O fogo consumiu economia de 53 anos de trabalho do comerciante Sebastião Moraes.
O prefeito Edivaldo Holanda Júnior é o dirigente municipal que chega ao final de um mandato, desgastando em todos os segmentos sociais. Conseguiu destruir a educação, destruindo escolas e abandonando outras, ganhou a ira de pais de alunos e de professores, sendo que estes últimos lutam por condições dignas de trabalho e reajustes salariais estabelecidos por acordos.
Na área da saúde, a epidemia de doenças causadas pelo aedes eagypti, tem deixado milhares de pessoas sem o direito de serem atendidas em hospitais e postos de saúde da rede pública. A maioria está em situação precária, sem médicos e medicamentos. Na Câmara Municipal, os vereadores aliados do prefeito, dizem que não podem defender o indefensável, uma vez que o prefeito tem dado demonstrações claras de que realmente abandonou a cidade de São Luís, daí que não vão para o embate com a oposição.
Hoje estive no Mercado Central e conversei com o comerciante Sebastião Moraes, proprietário da Casa do Artesão, destruída pelo fogo no incêndio que atingiu duas lojas, o que levou muita gente a pensar que teriam sido mais lojas devido o seu estabelecimento ter três portas. Ele me informou que no local foram feitas pericias pelo Icrim, Corpo de Bombeiros e Cemar, e que desconhece se algum laudo tenha sido expedido com os resultados sobre as causas do incêndio. Disse que é comerciante no local há 53 anos e tinha esperanças que a prefeitura de São Luís, realizasse uma reforma no local, inclusive com a promessa de transformá-lo em um shopping popular, como já ocorre em várias cidades brasileiras. Ainda não conseguiu avaliar os seus prejuízos, garantindo que o fogo consumiu praticamente todas as suas economias e ainda está avaliando as providências que pretende tomar.
Por outro lado, conversei com mais de uma dezena de pequenos feirantes e comerciantes e de todos ouvi a indignação contra a prefeitura e o prefeito Edivaldo Holanda Júnior, que em campanha politica prometeu revitalizar totalmente o local e depois de eleito enfiou a promessa no saco. Eles dizem que como já estamos prestes a entrar em período de campanha, desde que não seja o Edivaldo Holanda Júnior, podem até conversar com outros candidatos, mas as promessas terão que ser escritas e registradas em cartório.
