A morte de Abilio Diniz, aos 87 anos causa profundo pesar no empresariado brasileiro

O renomado empresário Abilio Diniz faleceu aos 87 anos de idade. O ocorrido se deu enquanto ele estava sob cuidados médicos no Hospital Albert Einstein, em São Paulo, onde lutava contra uma pneumonia há mais de duas semanas. A confirmação veio por parte dos familiares.

A nota divulgada pela família expressa o luto pela perda:

“É com extremo pesar que a família Diniz informa o falecimento de Abilio Diniz aos 87 anos neste domingo, 18 de fevereiro de 2024, vítima de insuficiência respiratória em função de uma pneumonite. O empresário deixa cinco filhos, esposa, netos e bisnetos, e irá ao encontro do seu filho João Paulo, falecido em 2022. Desde já, a família agradece a todas as mensagens de apoio e carinho”.

Abilio Diniz, um dos fundadores e ex-sócio do Grupo Pão de Açúcar (GPA), destacou-se como uma das personalidades mais influentes do cenário empresarial brasileiro, possuindo um patrimônio avaliado em cerca de R$ 12 bilhões. Atualmente, ocupava o cargo de vice-presidente do conselho administrativo do Carrefour Brasil e detinha a maior parcela de ações das Casas Bahia.

Além de sua trajetória empresarial, Diniz era conhecido por sua atuação como conselheiro político de diversos presidentes e por sua presidência anterior na BRF. Apaixonado pelo São Paulo Futebol Clube, participou do Conselho Consultivo da equipe e sempre esteve ligado ao esporte, sendo o fundador do time Audax.

Abilio deixa um legado familiar extenso, com seis filhos oriundos de dois casamentos, além de netos e bisnetos. Em 2022, enfrentou a dolorosa perda de seu filho João Paulo Diniz, que veio a falecer devido a um infarto aos 58 anos.

Jornal da Cidade Online

 

Israel declara Lula ‘persona non grata’ no país até que se retrate

Embaixador do Brasil recebeu a reprimenda no Museu do Holocausto

O presidente Lula (PT) é “persona non grata” em Israel. Esta é a decisão do governo comunicada pessoalmente ao embaixador do Brasil, Frederico Meyer, até que o petista se retrate de seus insultos àquela Nação amiga.

Esse foi o teor mais significativo da convocação do embaixador “para receber reprimenda” no Ministério das Relações Exteriores israelense. É uma grave represália que precede o rompimento de relações diplomáticas.

A reprimenda foi feta ao embaixador brasileiro em local bem significativo. o Museu do Holocausto, e irá vigorar até que Lula se retrate e retire o que afirmou.

“É um grave ataque antissemita”, afirmou o chanceler Israel Katz, ao embaixador brasileiro em tom grave. “Em meu nome e em nome dos cidadãos de Israel, diga ao presidente Lula que ele é persona non grata em Israel até que ele se retrate”.

Diário do Poder

Confederação Israelita critica ‘postura desequilibrada’ de Lula

Entidade diz que Brasil vem “abandonando a tradição de equilíbrio e busca de diálogo da política externa”.

A Confederação Israelita do Brasil (CONIB) afirmou em nota que o governo brasileiro vem adotando postura extrema e desequilibrada em relação ao atual conflito no oriente médio. A nota é uma reação a comparação que o presidente Luís Inácio Lula da Silva fez entre Israel e o governo de Hitler.

“Os nazistas exterminaram seis milhões de judeus indefesos na Europa somente por serem judeus. Já Israel está se defendendo de um grupo terrorista que invadiu o país, matou mais de mil pessoas, promoveu estupros em massa, queimou pessoas vivas e defende em sua Carta de Fundação a eliminação do Estado Judeu”, elencou a entidade.

A nota expressa repúdio a fala de Lula e destaca que o Planalto vem “abandonando a tradição de equilíbrio e busca de diálogo da política externa”.

A confederação pediu moderação para que o Brasil não sofra com os efeitos da fala de Lula e “para que a trágica violência naquela região [Faixa de Gaza] não seja importada para o nosso país”.

Diário do Poder

 

Terroristas do Hamas agradecem reconhecimento de Lula

Terroristas do Hamas receberam as agressões intempestivas e irresponsáveis do presidente Lula a Israel, como apoio e reconhecimento a sua luta terrorista, acaba de manifestar agradecimento e exaltação ao presidente do Brasil através do telegram. Uma vergonha indescritível para o Brasil.

