Presidente do STF, Edson Fachin convoca diretor geral da PF para discutir o caso Master

A expectativa é que Andrei Rodrigues leve a Fachin um relatório com todas as citações a integrantes da Corte e que ninguém seja poupado. O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, terá uma reunião nesta terça-feira, 13, com o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, para discutir as menções aos ministros da Corte supostamente envolvidos no Caso Master. A expectativa é que Andrei leve a Fachin um relatório com todas as citações a integrantes da Corte e que ninguém seja poupado. Assim, a tendência é que Fachin discuta com Andrei eventuais pedidos de providências contra ministros como Alexandre de Moraes, Kassio Nunes Marques, Dias Toffoli e até André Mendonça, autor do pedido de providências contra Moraes.

“A circunstância merece registro, sobretudo porque há inequívoco interesse institucional em que todo e qualquer fato relevante seja rigorosamente apurado, sem exceção de qualquer natureza”, disse Fachin no ofício encaminhado ao diretor-geral da PF.

O Antagonista

Ministro Nunes Marques impõe regras e derruba canal Lulista de Janones acusado de mentir

Presidente do TSE mandou deputado registrar canal do WhatsApp na Justiça Eleitoral como meio de propaganda de Lula. O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, determinou nesta terça-feira (13) que o canal de mensagens que reúne 4 milhões de apoiadores da reeleição de Lula (PT) fique suspenso até que cumpra regras para seguir funcionando no aplicativo WhatsApp, neste 2º turno. O grupo denominado “Exército de Lula” é administrado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG) e foi acusado de difundir mentiras contra o adversário da reeleição petista, pela campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL).

Entre as condições impostas por Nunes para o canal seguir ativo, está a obrigação de o “Exército de Lula” ser registrado junto à Justiça Eleitoral como meio oficial de propaganda eleitoral da candidatura do presidente petista. Além disso, determina que a coligação de Lula deverá monitorar o conteúdo do canal, não apagar mensagens e não divulgar temas que atribuíam a Flávio Bolsonaro as supostas intenções de reduzir aposentadorias e benefícios sociais, de retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de Padroeira do Brasil; ligações com milícia; ou de cancelar o reajuste do Bolsa Família.

Com os ajustes, o presidente do TSE garante que a coligação de Lula possa ser punida por eventuais novos casos de desinformação, já que os casos denunciados por Flávio como campanha difamatória não foram identificados pelos técnicos da Assessoria Especial de Enfrentamento à Desinformação da Justiça Eleitoral, após análise solicitada pelo ministro Nunes Marques, nesta segunda-feira (12).

O presidente do TSE rebateu críticas de que teria determinado censura prévia. “A isonomia exige tratamento equivalente diante de situações equivalentes, com individualização dos registros, dos responsáveis e das decisões aplicáveis a cada caso. Eventuais ordens de retirada ou suspensão dependerão de deliberação específica, observados os mesmos requisitos, independentemente da candidatura beneficiada ou atingida”, disse Kassio Nunes Marques.

A decisão ainda ordena que os responsáveis pelo aplicativo WhatsApp tomem “medidas de acompanhamento proativo das publicações do canal e dos demais canais públicos de grande alcance indicados pelas campanhas”.

O ministro Nunes Marques reagiu à inédita decisão do corregedor-geral da Justiça Eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, de suspender na tarde do domingo (11) a decisão do presidente do TSE tomada horas antes. A decisão do ministro Cueva restaurou no WhatsApp o grupo que a oposição ao presidente petista classificou como “canal de mentiras” de apoiadores de Lula contra Flávio Bolsonaro.

Diário do Poder

 

As instruções mentirosas de André Janones para favorecer Lula

É indiscutível que Janones mente, no grupo de WhatsApp e fora dele, e o TSE deveria aproveitar o ensejo para nunca mais tratar de fake News. O grupo de WhatsApp “Exército do Lula”, comandado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG à esquerda na foto), virou motivo de controvérsia no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, o proibiu, por espalhar fake news. O corregedor-geral da Justiça Eleitoral, Ricardo Villas Bôas Cueva, restabeleceu o canal, e Nunes Marques determinou que a Assessoria de Enfrentamento à Desinformação do TSE se manifestasse. Não há dúvida de que Janones promove fake news no grupo — e não apenas nesse grupo, como ele mesmo já se gabou várias vezes de fazer, inclusive nesta eleição. A instrução enviada na manhã desta segunda-feira, 12. Dia da Criança e feriado de Nossa Senhora Aparecida, é prova disso.

