Forçado, o velho estelionatário teve que enfrentar seu destino e Donald Trump. Chegou quase certo de que conseguiria mais uma vez emplacar suas falácias e delírios – lula, atrasado, vive ainda mentalmente nos tempos em que vendia greves no ABC.
Não emplacou: chegou de chapéu na mão, implorando para que os EUA ‘aliviasse’ para seus ‘comparsas’, base e sustentáculo de seu poder ilusório, e saiu do jeito que entrou: de mãos abanando. Não recebeu nada de Trump, exceto uma alusão clara à parceria com ditador Maduro o assassino socialista da Venezuela, prestes a ser pulverizado pelos EUA.
E teve que ouvir, visivelmente desconcertado em sua postura física estudada e falseta de ‘grande líder cucaracha’ – pose fotográfica para campanha – o elogio de Trump a Bolsonaro. Desamparado, lula gesticula, atônito por não ver seu roteiro cumprido – como nos eventos com seus jumentos treinados – e talvez tenha percebido, nestas alturas, qual é a altura do buraco, bem mais embaixo do que imaginava.
Trump jogou a bola, irônico, para Marco Rubio, que apenas observava a postura do descondenado, e que provavelmente será seu algoz nas próximas reuniões.
Finalmente, depois de 3 mandatos, finalmente lula teve que sair de casa e enfrentar a dura realidade: o mundo não engole mais sua figura e suas narrativas sobre o Brasil da picanha que não existe.
Ao tentar ignorar total e burramente a verdadeira natureza das sanções americanas, que não é financeira, mas política, lula faz o jogo desesperado de considerar Trump e sua equipe otários desinformados.
Erro fatal. De quebra, resta a imagem patética de Mauro Vieira dando declarações gaguejantes à imprensa após a reunião e tentando explicar onde foi parar a tal ‘química’ entre o Lula irresistível e o presidente americano.
A imprensa das chacretes rebola agora para tentar amenizar o fracasso óbvio, mas não conseguirá.
lula é hoje um fardo para o Brasil e até para seus apoiadores sujos.
E não há mais como esconder isso.
Marco Angeli Full
Artista plástico, publicitário e diretor de criação.