Grande alegria em meio ao caos: O grande “defensor da democracia” está nu. Desmascarado com corrupção

O mundo vindo abaixo, o centro não mais se sustentando, o imponderável como a única certeza neste momento histórico da vida pública brasileira em que o céu se abriu, os cegos foram obrigados a ver, e a verdade cristalina emergiu:

O grande “defensor da democracia” está nu, desmascarado, enfim, como um corrupto togado de grande envergadura, como a peça-chave no escândalo financeiro do Banco Master, onde aparece como um misto de funcionário e chefe do banqueiro Daniel Vorcaro, aquele que enredou o mundo político visando benefícios próprios, ao mesmo tempo em que distribuiu dinheiro a rodo para seus apaniguados, sendo que o beneficiado “vip”do maior escândalo financeiro já visto em terras brasileiras foi justamente o homem que era visto como o detentor de todas as virtudes, o grande herói que defendeu o país de perigosos golpistas.

Diante de tantas provas concretas do seu envolvimento com um banqueiro corrupto, do grau de intimidade através das mensagens trocadas entre os dois, tudo leva a crer que Moraes atuava como o verdadeiro advogado de Vorcaro, chegando ao ponto de lhe entregar informações privilegiadas que o auxiliava, de maneira antecipada, nos passos dados a respeito das acusações que sobre ele pairavam.

Bem, a República está em polvorosa, a credibilidade do STF é nula, a crise está em seu auge, com o corrupto que deveria se declarar suspeito e abandonar sua cadeira no Supremo até que tudo seja devidamente esclarecido dobrando a aposta e atirando feito um possesso contra aquele que o desnudou perante a opinião pública; com os jornalistas coniventes, cúmplices de todo o Mal que Moraes causou nos últimos anos à oposição, mostrando-se agora titubeantes, procurando palavras com cuidado, compreendendo a contragosto e a conta-gotas, quem é, na realidade, Alexandre de Moraes, um tanto constrangidos, tentando desesperadamente se justificar pela cumplicidade danosa com o psicopata recém desmascarado, mas ainda resistindo ao “mea-culpa” mais do que necessário, culpa essa do qual jamais poderão ser perdoados, já que o ponto a que chegamos poderá estar nos levando ao fim da Democracia e à implantação de um Estado autoritário em que togados sem honra darão as cartas a partir de agora.

As eleições podem não acontecer, e sua realização – ou não – dependerá do que teremos à frente, nos próximos dias, nesse embate institucional que está sendo travado, em que a turma da toga que dá amparo a Moraes tentará destruir o Ministro Mendonça, o único dotado da coragem necessária para enfrentar o monstro e seus filhotes.

Os próximos dias serão decisivos no sentido de sabermos de uma vez por todas se ainda há esperanças para o país, ou se estaremos entrando de vez no desolador caminho sem volta de término da Democracia, aquela mesma que o psicopata dizia querer salvar.

Mas por que sinto incontida alegria diante do abismo à frente?

Pela confirmação do acerto na escolha da trincheira da luta política travada há tanto tempo contra as perseguições impostas por Moraes, que trabalhava contra a oposição, na função de fervoroso funcionário do Sistema. Bolsonaro está preso, mas esteve sempre certo. Seu algoz está solto, mas esteve sempre equivocado.

Hoje seus defensores, mídia militante inclusa, tardiamente compreenderam que escolheram o lado errado da História, e terão toda a eternidade para se arrepender, ainda que perdão humano algum seja possível para nenhum deles.

Foram os alicerces, a escada pela qual Moraes subiu e mostrou sua feroz carranca. Criaram o monstro que agora pretende devorar a todos. Que vão todos para o inferno!

Silvia Gabas. @silgabas

 

Delegados pedem afastamento de Paulo Gonet, da PGR na apuração sobre relatório da PF

Associação aponta que procurador-geral é citado no documento que envolve Alexandre de Moraes e Daniel Vorcaro. A Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (ADPF) reagiu à decisão da Procuradoria-Geral da República (PGR) de abrir uma apuração para verificar se houve interferência externa na produção do relatório da PF que revelou mensagens envolvendo o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), e Daniel Vorcaro.

