Construtora Sucesso e a Ômega Energia assumirão a destruição da MA-315 em defesa do Governo do Estado?

Acostumado a impor as suas regras e atropelar tudo e todos sem ser questionado pelos órgãos fiscalizadores e controladores, o governo Flavio Dino hoje é uma realidade do quero, posso e mando e assim vem fazendo na administração pública o que bem entende e indiferente para tudo e todos. Ele e o Secretário de Estado da Infraestrutura foram surpreendidos com a ação do juiz Douglas Martins, da Vara dos Direitos Difusos e Coletivos, que acatou uma Ação Popular do deputado federal Edilázio Junior, solicitando investigação sobre a total destruição da rodovia MA-315, entre Barreirinhas e Paulo Neves, com custo de R$ 9 milhões e mais R$ 2 milhões de aditivo.

Inaugurada em janeiro e em apenas três meses, a rodovia está totalmente destruída e criando sérias dificuldades para o tráfego de veículos intenso de diversas rotas de turismo, envolvendo o Maranhão, o Piauí, Ceará  e excursões de vários outros estados brasileiros. A impressão na avaliação da indústria do turismo é que o trecho rodoviário foi construído sem qualquer técnica específica e com material da pior qualidade, uma vez que o asfalto desintegra-se com facilidade e pior do que conhecemos como “sonrisal”, empregado em São Luís e vários municípios do Estado.

Como o juiz da Vara dos Diretos Difusos e Coletivos solicitou informação em 72 horas, sobre as obras e detalhes técnicos sobre a aplicação do material empregado, o Governo do Estado já aponta indícios de que a Construtora  Sucesso e a Ômega Energia, irão assumir a responsabilidade de recuperar a rodovia MA-315. A realidade é que, será necessária a construção de outra estrada, daí é que tem que ser observado o pedido de perícia que será feita em vários trechos da estrada estadual de acordo com determinação judicial.

A simples informação de que a Construtora Sucesso e a Ômega Energia irão naturalmente construir no mesmo local outra rodovia, não impede de que o Governo do Estado, a Construtora Sucesso e a Ômega Energia sejam responsabilizados criminalmente e também terão que devolver os recursos aos cofres públicos, além de terem que pagar multas bem elevadas.

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