STF afronta o povo brasileiro e anula condenações de 23 anos do corrupto José Dirceu na Lava Jato

O Supremo Tribunal Federal anulou todas as condenações contra José Dirceu na Lava Jato. Juntas, as condenações na Lava Jato somavam 23 anos de prisão por corrupção passiva, recebimento de vantagem indevida e lavagem de dinheiro. Agora, o ministro Gilmar Mendes estendeu os efeitos da decisão da 2ª Turma do STF, que havia declarado Moro suspeito para atuar em processos contra Lula, e anulou as condenações de Dirceu.

O petista foi preso em maio de 2018, após o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) negar por unanimidade seu último recurso. O mandado de prisão foi assinado pela então juíza substituta da 13ª Vara Federal Gabriela Hardt. A decisão permite, na prática, que Dirceu deixe de ser ficha suja e reverta sua inelegibilidade e poderá ser candidato em 2026 a deputados federal ou senador.

 “Os elementos concretos […] demonstram que a confraria formada pelo ex-magistrado Sérgio Moro e os Procuradores da Curitiba encarava a condenação de Dirceu como objetivo a ser alcançado para alicerçar as denúncias que, em seguida, seriam oferecidas contra Luiz Inácio Lula da Silva”, escreveu Mendes na decisão

Zeca Dirceu, filho de José Dirceu comemorou nas redes sociais:

“Finalmente, justiça foi feita! Já são 20 anos de sofrimento e punições injustas. Amo muito meu pai, um ser humano diferenciado. Me orgulho muito das suas lutas: contra a ditadura, pela democracia e construção do PT. Assim como na coordenação da campanha vitoriosa de LULA em 2002”.

Como característica da esquerda e mais precisamente do PT, as práticas corruptas dos seus filiados são vistas como heroísmo e bem reconhecidas pela maior Corte de Justiça do País.

Jornal da Cidade Online

Benefício de Prestação Continuada: A caçada do Governo Lula para retirar direitos de vulneráveis e excluídos

Governo aventa corte em benefício para idosos e pessoas com deficiência na miséria – única fonte de renda para muitos. E gerará “efeito rebote” no comércio local e geração de impostos que a proteção social estimula. Vale tudo para manter o arcabouço fiscal? Recentemente a mídia repercutiu medidas do Ministério da Fazenda dando conta de um plano de cortes que penaliza brutalmente, dentre outros direitos, o BPC.

O Benefício de Prestação Continuada – BPC, previsto na Lei Orgânica da Assistência Social – LOAS, é a garantia de um salário mínimo por mês ao idoso com idade igual ou superior a 65 anos ou à pessoa com deficiência de qualquer idade. No caso da pessoa com deficiência, esta condição tem de ser capaz de lhe causar impedimentos de natureza física, mental, intelectual ou sensorial de longo prazo (com efeitos por pelo menos 2 anos), que a impossibilite de participar de forma plena e efetiva na sociedade, em igualdade de condições com as demais pessoas. O BPC não é aposentadoria. Para ter direito a ele, não é preciso ter contribuído para o INSS. Diferente dos benefícios previdenciários, o BPC não paga 13º salário e não deixa pensão por morte. Para ter direito ao BPC, é necessário que a renda por pessoa do grupo familiar seja igual ou menor que 1/4 do salário-mínimo.

Noutras palavras o BPC é o benefício de R$1.412,00 pago a (a) idosos que, sempre subempregados e egressos da miséria, nunca contribuíram para a previdência e (b) portadores de deficiência que sejam pobres. Esses brasileiros serão alvo do pente fino do Ministério da Fazenda para economizar parte dos 25,9 bilhões de reais previstos. Vale ressaltar que há pessoas sem receber o BPC, mesmo fazendo jus a ele; por condições de não cidadania e de precariedades imensas nesse contingente populacional, incontáveis brasileiros e brasileiras, idosos miseráveis e portadores de deficiência, por vezes inclusive em situação de rua que estão invisibilizados.

