Depois de 36 anos, ferrovia Norte-Sul é concluída e diminuirá custos de frete em até 40%

A construção iniciada no governo Sarney, teve retorno das obras no Governo Bolsonaro (PL), com o Ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas (Republicanos), hoje, governador de São Paulo, foi terminada para alívio do agronegócio. Essa obra é tão antiga que iniciou ainda no Governo do ex-presidente José Sarney, passou por FHC, Lula, Dilma e foi parar no colo de Jair Bolsonaro.

À princípio, ela teria extensão de 4,1 mil quilômetros, e cortaria o Brasil de Norte a Sul. Mas, acabou ficando em 2,2 mil quilômetros, metade do planejado porque os recursos investidos já haviam sido tanto desviados – aproximadamente – R$ 15 bi – que o governo anterior preferiu encerrar a proposta saindo de Açailândia, no Maranhão, até Estrela d’Oeste, em São Paulo.

O nome correto da ferrovia deveria ser Nordeste-Sudeste, já que o Maranhão não fica no Norte do Brasil e nem tampouco a ferrovia conseguiu chegar à região mais fria do Brasil, o Sul.

Problemas técnicos à parte, o importante é que ela está pronta e que poderá reduzir em até 40% os custos com frete. Um alívio para o produtor, cujas despesas de produção e investimento em ciência e tecnologia são altíssimas, e pra piorar o cenário: ainda foi obrigado a se equilibrar com o anúncio do retorno de vários impostos e o aumento do combustível em 22%.

Jornal do Agro Online

 

 

Reeleição de Iracema Vale a colocará na linha da sucessão do governador Carlos Brandão

Com a promulgação da Resolução Legislativa 1.174/2023, que alterou a redação do art. 7° do Regimento Interno (Resolução Legislativa n° 449/2004), permitindo antecipação da eleição, a presidente da Assembleia Legislativa, Iracema Vale (PSB), convocou a Sessão Preparatória para a próxima sexta-feira (16) às 11h30m, para a eleição da Mesa Diretora do Parlamento Estadual para o segundo biênio da 20ª Legislatura.

Na sessão plenária de terça-feira (13), a chefe do Legislativo maranhense promulgou a Resolução Legislativa 1.174/2023, que alterou a redação do art. 7° do Regimento Interno (Resolução Legislativa n° 449/2004), permitindo a antecipação da eleição. A Mesa Diretora a ser eleita tomará posse no dia 1º de fevereiro de 2025, em data e horário a serem definidos por ato da Presidência da Assembleia Legislativa.

                       Na linha da sucessão de Carlos Brandão

Uma chapa com a deputada Iracema Vale, despontando como candidata à reeleição à presidência terá apenas algumas alterações na sua composição, uma vez que a parlamentar tem preferência da maioria dos colegas do legislativo estadual. Há quem afirme, que Iracema Vale poderá ser uma das alternativas políticas à sucessão do governador Carlos Brandão.

Alguns políticos entendem que é um pouco cedo se falar na sucessão estadual, outros acreditam que a construção começa agora, para se consolidar no momento exato, muito embora se saiba que o processo passará por muitas negociações e até mesmo por turbulências, que fazem parte do jogo político. A verdade é que a deputada Iracema Vale está no centro do jogo e logo começará a fazer articulações. Para quem acredita que é muito cedo para a sucessão estadual, o futuro já começou.

Fonte: AFD

 

Projeto do deputado Mendonça Filho barra Rede de Rádio e TV do PT

Decisão sobre criação do canal caberá ao presidente Lula

Quase uma semana após o PT pedir ao Ministérios das Comunicações autorização para criar uma Tv própria para divulgar conteúdo produzido pelo partido, o deputado federal Mendonça Filho (União-PE) apresentou um projeto de lei para barrar iniciativas deste tipo.

Partido político nenhum tem de ter emissora de tv e rádio. Querer concessão pública de tv e rádio para fazer doutrinação e proselitismo político com dinheiro público do fundo partidário é um escarnio criticou o parlamentar.

O documento assinado pela presidente do PT, deputada federal Gleisi Hoffmann (PT-PR), diz Mendonça Filho, desvirtua o objetivo da concessão de serviços de radiodifusão sob todos os ângulos.

Não bastasse ignorar princípios legais, o PT fere questões éticas ao misturar o interesse público da sociedade, com o privado do partido, desrespeitar o equilíbrio da representatividade político-partidária. Além de reafirmar o descompromisso com o bom uso do dinheiro do povo”, avaliou o deputado.

