Áudios da Globo inocentam completamente os presos do 8 de janeiro, registra o ex-procurador Deltan Dallagnol

O ex-procurador da República, Deltan Dallagnol, incontestavelmente um exímio conhecedor do direito e uma vítima do sistema, que teve o seu mandato de deputado federal cassado por uma absurda perseguição política, mas que continua atuante na contenda política contra o autoritarismo e a repressão, acaba de dizer o seguinte:

“A Globo revelou áudios exclusivos da trama do golpe, e o que era para incriminar, na verdade INOCENTA COMPLETAMENTE os réus do 8 de janeiro! Os áudios mostram que o golpe nunca saiu do planejamento e que houve desistência voluntária, ou seja, não houve crime punível! Mas isso não é tudo: essas provas também destruíram a narrativa da PGR e do STF de que o 8/01 teria sido uma tentativa de golpe.”

Deltan em um vídeo explicou três pontos fundamentais:

  1. O que dizem os áudios que a Globo revelou e como eles inocentam os réus do 8/01!
  2. Por que não há crime punível quando não há execução na trama do golpe, segundo o Direito Penal!
  3. Como esses áudios desmontam a denúncia da PGR e a narrativa do STF contra Bolsonaro!

Jornal da Cidade Online

Ministros Flavio Dino e Luís Roberto Barroso deixam cair a máscara do STF

Em 2023, Flávio Dino disse o seguinte sobre o ex-presidente Bolsonaro:

“Bolsonaro é mais próximo do diabo do que de Jesus Cristo. Ele se alinha facilmente com as hostes do diabo, do satanás, do demônio. Porque a construção cultural da figura do diabo é o mal, é o contrário, é o violento, é o perverso.”

Flavio Dino será o presidente da Turma do Supremo que julgará o ex-presidente Bolsonaro, com a esdrúxula acusação de “tentativa de golpe de estado”, entre outros crimes.

Segundo o presidente do Supremo, Luís Roberto Barroso, a sociedade pode esperar um julgamento imparcial e não político. Importante lembrar que Barroso é o autor de duas celebres frases:

– “Nós derrotamos o bolsonarismo”.

– “Perdeu mané, não amola”.

Quem acredita na imparcialidade do STF?

Jornal da Cidade Online

A pedido do MPF/MA a Justiça Federal bloqueou o Fundeb de 10 municípios e 23 são investigados por fraude no EJA

Municípios são investigados por informações falsas nas matrículas da Educação de Jovens e Adultos (EJA) para ampliar recebimento de recursos. Após ações civis públicas propostas pelo Ministério Público Federal (MPF), dez municípios maranhenses tiveram bloqueio de R$ 134 milhões nos valores recebidos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), ao longo do ano de 2024. Nas ações, propostas na Justiça Federal, os municípios são acusados de terem inserido dados falsos majorados no Censo Escolar, na modalidade de Educação de Jovens e Adultos (EJA), para ampliar o recebimento de recursos federais do Fundeb.

Os municípios que tiveram valores bloqueados por decisão da Justiça Federal no Maranhão foram: São Bernardo, Santa Quitéria, Zé Doca, Maranhãozinho, Igarapé do Meio, Serrano do Maranhão, Pio XII, Bacuri, Satubinha e Altamira ndeb. do Maranhão.

Segundo o Procurador Regional da República Juraci Guimarães, coordenador das investigações, “a partir da constatação que esses municípios estavam recebendo irregularmente recursos do Fundeb, ao incluir alunos fantasmas do EJA no sistema do Censo Escolar, foi necessário bloquear judicialmente esses valores para que não fossem desviados para fins ilícitos”.

Com fundamento em análise de critérios de risco estabelecidos pela Controladoria-Geral da União (CGU), o MPF requereu ao Tribunal de Contas do Estado Maranhão (TCE-MA) a realização de auditorias em mais 23 municípios com indícios de fraude ao Censo Escolar. São eles: Matões do Norte, Milagres do Maranhão, Pastos Bons, Água Doce do Maranhão, Aldeias Altas, Centro do Guilherme, Carolina, Santana do Maranhão, Afonso Cunha, Amapá do Maranhão, Magalhães de Almeida, Araguanã, Cândido Mendes, São Francisco do Maranhão, Lajeado Novo, Paulo Ramos, Pedro do Rosario, Coelho Neto, Brejo, Turilândia, Araioses, Chapadinha e Cantanhede.

