Sebastião Uchôa articula movimento contra a Secretaria de Segurança Pública para retornar à Delegacia do Meio Ambiente

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  O delegado Sebastião Uchôa, continua impune, apesar de todas as barbáries praticadas no Sistema Penitenciário do Maranhão e responsável por mais de 80 mortes, 300 fugas, vários presos desaparecidos, alguns dos quais teriam sido mortos e desovados em lixeiras e os casos em que assaltantes de bancos que fugiram pela porta da frente do presídio mediante pagamento de muito dinheiro. Todos os cargos da mais importância dentro do Complexo Penitenciário de Pedrinhas, a maioria era exercido por pessoas terceirizadas, sem preparo técnico e de indicação pessoal do secretário, inclusive o elemento Cláudio Barcelos, viciado em drogas e diretor da Casa de Detenção.  O então todo poderoso Sebastião Uchôa, até hoje não foi responsabilizado pelos contratos milionários mediantes simples termos aditivos. Um deles feito com a VTI foi de 38 milhões de reais e outro com a Atlântica foi superior a 10 milhões de reais, sem falarmos o celebrado com a Gestor pelo qual a SEJAP pagava R$ 1,5 milhão para contratar pessoas que não precisam trabalhar auferindo salários entre 2 e 7 mil reais, por mais de dois anos, superando os 36 milhões de reais. Todos os contratos foram dispensados de licitação e nenhum foi assinado durante o período de emergência.

         Poucas pessoas sabem do modus operandi utilizado por ele para chegar à então Secretaria de Justiça e Administração Penitenciária, inclusive com utilização da metodologia da subserviência para atingir os seus objetivos e em seguida dar vasão a sua megalomania psicótica. Oportunamente vou esclarecer todos os fatos, que eu os conheço e tentei evitar a concretização e até evitar as barbáries registradas no Complexo Penitenciário de Pedrinhas.

         As praticas de lobo travestido de cordeiro foi utilizada por ele durante o período em que esteve na Delegacia do Meio do Ambiente, perante as pessoas que procuravam a delegacia em busca de serviços inerentes a ela e que lhe cabia a responsabilidade da execução, Por extrapolar de terminações superiores e não acatar ordens dos superiores hierárquicos foi afastado. No sentido de querer voltar para a delegacia, vem organizando com pessoas de entidades com abaixo assinados e pretende fazer movimentos com o apoio do deputado estadual Souza Neto, procurando direcionar imputações ao governador Flavio Dino e ao Secretário Jeferson Portela.

          Sebastião Uchôa era para estar afastado e processado

 

      Diante dos crimes praticados quando gestor do Sistema Penitenciário, o delegado Sebastião Uchôa era para estar afastado de qualquer função pública e processado por responsabilidades criminais nas barbáries com mais de 80 mortes, fugas e corrupção deslavada com sangramento dos cofres públicos em mais de 100 milhões de reais.

       Por inúmeras vezes já cobrei das autoridades e vou cobrar os encaminhamentos feitos pela CPI do Sistema Carcerário da Câmara Federal, que o convidou para uma audiência pública na Assembleia Legislativa e ele não compareceu para não ouvir as inúmeras acusações feitas contra ele pela senhora Maria da Conceição Rabelo, mãe do preso Ronalton Rabelo, que Sebastião Uchôa garantiu pessoalmente a ela, que ele teria fugido, mas na realidade ele foi morto e esquartejado dentro do Complexo de Pedrinhas.

       Os dois anos em que Sebastião Uchôa ficou garantido no Sistema Penitenciário do Maranhão pela então governadora Roseana Sarney e o ex- secretário Aluísio Mendes, da Segurança Pública, foram danosos para os maranhenses e mais ainda para os ludovicenses, uma vez que passamos a ser referência mundial  de violência carcerária  e de desrespeito aos Direitos Humanos e denunciados a Organização dos Estados Americanos – OEA, Anistia Internacional e até uma equipe de Relatores de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas esteve em São Luís. No caso da ONU, quando os relatores foram informados que o gestor responsável por todas as barbáries e a corrupção estava impune, eles se entreolharam, fizeram anotações e mostraram-se bastante preocupados.

      Mesmo com um currículo macabro e destruidor da imagem do Maranhão e dos maranhenses, da população de São Luís e dos ludovicenses, Assembleia Legislativa do Estado e a Câmara Municipal de São Luís outorgaram títulos de cidadão ao referido elemento.

 

 

 

 

 

 

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