A entidade manifestou, em nota a ser divulgada ainda neste sábado, segundo O Globo“indignação e preocupação” e pediu que o procurador-geral Paulo Gonet (foto) “se declare impedido e se abstenha de praticar atos, seja como fiscal da lei, seja como titular do controle externo, nos procedimentos relacionados aos fatos em que é citado”. A associação também defende o arquivamento do procedimento por considerar que se trata de uma “via inadequada ao questionamento de ato do STF”.

 Para a ADPF, os fatos revelados pela Operação Compliance Zero devem ser apurados “sem seletividade quanto às autoridades envolvidas”.

O sigilo do relatório da PF foi retirado pelo ministro André Mendonça na última terça-feira. Além de Moraes e Vorcaro, o próprio Gonet e o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, também são citados.

“O documento questionado foi produzido por determinação do Ministro então relator do feito no Supremo Tribunal Federal. Os Delegados e servidores que dele participaram cumpriram ordem judicial, nos estritos limites nela fixados, sem margem para juízo próprio de conveniência sobre o que lhes foi determinado pelo juízo competente”, diz a nota dos delegados.

A ADPF afirma que o controle externo da atividade policial não estabelece hierarquia ou poder disciplinar sobre delegados e agentes nem funciona como instância para revisar decisões judiciais.

“Foi sob essa compreensão que a Polícia Federal e o Ministério Público Federal construíram a complementaridade funcional responsável pelas investigações mais relevantes da história recente do país. Desvirtuar agora o instrumento compromete esse patrimônio institucional. Se a Procuradoria-Geral da República entende que a decisão determinante do relatório é irregular ou que deveria ter sido previamente comunicada, a via própria é o processo, perante o Supremo Tribunal Federal.”

O Antagonista

 

Estadão “abre fogo” contra o então poderoso Alexandre de Moraes

O jornal O Estado de São Paulo criticou duramente a atuação do ministro Alexandre de Moraes no conflito com o colega André Mendonça e afirmou que o magistrado provocou danos à imagem do Supremo Tribunal Federal (STF) ao solicitar a abertura de uma investigação contra outro integrante da Corte. A avaliação foi publicada em editorial nesta sexta-feira, 4. O Estadão afirma que as mensagens apreendidas pela PF levantam a hipótese de que Moraes teria exercido uma função semelhante à de “consigliere” de Vorcaro. A expressão italiana, frequentemente associada a estruturas mafiosas, é utilizada para designar um conselheiro de confiança.

O jornal também defendeu que Moraes deveria se afastar voluntariamente do STF. Na avaliação apresentada no editorial, essa medida poderia evitar que as suspeitas relacionadas ao relacionamento do ministro com Vorcaro continuassem provocando impactos sobre a credibilidade da Corte. Segundo as mensagens examinadas pela Polícia Federal, Vorcaro procurou Moraes antes de ser preso e perguntou se deveria deixar o Brasil. Parte das comunicações foi enviada com recurso de visualização única, o que impossibilitou a recuperação de eventuais respostas encaminhadas pelo ministro.

Ao concluir seu editorial, o Estadão atribuiu a Fachin a responsabilidade de liderar uma resposta institucional à crise e afirmou que apoiará o presidente do STF caso ele adote medidas destinadas a conter o agravamento do conflito dentro do tribunal.

 Jornal da Cidade Online

Transparência Internacional aponta ‘colapso institucional’ no Brasil. Moraes, Gonet e Alcolumbre fora dos cargos