Muitos dos que o recebem, reforçando essa ideia da exclusão social desses beneficiários, foram ajudados por terceiros de boa vontade, preocupados com a miserabilidade extrema daquele ser humano singular, no entanto elegível para receber o BPC. Ora, se for subtraído do benefício dificilmente, muitos dos que o recebem atualmente reunirão novamente as condições para reivindicar a revisão da decisão negativa, pois precisarão atender a uma burocracia estatal perante a qual estão antecipadamente derrotados.

Recebendo o BPC está portanto, é bom que se diga, a Federação dos Excluídos dos Miseráveis ederação dos excluídos e dos miseráveis, gente com distúrbios mentais, idosos que nunca contribuíram, gente que não sabe ler, pessoas simples e vulneráveis de todos os matizes, razão porque muitos dos que têm direito legal não o recebem.

A prova da existência desses invisíveis é o que nos informa o elogioso artigo da Folha de São Paulo em relação às medidas do governo, intitulado “Corte de R$ 25,9 bi prometido por Haddad prevê fim de brechas legais que impulsionaram benefícios” que foi publicado em 5 de julho de 2024, alusivo à iniciativa de cortes do governo. Diz a Folha de São Paulo.

“O gasto com o BPC é um dos que mais preocupam a equipe econômica. O programa tem hoje quase 6 milhões de beneficiários — dos quais 1 milhão foi incluído nos últimos dois anos. A despesa com o programa está prevista em R$ 105,1 bilhões neste ano e poderá crescer mais R$ 10 bilhões no ano que vem se nada for feito. As concessões do benefício tiveram uma aceleração considerável a partir do segundo semestre de 2022. Até então, o público do programa oscilava entre 4,6 milhões e 4,7 milhões, com pequenas variações mensais. Em julho daquele ano, o governo habilitou 93 mil novos beneficiários. No mês seguinte, mais 90 mil. Desde então, as concessões têm se mantido superiores a 50 mil por mês.”

A Carta Capital em 20 de agosto de 2024, nos traz o que pensa o ministro responsável pela pasta da fazenda sobre o assunto, arrematando o que segue: “Não podemos correr o risco de tirar do mercado quem pode trabalhar, por uma distorção de um programa mal gerenciado.” Rever as condições do BPC é parte significativa do pacote anunciado por Haddad para cortar 25,9 bilhões de reais em gastos do governo em 2025. Ora, com o valor de R$1.412,00 por BPC, cada bilhão de reais amealhados por ano pelo Ministério da Fazenda implicará no corte de, segue a fórmula, (1.000.000.000/1.412,00 = 708.000 benefícios) /12 meses ou 708 mil/12 meses perfazendo 59 mil beneficiários excluídos do benefício por ano.

Isso tem implicações econômicas óbvias: o BPC, quer as famílias tenham ou não os seus dados cadastrais atualizados, conforme estabelece a lei, serve essencialmente para cobrir despesas de sobrevivência indo para a economia assim que é recebido, utilizado que é em compras de comida, medicamentos e gêneros de primeira necessidade…Isso significa que parte das despesas do governo com o pagamento do BPC volta imediatamente aos cofres públicos, sob a forma de impostos, barateando, portanto e muito o próprio BPC.

Esse BPC barateado, volta para o governo, no entanto, não sem antes ter dado vitalidade à combalida pequena economia local do entorno da moradia dos beneficiários, pois, é a isso que servem. De fato, os beneficiários do BPC não poupam os recursos recebidos, nem o enviam como parte dos lucros ao exterior. Ao fim do ano fiscal, portanto, aqueles R$1.412,00 investidos no consumo dos pobres e na economia local, terão sido deduzidos fiscalmente de muito do que custaram ao governo, pois terão gerado a arrecadação que está atrelada ao consumo, gerado empregos e renda, configurando um multiplicador keynesiano. Isso significa que além dos idosos pobres e dos portadores de deficiência pobres os cortes também atingirão a padaria e o mercadinho das favelas e periferias do Brasil, produzindo desemprego e insolvência. Um golaço! Só que contra.