Também foi determinado pelo MPF a instauração de inquéritos policiais para apurar os responsáveis pelos crimes praticados. Os inquéritos resultaram no cumprimento, pela Polícia Federal, de medidas cautelares de prisão de agentes públicos, busca e apreensão e bloqueio de recursos de empresas, por meio de operações realizadas nos municípios de Santa Quitéria, São Bernardo e Serrano do Maranhão. As investigações realizadas pelo MPF ainda resultaram na correção dos números de alunos matriculados no EJA em praticamente todos os municípios maranhenses no Censo Escolar de 2024. Em comparação a 2023, houve queda de 31% nas matrículas, sendo que, nos 10 municípios que foram alvos de ações do MPF, a queda foi de 50%.

Em relação ao dinheiro bloqueado, R$ 3 milhões já foi devolvido ao Fundeb no primeiro acordo homologado judicialmente entre o MPF, o município de Serrano do Maranhão, o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) e o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), sem prejuízo da responsabilidade criminal e improbidade administrativa dos envolvidos. Propostas de devolução de mais dois municípios investigados estão em fase de análise.

Para Juraci Guimarães, “a EJA é fundamental para diminuir a taxa de analfabetismo de jovens e adultos que, infelizmente, não tiveram a oportunidade de realizar o ensino regular, principalmente, em estados como o Maranhão. Contudo, o Censo Escolar, a mais importante ferramenta para subsidiar as políticas públicas de educação no Brasil, não pode ser objeto de fraude para o desvio de recursos públicos, devendo o Ministério Público Federal e demais órgãos do sistema de justiça adotarem todas as medidas legais para proteger o patrimônio público e punir os responsáveis”, concluiu.

Assessoria de Comunicação

Ministério Público Federal

 

‘PGR usou 207 insinuações hipotéticas na denúncia absurda contra Bolsonaro’, diz o senador Eduardo Girão

O senador Eduardo Girão (Novo-CE) criticou a postura da Procuradoria-Geral da República (PGR), que teria sido tendenciosa ao apresentar a denúncia sobre a suposta tentativa de golpe contra a democracia. Para o senador, a apresentação da denúncia foi antecipada no momento em que pesquisas indicam queda na aprovação do petista Lula.

“O que foi apresentado pela Procuradoria-Geral da República deveria ser independente, a história dela, o conjunto da obra mostra uma independência, mas ela [PGR] fez uma sustentação para lá de tendenciosa, numa narrativa absurda de um ‘golpe’, com 207 insinuações hipotéticas. Olhem a coincidência: na semana em que é publicada pesquisa da Paraná [Pesquisas] com Lula desabando com 24% de aprovação e mostrando que o ex-presidente Bolsonaro ganharia de Lula no primeiro e no segundo turnos, aparece a antecipação de um relatório que viria talvez na semana que vem”, disse.

O senador também afirmou que o desembargador aposentado do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Terrintórios (TJDFT) Sebastião Coelho ‘passou a ser perseguido’, após defender um preso dos atos de 8 de janeiro de 2023. E mencionou o caso de Filipe Martins, ex-assessor especial para Assuntos Internacionais do governo Bolsonaro, que ficou preso ‘por suposta participação na tentativa de golpe’ para manter o ex-presidente no poder. Outra crítica de Girão foi sobre a investigação contra o deputado Marcel Van Hattem (Novo RS) que, segundo o senador, apenas exerceu seu direito constitucional ao denunciar supostos abusos da Polícia Federal. A investigação foi motivada por acusações feitas pelo parlamentar durante pronunciamento na Câmara dos Deputados contra o delegado da Polícia Federal Fábio Alvarez Schor. 

“A palavra ‘pacificar’ já está muito banalizada. Então, vou dizer aqui, como já foi dito em alguns outros momentos, que conciliar o Brasil é através da anistia. Pelos casos arrolados nos atos dos protestos do dia 8 de janeiro, quem errou tem que pagar, mas dentro da lei, e não é isto que está acontecendo no Brasil. Está acontecendo uma devastação de vidas de pessoas, de famílias”, afirmou.

Jornal da Cidade Online

 

Jurista Ives Gandra Martins: O STF de ontem e o de hoje

Formei-me em 1958 em Direito na FDUSP e desde o início da década de 60, quando cinco dos atuais Ministros ainda não tinham nascido, atuo perante a Suprema Corte. À época, o Poder Judiciário só podia dizer se uma lei era ou não constitucional, mas jamais elaborá-la e, mesmo no regime de exceção (1964-1985), sempre assim agiu.

