Por que o jornalista Glenn Greenwald tira o sono da esquerda e de Alexandre de Moraes?

O jornalista americano Gleen Edward Greenwald, ex-Intercept, tem tirado o sono da esquerda. Gleen, mais conhecido entre os conservadores com Verdevaldo (apelido carinhoso), vem registrando em seus programas jornalísticos o momento delicado que a democracia brasileira vem passando, em especial pelos constantes bloqueios das redes sociais de políticos e influenciadores de direita, classificando tais atos como censura.

A mais enfática crítica foi registrada esta semana em defesa de Nikolas Ferreira que teve suas redes sociais inexplicavelmente censuradas. Nikolas Ferreira é um vereador mineiro, eleito deputado federal com a maior votação em todo Brasil.

Gleen fez questão de frisar sua discordância política do Nikolas, mas hipotecou irrestrita solidariedade em nome da liberdade de expressão. Outra manifestação pública do Gleen foi em decorrência da decisão de Alexandre de Moraes em prender o ex-ministro da justiça e o ex-comandante da polícia militar do DF, em seguida aos atos de vandalismo ocorridos em Brasília no dia 8 de janeiro.

“Existe agora, ou já existiu, uma democracia moderna onde um único juiz exerce o poder que Alexandre de Moraes possui no Brasil. Não consigo pensar em nenhum exemplo sequer próximo?”, escreveu Glenn Greenwald nas redes sociais.

Mas por que o Verdevaldo faz a esquerda e Alexandre de Moraes perderem o sono? O Gleen é assumidamente de esquerda, companheiro do deputado federal David Miranda (ex-PSol) que assumiu o mandato no lugar de Jean Willys.

E mais do que isso, Gleen é, dentre tantas outras honrarias, ganhador do prêmio Pulitzer, o mais importante prêmio jornalístico do mundo. Suas opiniões são respeitadas e ultrapassam fronteiras. Hoje o mundo sabe o que ocorre no Brasil por uma fonte crível e de esquerda, que mostra a verdade dos brasileiros para a comunidade internacional, destacando a censura que é imposta a vários veículos e profissionais da imprensa.

Henrique Alves da Rocha

Coronel da Polícia Militar do Estado de Sergipe.

 

Senador rebate governo federal e reforça omissão de Flavio Dino na invasão no DF

O senador Marcos do Val (Podemos/ES) voltou a pressionar o ministro da Justiça, o comunista Flávio Dino, sobre a omissão de sua pasta e também do governo federal, na figura do presidente da República Lula, nas ações que poderiam ter sido tomadas preventivamente para garantir a proteção dos edifícios dos Três Poderes, nas manifestações levadas a curso no domingo, 8 de janeiro, e que acabaram com atos isolados de violência e depredação de patrimônio público.

“Ele fala na imprensa que nunca ouviu falar de mim, depois ele se contradiz e mostra os meus prints. Para o azar dele, ainda mostra as provas das minhas chamadas não atendidas. Tentei contato para uma agenda (presencial).’Ministro’, assuntos de inteligência é só pessoalmente”, escreveu o parlamentar, na noite de ontem (15), em contraponto às respostas de Dino que, além de tentar isentar o governo de responsabilidade – mesmo após o aviso recebido em relatório emitido pela Agência Brasileira de Inteligência (ABIN) e diversos alertas da Polícia Rodoviária Federal (PRF) – também desrespeitou do Val publicamente.

O senador concluiu, reforçando que levará a curso as medidas para que tanto o ministro quanto ao ex-sindicalista do PT que ocupa o Palácio do Planalto sejam ‘demitidos’ de seus cargos:

“Isso mostra que além de faltar com a verdade, o Sr. é incompetente para o cargo. Esta semana irei requerer o seu imediato afastamento e a solicitação de sua prisão pelo crime de prevaricação e por outros crimes do Código Penal que serão impostos diante de sua conduta. Já denunciei que o presidente Lula sabia de tudo 24 horas antes e deixou acontecer os ataques. Em virtude disso, reitero que irei solicitar a abertura do processo de impeachment, além de deixar destruir a nossa história, colocou em risco nossa democracia e a vida.”

