O estelionato aplicado no povo brasileiro por Dilma Roussef serviu de referência para o prefeito Edivaldo Holanda Júnior e o governador Flavio Dino, os quais utilizaram a estratégia em São Luís e no Estado.
O governador da Bahia Rui Costa omitiu a verdadeira situação do estado durante a campanha eleitoral com o claro objetivo de vencer as eleições, um novo estelionato, revivendo o que fez Dilma em 2014. Com poucos dias de atuação no segundo mandato, o petista já começa a adotar uma prática absolutamente diferente da expectativa difundida na campanha eleitoral.
Somente agora depois da reeleição, o governador anunciou medidas drásticas para buscar um suposto equilíbrio financeiro, fiscal e a reforma previdenciária, que ele próprio qualificou como ‘medidas amargas’. O prefeito de Salvador ACM Neto, o mais combativo opositor do PT na Bahia, denunciou o estelionato classificando o anúncio das novas medidas do governo como algo “constrangedor”.
Os dois estelionatos registrados no Maranhão, foram semelhantes e praticados pelo atual prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Júnior na sua reeleição e hoje faz uma administração pior do que a primeira. O segundo foi agora com para a reeleição do governador Flavio Dino. Até o dia 28 de outubro, data da eleição do segundo turno das eleições, o Maranhão era um estado financeiramente equilibrado para uma nova administração voltada para um amplo desenvolvimento. Depois do segundo turno até os dias atuais o governador Flavio Dino, vem mostrando um estado, “quebrado” e com perspectivas negras. A saúde, a educação e a penalização aos servidores públicos estaduais, são apenas alguns dos setores em plena falência, com riscos aos salários do funcionalismo.
Daqui a menos de dois anos teremos eleições municipais no Maranhão, e não duvidem que novas práticas lesivas sejam criadas. Na Bahia, pelo menos o prefeito ACM Neto, teve a coragem de gritar e alertar a população baiana. Aqui, a subserviência e o medo falaram mais alto e acomodação é grande, apenas com raras exceções, mesmo em um Estado em que mais da metade da população vice na extrema pobreza, o que significa fome e miséria. Os deputados estaduais e federais da base do governador Flavio Dino, conhecem bem o ponto fraco do chefe e o tratam com elevado puxa-saquismo subserviente e acatam as ordens recebidas.