Sendo assim, a característica maior do STF era ser um Poder Técnico e, portanto, um legislador negativo, em absoluta consonância com o previsto no artigo 103, §2º da CF/88, de acordo com o qual nem nas ações diretas de inconstitucionalidade por omissão poderiam os Ministros elaborar a lei, no máximo podendo declarar sua omissão inconstitucional e pedir ao Legislativo para fazê-la:
§ 2º Declarada a inconstitucionalidade por omissão de medida para tornar efetiva norma constitucional, será dada ciência ao Poder competente para a adoção das providências necessárias (…).

Hoje, entretanto, a Suprema Corte adota uma linha diferente, atuando também como legislador positivo e, até mesmo como corretor de rumos do Executivo, legisla e administra. Segue, pois, linha doutrinária cujo nome varia de neoconstitucionalismo, consequencialismo a jurisdição constitucional.

Significa dizer que, repetidas vezes, o STF tornou-se um Poder Político, legislando em matérias que deveriam ser exclusivamente do Congresso, como no marco temporal, no aborto, na internet, casamento entre pessoas do mesmo sexo, drogas, anencefalia, etc.

Ocorre que o Judiciário, por não representar o povo, mas apenas a lei, ao exercer funções legislativas e administrativas, condena o país a ter 3 Poderes políticos e não 2 políticos e 1 técnico, gerando, a meu ver, insegurança jurídica, com eliminação do juiz natural, inquéritos intermináveis, alargamentos do foro privilegiado para um universo de cidadãos comuns, o estabelecimento de uma única instância sem via recursal, dificuldades de acesso às acusações, banalização das prisões provisórias e preventivas.

Por esta razão, os Ministros só podem sair cercados de seguranças, recebendo do povo o mesmo tratamento dos políticos, com apoio daqueles que representam a linha por quem o STF demonstra preferência no cenário político e críticas daqueles que não.

Lembro-me quando, nos 43 Simpósios de Direito Tributário que coordenei no Centro de Extensão Universitária, sempre trazendo Ministros do STF, STJ e desembargadores para palestrarem, que saia com os Ministros Moreira Alves, Oscar Corrêa, Sydney Sanches, Cezar Peluso, Cordeiro Guerra e outros para jantar, às vezes, andando sozinhos pela rua, sem necessidade de nenhum segurança.

Com todo o respeito que os eminentes Ministros da Suprema Corte, que são grandes juristas, merecem, entendo não ter sido tal atuação a vontade do Constituinte claramente expressa em dizer que caberia ao Legislativo zelar por sua competência normativa perante os Poderes Judiciário e Executivo:
Art. 49. É da competência exclusiva do Congresso Nacional:
XI – zelar pela preservação de sua competência legislativa em face da atribuição normativa dos outros Poderes;

Nunca discuti o nível dos Ministros, sua idoneidade moral e competência, mas permito-me, como um velho professor, divergir doutrinariamente da linha por eles adotada, lembrando que minha palavra serve, no máximo, para reflexões acadêmicas, enquanto que suas decisões têm força de lei.

No entanto, no momento que, uma vez examinados o Poderes Judiciários de 142 países, ficamos em 80º lugar no Rule of Law Index (Índice de Estado de Direito), publicado pelo WJP (World Justice Project), creio que muito há para meditar.

Ives Gandra da Silva Martins é professor emérito das universidades Mackenzie, Unip, Unifieo, UniFMU, do Ciee/O Estado de São Paulo, das Escolas de Comando e Estado-Maior do Exército (Eceme), Superior de Guerra (ESG) e da Magistratura do Tribunal Regional Federal 

 

Janja quebra confiança, descumpre regra e prejudica a escola de samba Portela

Janja visitou na sexta-feira (21) o barracão da escola de samba Portela, no Rio de Janeiro. Na visita, ela foi bem recebida e conheceu detalhes do desfile da agremiação. Na sequência, Janja descumpriu uma regra tradicional do Carnaval: a proibição de divulgar imagens das alegorias antes do desfile.

