Banco Central ignora pressão lulista e mantém juros em 13,75%

O Comitê de Política Monetária (Copom) manteve – por unanimidade – a taxa Selic, os juros básicos da economia brasileira

A pressão incessante do presidente Lula (PT) e seus apoiadores na Esplanada não interferiu na decisão desta quarta-feira (21) do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central de manter a taxa Selic, os juros básicos da economia, em 13,75% ao ano. O Banco Central é um órgão independente do governo e seu presidente, Roberto Campos Neto, tem mandato de dois anos sem a interferência do governo federal.

O Copom indicou que ainda existem riscos sobre a inflação, como eventuais pressões globais sobre os preços e “incertezas residuais” sobre a votação do projeto do marco fiscal no Congresso. O esperneio do governo, que não corta os gastos públicos, não adiantou.

“O comitê avalia que a conjuntura demanda paciência e serenidade na condução da política monetária e relembra que os passos futuros da política monetária dependerão da evolução da dinâmica inflacionária, em especial dos componentes mais sensíveis à política monetária e à atividade econômica, das expectativas de inflação, em particular as de maior prazo, de suas projeções de inflação, do hiato do produto e do balanço de riscos”, disse o Copom em comunicado na noite desta quarta-feira.

Diário do Poder

O presidente sem povo e obsessão doentia

A segunda aparição de Lula numa tentativa desastrada de se comunicar com o povo brasileiro, cada vez mais distante, além de gerar a devida quantidade de memes e transformar Lula numa chacota viral, é mais significativa do que isso. Mostra seu claro isolamento e alienação, com sinais evidentes de delírio político e a avaliação errônea de uma realidade simples: Lula não é nem a sombra, em termos de representatividade, do que já foi um dia.

Mas ele não se apercebe disso. E insiste, numa obsessão doentia pela enorme popularidade de seu inimigo Bolsonaro. Loucos sociopatas não faltaram e não faltam neste mundo, de Hitler a George Soros. Hitler era um sujeito insignificante quando, procurando sucesso como artista plástico, desembarcou na Alemanha em 1913. Fracassado, desenvolveu um ódio que o acompanharia até o final da vida pela burguesia e aristocracia germânica.

O resultado nefasto já se conhece, anos depois. Fidel Castro, Hugo Chavez, Ortega…são muitos os que, correndo atrás de poder, transformaram seus povos em escravos, característica principal de ditaduras homicidas.

Lula é um presidente sem povo, disse JR Guzzo, num texto que, como a pintura Guernica de Picasso, é uma obra de arte que retrata um pesadelo. O Brasil vive hoje um presidencialismo manco, ou um semiparlamentarismo enrustido.

Ninguém sabe ao certo, com a Constituição esquecida, um Congresso inútil, uma Corte que faz o que quer e é quem realmente manda no país.

Um consórcio que sabe exatamente o que faz, inclusive quando expõe a sua marionete à vergonha pública, caso de Lula com sua live fracassada. Entretanto, assim como Adolf Hitler, sociopatas são imprevisíveis.

Em todos os níveis.

De repente, um garoto de 21 anos surta e entra atirando na própria escola, matando uma estudante e ferindo outros, como aconteceu em Cambé, Paraná. Se Lula entrar num colapso emocional o que parece cada vez mais provável pode com certeza ser impedido pelo consórcio que o tirou da cadeia e colocou na cadeira de presidente.

Ou não, considerando-se a notória incapacidade desses inimigos do Brasil de medirem as consequências de seus atos. De qualquer forma, conseguindo se manter no poder apenas por decretos, longe da realidade mais óbvia e isolado, Lula é um perigo. Já o seria mesmo como uma pessoa normal, por seu caráter enviesado. Alucinado e ‘no poder’, não se sabe a extensão dos danos que pode causar ao país.

Marco Angeli Full

https://www.marcoangeli.com.br

Artista plástico, publicitário e diretor de criação.

 

Relatora comete ‘sincericídio’ e demonstra que não tem condições de seguir à frente da CPMI

A postagem da senadora Eliziane Gama nas redes sociais, logo após a longa ‘primeira’ sessão com a participação de um depoente, na CPMI do 8 de janeiro, mostrou o quanto ela ficou afetada, após ser vítima, junto com os demais parlamentares da bancada governista, de um verdadeiro atropelo, nas respostas certeiras do ex-diretor da Polícia Rodoviária Federal, Silvinei Vasques

“Resumo da oitiva de hoje: Quem deveria falar a verdade, mentiu. Quem deveria se calar, enquanto o colega falava, se alterou e tumultou (sic). Nada disso nos demove no caminho a ser perseguido. Fatos, atos e provas prevalecem em detrimento de narrativas e tentativas de tumulto”,

Escreveu, incluindo o grosseiro erro gramatical, tal o estado ‘tumultuado’ que parece ter ficado sua mente.