Uma das entidades mais respeitadas do mundo, a Transparência Internacional bateu duro no escândalo Vorcaro/Moraes. A conceituada ONG Transparência Internacional (TI) pediu nesta sexta-feira (4) o afastamento imediato do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, pelo tempo necessário das apurações sobre sua relação com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master. suspeito de aplicar golpe bilionário nos clientes e de subornar autoridades, entre outros crimes. No trecho mais duro da nota que divulgou, a Transparência Internacional afirma que o problema vai além do caso do Banco Master. Na avaliação da entidade, está em jogo um possível “colapso institucional na mais alta instância do sistema de Justiça”, com potencial para contaminar o processo eleitoral e favorecer a captura das instituições por forças que classifica como “populistas e autoritárias”.
                 Em nota, a entidade afirmou que os fatos já conhecidos representam um risco à estabilidade das instituições e podem aprofundar a crise no sistema de Justiça. Segundo a TI, um juiz constitucional envolvido em “gravíssimos indícios de corrupção passiva, lavagem de dinheiro e obstrução de justiça” já seria, por si só, uma ameaça institucional. O risco, no entendimento da ONG, aumentaria se o ministro pudesse adotar medidas para se proteger de eventual responsabilização.
A Transparência Internacional também classificou como “retaliação autoritária” condutas atribuídas a Moraes após as revelações sobre o contato com Vorcaro. Para a entidade, o episódio colocou o STF diante de uma crise de grandes proporções. Por isso, defende o afastamento do ministro para reduzir o risco de interferência nas investigações e evitar que o impasse evolua para uma ruptura institucional.

Alcolumbre e Gonet fora
 O pedido não se limita a Moraes. A organização cobra o afastamento e a investigação de outras autoridades que possam estar envolvidas nos fatos ou que, em sua avaliação, estejam bloqueando os mecanismos constitucionais de responsabilização. São os casos do procurador-geral da República, Paulo Gonet, e ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre. Caso as “vias naturais de resolução” permaneçam obstruídas, a entidade sustenta que o plenário do STF, o Senado e o Conselho Superior do Ministério Público deveriam reabrir esses mecanismos.
Outro ponto destacado é a transparência. Em meio à disputa política, à circulação de desinformação e à tensão entre instituições, a ONG pede a divulgação máxima dos procedimentos. Segundo a nota, estratégias de manipulação do debate público e divisão da sociedade já teriam sido usadas no passado para dificultar investigações contra autoridades de alto escalão — e o Brasil deveria evitar a repetição desses mecanismos de impunidade.

Diário do Poder

‘Consórcio’ de Lula com ministros do STF tenta isolar André Mendonça, e ser favorecido

Quanto mais o sistema estrebucha, mais a opinião pública vê André Mendonça como juiz que não se dobra aos poderosos. André Mendonça logo se firmou como um dos mais admirados ministros do Supremo, por sua coragem, decência, rigor técnico e serenidade nas relatorias das fraudes bilionárias contra aposentados do INSS e clientes do Banco Master, atingindo poderosos em cheio, incluindo colegas. A turma que compartilha o poder no Brasil – Lula (PT), lulistas do STF e o presidente do Senado – tentam a isolar Mendonça, mas isso o fortalece: quanto mais o sistema estrebucha, mais a opinião pública o vê como juiz que não se dobra aos poderosos e inspira temor em cada um deles.

Inspirando confiança

A firmeza com que enfrenta o dilema de investigar o poder ou preservar o poder é o que o tornou, para os brasileiros, figura de confiança.

Reconhecimento

Agora, aonde chega, em eventos jurídicos ou nos cultos semanais de sua igreja em São Paulo, o tímido ministro André se vê ovacionado.

Tudo a seu tempo

Até mesmo antipetistas compreendem seu cuidado no caso envolvendo tráfico de influência e corrupção Lulinha, filho de Lula (PT).

Dilema do STF

Dividido entre relatoria e retaliação, o STF tem outro dilema: preservar ou hostilizar quem é sua esperança de reconquistar respeito e confiança.

Coluna do Claudio Humberto

Delegada afirma que Moraes preparava golpe com o inquérito da fake News e pretendia prender André Mendonça

A delegada Maria Corsato comentou nesta sexta-feira (4), durante o programa Última Instância: A Sentença Final, apresentado por Ilmar Muniz, da BNTV, a crise envolvendo os ministros Alexandre de Moraes e André Mendonça. Segundo a delegada, o plano de Moraes envolvia concentrar os poderes da Corte e mandar prender o colega de tribunal, o ministro André Mendonça, caso houvesse oposição interna. Ela utilizou a metáfora de que Moraes “ia cortar a primeira cabeça, que era do André Mendonça”.

