Corporativismo da Assembleia do Maranhão garante impunidade ao ameaçador deputado Fábio Macedo

Afirmei e volto a ratificar que a Assembleia Legislativa do Maranhão garante impunidade ao deputado Fábio Macêdo, depois que ele, altamente embriagado promoveu baderna e botou boneco em bar da zona leste de Teresina. Agrediu o cantor de uma banda, policiais militares e ameaçou todos de mortes, dizendo que era rico e que com o dinheiro, tudo pode. Foi preso e conduzido para uma delegacia distrital e teria sido autuado em flagrante, mas fala-se em um simples Termo Circunstanciado de Ocorrência. A verdade é que depois de ter pago uma fiança, foi posto em liberdade, mas as suas ameaças de morte invadiram as redes sociais e ridicularizaram o parlamento estadual maranhense e atingiram infelizmente o nosso Estado.

Através das redes sociais, o deputado Fábio Macêdo, apresentou desculpas diversas e reconheceu que toma remédio controlado e misturou com bebidas, mas nada que justificasse o ato criminoso praticado, principalmente com as ameaças veladas de morte mediante a ostentação de dinheiro.

O protecionismo somado ao corporativismo ao deputado Fabio Macêdo é mais ostentador em relação ao dado ao ex-deputado Cabo Campos. Os deputados que integram a base do governo sabem que não podem expressar posicionamento, a não ser o que lhe ordenarem, mas os que se dizem independentes e comprometidos com a seriedade, a moralidade pública e com a sociedade maranhense, se manterem em silêncio e seguirem as normas emanadas pela direção do parlamento estadual, estão no mesmo barco do protecionismo.

Os deputados são eleitos pelos mais diversos segmentos da sociedade e quando eles se submetem a interesses de colegas criminosos, se manifestam claramente contra a sociedade. Perdem totalmente qualquer princípio de legitimidade para legislar em favor do povo, uma vez que se tornaram cumplices de todos os atos criminosos praticados pelo colega e declinaram dos seus princípios e valores morais com o ingresso na vala comum da omissão, da subserviência, do silêncio obsequioso, do desrespeito com a opinião pública, da verdade e da seriedade. Lamentável, mas a verdade parece estar consolidada.

 

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