O que ficou demonstrado nos diversos vídeos que circulam na web e ainda na opinião dos que tiveram a oportunidade de assistir a oitiva, é que Silvinei deu um verdadeiro show, com respostas técnicas que desmontaram cada uma das falsas narrativas da esquerda, de que teria agido para beneficiar Jair Bolsonaro no dia da votação do segundo turno das eleições de 2022, ao coordenar ações para fiscalização de ônibus nas estradas do país.

Mas Eliziane Gama acabou mesmo ‘se entregando’ ao escancarar que chega com uma sentença pronta e os culpados já definidos (talvez escrita por seu padrinho político do Maranhão). Uma relatora que deveria ser afastada, imediatamente, pois dá mostras de que manterá os ouvidos tapados para a verdade e seguirá a serviço dos que estão no poder.

Enquanto essa senhora comete um sincericídio, idosos seguem presos ou com a liberdade privada… acusados de um golpe… um golpe sem tanques e sem armas…

Uélson Kalinovski

Jornalista desde 1996, com especialização em Ciência Política e mais de uma década de experiência na cobertura dos temas nacionais, em Brasília

 

Colunista da Folha de São Paulo faz graves revelações sobre Janja no governo

Como previsto, Janja e Lula estão sendo empanados pela mídia tradicional para serem fritos no azeite quente. Todo mundo sabe aqui em Brasília, que Janja não é bem vista no partido desde sempre, por isso muitos petistas de longa data foram DESCARTADOS POR LULA para atender os caprichos da esposa, mas a militância lulista insiste em dizer que é Fake News ou inveja da mulher.

Porém, a situação está tão séria que a própria mídia militante, que enalteceu o casal, está publicando os devaneios de uma mulher soberba e vingativa, talvez mais do que o esposo. É o caso de Barbara Gancia, aquela militante que certa feita, movida por um ódio insano, atacou a filha do ex-presidente Bolsonaro.

Eis o que ela diz sobre Janja:

“Olha só: sei que o povo está num processo de negação barra pesada. Mas o que está acontecendo em relação à mulher do presidente é um fato real.

Não se trata de intriga da oposição, nem de fake news, nem de inveja, nem de machismo nem de qualquer outra fofoca ou sacanagem que alguém que não goste do Lula esteja querendo inventar. No começo, eu também defendia a Janja com unhas e dentes, achava a maior sacanagem. Até ser informada do que realmente está acontecendo.

Sugiro que vocês comecem a perceber que uma mulher que afasta os filhos e netos, os melhores amigos, os assessores de uma vida inteira e começa a dominar a vida inteira do camarada, como é visível que está ocorrendo, e todos ao redor do presidente andam reclamando, não pode ser uma ocorrência saudável e serena.”

Raquel Brugnera

Pós-Graduanda em Comunicação Eleitoral, Estratégia e Marketing Político – Universidade Estácio de Sá – RJ.

 

Arthur Lira: Sem diálogo com o agronegócio, reforma tributária nem começa

Presidente da Câmara cita bancada do agro, com 320 deputados, ao defender tratamento das prioridades de diversos setores da economia

O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), voltou a defender, nesta quarta-feira (21), a necessidade de articulação política junto a diversos setores da economia, para que haja aprovação de uma reforma tributária “possível”, para simplificar a arrecadação. Mas destacou que, “sem diálogo com o agronegócio, a reforma tributária nem começa”, durante participação de debate promovido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e pelo grupo Esfera Brasil, em Brasília.

Lira exaltou o tamanho da bancada do agro na Câmara, com 320 deputados, ao defender que aprovação das propostas de emendas constitucionais da reforma (as PECs 45/19 e 110/19) depende do tratamento das prioridades de setores diversos, não de apenas uma categoria.

“Temos a bancada [do agronegócio] com mais de 320 membros. Se não tivemos um texto claro que dialogue com esse setor, a reforma nem começa”, sentenciou Lira, que também destacou que todos os estados devem ser contemplados na reforma tributária.