O pedido, além da assinatura de Gleisi, tem a rubrica de Jilmar Tatto (PT-SP), que ocupa o posto de secretário nacional de comunicação do PT. Caberá ao presidente Lula decidir sobre a autorização.

Diário do Poder

 

Senador pego pela PF com dinheiro na cueca e outros 43 denunciados estão no Conselho de Ética

Conselho tem mais de 40 representações, todas acumuladas pela inoperância do colegiado

O Conselho de Ética e Decoro Parlamentar do Senado se reúne nesta quarta-feira (14) e delibera sobre representações contra parlamentares da Casa. Ao todo, o conselho tem 43 representações. Chico Rodrigues (PSB-RR) – Flagrado em 2020 com dinheiro na cueca em uma operação da Polícia Federal. (foto)

Flávio Bolsonaro (PL-RJ) – As representações contra o senador se referem a suposta ligação com milicias do Rio de Janeiro e suposto esquema de rachadinha.

Cid Gomes (PDT-CE) – Representado por uso de palavras “por demais injuriosas” ao se referir ao presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL).

Jayme Campos (União-MT) – Teria agredido um cidadão que filmava uma entrevista com a então prefeita de Várzea Grande (MT) Lucima, casada com o senador.

Davi Alcolumbre (União-AP) – suposto extravio de documentos públicos, prevaricação e atos de improbidade administrativa.

Humberto Costa (PT-PE) – o parlamentar teria tido acesso privilegiado a decisões judiciais.

Jorge Kajuru (PSB-GO) – As representações contra o senador se referem a divulgação de gastos dos colegas com pedidos de consultoria e por divulgar trecho de uma conversa com o então presidente Jair Bolsonaro.

Damares Alves (Rep-DF) – representada por suposto uso da máquina pública “como um instrumento para a política etnocida e racista contra os Povos Indígenas e, em particular, contra o Povo Yanomami”.

Randolfe Rodrigues (Sem partido – AP) – representado por chamar o ex-presidente Jair Bolsonaro de “genocida”, “ladrão”, “criminoso” e “corrupto”.

Styvenson Valentim (Pode-RN) – representado por publicar material ironizando episódio de violência sofrido pela ex-deputada Joyce Hasselmann.

Ex-senador Paulo Rocha (PA) – representado por chamar o ex-presidente Jair Bolsonaro de “ditador” e seu governo, de “corrupto, miliciano e genocida”.

Diário do Poder

CNJ quer saber paradeiro de bilhões da Lava Jato

Uma das frentes de trabalho da auditoria do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) na 13ª Vara da Justiça Federal em Curitiba quer jogar luz sobre o paradeiro dos cerca de R$3 bilhões que já estiveram sob tutela da Vara Federal. A fortuna veio dos acordos de leniência da Operação Lava Jato. A equipe do corregedor Luís Felipe Salomão, do CNJ, se debruça em planilhas com detalhes de parte do caminho do dinheiro.

Sobra

Uma das planilhas que passam por pente fino do CNJ indica, em agosto de 2022, saldo de pouco mais de R$840 milhões.

Siga a grana

Fatias do dinheiro foram parar com a Petrobras, União, Polícia Federal, Transpetro, Eletronuclear, Petros e Caixa Econômica Federal.

Não bate

À coluna, fontes envolvidas na auditoria revelaram que a estimativa é que há “apenas” R$200 milhões nas contas da Lava Jato, em Curitiba.

Coluna do Claudio Humberto

 

Governo Lula cede ao MST e dá fim a cadastro digital

O governo Lula (PT) tirou do ar a plataforma de pré-cadastro para famílias que querem participar dos programas de assentamentos do Incra. Em novembro de 2022, ainda na gestão Bolsonaro, foi criado um sistema de cadastro digital dentro da Plataforma de Governança Territorial (PGT) do Incra, com o objetivo de evitar invasões, violência e novos acampamentos. Bastava o pré-cadastro para dar início ao processo de assentamento. A consequência foi o fim das famosas listas em papel do MST, que controlavam eventuais beneficiários.

Stratego

O governo cedeu à vontade do MST, que exigiu cargos estratégicos. No Ceará, por exemplo, o movimento comanda o próprio Incra.

Método antigo

Órgão de controle, o Tribunal de Contas da União (TCU) aponta milhares de irregularidades na concessão de terra durantes os governos do PT.

Meio milhão de indícios

São mais de 580 mil indícios de irregularidades na manutenção da relação de beneficiários da reforma agrária, apontam acórdãos do TCU.

Prejuízo bilionário

O TCU estima em R$2,83 bilhões Prejuízos financeiros decorrentes dos indícios de irregularidades constatados nos acórdãos 775/16 e 1976/17.

