O desembargador Ivan Sartori —que votou pela absolvição de 74 policiais e alegou que não houve massacre no Carandiru, e sim legítima defesa— será denunciado nesta terça (18) ao CNJ (Conselho Nacional de Justiça) por abuso e falta de isonomia e impessoalidade no julgamento; A reclamação disciplinar, assinada por dezenas de entidades ligadas aos direitos humanos, será encaminhada à presidente do órgão, Cármen Lúcia
O desembargador Ivan Sartori —que votou pela absolvição de 74 policiais e alegou que não houve massacre no Carandiru, e sim legítima defesa— será denunciado nesta terça (18) ao CNJ (Conselho Nacional de Justiça) por abuso e falta de isonomia e impessoalidade no julgamento, diz a coluna de Monica Bergamo na Folha de S.Paulo.
“A reclamação disciplinar, assinada por dezenas de entidades ligadas aos direitos humanos será encaminhada à presidente do órgão, Ministra Cármen Lúcia.”
Sartori votou pela absolvição de 74 policiais e alegou que não houve massacre, e sim legítima defesa. Depois, afirmou em redes sociais que a cobertura da imprensa era tendenciosa e que ele se perguntava se não há dinheiro do crime organizado financiando parte da mídia e também as organizações de direitos humanos.
Entre as entidades que vão assinar o documento estão o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, a Conectas Direitos Humanos, a Justiça Global, o Conic (Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil), a Comissão de Justiça e Paz de São Paulo e os institutos Sou da Paz e Vladimir Herzog.”
Fonte – Folha de São Paulo