A posse do ‘novo parlamento’ será em 1º de fevereiro próximo e, ao que tudo indica, desde o primeiro dia da volta do Congresso Nacional, o brasileiro irá assistir uma verdadeira panela de pressão prestes a explodir em Brasília.

Jornal da Cidade Online

 

Deputado Fufuca quer CPI para investigar fraude bilionária nas Lojas Americanas

Balanço contábil da companhia aponta “inconsistência” de R$ 20 bilhões

O rombo bilionário nas contas das Lojas Americanas, revelado na última semana e que pode alcançar os R$ 40 bilhões, deve ser alvo de investigação na Câmara dos Deputados. O deputado federal André Fufuca (PP-MA) coleta assinaturas para instalar uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar possível fraude no mercado de ações. O parlamentar fala em “investigar inconsistências” que foram detectadas nos lançamentos contábeis da empresa. O requerimento ainda está em fase de coleta de assinaturas para, havendo o número mínimo de apoio, ser instalada a CPI. O documento precisa de pelo menos 171 assinaturas.

Na última quarta-feira (11), a Americanas divulgou informe apontando “inconsistência” da ordem de R$ 20 bilhões. O anúncio terminou na demissão do CEO da companhia, Sergio Rial, e de André Covre, diretor de Relações com Investidores.  A empresa também fez um pedido de recuperação judicial. A situação das Lojas Americanas mexe com o mercado financeiro, Bradesco, Santander e Itaú são os maiores credores da companhia.

Pequenos investidores também devem sofrer algum prejuízo com o escândalo. Instituições financeiras, como o Nubank, têm reserva financeira aplicada em debêntures da Lojas Americanas, tido, até então, como investimento de baixo risco.

Diário do Poder

 

Com dívida de R$ 1 bilhão a CVC operadora de turismo entra na crise com demissões

As notícias são cada vez piores quando o assunto é economia e emprego, em apenas 15 dias do governo do Lula. O número pode parecer pequeno, mas as 100 demissões anunciadas no final desta semana pela CVC, a maior operadora de turismo no Brasil, correspondem a 4% de todo o seu quadro fixo, até então, de 2,5 mil colaboradores.

Mais um duro golpe na companhia que já havia sofrido graves perdas financeiras no período do ‘fecha tudo e a economia a gente vê depois’ da pandemia de Covid-19, mas que vinha se recuperando nos últimos meses. O problema, entretanto, está na dívida bruta que se acumulou. Segundo fontes de mercado, agora em R$ 1 bilhão.

As demissões, segundo a direção da CVC, se baseiam em um processo de reestruturação, mas uma reportagem do jornal Diário do Grande ABC, que ouviu alguns dos trabalhadores demitidos, entre eles, um gerente com 30 anos de casa, a decisão veio após o resultado de um estudo anual da própria empresa que prevê um cenário ruim no setor turístico em 2023.

A informação de bastidor dá conta de que 50% das lojas próprias da CVC poderão ser fechadas nos próximos meses e que haverá demissões nas que permanecerem abertas.

O certo é que desde o resultado das eleições, a economia passou a sofrer um processo de incertezas que se agravou a partir do início do governo de transição, em falas absurdas de Lula sobre desrespeitar o orçamento e a responsabilidade fiscal e na aprovação da PEC do Rombo.

A escolha do ‘poste’ Fernando Haddad para o comando do ‘novo’ ministério da Fazenda, transformou as incertezas em desconfiança total! Riachuelo, Americanas, Yoki, CVC… até onde irá essa fila?

Jornal da Cidade Online

 

 

Lula reabre em Brasília, a embaixada da Venezuela de Maduro

O terceiro mandato do Lula (PT) decidiu reabrir a embaixada da Venezuela no Brasil. Nesta semana, o governo do PT também envia a Caracas o embaixador Flávio Macieira como chefe de uma missão que avaliará os três prédios que o Brasil tem na capital venezuelana: o da embaixada, do consulado e da residência do embaixador.