“Direcionamento de hoje pela manhã”

“Direcionamento de hoje pela manhã é reforçar o respeito de Lula pelas religiões e de que respeitar todas, sem nunca ter usado o nome de Deus em vão pra se eleger nem se aproveitado da fé das pessoas”, diz a mensagem Janones, que já contém uma primeira mentira, porque Lula usou, nesta mesma eleição, a falsa polêmica de Nossa Senhora para fazer campanha.

“Também vale levar a reflexão. Tem 30 anos que eles falam que Lula vai fechar igrejas, não só nunca fechou como foi ele quem criou a marcha pra Jesus. Enfim, na parte da manhã, vamos aproveitar o feriado pra reforçar o assunto, também lembrar o respeito dele pela padroeira do Brasil”, segue a instrução do deputado, com mais uma mentira evidente.

Não foi Lula que criou a Marcha para Jesus. Ele apenas sancionou uma lei, de autoria do então senador Marcelo Crivella, em 2009, que instituiu o Dia Nacional da Marcha para Jesus. O evento religioso já existia há 16 anos quando essa lei foi sancionada, e Lula nunca esteve na Marcha para Jesus — o advogado-geral da União, Jorge Messias, tem sido seu representante.

Fake News

Após mais de sete anos de batalha cotidiana obsessiva dos tribunais superiores contra fake news, simbolizada por um inquérito relatado pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, os juízes responsáveis pelo combate à desinformação parecem ter relaxado. Flávio Dino despachou por cima do TSE para permitir a circulação das fake news sobre Nossa Senhora, chegando a oficializá-la ao pedir uma investigação sobre uma fantasiosa onda de ataques a símbolos religioso; e, agora, o corregedor-geral eleitoral libera a atuação de Janones, ao contrário do que fez Moraes ao bloquear a rede social X inteira no Brasil durante a eleição de 2024. Já que os próprios juízes não conseguem concordar sobre aquilo que pode ou não ser publicado e alguns deles decidiram, de uma eleição para a outra, mudar os critérios, talvez seja o caso de abandonarem essa dura missão de decidir o que pode ou não ser publicado em período eleitoral. A Justiça Eleitoral já se enrolou demais desde 2022 e, como já ficou claro nesta campanha, só vai se afundar ainda mais se seguir decidindo de forma diferente de acordo com quem mentiu

O Antagonista

TSE determina nova exibição de propaganda de Flávio Bolsonaro veiculada sem áudio

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) reconheceu, nesta segunda-feira (12), uma falha técnica que deixou sem áudio a propaganda eleitoral do senador Flávio Bolsonaro (PL) durante o horário eleitoral gratuito na televisão. A Corte informou que o problema foi corrigido e que o material será exibido novamente, mas não divulgou a data nem o horário da retransmissão. Segundo o tribunal, a falha ocorreu no Pool de Mídias, sistema utilizado na preparação dos arquivos destinados à transmissão das propagandas eleitorais. O problema foi identificado durante a finalização dos materiais que seriam exibidos no bloco das 13h, quando os áudios das campanhas de Flávio Bolsonaro e do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não foram carregados corretamente.

A equipe técnica conseguiu solucionar o problema antes da transmissão da propaganda de Lula, que seria exibida em segundo lugar na sequência prevista. Com isso, o programa do presidente foi ao ar normalmente, enquanto a peça de campanha de Flávio, apresentada primeiro, acabou sendo transmitida sem som. Em comunicado, o TSE confirmou a correção do arquivo e informou que a propaganda do senador será reexibida conforme as regras estabelecidas pela Resolução nº 23. A Corte, entretanto, não especificou quando ocorrerá a nova transmissão. Após o episódio, Flávio Bolsonaro publicou um vídeo no Instagram em que comentou a diferença entre as transmissões das duas campanhas e levantou dúvidas sobre as circunstâncias da ocorrência.

“O do Lula estava com som tudo aqui, mas o meu transmitido sem som”, declarou o senador. 

Em seguida, questionou:

“Você acredita em coincidência? Cara, não. Não acredito.”

O parlamentar também pediu aos apoiadores que compartilhassem o material de sua campanha nas redes sociais, com o objetivo de ampliar o alcance da propaganda que foi exibida sem áudio na televisão.

