Em ação vista como perseguição, MPF pede a cassação das concessões da Jovem Pan

A censura avança sem parar. Nesta terça-feira (27), o Ministério Público Federal (MPF) entrou com uma ação civil pública para cassar três concessões de radiodifusão do grupo Jovem Pan. A ação registra que a Jovem Pan é de “alinhamento à campanha de desinformação que se instalou no país ao longo de 2022 até o início deste ano, com veiculação sistemática, em sua programação, de conteúdos que atentaram contra o regime democrático” e que as condutas praticadas pela Jovem Pan “violaram diretamente a Constituição e a legislação que trata do serviço público de transmissão em rádio e TV”.

O Ministério Público Federal ainda pede que a Jovem Pan seja condenada a pagar quase R$ 14 milhões em indenização por “danos morais coletivos”.

Diz o documento destaca:

“Também para reparar os prejuízos da programação à sociedade, o MPF pleiteia que a Justiça Federal obrigue a Jovem Pan a veicular, ao menos 15 vezes por dia entre as 6h e as 21h durante quatro meses, mensagens com informações oficiais sobre a confiabilidade do processo eleitoral. […] As inserções devem ter de dois a três minutos de duração e trazer dados a serem reunidos pela União, também ré no processo.”

Para piorar ainda mais a situação, o órgão expediu uma recomendação à Controladoria-Geral da União para que ela instaure um processo administrativo que pode impedir a Jovem Pan de celebrar contratos com a Administração Pública Federal. Um absurdo sem igual.

Cada vez mais, o “sistema” quer silenciar a mídia conservadora.

Jornal da Cidade Online

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