Lula não foi o escolhido, como sonhavam os incautos militantes da cantilena “Lula Livre”, e nem tem méritos para pelo menos disputar um dos prêmios mais respeitados do mundo, em que os indicados são pessoas de condutas bastante reconhecidas e respeitadas por terem defendidos causas nobres e transparentes com repercussão mundial. Também não será surpresa alguma se os petistas fanáticos decidirem cobrar explicação da Academia Sueca, levando-se em conta que a falta de discernimento da maioria não os impedem a tanto. É aquela história de tanto usarem o cachimbo e ficarem com boca torta e também de tanto defenderem ilegalidades, que não se pode duvidar de nada.
O prêmio também não saiu para o cacique Raoni ou para a garota Greta Thunberg. O nome escolhido foi o do primeiro-ministro da Etiópia, Abiy Ahmed. O anúncio foi feito em Oslo, na Noruega. Abiy Ahmed foi premiado por sua atuação em busca da solução do conflito na fronteira entre Etiópia e Eritreia. Ao todo, Ahmed receberá um prêmio de cerca de R$ 3,7 milhões.
O trabalho de Ahmed resultou num acordo de paz assinado entre os dois países. O conflito entre a Etiópia e a Eritreia provocou 80 mil mortes em dois anos. Merecido o prêmio e ganhou destaque mundial.
Jornal da Cidade Online