As representações estavam fechadas desde o início do mandato do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que, assim como Estados Unidos e União Europeia, não reconhecia o ditador Nicolás Maduro como o presidente eleito da Venezuela.

Com o retorno de Lula ao poder, Maduro se aproxima rapidamente do Brasil a fim de garantir, não só a reciprocidade diplomática, mas, principalmente, acordos bilaterais que facilitem empréstimos financeiros bilionários ao BNDES e consiga tirar o país da ruína que o assola desde a entrada de Hugo Chávez na presidência, em 1999.

Jornal da Cidade Online

 

PT planeja reforma para ‘enquadrar’ Forças Armadas brasileiras

O badernaço de domingo (8) caiu como uma luva para um projeto acalentado pelo presidente Lula (PT): favorecer o clima para a reforma radical nas Forças Armadas, de acordo com o modelo da Venezuela do ex-ditador Hugo Chávez. Parlamentares com acesso ao núcleo do poder trabalham com a informação de que a intenção petista é controlar os meios militares, livrando-os da influência do ex-presidente Jair Bolsonaro e colocando os quartéis a serviço do governo que assumiu no dia 1º.

Aparelhamento

Com a reforma, a Venezuela afastou chefes militares e interrompeu uma sequência de golpes. Depois, promoveu o “aparelhamento” dos quartéis.

Golpista militante

O ditador Chávez foi preso após liderar tentativa de golpe militar, mas aprendeu como fazer e, após o segundo golpe, só saiu do poder morto.

Animosidade

Lula afirmou dias atrás que as Forças Armadas não são “poder moderador, como pensam que são”. Ninguém nas Forças Armadas disse isso.

Tema polêmico

Constitucionalistas conservadores como Ives Gandra Martins é que sustentam o parecer de que a Constituição estabelece as Forças Armadas como “poder moderador”.

Coluna do Claudio Humberto

 

Itaú acende “alerta vermelho” sobre economia brasileira com Lula e antecipa “catástrofe”

O Itaú Asset, a gestora de fundos de investimentos do Itaú Unibanco, eleita a melhor do ramo no Brasil pelo Guia de Fundos FGV 2020, emitiu um “alerta vermelho” aos seus cotistas sobre o futuro da economia nacional em virtude das tomadas de decisão do atual presidente Lula (PT). A Asset encaminhou um comunicado, na quarta-feira (8), aos seus cotistas expressando suas preocupações com a “PEC do Rombo”. Vê um cenário sombrio para a economia brasileira no futuro e criticou a falta de clareza de Lula em responder a questionamentos simples do mercado financeiro sobre a reforma tributária, por exemplo, e o aumento de impostos.

– Nossos desafios de entender o novo arcabouço fiscal e as novas políticas econômicas do governo que acaba de assumir trará, no mínimo, alguma entropia e volatilidade aos mercados – diz trecho do documento.

E acrescenta:

– Teremos um ano desafiador internamente. Não se tem detalhes sobre como o governo pretende desenhar a futura regra fiscal, bem como se uma eventual reforma tributária trará um aumento relevante na arrecadação. Com isso, as expectativas de inflação para diversos prazos passaram a subir – explica aos cotistas.

– Soma-se a isso outras indicações negativas de política econômica (maior participação de bancos públicos no crédito — provavelmente subsidiado —, fim da agenda de privatizações, enfraquecimento da Lei das Estatais e da reforma trabalhista etc.), todas já testadas no passado – frisou.

– O resultado foi (e deve voltar a ser) baixo crescimento, inflação alta, juro elevado e aumento do endividamento público – adiantou. O interessante de tudo isso é que Beatriz Bracher, herdeira do Banco Itaú, foi a segunda maior doadora individual da campanha de Lula. Ao todo, ela repassou R$ 350 mil.

A filha de Fernão Bracher, fundador do BBA, banco incorporado ao Itaú, perdeu apenas para o empresário Altair de Jesus Vilar Guimarães, que chegou a doar R$ 600 mil ao petista.