“O Alexandre de Moraes ia cortar a primeira cabeça, que era do André Mendonça”, declarou.

Ela ainda comparou o ministro à Rainha de Copas, personagem de Alice no País das Maravilhas. A delegada também afirmou que a retirada do inquérito das fake news das mãos de Moraes teria evitado consequências ainda mais graves:

“Alexandre de Moraes ia dar um golpe no Brasil”.

Jornal da Cidade Online

São superiores a R$ 208 milhões os valores do esquema criminoso entre Moraes e o Banco Master de Vorcaro, diz a PF

O relatório da Polícia Federal sobre as investigações do Banco Master e os elos de Daniel Vorcaro com o ministro Alexandre de Moraes, divulgado nesta semana mostra que os três contratos feitos entre o escritório de advocacia Barci de Moraes e o banqueiro somam 208 milhões de reais. Um desses contratos prevê o pagamento de 40 milhões de reais por meio de dois fundos proprietários de uma aeronave e um helicóptero. Nesta terça, o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), retirou o segredo de Justiça sobre relatórios da Polícia Federal na investigação do escândalo. Os documentos mostram vínculos de Moraes com Vorcaro, que chegou a consultar o ministro antes da sua tentativa de fuga para os Emirados Árabes Unidos, em novembro do ano passado.

Junto com o relatório da PF, estão três contratos de prestação de serviços advocatícios. Um deles é do Barci de Moraes (gerido por Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro) com o próprio Banco Master, no valor de 108 milhões de reais, que seriam pagos em 36 parcelas fixas de 3 milhões de reais. Os outros dois são do escritório com a Viking Participações, que é de Vorcaro. Cada um tem o valor de 50 milhões de reais. Juntos, os três contratos somam, portanto, 208 milhões de reais.

Um dos contratos feitos com a Viking previa que 40 milhões de reais seriam pagos por meio de cotas sociais de dois fundos de investimento, que são proprietários de aeronaves. Uma é a Fraction 024 Administração de Bem Próprio S/A, dona de um jato Legacy 650, prefixo PP-NLR. A outra é a Fraction 053 Administração de Bem Próprio S/A, que na época do contrato estava finalizando a compra de um helicóptero modelo EC 155, B1, da Airbus Helicopters.

As investigações da Polícia Federal encontraram as digitais de Moraes nos contratos feitos entre o Barci de Moraes e as empresas Vorcaro. O escritório confirmou que o ministro foi consultado sobre “eventual existência de impedimentos legais para a contratação” e reiterou que em seu gabinete não há nenhum caso envolvendo o Master ou o seu proprietário.

Jornal da Cidade Online

 

André Mendonça pede ao presidente do STF o imediato afastamento de Alexandre de Moraes

Após Alexandre de Moraes, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), solicitar ao presidente da Corte, Edson Fachin, a investigação de André Mendonça, o relator do caso envolvendo o Banco Master apresentou uma resposta imediata. Mendonça pediu a Fachin o afastamento imediato de Moraes do Supremo, conforme revelou a jornalista Natuza Nery, do Grupo Globo, nesta quinta-feira (3). Segundo a informação divulgada pela jornalista, a solicitação de Mendonça prevê que o afastamento seja determinado de imediato, com posterior submissão da medida à análise e confirmação do Plenário do STF.

A ofensiva ocorre depois de Moraes recorrer ao Inquérito das Fake News para apontar contra Mendonça acusações de improbidade administrativa, abuso de autoridade e crime de responsabilidade. Na quarta-feira (2), Mendonça havia retirado o sigilo de um relatório da Polícia Federal (PF) que reuniu 51 mensagens consideradas comprometedoras envolvendo Moraes e o banqueiro Daniel Vorcaro.

