O esporte amador era parte integrante da vida do jornalista Alfredo Menezes

A última vez que conversei com Alfredo Menezes, foi num encontro casual no Tropical Shopping. As nossas conversas eram sempre marcadas com pedidos de informações dos colegas da então da Rádio e TV Difusora, da década de 70. Fernando Sousa, Robertinho, Edy Garcia, José Gomes (Gojoba), Florisvaldo Souza, Cinaldo, Schiliebe, Parafuso, Dinorá, Lima Coelho, José Branco, geralmente eram  nomes lembrados com muito saudosismo,  Foi no início de fevereiro que conversamos, quando lhe disse que Gojoba e Robertinho eram as pessoas que mais sabiam dos colegas daquela época.

Sobre o esporte amador e da sua aposentadoria do Jornal o Estado do Maranhão ele me disse que ainda não tinha conseguido se separar do esporte amador, que fez parte do maior tempo da sua vida profissional e se sentia gratificado pelo reconhecimento público, principalmente de várias entidades amadoras e comunitárias. Lembrei a ele, que as suas conquistas nasceram num período muito difícil por falta de apoio às entidades, e que ele foi uma pessoa muito importante para que viesse o necessário e irreversível reconhecimento.

Hoje, quando Josué Furtado me ligou para informar do passamento de Alfredo Menezes, senti um forte impacto, mas necessário se torna lembrar e cativar na essência do coração com plena e absoluta convicção, que com certeza ele foi recebido no Reino da Glória, e que os seus exemplos, postura profissional e o sorriso cativante, ficarão para sempre conosco.

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