O deputado alagoano aconselhou líderes de bancadas sobre a importância da capacidade de articulação política, ao sugerir que haja o fechamento de questão, sem dar espaço para alterações mais radicais e de última hora, nos textos a serem submetidos à votação em Plenário. E citou ainda os setores da saúde, da educação e de serviços, para ressaltar que o parlamento está aberto a acolher no debate as prioridades de todos que tiverem interesse na reforma tributária.

“É importante que todos saibam que todos temos uma reforma ideal, mas nosso objetivo é uma reforma tributária possível, que simplifique, que desburocratize e traga segurança jurídica”, avaliou Lira, ao considerar legítimos os esforços de todas as categorias e setores para terem benefícios com a reforma.

Diário do Poder

Relatora da CPMI perde o controle e dá novo vexame

O atropelo que foi a passagem do ex-diretor da Polícia Rodoviária Federal (PRF) pela CPMI do 8 de janeiro, onde depôs, nesta terça-feira (20), parece ter deixado a relatora do colegiado, senadora Eliziane Gama (PSD/MA), completamente sem rumo. Por horas, Silvinei Vasques respondeu a cada uma das questões formuladas por Eliziane e parlamentares da bancada governista, a maioria delas, enviezada e com segundas e terceiras intenções, mas toda desmascaradas ao vivo à relatora. A resposta mais desconcertante foi sobre a sua formação acadêmica, quando destrinchou o seu currículo com cursos superiores, mestrados, doutorados no exterior, que acabou proporcionando uma certa inveja a relatora.

Em determinado momento, a senadora perdeu o rebolado e resolveu intimidar o depoente com questionamentos de ordem pessoal e sem qualquer relação com a CPMI, sendo imediatamente interpelada pelos parlamentares de oposição. E o que se viu a partir daí foi um tremendo e vergonhoso bate-boca com o deputado federal Delegado Éder Mauro (PL/PA).

“Vossa excelência sequer é integrante desta comissão, então vou pedir que se cale, se cale… cale a boca”, disse a relatora, repetidas vezes. O típico gesto dos esquerdistas que não suportam ouvir a verdade ou serem questionados e tentam se impor pela censura e o autoritarismo.

Jornal da Cidade Online

 

TCU investiga gastos extravagantes de Lula com cartão corporativo

Petista é acusado de torrar R$ 12,1 milhões no cartão apenas 4 meses

O Tribunal de Contas da União (TCU) iniciou uma auditoria sobre os gastos do presidente Lula (PT) com o uso do cartão corporativo do governo. A análise foi iniciada após um requerimento do deputado federal Kim Kataguiri (União-SP).

No requerimento aprovado pela comissão, o parlamentar pede que o TCU apure se as despesas pagas com o cartão corporativo foram feitas de maneira responsável, eficiente e em conformidade com as normas e regulamentos vigentes.

“De acordo com o princípio constitucional da transparência e a importância do controle dos gastos públicos, é essencial garantir o uso correto dos recursos e a conformidade com os princípios da responsabilidade fiscal”, diz trecho do despacho enviado por Kataguiri.

O pedido de análise dos gastos foi feito após uma reportagem da revista Crusoé revelar que Lula gastou R$ 12,1 milhões no cartão apenas nos primeiros quatro meses do novo mandato este ano. O levantamento foi realizado com base em informações do Portal da Transparência da Controladoria-Geral da União (CGU).

De acordo com o TCU, o processo foi aberto e será conduzido pela unidade de auditoria especializada em governança e inovação.

Diário do Poder

 

Blocão da Câmara repudia ataque e ‘covardia’ de Renan Calheiros contra deputada Dani Cunha

Senador é acusado de violência política contra Dani Cunha (União-RJ)

O líder do chamado “Blocão” na Câmara dos Deputados, Felipe Carreras (PSB-PE), leu em Plenário, na noite de ontem (20), uma nota do maior bloco partidário da Casa, que repudiou o ataque do senador Renan Calheiros (MDB-AL) à deputada Dani Cunha (União-RJ), criticada pelo seu projeto de lei que criminaliza a discriminação contra políticos. Renan chamou a iniciativa da deputada de “lixo legislativo”, em declarações que o Blocão considerou ser uma violência política contra a parlamentar, no ataque classificado como “irresponsável, abusivo” e com “resquícios de covardia”.

A nota acusa Renan de reduzir toda a atuação da Casa do Povo a uma disputa regional, em referência à rivalidade do senador alagoano com seu conterrâneo e atual presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), que lidera o blocão formado pelo PP, PSB, PDT, União Brasil, Federação PSDB/Cidadania, Solidariedade, Patriota, Avante e PL.