O Plano do Governo com os cortes ao BPC é ter dinheiro para negócios partidários

“O plano do governo é, no primeiro momento, convocar para atualização cadastral 900 mil beneficiários do BPC que estão há mais de quatro anos sem passar por reavaliação, bem como aqueles que estão fora do CadÚnico, acima do limite de renda ou tiveram o benefício concedido pela via judicial.” Vamos observar aqui que a concessão do benefício por via judicial é tomada pelo Ministério da Fazenda como graciosa, quando esse tipo de situação decorre muitas vezes da costumeira negativa do Poder Constituído de honrar benefícios para evitar os gastos públicos (em cima dos mais pobres, claro). A justiça só pode atuar a bem de assegurar um benefício garantido pela lei. Entretanto, é claro que o controle do gasto público deve imperativamente ser feito pelo governo, não com o propósito de cortar para reduzir, mas de, sendo o caso, de cortar para garantir que os que realmente fazem jus (e como vimos, nem todos ainda foram cobertos) não sejam em qualquer circunstância prejudicados.

Portanto, se há gente recebendo e que não deveria receber, corte-se o benefício, por dever de ofício e não para ajudar a pagar as renúncias fiscais do próprio governo.

Essa auditoria prevista dos 900 mil, uma blitzkrieg, será portanto, para essa gente excluída de tudo, sob a espada da perda do que para muitos deles é a sua única fonte de renda!

Considerando que o propósito não é o da gestão dos direitos do programa para a garantia do que a lei estabelece, mas a da garantia dos benefícios a outro projeto social do governo (a renúncia fiscal dos ricos), estaríamos diante do constrangimento ilegal de centenas de milhares de beneficiários?

O lógico, obviamente, deveria ser o oposto, ou seja:

(a) para assegurar a continuidade do BPC e

(b) a inclusão dos novos contingentes, que fazem jus ao mesmo, mas estavam até aqui invisibilizados pela miséria e adversidade, o governo Lula fará:

(c) uma revisão dos benefícios eventualmente injustificáveis como os da COVID ou de quem recebe e tem renda mais alta e

(d) complementarmente fará também uma blitz krieg em cima das renúncias fiscais dos tais 17 setores da economia beneficiados.

Ora, além desse aparente desvio de finalidade (enxugar para beneficiar terceiros) a caça da renda de sobrevivência dessa gente, é uma grande jogada, porque se quando os orçamentos do SUS foram ameaçados os movimentos da Saúde, pintados de guerra, visitaram o Ministério da Fazenda para dizer um “vem que tem”, desse contingente o Brasil só terá notícia no cruzamento das grandes cidades onde provavelmente haverá mais idosos mendicantes, além de portadores de deficiência em cadeiras de roda implorando a caridade pública.

O pacote ainda inclui uma revisão da multa do FGTS para os demitidos sem justa causa, restrições ao Seguro Desemprego e, escrito com bom humor, também pretende limitar os super salários do funcionalismo público, o que inclui os do Judiciário.

A esquerda não foi bem nas eleições municipais, mas parece não precisar de oposição.

ADITAL – UNISINOS

 

A inevitável queda de braço entre Lula e os novos prefeitos eleitos com riscos de mais perdas para o PT

O que vai acontecer na política nacional a partir de agora? Com a derrota absoluta nas eleições municipais, o governo Lula tentará emplacar uma agenda mais centralizadora e anti-municipalista. A tendência é Lula tentar concentrar mais recursos e poder na União, retirando recursos e poder dos municípios. Os prefeitos que precisarem de recursos terão que ficar mendigando em Brasília, e caçando deputados que tenham emendas para gastar.

Como os deputados que votam alinhados com o governo recebem mais emendas, eles tendem a ser mais procurados pelos prefeitos, portanto terão mais poder. Essa será a queda de braço: União versus municípios. Isso pode derrubar ainda mais a popularidade do Lula, se a oposição souber trabalhar.

Paralelamente, visando 2026, parte dos parlamentares tendem a desembarcar do governo Lula. Políticos fisiologistas (vulgo centrão) tendem a não querer ficar do lado que vai perder. Eu apostaria que Kassab e União Brasil vão desembarcar.

Lula terá mais dificuldade nos 2 últimos anos de governo do que nos 2 primeiros. O reflexo desse rearranjo já poderá ser observado nas eleições para a presidência da Câmara e Senado. Se a oposição trabalhar com estratégia, sem o viés intergaláctico, dá pra levar vantagem.