Alexandre de Moraes acusa o colega de ter comprometido a imparcialidade judicial e de favorecer determinados grupos políticos durante a condução das operações Sem Desconto e Compliance Zero. De acordo com a acusação, Mendonça teria cometido três tipos de irregularidades: usurpação da condução de investigações realizadas pelas autoridades policiais, atuação irregular nas tratativas relacionadas a uma possível colaboração premiada e direcionamento de determinados alvos para investigação por razões pessoais e políticas.

Para fundamentar o pedido de providências contra Mendonça, Moraes apresentou a Fachin uma petição de 20 páginas. No documento, o ministro citou o artigo 102 da Constituição Federal, o artigo 33 da Lei Orgânica da Magistratura Nacional e o artigo quinto do regimento interno do Supremo.

Jornal da Cidade Online

 

Ministro André Mendonça faz pronunciamento à nação para agradecer o apoio dos brasileiros

O ministro André Mendonça acaba de fazer um pronunciamento à nação:

“Meus irmãos e minhas irmãs, minha palavra se dirige a vocês essencialmente para agradecer tantas mensagens de oração e de carinho.

Estejam certos de que suas preces a Deus têm sido fundamentais para me sustentar e sustentar a minha família.

Eu louvo a Deus por suas vidas e sou grato pela generosidade e solidariedade que tenho recebido.

Que Deus os abençoe e que Deus abençoe o nosso país.”

Jornal da Cidade Online

Transparência Internacional defende afastamento de Alexandre de Moraes, diz o Antagonista

Segundo a ONG anticorrupção, o ministro do Supremo Tribunal Federal é “um risco institucional” e um elemento “desestabilizador.” A Transparência Internacional – Brasil defendeu nesta sexta-feira, 4, que o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), seja afastado de suas funções, para que a crise institucional gerada pela divulgação das mensagens enviadas a ele por Daniel Vorcaro não piore. A ONG anticorrupção diz que Moraes é “um risco institucional” e um elemento “desestabilizador”. A manifestação vem após o magistrado usar o inquérito das fake news para pedir investigação contra André Mendonça, que levantou o sigilo das mensagens de Vorcaro.

Nunca foi tão fácil ficar bem informado com O Antagonista. “Um juiz constitucional cercado por gravíssimos indícios de corrupção passiva, lavagem de dinheiro e obstrução de justiça já representa, por si só, um risco institucional em razão da natureza de suas condutas. Mas torna-se um elemento ainda mais desestabilizador pelas medidas que pode adotar em busca da impunidade,”

“É nisso que o ministro Alexandre de Moraes se transformou diante das revelações que apontam para suas condutas com Daniel Vorcaro e, sobretudo, diante de sua retaliação autoritária, colocando o Supremo Tribunal Federal no caminho de uma crise institucional sem precedentes”.

O Brasil precisa priorizar a defesa de suas instituições e de seu regime democrático, neutralizando imediatamente essas ameaças. O ministro Moraes deve ser afastado de suas funções para que as investigações possam ser conduzidas sem riscos de interferência e sem que a crise escale ao ponto de uma ruptura institucional”.

Ainda de acordo com a ONG, da mesma forma, “toda a rede de autoridades potencialmente implicadas ou que esteja obstruindo os mecanismos constitucionais de responsabilização também deve ser afastada e investigada”.

Se as vias naturais de resolução estão sendo bloqueadas pelo procurador-geral da República, Paulo Gonet, e pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), afirma, cabe aos plenários do STF e da Casa, e ao Conselho Superior do Ministério Público “desobstruir os mecanismos previstos pela Constituição para o enfrentamento dessa crise”.

Para a TI – Brasil, “as investigações dos esquemas do Banco Master e de outros casos de grande complexidade exigem a atuação coordenada dos órgãos de investigação, persecução criminal e julgamento, cada qual dentro de sua competência constitucional”. Apenas assim, pontua, é possível garantir “o devido processo legal, a ampla defesa e a solidez das futuras responsabilizações, evitando que nulidades ou interferências comprometam a busca por justiça, reparação e recuperação da confiança pública.

O Antagonista