Em comunicado divulgado no Telegram, os terroristas afirmaram:

“Nós, do Movimento de Resistência Islâmica (Hamas) agradecemos a declaração do presidente brasileiro Lula da Silva, que descreveu aquilo a que nosso povo palestino está exposto na Faixa de Gaza como um Holocausto. A ação dos sionistas hoje em Gaza é a mesma que Hitler fez contra os judeus durante a Segunda Guerra Mundial.”

Lula e o PT costumam relativizar os ataques do Hamas e nunca classificaram o grupo como terrorista. Os terroristas também costumam retribuir aos afagos presidente petista.

Em outubro de 2022, o Hamas parabenizou o ‘lutador pela liberdade’ Lula por sua vitória na eleição presidencial.

Jornal da Cidade Online

Benjamin Netanyahu: ‘Lula devia ter vergonha de si mesmo’

Líder israelense ainda afirmou que presidente do Brasil foi ‘antissemita’

A reação do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, à fala do presidente Lula, que comparou a resposta bélica de Israel contra o grupo terrorista Hamas às ações de Hitler e ao Holocausto, ganhou mais ênfase, na tarde deste domingo (18), durante a Conferência dos Presidentes das Principais Organizações Judaicas Americanas. Netanyahu afirmou que Lula portou-se como o ‘antissemita mais virulento’ e que o petista deve ‘ter vergonha de si mesmo’.

“Hoje, o presidente do Brasil, comparou a guerra de Israel em Gaza contra o Hamas – uma organização terrorista e genocida – ao Holocausto. O presidente Lula da Silva, desonrou a memória de 6 milhões de judeus assassinados pelos nazistas. E demonizou o estado judeu como o antissemita mais virulento. Ele deveria ter vergonha de si mesmo”, afirmou Netanyahu, sendo aplaudido.

Diário do Poder

Governo de Israel reage a insulto de Lula: ‘cruzou a linha vermelha,’ diz Netanyahu

Benjamin Netanyahu vai convocar representante do Brasil para reprimenda

O Primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, reagiu a fala do presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, que comparou as ações de Israel, em defesa contra o Hamas, ao governo de Hitler. Para expressar que Lula extrapolou todos os limites, Netanyahu disse, que o petista ‘ultrapassou uma linha vermelha’. O governo de Israel decidiu convocar o embaixador brasileiro em Israel para uma “dura conversa de repreensão”, que acontecerá nessa segunda-feira (19).

“As palavras do presidente do Brasil são vergonhosas e graves. Trata-se de banalizar o Holocausto e de tentar prejudicar o povo judeu e o direito de Israel se defender”, publicou Benjamin Netanyahu na rede social X, antigo Twiter.

E completou: “Comparar Israel ao Holocausto nazista e a Hitler é cruzar uma linha vermelha. Israel luta pela sua defesa e pela garantia do seu futuro até à vitória completa e faz isso ao mesmo tempo que defende o direito internacional”.

Diário do Poder

 

Pesquisador e ex-funcionário, diz como é a Penitenciária de Mossoró e que é sério a fuga

Durante 2 anos, trabalhei na Penitenciária Federal de Mossoró. Foi uma das experiências profissionais mais importantes e desafiadoras da minha vida. Fui professor e não abandonei o meu olhar de pesquisador enquanto estive lá. A roupa: antes de iniciar as idas, a gente recebe um e-mail com informações sobre as vestimentas. Roupas sem nada de alumínio, botão, zíper. Nada de jeans. Só calça de academia, tênis apenas de pano e borracha. Cada profissional usa roupa de uma cor para ser identificado pelas câmeras. 15 dias antes de ir ao presídio, enviamos nossos documentos. São enviados para a inteligência em Brasília e colocam nossa vida de cabeça pra baixo. Fazem uma investigação profunda. Só entra quem tem nível alto de confiança. Se não mandou documentos antecipadamente, não entra.