Diário do Poder

CPI recorre de decisão de ministro do STF que impede a lavadora de dinheiro Deolane Bezerra não depor

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Manipulação de Jogos e Apostas Esportivas do Senado recorreu nesta segunda-feira (28) ao Supremo Tribunal Federal (STF) para suspender a decisão do ministro André Mendonça que barrou o depoimento da influenciadora digital Deolane Bezerra. A oitiva estava prevista para esta terça-feira (29), mas a influenciadora foi autorizada pelo ministro a não comparecer à CPI. O recurso foi apresentado pelo presidente da comissão, senador Jorge Kajuru (PSB-GO). O parlamentar pede que o ministro reconsidere sua decisão e sustenta que Deolane foi convocada na condição de testemunha, devendo prestar depoimento.

“Prestando depoimento na qualidade de testemunha, [qualquer cidadão] tem a obrigação de falar a verdade em relação aos demais fatos que não são objeto de apuração em procedimentos sancionatórios, e especialmente aos fatos pertinentes a terceiros, que possam elucidar o objeto da investigação”, argumenta o senador.

Em setembro deste ano, Deolane foi presa em função das investigações da Operação Integration, da Polícia Civil de Pernambuco.  A influenciadora é acusada de criar um site de apostas para lavar dinheiro de jogos ilegais. A ação foi desencadeada contra uma quadrilha suspeita de movimentar cerca de R$ 3 bilhões num esquema de lavagem de dinheiro de jogos de azar. Dias depois, ela foi solta após ser beneficiada por um habeas corpus concedido pelo Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) e responde às acusações em liberdade.

A CPI também cogita chamar para depor o cantor Gusttavo Lima.  O cantor sertanejo foi citado nas investigações como sócio de um site de apostas alvo do processo no qual Deolane é investigada.

Diário do Poder

 

Pedófilo não é homem, é rato

                                                                                                         * Vicente Limongi Netto

Seguramente constrangido e perplexo, o respeitado intelectual, autor de notáveis livros, todos esgotados, o ex-senador, Cristovam Buarque com a prisão do ex-suplente dele, na Câmara Alta, acusado de pedofilia, a aberração engomada, Wilmar Lacerda.

Pedófilo não é homem, é rato.

O canalha deslustra a atividade política. Em respeito a vida e a boa convivência humana, deveria ser sumariamente demitido da boquinha que ocupa, no PT de Brasília e também expulso da legenda. Que, aliás, ficará ainda mais desmoralizada, junto os brasileiros.

A justiça tem que ser implacável com Lacerda. Nada da cretina audiência de custódia, nem tornozeleira.

Condenado, junto com outros da mesma escória, merece passar longa temporada na Papuda. Na cadeia, o covardão saberá, com sofrimento e dor, o que os presos fazem com pedófilos. O pulha se arrependerá de ter nascido.

Lacerda chegou, inclusive, a exercer o mandato de senador, quando Buarque ausentou-se para ser ministro da Educação. Não demorou, demitido, pelo telefone, pelo então presidente Lula.

Política cretina e infame

Bolsonaro declarou apoio a Davi Alcolumbre para a presidência do senado. É o apoio do roto ao esfarrapado. A grandeza política e constitucional do senado não merece que o medonho e desqualificado senador pelo Amapá retorno ao cargo. Bolsonaro, por sua vez, deixa claro que o apoio velado ao roliço Davi, objetiva cargos na futura Mesa Diretora da Câmara Alta, para senadores apaniguados do ex-presidente inelegível. É o fim da picada. Bolsonaro e Alcolumbre seguem a desprezível cartilha que depõe contra a saudável e boa política, a descarada e desprezível barganha por cargos e vantagens.

*Vicente Limongi é jornalista

 

Vice-presidente do PT, Washington Quaquá, critica apoio a Boulos: ‘O PT precisa parar de errar’

O petista afirmou que a sigla obteve maior êxito em locais que foram mais amplos e dialogaram com eleitores diferentes. O vice-presidente do PT, Washington Quaquá (PT), expôs por meio de suas redes sociais que o partido errou ao apoiar Guilherme Boulos (Psol) na disputa pela prefeitura de São Paulo. De acordo com ele, “Boulos era a crônica de uma morte anunciada! A candidatura errada na cidade errada!”.