Coluna do Claudio Humberto

 

Deputada Iracema Vale será reeleita presidente da Assembleia com a Promulgação de Resolução Legislativa

De acordo com a matéria, a Mesa Diretora, que poderá ser eleita nesta semana tomará posse no dia 1º de fevereiro do terceiro ano da 20ª Legislatura. A atual presidente, deputada Iracema Vale deverá ser reeleita em chapa única por aclamação.

A presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, deputada Iracema Vale (PSB), promulgou, na sessão plenária desta terça-feira (13), a Resolução Legislativa nº 1174/2023, oriunda do Projeto de Resolução Legislativa 034/2023, de autoria do deputado Antônio Pereira (PSB), que permite a reeleição da Mesa Diretora do Parlamento Estadual, a partir do dia 20 de junho do primeiro ano da Legislatura atual.

De acordo com a matéria, a Mesa Diretora eleita tomará posse no dia 1º de fevereiro do terceiro ano da 20ª Legislatura, em data e horário a serem definidos por ato da Presidência da Assembleia Legislativa.

A resolução altera a redação do art. 7º, do Regimento Interno (Resolução Legislativa nº 449/2004, de 24 de junho de 2004), alterado pelas Resoluções Legislativas nº 458/2004, 550/2008, 599/2010, 662/2012, 781/2016, 910/2018, 939/209 e 1.156/2022.

Agência Assembleia

 

TRE do Paraná nega trancamento de ação eleitoral que pode levar à cassação de Sérgio Moro

Para a instauração de uma investigação judicial eleitoral (Aije), não é preciso que sejam apresentadas provas cabais do crime imputado, desde que os fatos narrados se enquadrem, em tese, em algumas modalidades de abuso de poder e que haja indícios suficientes da ocorrência dos fatos.

Esse foi o entendimento adotado pelo desembargador Mário Helton Jorge, do Tribunal Regional Eleitoral do Paraná, para rejeitar o pedido do ex-juiz e atual senador Sergio Moro (União Brasil) de trancamento de ação de investigação judicial eleitoral contra ele.

O pedido foi ajuizado pela Federação Brasil da Esperança, composta por Partido Comunista do Brasil (PCdoB), Partido dos Trabalhadores (PT) e Partido Verde (PV). As legendas argumentaram que Moro promoveu desequilíbrio eleitoral ao concorrer ao Senado pelo União Brasil depois de ter se lançado como pré-candidato à Presidência da República com uma estrutura robusta de marketing e fundo partidário do Podemos. 

Além disso, os partidos sustentaram que Moro praticou abuso de poder econômico, caixa dois, uso indevido dos meios de comunicação e irregularidades em contratos. Eles pedem a cassação do mandato do ex-juiz e a sua inelegibilidade por oito anos. 

Em sua defesa, Moro alegou fundamentação genérica do pedido de investigação e afirmou que não foram apresentadas provas de que ele promoveu desequilíbrio eleitoral. No entanto, o desembargador afastou as pretensões da defesa do ex-juiz. Ele entendeu que a existência ou não de provas robustas contra o senador não é uma questão capaz de levar à extinção da demanda de forma preliminar.

Rivais unidos
Na mesma decisão, o desembargador decidiu unir o pedido da Federação Brasil da Esperança ao do Partido Liberal, do ex-presidente Jair Bolsonaro. Durante a última campanha presidencial, Moro apoiou o ex-presidente e chegou a atuar como “assistente de palco” de Bolsonaro durante um debate. Nem isso, contudo, fez a legenda bolsonarista retirar a ação contra o senador, que tramita em segredo de Justiça e foi ajuizada em dezembro do ano passado.

O desembargador entendeu que, diante da possibilidade de coincidência de pedidos e causas de pedir entre a demanda da Federação Brasil da Esperança e a Aije proposta pelo Partido Liberal do Paraná, os processos deveriam ser unificados. O magistrado também autorizou a produção de provas testemunhais e determinou a oitiva de testemunhas tanto do Podemos quanto do União Brasil do Paraná. 

Muy amigo
Por fim, o desembargador também afastou o pedido da defesa de Moro para incluir na ação ajuizada pela federação do PT o presidente do seu atual partido, Luciano Bivar, e a presidente do Podemos, Renata Abreu. Moro argumentou que praticamente todas as condutas apontadas como irregulares na ação foram determinadas pelos dirigentes dos dois partidos, de modo que não é possível investigar sua conduta sem que também sejam apurados os atos de quem negociou, assentiu e firmou contratos que provariam os supostos abusos dos quais ele é acusado.

