Farra com cartões corporativos dispara no governo Lula e em 2024 já passam dos R$170 milhões

Como a ordem do Palácio do Planalto é torrar sem piedade o dinheiro dos impostos, os gastos com cartões corporativos no governo Lula (PT), que já bateram recorde em 2023, dispararam no início deste ano. Já foram mais de R$170 milhões incluindo despesas com os cartões da defesa civil, utilizados supostamente para bancar ações relacionadas à infraestrutura, e os cartões de pagamento que ganharam fama nos primeiros governos do PT por custearem tapioca, motel etc.

Ano dos recordes

Em 2023, o governo Lula bateu todos os recordes de gastos, em todos os tipos de cartão: R$430,6 milhões no total.

Cartões clássicos

Só os gastos com cartões de pagamentos, que tomam conta de qualquer despesa, foram mais de R$90,7 milhões só no ano passado.

Ninguém merece

Exatos 1.931 cartões corporativos foram emitidos em nome de funcionários do governo. Gasto médio de R$88 mil só em 2024.

Coluna do Claudio Humberto

Fórum dos Servidores Federais marca paralisação para esta quarta-feira por reajuste salarial

Servidores públicos estão indignados. O Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Públicos Federais (Fonasefe) — que representa os cargos do chamado “carreirão”, que inclui universidades federais, áreas de saúde, etc. — convocou os afiliados para uma mobilização na próxima quarta-feira (3).

Esse ‘Dia Nacional de Mobilização’, na avaliação do Fonasefe, visa defender a valorização dos servidores, marcar posição quanto à proposta de reajuste zero para 2024 e revogar o que chamam de ‘retrocesso’, que seriam decretos e ações administrativas que atingiram a categoria.

O governo esperneia, mas ainda assim acena com uma proposta para colocar na mesa de negociação. Uma correção linear aos servidores do Executivo federal. Isso significa que todos os servidores receberiam o mesmo valor de aumento.

O governo vê na proposta uma forma de beneficiar aqueles com remunerações mais baixas. Assim, por exemplo, se forem concedidos R$ 500 a mais no contracheque, para professores universitários, isso pode significar 2% de reajuste, enquanto que, para técnicos de educação, o valor pode chegar a 10% de correção.

Mas, até para isso, os problemas são enormes. O governo gasta demais, é perdulário, beneficia uma casta e agora está com enormes dificuldades de atender a grande massa. O pior é que as perspectivas não são nada boas. A tendência é só piorar.

Jornal da Cidade Online