Quaquá sugeriu nomes que poderiam infiltrar nas camadas mais conservadoras da sociedade brasileira, “havia Márcio França, Tabata Amaral e até a Ana Stella Haddad que nunca disputou eleição, mas poderia dialogar com uma ala mais conservadora nas periferias e classe média.”

O petista afirmou que a sigla obteve maior êxito em locais que foram mais amplos e dialogaram com eleitores diferentes. “Nos lugares em que fomos amplos, como em Fortaleza, com candidatura para além da esquerda, com pautas econômicas e sociais e não comportamentais, nós ganhamos!”, afirmou o vice-presidente do PT. Evandro Leitão (PT) venceu André Fernandes (PL) por menos de 11 mil votos nas eleições municipais de Fortaleza.

Quaquá foi eleito no primeiro turno prefeito de Maricá, com 91.789 votos (73,74% dos votos válidos). O vice-presidente do PT, já governou Maricá entre 2009 e 2016.

Diário do Poder

 

PT de Lula dá vexame nas urnas elegeu 252 dos 5.565 prefeitos, apenas 5%

Em seis Estados, o partido do presidente não elegeu um só prefeito. O Partido dos Trabalhadores (PT), fundado por Lula PT), que ainda é seu “presidente de honra”, teve desempenho pífio nas eleições municipais de 2024, elegendo apenas 252 prefeitos nos 5.565 municípios brasileiros. Computados os votos no segundo turno, realizado neste domingo (27), o PT não elegeu um só prefeito em seis Estados: Amapá, Espírito Santi, Mato Groso, Mato Groso do Sul, Rondônia e Roraima.

Considerando-se as regiões brasileiras, o desempenho vexatório do PT fica ainda mais evidenciado, para um partido ao qual é filiado o presidente da República, conhecido pela falta de pudor no uso da “caneta” para beneficiar aliados.

Na região Centro-Oeste, por exemplo, o PT de Lula elegeu apenas três prefeitos em 606 municípios, distribuídos nos Estados de Goiás (246), Mato Grosso (142), Mato Grosso do Sul (79) e Tocantins (139). Não há eleição municipal no Distrito Federal.

O desempenho do PT na região Norte foi também foi vexatório, elegendo apenas cinco das 348 prefeituras onde houve eleição, no primeiro e no segundo turnos. No Amazonas e no Pará, por exemplo, maiores da região, o PT elegeu apenas dois prefeitos em cada Estado. No Amapá, em Rondônia e Roraima, zero.

Mesmo no Nordeste, que sempre dá boas notícias a Lula em eleições, o PT venceu em menos de 10% das prefeituras: conquistou apenas 170 dos 1773 municípios e elegeu em Fortaleza um único prefeito nas 27 capitais brasileiras.

No Sul, o PT elegeu apenas 31 de 1.191 prefeitos, enquanto no Sudeste petistas foram vencedores em 41 de 1.668 municípios. Em São Paulo, foram 4 em 645 prefeitos, enquanto no Rio de Janeiro o PT elegeu três dos 92 prefeitos. Em Minas, foram 34 eleitos em 853 cidades. No Paraná, Estado da presidente nacional do PT, Gleisi Hofmann, esse partido elegeu apenas três dos 399 prefeitos.

Diário do Poder

Livro Dossiê revela os segredos sombrios do “Teste do Sofá” na Globo. Deve ser uma bomba!

O livro “Dossiê Globo” revela um lado obscuro e perturbador da maior emissora do país: O infame “teste do sofá”. A prática, segundo o livro, era uma exigência implícita para aspirantes à fama, jovens que, ao buscar oportunidades na emissora, se deparavam com situações de assédio e humilhação.

O humorista Hélio de La Pena relata o que viu nos bastidores da Globo: “Os testes do sofá eram comuns na Globo. Vi diretores e produtores que assediavam jovens interessadas em figuração, aproveitando-se da esperança delas para garantir favores.”

