motivo da insistência de recadastrar as armas legais no país, enquanto tem anunciado que irá colocar em prática uma política de desarmamento contra os cidadãos que detêm posse e porte legal, o comunista disse o seguinte absurdo:

“O que essas figuras do mal têm feito? Em vez de ir lá, dar o tiro esportivo que a pessoa gosta e pode dar, em vez de estar lá fazendo a coleção que ele gosta e pode fazer, estar vendendo arma pro PCC e pro Comando Vermelho”.

Em resposta, Bilynskyj gravou um vídeo em que anunciou que está protocolando um pedido de convocação para que Flavio Dino se explique e apresente provas do que disse, sob pena de ter cometido grave fake news e, pior, ofendido e imputado crimes a uma parcela significativa da população de forma generalizada

O fato é que o ministro acaba de ser massacrado na CJJ e nem sequer irá conseguir se recompor, pois vem outra ‘lapada’ pela frente. Pelo jeito, será uma atrás da outra, a partir de agora… Seu ‘cargo’ à frente do ministério, bem como o mandato de seu chefe parecem caminhar com maior celeridade para o fim, muito antes do que se imagina pela mentira, arrogância e prepotência.

O problema criado hoje por Flavio Dino com imputações de vendas de armas por colecionadores, atiradores esportivos e caçadores para facções, identificadas pelo próprio ministro – PCC e Comando Vermelho, acabou repercutindo negativamente dentro do PT.

Jornal da Cidade Online

Bomba de estupidez de Lula faz esquerda entrar em colapso e encurrala Flavio Dino

Depois do efeito bomba causado pela associação da declaração do Molusco, com a operação da PF que prendeu os algozes de Moro, uma reunião de emergência foi feita, no sentido de aplacar danos. Lula foi orientado a silenciar por algum tempo, enquanto o pessoal do marketing ressuscitou Tacla Duran para descredibilizar o Senador e apagar o incêndio. Para os petistas o resultado foi péssimo, e parte do núcleo começa a cogitar sobre vazamento de informações, e gente da própria esquerda trabalhando para a queda de Inácio.

Como o clima de guerra civil ainda é forte dentro dos ministérios, a desconfiança só aumenta a apreensão, e parte dos armistícios entre os integrantes começa a perder força. Lula está tendo de intervir diretamente para que os ministros não discutam entre si publicamente. Dino vai dar esclarecimentos na Comissão de Constituição e Justiça, sobre o dia 8 de janeiro e também sobre as tratativas de desarmamento.

Tanto a assessoria de imprensa do molusco, quanto parte da militância entre influenciadores e artistas vai ampliar o eco das declarações de Duran, para fazer fumaça suficiente para que o assunto não tenha a repercussão que merece. Nessa hora, a audiência da direita será fundamental.

Cada declaração ou vídeo da Comissão deve ser acompanhado e compartilhado ao máximo. É uma oportunidade bacana e deve ser aproveitada.

Até porque o que for dito ali, pode alimentar a CPMI que será instalada. No começo do mês eu disse que esse período seria turbulento para os petistas, só não imaginei que seria tanto. E embora muitos vermelhos estejam mais calmos com o fim de março, por ter sido um mês terrível para a esquerda, o receio de muitos que acompanham política em Brasília, está longe de acabar.

Para eles, março não é fim de um período…Mas o começo de outro muito mais preocupante.

Victor Vonn Serran

Articulista

 

Juscelino Filho empregou gerente de haras e piloto privado em gabinete

Nomeados por Juscelino, funcionários mantêm cargos no gabinete do suplente dr. Benjamin

O ministro das Comunicações, Juscelino Filho, empregou dois funcionários no próprio gabinete quando deputado federal. Juscelino se licenciou do cargo para assumir uma cadeira na Esplanada de Lula após indicação do senador Davi Alcolumbre (União-AP). Klennyo Ribeiro e Leumas Rendder mantém os empregos no gabinete de Dr. Benjamin (União-MA), suplente de Juscelino Filho. A informação foi divulgada pelo jornal O Estado de São Paulo e confirmada pelo Diário do Poder.

Klennyo é apontado como gerente do haras da família do ministro e foi nomeado na Câmara dos Deputados em 2016. O último salário de Klennyo, em janeiro deste ano, conforme transparência da Câmara, foi de R$18.925,20.

Leumas é secretário parlamentar de Dr. Benjamin e é apontado como piloto particular de Juscelino, tendo prestado serviço para o ministro que disputava a reeleição para a Câmara. O contracheque de Leumas registra salário de R$10.236,20. O vencimento é referente ao mês de janeiro deste ano.

Em nota ao jornal, Juscelino Filho defendeu as nomeações e firmou que os funcionários “prestam suas atividades com zelo, profissionalismo e regularidade, no apoio à atividade parlamentar em Brasília e no Estado, seja presencialmente, seja em modelo híbrido ou remoto na pandemia“.

Diário do Poder