Depois que um tenente-coronel que estava em tratamento psiquiátrico matou a esposa e em seguida se suicidou, o problema que é muito sério dentro da Policia Militar começou a ser despertado para as providências que se fazem necessárias com muita urgência. Uma delas foi o imediato recolhimento das armas de todos os militares que estão em tratamento. A problemática que sem se tornando bem crescente e que proporciona cada vez mais atendimentos pela Junta Médica da Policia Militar e a criação de um Hospital Militar se tornou uma prioridade pelos diversos tipos de problemas oriundos às ações cotidianas dos militares.
Do outro lado, os desvios de comportamentos de militares, principalmente no envolvimento com a criminalidade, o Comando Geral tem procurado adotar as providências imediatas, mas esbarra na falta de celeridade da justiça.
À semana passada vieram transferidos de Imperatriz, quase 20 militares envolvidos em criminalidade e desvios de comportamentos, que a permanência deles na instituição seria altamente prejudicial, daí que precisam ser punidos exemplarmente.
Diante dos casos de desvios de comportamentos e o considerável número de militares doentes decorrentes de problemas psiquiátricos, síndromes do pânico e outros de licenças por doenças diversas, a Policia Militar acaba tendo afetado o seu efetivo para garantir a segurança pública em todo o Estado. A verdade é que o problema é muito maior do que se pode imaginar, além da falta de recursos necessários para que a instituição operacionalize as suas ações e dê a devida atenção aos militares doentes decorrentes de ações do exercício profissional.
Entendo que a grande responsabilidade desse problema da maior seriedade é do Governo do Estado e que não pode ser empurrado para frente.