Material de estudo: tudo impresso, folhas numeradas e páginas coladas. Nada grampeado, encadernado, nada. Tudo é colado. Nada de alumínio passa do portão. Celulares no carro, pendrives, nada. Detector de metais na entrada, nos corredores e nos pavilhões. Muito + seguro que aeroporto. Os presos usam o tubinho interno de tinta da caneta bic para escrever. Ele recebe o tubinho de manhã, é recolhido a tardezinha. Na cela, só colchão, livro, sua roupa e nada mais. Nem lençol tem, para que não se suicidem ou fujam. Uma latrina, pia e 1 chuveiro a uns 6 metros de altura. Os presos estão sempre em celas individuais e saem 2 h por dia para um pátio para tomar sol. Eles podem fazer atividade física em duplas no máximo. Correr, fazer flexão, abdominal. Os mais perigosos ficam em regime diferenciado: não saem para nada.

Os portões principais pesam toneladas, são a prova de explosões, resgates, tiros, etc. Eu contava brincando 20 portões da rua até a sala de aula onde encontrava os alunos. Eu coordenava 9 alunos da educação superior. Tudo muito limpo, silencioso, com câmeras em todos os corredores. Detectores de metais e body-scaners em cada entrada de pavilhão. Inclusive os policiais penais que vão de um pavilhão ou ala para outra, passam pelos detectores também. Livros, pastas, papéis e até a garrafa de água tem que passar pelo detector.

O presídio tem câmeras fotográficas próprias. Eles mesmos registram atividades religiosas, médicas e educacionais e nos enviam as fotos posteriormente. Está rolando uma foto da parede quebrada dentro da cela. Acho MUITO difícil que seja verdadeira. O presídio é feito para funcionar e funciona. Essa fuga precisa ser investigada com todo rigor. Em dois anos circulando pelos corredores, nunca vi presos perto de onde tem obras, nunca vi prestadores de serviço próximo às celas, nunca vi erro.

Nunca vi coisas estranhas. Policiais penais educados, chamam os presos pelo nome, pedem licença ao entrar na sala de aula, pedem que a gente saia para retirá-los e levar de volta para as celas. Eu já cometi uma ou outra gafe, mas nada comprometedor. Num momento de descontração de uma aula, eu mencionei o bairro em que eu morava em Natal. Levei uma cotovelada na hora e entendi que tudo lá tem que ser dito com muito cuidado. As Penitenciárias Federais brasileiras são referências. Uma falha como essa deve ser apurada com rigor e sem populismo penal. É preciso levar em consideração a atuação de organizações criminosas na coação de funcionários e terceirizados. Como fugir dela usando um alicate?

Muita gente me mandando mensagem, perguntando o que eu acho de forma bem objetiva. Eu aposto na tese de que algum funcionário foi coagido, teve parente sequestrado ou alguma coisa muito grande. Não creio muito em fuga comprada. A organização criminosa não pode ser subestimada NUNCA.

Texto de professor Guto. Professor, pesquisador, palestrante, cientista social (UERN e UFRN). Especialista em Segurança Pública e Sistema Prisional.

 

Lula planta oliveira e pergunta: quanto ‘tempo demora para dar uva?’

Chefe de um dos maiores países produtores de uva do mundo, Lula não sabe a diferença entre videira e oliveira.

 O que ainda não se disse sobre o dia em que Lula foi até a embaixada da Palestina para plantar uma muda de arvore, que se tratava de uma oliveira e que ao final do ato junto ao embaixador Ibrahim Alzeben, ele perguntou: “quanto tempo demora para dar uva?”.  Na verdade, a planta de alto valor simbólico para as principais religiões monoteístas do mundo produz azeitonas e não uvas.
Para o cristianismo, judaísmo e islamismo, o fruto da oliveira é sagrado, assim como o óleo produzido a partir dele, nosso conhecido azeite. Diversas passagens na Bíblia, Torá e Alcorão corroboram com esse entendimento. O Brasil é um dos maiores produtores de uvas do mundo e é esperado que o chefe da nação saiba que a fruta vem da videira ou parreira.

Jornal da Cidade Online

 

 

Defesa da família Mantovani recorre a Dias Toffoli, sobre a ilegalidade da PF no caso do aeroporto de Roma

A Polícia Federal cometeu uma absurda ilegalidade nas investigações do caso envolvendo a família do empresário Roberto Mantovani Filho e o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, na confusão havida no aeroporto de Roma. O relatório, encaminhado ao ministro Dias Toffoli, expôs as trocas de mensagens no WhatsApp que incluem orientações do advogado sobre a postura diante da imprensa e a solicitação de um relato completo do ocorrido no Aeroporto de Roma. A revelação dessas mensagens pela Polícia Federal quebra o sigilo entre cliente e advogado.

