Quando um dos empresários bem muito sucedidos na concorrência pública dos transportes coletivos de São Luís, marcada por privilégios, adquire coletivos novos ou recuperados, o prefeito de São Luís, o Secretário de Trânsito e Transporte e um acentuado número de vereadores se concentram na praça Maria Aragão para fazerem comemoração. A princípio se tem a ideia de que a Prefeitura de São Luís tem concessão e empresas de coletivos, diante das presenças, que procuram ser destacadas, o que infelizmente não dar para entender e que remete a inúmeras deduções.
O transporte coletivo de São Luís é bastante precário, constantemente panes em ruas e avenidas deixam usuários à própria sorte, o número de coletivos é bastante reduzido pelos próprios empresários, que dão as regras no sistema. Buraqueiras impedem o tráfego e um número de viagens insuficiente e capaz de atender a população. As paradas de coletivos os terminais estão em situação vergonhosa e traduz o desrespeito do poder público para com a população. Há necessidade, de que os gestores públicos e os políticos que defendem sistemas capengas e desorganizados, que qualidade consiste no conjunto interligado para dar efetivamente o que a população merece e não apenas se procurar subestimar os usuários com visão totalmente distorcida do que é efetivamente qualidade.
O prefeito de São Luís a ser eleito o ano que vem, terá o dever e a responsabilidade de iniciar um processo de debate com todos os segmentos sociais, sobre a criação de um serviço de transporte coletivo de massa, uma vez que se torna necessário se colocar a cidade dentro do contexto de um serviço próximo da dignidade. É necessário também a mudança na questão dos valores, em que atualmente se privilegia o empresariado e se sacaneia com o povo sofrido.