O motivo da reação do Blocão é a seguinte publicação de Renan, no último domingo (18), em seu perfil no Twitter: “A lei Dani/Lira é um lixo legislativo. Não há hipótese de passar no Senado Federal. Só faltou mudarem o plenário da Câmara de Ulysses Guimarães para Eduardo Cunha. É o desenrola do Lira. Inacreditável o apoio do MDB e PT”.

Para os deputados do maior bloco partidário da Câmara, Renan incitou ódio e colocou seus interesses acima dos interesses da nação.

“Discursos vazios, pobres em soluções e ricos em frases de efeito em busca de “likes” só servem àqueles que se beneficiam de um modelo de País que as instituições trilham caminhos opostos, gerando consequências nefastas ao seu povo. É irresponsável um Parlamentar proferir palavras vazias e odiosas sem qualquer prova”, condena o Blocão, na nota.

O documento foi assinado pelos deputados Felipe Carreras (PSB-PE); André Figueiredo (PDT); Elmar Nascimento (União Brasil); André Fufuca (PP); Adolfo Viana (PSDB); Aureo Ribeiro (Solidariedade); Fred Costa (Patriota); Luis Tibé (Avante); Alex Manente (Cidadania); e Altineu Côrtes (PL).

O Diário do Poder fez contato com a assessoria do senador Renan e fica à disposição para expor a resposta do senador à nota do Blocão.

 

Democracia Sem Fronteiras condena proximidade de Lula a ditaduras

O movimento Democracia Sem Fronteiras Brasil denuncia a aproximação do governo Lula (PT) com ditaduras como Venezuela e China. Para a entidade, a administração petista quer se aproximar de países autoritários. Além de receber ditadores em Brasília, o PT e Lula enviaram delegação para fechar acordo com o Partido Comunista Chinês (PCC). “O atual governo brasileiro está dando sinal verde para a implementação de ideologias antidemocráticas e autoritárias”, alerta o DSF Brasil.

Comunicado oficial

“O grupo DSF Brasil se posiciona totalmente contrário ao caminho adotado pelo atual governo de aproximação com ditaduras”, diz a nota.

Ditador não pede

Cerca de 20 deputados petistas foram à China fechar suposto acordo de “intercâmbio sociopolítico” com o Partido Comunista Chinês.

De joelhos, não

A entidade dedicada à defesa da Democracia critica a conivência do “com os absurdos cometidos pelo PCC”.

Coluna do Claudio Humberto

 

Transparência: Lei que pune ‘discriminação a políticos’ favorece lavagem de dinheiro

ONG avalia que proposta ataca um instrumento central no combate à lavagem e ao uso de laranjas

A aprovação do projeto deputada Dani Cunha (União-RJ), muito piorado pelo relatopr Cláudio Cajado (PP-BA), que tipifica como crime a negativa de serviços financeiros a pessoas “politicamente expostas” (PEPs), ameaça o sistema financeiro nacional, de acordo com avaliação da ONG Transparência Internacional, em nota divulgada esta semana. O projeto aprovado caracteriza como “discriminação” a negativa de serviços como abertura de contas, investimentos ou mesmo operações de crédito a “pessoas politicamente expostas”, obrigando instituições financeiras a não negar serviços, independente dos riscos, a investigados e réus de ações penais.

O projeto, que agora será avaliado no Senado, ataca diretamente um instrumento central no combate à lavagem de dinheiro e ao uso de laranjas: o monitoramento adicional e a tomada de medidas mitigadoras de riscos com relação a “pessoas politicamente expostas”. As chamadas PEPs são ocupantes de cargos e funções públicas que, em razão de sua atuação profissional, apresentam riscos adicionais de lavagem de dinheiro e de financiamento do terrorismo.

Ao observarem riscos de lavagem de dinheiro, as instituições financeiras podem recusar a prestação de serviços ou mesmo encerrar a relação contratual. Em casos de clientes prospectivos, podem negar a abertura de contas quando identificarem “riscos excessivos”.

Ao criminalizar essas condutas, que têm objetivo de reduzir os riscos de lavagem de dinheiro, na avaliação da Transparência Internacional, a propostas “subverte a lógica de incentivos a que estão sujeitas as instituições financeiras”.

“Ao invés de se preocuparem com eventuais punições administrativas pelo descumprimento de normas antilavagem, estas instituições buscarão evitar que seus funcionários sejam indiciados e condenados à reclusão de dois a quatro anos. E, para isso, oferecerão serviços a qualquer um, independente dos riscos”, pontua.

Diário do Poder