Isso tira o impacto da apresentação da escola. Janja filmou o barracão da Portela e inúmeros carros do desfile, e com a inconsequência que lhes inerente, entendendo que tudo pode, por ser mulher do presidente Lula, colocou nas redes sociais. A revolta com forte indignação dos participantes e torcedores da Portela, não deu para economizar críticas e insultos à primeira dama. Há quem afirme, por trás exista interesse em prejudicar a Portela. Janja, como sempre, cria problemas por onde passa, causando desgastes que são colocados na conta de Lula. Afinal de contas, diante das sucessivas asneiras inconsequentes, Janja deixa claro, que Lula não precisa da oposição, ela está dentro da sua casa.

Duramente criticada, ela apagou o vídeo, mas já era tarde. Se a Portela vier sofrer prejuízos no desfile, a chapa vai esquentar com manifestações dos abnegados diretores e torcedores da Portela.

Jornal da Cidade Online

 

Saúde mental de adolescentes: Mais de três horas por dia em comportamentos sedentários piora o quadro

Conclusão é de estudo publicado no Journal of Adolescent Health, que analisou dados de mais de 3,6 mil jovens dos 14 aos 17 anos. Um estudo publicado no Journal of Adolescent Health, que analisou dados de mais de 3,6 mil jovens dos 14 aos 17 anos, aponta que adolescentes que passam mais de três horas por dia em comportamentos sedentários têm maior risco de enfrentarem problemas de saúde mental no futuro. Em contrapartida, a exposição moderada às telas (entre 60 e 119 minutos por dia) dedicada a atividades educacionais, como fazer o dever de casa ou assistir aulas, foi considerado um fator “protetor”, associado a menor sofrimento mental.

Entre os comportamentos sedentários estão jogar videogame, ler por lazer ou ficar muito tempo distraído com telas. Segundo a Agência Fapesp, muitos estudos têm demonstrado que a falta de atividade física, principalmente associada ao uso em excesso de dispositivos eletrônicos, contribui para o aumento de problemas de saúde, por exemplo, como obesidade e doenças cardiovasculares – além de impactos à saúde mental, com aumento de sentimentos ligados à ansiedade e depressão, por exemplo.

Pesquisa 

O estudo foi realizado no Instituto de Psiquiatria, Psicologia e Neurociência do King’s College London, no Reino Unido, e analisou informações de 3.675 adolescentes que integram o Millennium Cohort Study. O projeto acompanha crianças que nasceram entre os anos 2000 e 2002 e possui uma ampla base de dados.

As análises de informações sobre comportamentos sedentários foram coletadas em dois momentos: quando os jovens tinham 14 anos e depois aos 17 anos. Na primeira etapa, eles preencheram um diário registrando as atividades que faziam a cada dez minutos, categorizadas em contextos como: atividades físicas no geral, tempo que passavam dormindo, tempo de tela baseado em lazer, tempo de lazer sem tela e comportamento sedentário educacional. Aos 17 anos, os adolescentes participantes relataram seu sofrimento psicológico em um questionário com seis perguntas sobre seus sentimentos.

André de Oliveira Werneck, autor do artigo, doutorando no Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (FSP-USP), conforme a Agência Fapesp, explica que devido ao fato de a pesquisa basear-se em respostas registradas em um diário, há um diferencial ao estudo que torna seus resultados mais relevantes.

Após cruzar as informações, os pesquisadores constataram que os jovens passavam uma média de quatro horas envolvidos em comportamento sedentário educacional, como escola e tarefa de casa, e cerca de três horas por dia em comportamentos sedentários com uso de tela e sem tela. De acordo com o estudo, os jovens que ficavam mais de 180 minutos por dia em telas para lazer foram associados a maior sofrimento psicológico aos 17 anos.

Já aqueles que passavam mais de três horas por dia lendo por lazer (especificamente os meninos) também relataram mais sofrimento mental. O autor disse à Agência Fapesp que o principal achado do estudo, levando em conta os contextos gerais, é que o maior tempo de lazer, especificamente em videogames, foi associado à piora no sofrimento psicológico. Por outro lado, o maior tempo dedicado a atividades educacionais foi associado a menor sofrimento.

Para minimizar os impactos psicológicos negativos, a partir das descobertas, os pesquisadores indicam algumas intervenções que poderiam ajudar, como estabelecer limites para o tempo de tela de lazer a menos de três horas por dia e incentivar atividades de tela mais educacionais e estruturadas em vez de lazer passivo.