Jornal da Cidade Online

 

Com abatimento de 70% da pena, o covarde assassino goleiro Bruno ganhou a liberdade

Condenado pela morte de Elisa Samúdio, jogador deixou a cadeia em 2019 e cumpria prisão domiciliar desde então. Infelizmente a sociedade condena pelo júri popular e a justiça facilita a liberdade.

A Justiça do Rio concedeu liberdade condicional ao goleiro Bruno Fernandes, que cumpria prisão domiciliar em regime semiaberto. A decisão foi assinada pela juíza Ana Paula Abreu Filgueiras, da Vara de Execuções Penais, na última quinta-feira (12).

O jogador foi condenado a 22 anos de prisão pela morte de Eliza Samúdio, em 2013. Ele deixou a cadeia em 2019 e depois passou a morar na Região dos Lagos, no Rio.

Na prática, a nova decisão libera Bruno de restrições de horário para chegar em casa, diferentemente do que ocorre na prisão domiciliar. Uma das condições impostas para o benefício é ter ocupação lícita.

A determinação estabelece ainda que ele compareça trimestralmente a uma sede do sistema penitenciário para manter dados e informações pessoais atualizados.

Apesar de o Ministério Público ter se manifestado contrário à decisão, a juíza atendeu ao pedido da defesa de Bruno: “Não há qualquer óbice concreto à concessão do livramento condicional ao apenado, na medida em que ele preenche o requisito objetivo necessário desde 10/4/2022, conforme cálculo do atestado de pena atualizado”. Sem maiores questionamentos, o goleiro ganhou a liberdade.

Fonte: R7

 

Congresso prepara convocação e ‘CPI do Dino’ para investigar vandalismo e responsabilidades

Parlamentares na Câmara e no Senado preparam uma ofensiva para apurar a responsabilidade do ministro Flávio Dino (Justiça) nos atos de vandalismo em Brasília, ocorridos no início do mês. O deputado Evair Vieira de Melo (PP-ES) gasta os sapatos para coletar assinaturas de apoio e instalar a ‘CPI do Dino’. No pedido de instalação, é destacado que o ministro teve “ciência prévia e privilegiada” da manifestação.

Faltou comando

O deputado destaca os alertas ignorados da Abin sobre a manifestação e o baixo efetivo da Força Nacional, que ficou à deriva.

Dois pesos

“Apenas o governador do DF foi afastado, enquanto o ministro de Lula segue respondendo por sua pasta livremente”, avalia o deputado.

Preto no branco

No Senado, Marcos do Val (Podemos-ES) encabeça a ofensiva. Quer convocar Flávio Dino para explicar a inação diante dos fatos.

Nada fez

O senador avalia que Ibaneis foi induzido ao erro e quer apurar a responsabilidade do ministro de Lula, a quem acusa de prevaricação.

Coluna do Claudio Humberto

 

Lula veta aulas de computação, programação e robótica na grade dos ensinos fundamental e médio

Com poucos dias do novo governo, a esquerda de volta ao poder, o temor toma conta do nosso país. O Lula (PT), agora, declarado presidente eleito do Brasil, retirou, nesta sexta-feira (13), da Política Nacional de Educação Digital, as aulas práticas de computação, robótica e programação. As aulas seriam direcionadas aos estudantes do Ensino Fundamental e Médio. E alegou que as questões precisavam de autorização do ministro da Educação, Camilo Santana, e que também não tinham aprovação do Conselho Nacional de Educação (CNE). Também foi alvo do veto de Lula trecho da lei que comparava os ebooks a livros físicos e, portanto, com imunidade tributária. O PT alegou que esse tema precisa ser melhor debatido no Congresso.

A Lei 14.533/2023 sancionada, com vetos, pelo atual presidente retira a inclusão, capacitação, especialização, pesquisa e a educação escolar digital. Além de permitir a viabilização dos planos digitais para as redes de ensino, qualificação de profissionais da educação, inclusão de mecanismos de avaliação digital e metas na aplicação de política para o ensino público e privado.

O texto também altera a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) que estabelecia a educação digital como dever do Estado por meio da garantia de internet de alta velocidade às instituições públicas de ensinos básico e superior.

Jornal da Cidade Online