Outras personalidades, como Oscar Magrini, também denunciam esse ambiente tóxico. Em uma declaração marcante, Magrini reforça que esses favores sexuais eram praticamente um pré-requisito para o sucesso dentro da emissora: “Na Globo, o sucesso dependia desses favores sexuais.”

Inúmeros artistas e comunicadores revelaram o que acontece dentro da emissora no livro “Dossiê Globo”. A obra expõe como, ao longo das décadas, a emissora negligenciou ou favoreceu sistematicamente os abusos que ocorriam em seus bastidores. Trata-se de um verdadeiro arquivo histórico sobre o Grupo Globo e pode se tornar uma verdadeira explosão quando chegar a bancas a livrarias.

Certamente, esse lançamento vai tirar o sono de muita gente.

Jornal da Cidade Online

Exército brasileiro é multado por incêndio florestal pelo Instituto Chico Mendes

O Instituto Chico Mendes (ICMBio) finalizou a investigação sobre as causas do incêndio ocorrido na parte alta do Parque Nacional do Itatiaia, entre os dias 14 e 24 de junho.  A investigação concluiu que o incêndio começou na margem da estrada, ao lado de um comboio de veículos do Exército Brasileiro, causado por um objeto utilizado para o preparo de alimentos com fogo (fogareiro e líquido inflamável). A Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN) realizava um treinamento para cadetes no parque. Com base na investigação, o Instituto Chico Mendes embargou a área para permitir a regeneração da vegetação e indicou multa administrativa de R$ 6.531.000,00 contra a Academia Militar das Agulhas Negras.

A investigação também concluiu que os militares detectaram o início do incêndio florestal e notificaram rapidamente os funcionários da Parquetur (empresa concessionária do Parque Nacional do Itatiaia) no Posto Marcão. No primeiro momento, eles ajudaram a combater o fogo junto a equipe do Instituto Chico Mendes do Parque Nacional do Itatiaia. Posteriormente, a AMAN enviou helicópteros e mais militares, contribuindo desde o início para esclarecer as causas do incêndio.  O incêndio danificou cerca de 311 hectares de vegetação nativa, além de atingir infraestruturas físicas, resultando em um total de 312,5 hectares de área afetada. 

Foram realizadas diversas análises, incluindo dados meteorológicos das estações instaladas no interior do parque, imagens de câmeras de monitoramento e entrevistas com os envolvidos na detecção e controle do incêndio. Também foram realizadas vistorias na área impactada e mapeamento com uso de drones, para obtenção de coordenadas geográficas e identificação de evidências e vestígios, além de indicadores de queima produzidos pela passagem do fogo. 

No dia 14 de junho, dia do aniversário de 87 anos do Parque Nacional do Itatiaia, um incêndio de grandes proporções começou por volta das 14 h na Parte Alta do parque, próximo ao Morro do Couto e à portaria do Posto Marcão. A área, situada acima de 2.500 metros de altitude, tem vegetação seca devido à escassez de chuvas nesta época do ano. O início do incêndio foi registrado pelas câmeras de monitoramento e divulgação do Parque Nacional.

Exército

O Centro de Comunicação Social do Exército esclarece que: A Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN) informou que não teve acesso à apuração realizada pelo Instituto e que a referida autuação está em fase de análise e apresentação de defesa por parte da União. “A AMAN reforça seu compromisso com a preservação do meio ambiente, em especial do Parque Nacional do Itatiaia, área onde se encontra presente há mais de 80 anos”, diz a nota.

Jornal do Agro Online

 

Justiça condena Governo do Estado e prefeitura de S.J. de Ribamar a regularizar o Residencial “Terra Prometida”

Sentença da Vara de Interesses Difusos e Coletivos de São Luís condenou o Estado do Maranhão e o Município de São José de Ribamar a realizar, no prazo de dois anos, a regularização fundiária urbana da área conhecida como “Residencial Terra Prometida”, situada no Loteamento “Village Araçagy” e ocupada por cerca de 300 pessoas.