Com informações da Agência Fapesp

 

A mensagem inofensiva de um executivo, que Alexandre de Moraes considerou como “criminosa” contra o STF

Na decisão em que impõe censura ao Rumble no Brasil, o ministro Alexandre de Moraes reforça os seus argumentos dizendo que o Executivo da empresa americana teria feito nas redes sociais publicação criminosa e que incita ao ódio contra a corte.

Eis a mensagem de Chris Pavlovski:

 “Oi Alexandre

A Rumble não cumprirá suas ordens ilegais. Em vez disso, nos veremos no tribunal.

Atenciosamente,

Chris Pavlovski.”

Será que essa mensagem pode ser considerada “criminosa”? Será que o Executivo da Rumble incitou o ódio contra o STF?

Inacreditável!

Gonçalo Mendes Neto. Jornalista.

 

Governo Lula planeja que a população pague rombo bilionário dos Correios com tarifas de até 81,6%

Com os Correios beirando a insolvência, como sua direção já admitiu, a atual gestão quer empurrar a conta de sua ineficiência para o cidadão. Quer aumentar tarifas em vez e cortar despesas, assim como o governo Lula (PT) aumenta impostos em vez de cortar gastos, o que já está sendo alinhado com o Planalto. A ideia é impor 81,6% de aumento nas tarifas já a partir de abril, segundo o documento com “ações para sustentabilidade econômico-financeira”, a que a coluna teve acesso. A estatal negou até que haja discussão sobre o assunto.

Documento interno revela plano de revisão tarifária dos Correios

Só pensam naquilo

A estatal traçou cenários de 12%, 20%, 45% e 81,6%. Neste último caso, o estudo prevê R$3,4 bilhões em caixa… até ficar insolvente outra vez.

Nem pro cheiro

No plano, os Correios dizem que última revisão tarifária ocorreu em 2017 e foi de 4,094%. Diz ter sido insuficiente para cobrir seus custos. Claro.

Culpa do Haddad

O documento reforça que a “taxa das blusinhas”, imposta por Fernando Haddad (Fazenda), prejudicou a receita e tornou a estatal insolvente.

Toque de caixa

O documento será apresentado nos próximos dias. Precisa ser aprovado pela diretoria, moleza até aí. A resistência, se ocorrer, será no conselho.

Coluna do Claudio Humberto

Ministro Alexandre de Moraes vira referência mundial de “censura” e leva com ele, o STF

Numa entrevista realizada pelo jornalista Cláudio Dantas com o advogado Martin de Luca, que defende as empresas Rumble e a Trump Media, isso fica bem claro.

Nesse sentido, Dantas publicou o seguinte texto:

“Alexandre de Moraes derrubou a Rumble sob alegação de discurso de ódio e por que a rede não apontou representante no Brasil, assim como não tem funcionários ou contas bancárias. Sem conseguir intimar a empresa por aqui, enviou e-mails para sua sede em Tampa, Flórida; ordenando a suspensão de perfis e o bloqueio de fluxos financeiros para esses perfis — o caso de Allan dos Santos é o mais notório. Na cabeça de Moraes, sua jurisdição é global. Se Allan dos Santos virar comentarista da Fox News, é capaz de o ministro querer tirar do ar o sinal da emissora na TV a cabo.

A nova ação de Moraes animou o advogado Martin de Luca, que defende Rumble e Trump Media. Ontem, em entrevista ao meu programa das 12h no YouTube ele explicou que o ministro despreza os tratados legais de assistência mútua, a convenção de Haia e o uso de cartas rogatórias para citações internacionais. Sua decisão também desconsidera que Allan e outros investigados são residentes americanos. ‘Não há precedentes’, disse, ressaltando que nem juízes da Coreia do Norte ou do Irã ousaram fazer o que faz o brasileiro.

Tudo leva a crer que o enfrentamento jurídico vai escalar para um ‘leading case’ sobre regulação de redes e soberania digital; considerando o alinhamento de Donald Trump com as big techs e sua guerra contra a agenda woke e pela liberdade de expressão. De Luca fez questão de citar o histórico discurso de J.D. Vance, o vice-presidente americano, na cúpula de segurança internacional em Munique. Não duvido que o caso que está começando na Justiça Federal da Flórida acabe na Suprema Corte americana, em Washington. Se Moraes queria virar referência mundial da censura, conseguiu.”

Jornal da Cidade Online