Relembrando o poeta Antonio Gonçalves Dias

                         aldir 

  *Advogado e poeta José Olívio Cardoso Rosa           

Hoje acordei tão saudoso

Pensando o que ia ser do meu dia

E a ideia foi chegando aos poucos foi clareando

E logo se concretizando, até chegar à cidade de Caxias

Onde me sentei em um banco na pracinha

Chamada Gonçalves Dias.

Imaginem meus leitores o tamanho de minha alegria.

 Pensava comigo mesmo, num diálogo interessante,

Ruminava as palavras com uma frase estupefante, que ficava a me interrogar,

Será que irei encontrar?

Uma testemunha ocular

 Da vida do Poeta Antônio Gonçalves Dias

Bem como vendo brinca-lo

Junto aqueles arvoredos

Sobre os olhos bem atentos

De sua mucama, ou dos próprios país.

 Já são tantos anos passados, me surgiu   uma ideia   estapafúrdia

Que poderei me ajudar, a encontrar, uma prova ocular,

Não contadas nos livros, inédita seja lá como for, semelhantes ou diferentes das Só contadas nos livros.

Dos professores de um dia

Que com certeza lembrariam  daquele menino prodígio

Que mais tarde se transformou

No Poeta Antônio Gonçalves Dias.

 Contava sua mucama, que ele gostava, que ela cantasse cantigas de nina   ao deitar-

Se, logo após vestir o  chambre de  dormir;  tais cantigas, presentes na Literatura Portuguesa, e adotadas no Brasil,

Dizia ela, cheia de empolgação,

Que cantava suavemente

E ele instantaneamente, dormia como um anjo do Céu. O seu nome eu não seio, como não sabe muita gente, porém prometo descobrir, através de pesquisa na Biblioteca existente na Cidade de Caxias.

Que hoje leva o seu nome para orgulho da população Caxiense, se mesmo assim, for efêmero o resultado, me surgiu outra ideia para tentar encontra-la, contar com os arvoredos , todas elas de grande longeva , que com certeza aqui não se trata de ousadia desse escritor, viram o menino Poeta, que em suas horas de folguedos, bate papo cantorias, declamações e orgias, de tudo estavam presentes, lugar privilegiado pela sombra fresca que as davam, de momento, a momento, balançadas pelo vento, num segredo tumular, nada, nada , elas diziam , não adiantava perguntar; mas quem sabe se algum dia, alguém ira decifrar, a forma das plantas falarem.

 Quem será o pioneiro, o cientista, o tradutor, o poeta, o compositor, o trovador de hoje em dia pensando em Gonçalves Dias pode haver uma conclusão e até mesmo um vidente engrossa essa corrente, encontrando a tradução.

 Portanto, em nada mais eu duvido, a ciência simplesmente já se tornou transparente, podendo tudo desvendar, doenças antes incuráveis, já se pode até cura-las. E, toda essa ousadia, as crianças de hoje em dia, possam até nos ajudar, um Cristão clemente, que numa maneira descente roguem aos anjos do Céu, pedindo a permissão para essa tradução, de um modo bem fiel, não havendo em que duvidar.

 Portanto, daqui para frente, em nada mais eu duvido, até a celeridade da ciência hoje em dia

Descobre com facilidade, o que não havia cura, agora é banalidade, temos remédio para tudo, até na farmácia natural, tem pessoas lendo mentes, se é cientista ou vidente, isso não posso afirmar, tudo tem um fundo de verdade, e o que importa nesta hora é cura meu irmão. Deus foi quem nos criou e nos deu a salvação.

  *José Olívio Sá Cardoso Rosa é advogado atuante, poeta e escritor.

 

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