Na mesma sentença, o juiz condenou o Estado do Maranhão e do Município de São José de Ribamar a pagar indenização aos proprietários das terras no valor de R$ 1.410.000,00, mais o valor de R$ 49.650,00 equivalente às despesas com a reintegração de posse do imóvel, pela Polícia Militar, ocorrida em 19/12/2019.

A sentença julgou os dois processos que tratam do mesmo imóvel. Um deles, trata do julgamento da Ação Civil Pública ajuizada pela Defensoria Pública (DP) contra o Estado do Maranhão, o Município de São José de Ribamar, o Instituto de Terras e Colonização do Maranhão (Iterma) e os herdeiros da família Santos de Sousa, proprietária das terras, que somam 8.236,28m² de área.

ÁREA ABANDONADA

Em uma ação, a DP informou que a área estava abandonada, sem sinal de posse, até que foi ocupada em abril de 2016; mas, em 3 de maio de 2017, as famílias foram surpreendidas com uma decisão judicial de reintegração de posse em favor de Francisco A. Santos de Souza, proprietário das terras, que faleceu durante o processo, sendo substituído pelos seus herdeiros. Durante o processo, foi demonstrada a posse anterior e a propriedade do terreno, mas por quase três anos, o poder público deixou de cumprir o mandado de Reintegração de Posse da área e a ocupação irregular no assentamento foi consolidada com o tempo.

Em 22/01/2020, em audiência de conciliação, foi realizado um acordo de conciliação, ficando pendente definir o valor do imóvel a ser pago à família Santos de Sousa, sendo 1/3 por parte do Estado do Maranhão, 1/3 por parte do Município de São José de Ribamar e 1/3 pelas famílias. No entanto, houve discordância entre o valor avaliado pela Defensoria Pública (R$ 700 mil) e o valor de mercado pedido pelos proprietários (R$ 2.192.752,80).

REINTEGRAÇÃO DE POSSE

O segundo processo tratou de Ação de Reintegração de Posse com pedido de Tutela de Urgência ajuizada pelo então proprietário Francisco A. Santos de Souza contra invasores, em que relata que até março de 2019 não havia ocorrido o cumprimento da decisão liminar de reintegração de posse, concedida em maio de 2017. Segundo manifestação do processo, no dia que estava agendado para ocorrer a desocupação, em dezembro de 2019, a Polícia Militar do Estado do Maranhão retirou-se do local, afirmando que não iria dar apoio policial para o cumprimento do mandado naquele dia. O proprietário conseguiu comprovar a propriedade do imóvel, por escritura pública de compra e venda registrada no Cartório de 1º Ofício Extrajudicial da Comarca de Ribamar e obteve decisão judicial para a reintegração liminar da posse, mas morreu durante este processo e foi substituído pelos seus três filhos.

FUNÇÃO SOCIAL DA PROPRIEDADE

Segundo a sentença do juiz Douglas de Melo Martins, a regularização fundiária em favor da comunidade e a delimitação do espaço ocupado atendem ao direito constitucional à moradia e à função social da propriedade. Na análise do juiz, diante da impossibilidade de reaver o imóvel e da falta de ação do poder público em cumprir a decisão judicial de reintegração de posse, é necessário converter a obrigação em perdas e danos, por parte do Estado do Maranhão e do Município de São José de Ribamar.

“A medida ora tomada preserva, ainda, o erário, uma vez que uma eventual remoção das famílias para outro local seria muito mais dispendioso ao poder público do que regularizar o assentamento, mesmo tal medida resultando em obrigação de natureza indenizatória” aos herdeiros do proprietário, diz o juiz na sentença.

A sentença conclui que, diante do núcleo urbano informal consolidado, como forma de materialização de direitos sociais básicos de seus habitantes, deve ser imposta ao Estado do Maranhão e ao Município de São José de Ribamar a obrigação de adotar as medidas jurídicas, urbanísticas, ambientais e sociais – à regularização fundiária do Residencial Terra Prometida.

Ao Iterma, na qualidade de executor da política fundiária do Estado do Maranhão, deverá cumprir o que for  determinado pelo Poder Executivo, conforme a Lei nº 13.465/2017.

Assessoria de Comunicação
Corregedoria Geral da Justiça