O pedido não foi acolhido. O desembargador Mário Jorge explicou que o TRE-PR não tem competência para julgar supostas irregularidades cometidas em outras unidades da federação, já que Bivar e Renata se elegeram deputados federais por Pernambuco e São Paulo, respectivamente.

Para o advogado da Federação Brasil da Esperança, Luiz Eduardo Peccinin, “a decisão é praticamente irretocável e dá força às investigações que devem ser realizadas sobre a campanha eleitoral de Sérgio Moro. Até o final da ação, e com a produção das provas que pleiteamos e o TRE-PR já começou a coletar, temos certeza que o abuso e o caixa dois eleitoral serão mais que comprovados”.

Fonte: CONJUR

Governo Lula retira do Bolsa Família quase 2 milhões de beneficiários, diz o Poder 360

Segundo notícia publicada no site Poder 360, com dados oficiais do governo federal, os cortes de beneficiários do Bolsa Família acabam de ultrapassar os 1,8 milhões de pessoas, em uma espécie de ‘pente fino’ realizado desde início do mandato, em janeiro, até maio deste ano. O cancelamento deixa na mão parte dos 21,6 milhões de famílias que sobrevivem às custas da ajuda do dinheiro federal, número atingido durante o governo de Jair Bolsonaro, após uma série de aprimoramentos realizados pela equipe do capitão, quando da mudança do nome do programa para Auxílio Brasil, a partir de novembro de 2021.

Isso só foi possível porque o governo Bolsonaro realizou um gigantesco cadastramento social, que permitiu ‘encontrar e reunir’ uma verdadeira casta de ‘invisíveis’ aos olhos do poder público, que se acumulavam desde o período em que o PT assumiu o poder, de 2003 a 2016.

Em paralelo a isso, houve ainda um incremento financeiro que multiplicou o valor pago pelos governos anteriores, elevando a parcela mensal para cerca de R$ 600,00. O Palácio do Planalto, entretanto, alega que os cortes são fruto de uma minuciosa revisão na lista de beneficiários, realizada pela equipe econômica

Entre novos beneficiários e os cancelados, a diferença é de 400 mil a menos, em relação a dezembro passado. Resta saber se, nesse período conseguiram emprego ou outras fontes de renda, dado a elevação do índice de desemprego no período.

Isso sem contar os que, infelizmente, passaram a necessitar do benefício, mas estão em uma fila de espera, dada a ineficiência do governo em incluí-los no programa. Sem dúvida, entre os que aguardam ou que foram cortados, há muitos dos eleitores de Lula.

Jornal da Cidade Online

 

Lojas Americanas reconhece fraude de mais de R$ 50 bilhões

Comunicado ao mercado aponta “fraude” de ex-funcionários, incluindo o CEO, mas isenta o conselho de administração

A Americanas admitiu pela primeira vez, nesta terça-feira (13), que uma fraude provocou o rombo bilionário nas contas a empresa, que tem ações vendidas na Bolsa de Valores. Em comunicado de fato relevante ao mercado, a empresa diz que a investigação independente (obrigatória após a descoberta do buraco estimado em R$50 bilhões) apontou que “as demonstrações financeiras da Companhia vinham sendo fraudadas pela diretoria anterior da Americanas”.

A empresa aponta os ex-funcionários responsáveis pela fraude: o ex-CEO Miguel Gutierrez, os ex-diretores Anna Christina Ramos Saicali, José Timótheo de Barros e Márcio Cruz Meirelles, e os ex-executivos Fábio da Silva Abrate, Flávia Carneiro e Marcelo da Silva Nunes.

O comunicado, entretanto, não aponta responsabilidade do Conselho de Administração da empresa, cujos membros estão entre os maiores beneficiados com os dividendos milionários baseados em números falsos, dados fraudados, superestimados, como admitiu a própria Americanas. Os bilionários Jorge Paulo Lemann, Marcel Telles e Carlos Alberto Sicupira não são mencionados.

“Os documentos que deram origem ao relatório demonstram ainda esforços da diretoria anterior das Americanas para ocultar do Conselho de Administração e do mercado em geral a real situação de resultado e patrimonial da Companhia”, diz o comunicado.

A fraude, diz a empresa, foi apontada em contratos de verba de propaganda cooperada e instrumentos similares e ocorreu “ao longo do tempo”, sem mencionar qualquer data específica. O motivo pelo qual o rombo não foi encontrado antes, diz o comunicado, foi a “indevida contabilização de operações”.

As investigações continuam e valores ainda serão atualizados.

Diário do Poder