O Código de Ética e Disciplina da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) estabelece que o sigilo profissional é inerente à profissão, salvo em casos de grave ameaça aos direitos fundamentais ou quando o advogado é afrontado pelo próprio cliente. O Código ainda destaca a presunção de confidencialidade nas comunicações entre advogado e cliente, especialmente nas correspondências, reforçando a importância do sigilo profissional.

Diante dessa situação, o advogado Ralph Tórtima requereu ao ministro Dias Toffoli, relator do caso, que retire dos autos essa conversa. A petição de Tórtima sem dúvida encurrala Toffoli. Uma decisão contrária ao pedido será absurda e ilegal. Porém, caso seja favorável, será mais um motivo de vergonha para as instituições brasileiras.

Gonçalo Mendes Neto. Jornalista.

Caso em Roma com Alexandre de Moraes reflete o sistema de persecução penal praticado pelo STF

Com o título “O circo começa a ser desmontado”, o jornal Gazeta do Povo fez um duro editorial criticando o Supremo Tribunal Federal, com foco no desfecho do caso envolvendo o ministro Alexandre de Moraes numa confusão no aeroporto de Roma.

“Um episódio que chegou a ser exageradamente tratado como um atentado inominável à democracia brasileira pode terminar sem que nenhum dos envolvidos seja sequer indiciado”, diz a abertura do texto.

E esclarece:

“A família Mantovani foi enxovalhada incessantemente como se tivesse feito algo de muito sórdido – o presidente Lula chegou a dizer que ‘um cidadão desse é um animal selvagem, não é um ser humano’; em outra ocasião, chamou os Mantovani de ‘canalhas’ que ‘não merecem respeito’ e insinuou que eles seriam estelionatários. Além disso, o episódio foi transformado por autoridades e jornalistas em algo bem maior do que realmente era, com direito a acusações de ‘ataque à democracia’ da parte de Flávio Dino, ex-ministro da Justiça e hoje ministro do STF, e Ricardo Lewandowski, ex-ministro do Supremo e hoje ministro da Justiça”.

E prossegue o texto, destruindo de maneira cirúrgica as artimanhas de nossa Suprema Corte:

“Foi com base neste delírio, em que um bate-boca se transforma em tentativa de golpe de Estado, que os Mantovani foram vítimas de uma absurda operação de busca e apreensão em dois endereços do casal, por ordem da então ministra Rosa Weber. Afinal, nada que os policiais tivessem levado faria qualquer na diferença na investigação de um crime de injúria. As camadas finais de arbítrio vieram pelas mãos de Toffoli, que mantém até agora um sigilo inexplicável sobre o vídeo enviado pelas autoridades italianas, e incluiu Moraes e sua família como assistentes de acusação de forma ilegal, já que não havia ação penal em curso; e também da própria PF, que publicou em outubro um relatório repleto de ilações que comprava integralmente a versão de Moraes, e cuja corregedoria abriu processo disciplinar contra o presidente da Associação dos Peritos Criminais Federais (APCF), Willy Hauffe Neto, após ele ter criticado o fato de o relatório policial ter sido feito por um agente, e não por um perito – o PAD está suspenso por ordem judicial.”

E conclui enfaticamente e de maneira categórica:

“O caso do aeroporto de Roma é uma espécie de microcosmo que reflete tudo o que há de errado com o sistema de persecução penal colocado em prática pelo STF atualmente e endossado por parte nada desprezível da opinião pública. Decisões que contrariam frontalmente a lei processual; sigilos sem razoabilidade alguma; transformação de praticamente tudo em “crime contra a democracia”; silenciamento de quem faz perguntas incômodas; operações policiais descabidas, com direito a possível pesca probatória – os Mantovani foram questionados pela PF sobre o 8 de janeiro e urnas eletrônicas, o que não tinha relação alguma com o episódio no aeroporto –; e conclusões tiradas de antemão sem prova alguma que as embase. Com o circo devidamente desmontado, o que se espera é que a constatação desta aberração jurídica e midiática finalmente acorde aquelas parcelas da sociedade que ainda dormem enquanto o abuso continua em curso em outros inquéritos, investigações e julgamentos”.

GAZETA DO POVO