Jornal da Cidade Online

 

Partido de esquerda nega apoio a Lula no segundo turno e vê derrota iminente

O Partido da Causa Operária (PCO) decidiu recomendar o voto nulo no segundo turno da eleição presidencial, que será disputado entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL). A orientação foi aprovada no domingo, 11 de outubro, durante a 39ª Conferência Nacional da legenda, realizada em São Paulo. A decisão marca uma mudança em relação ao posicionamento adotado em 2022, quando o partido apoiou Lula na disputa contra Jair Bolsonaro. Desta vez, a sigla avalia que o presidente, ao longo de seu terceiro mandato, priorizou os interesses de bancos e grandes empresários em detrimento das reivindicações dos trabalhadores.

Em documento apresentado pela direção nacional, o partido declarou:

“A classe trabalhadora não tem nada a ganhar ao votar em Lula”.

O texto também defende uma posição de independência política em relação aos dois candidatos:

“Por isso, nossa mensagem tem de ser inequívoca: nenhum apoio aos dois candidatos do capital, trabalhador só vota em trabalhador.”

Críticas à política econômica do governo

Entre os principais alvos das críticas do PCO estão as medidas econômicas conduzidas pelos ministros Fernando Haddad e Simone Tebet, além da atuação do presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo. A legenda acusa o governo federal de beneficiar instituições financeiras e de limitar os recursos destinados às políticas sociais por meio do arcabouço fiscal, mecanismo que estabelece regras para a evolução das despesas públicas. O partido também questiona a aproximação entre o governo Lula e o Supremo Tribunal Federal (STF). Durante a conferência, o presidente nacional do PCO, Rui Costa Pimenta, criticou a relação entre o PT e a Corte.

“O PT fez uma aliança com aquilo que tem de pior no regime político brasileiro, que é o STF”, afirmou Pimenta.

Na sequência, acrescentou:

“O PT compactuou com o atentado do STF contra os direitos democráticos da população.”

Jornal da Cidade Online

PCC ou luta armada? Bandeira com fuzil no ato de Lula em São Paulo causa polêmica

Bandeiras usadas por terroristas do Hamas também foram vistas na Avenida Paulista.Causou polêmica uma bandeira ilustrada por um fuzil, durante a manifestação de apoio a Lula (PT), realizada neste domingo (11) na Avenida Paulista, em São Paulo, suscita dúvida sobre a origem da simbologia, envolvimento do PCC ou alusão a algum tipo de luta armada para acabar com a democracia brasileira. Viram-se bandeiras de variadas motivações, inclusive saudações aos terroristas do Hamas, mas não havia bandeiras do Brasil, exceto uma que apareceu pichada de vermelho. O vídeo, que mostra o símbolo entre os participantes do ato, circulou nas redes sociais e provocou críticas à mobilização.

A gravação não permite identificar quem carregava a bandeira nem a qual grupo ou organização ela pertence. Também não há elementos visuais ou contextuais que liguem a bandeira ao PT ou à organização do evento. Em uma publicação no Instagram, um apoiador de Flávio Bolsonaro (PL) ironizou o ato com a frase: “Essa é a estratégia da virada?! Continuem, estamos eleitos!”.  O encontro na Paulista contou com a presença de Lula e reuniu apoiadores de sua reeleição.

Diário do Poder

 

Analista político de O Globo conclui após início do 2º turno: “A situação de Lula piorou”

O jornalista e escritor Elio Gaspari é tido como imparcial em seus artigos publicados em O Globo. Não é tido como de esquerda, nem como de direita. Analisa com isenção. Em artigo publicado neste domingo (11) ele conclui em análise sobre a 1ª semana de campanha do 2º turno: A situação de Lula piorou.

Confira:

“A primeira pesquisa Datafolha mostrou que Flávio Bolsonaro botou quatro pontos de frente sobre Lula (52% x 48% dos votos válidos). Todas as notícias são ruins. Flávio aumentou seu Capital em mais de um milhão de votos. Eleitores dos candidatos da terceira via estão migrando mais para Flávio. Nove milhões de votos que foram para Lula em 2022 estão com Flávio em 2026. A bola de ferro presa no pé de Lula é a mesma de sempre: ele é rejeitado por 46% dos entrevistados. Desde 2026, seu governo é mal avaliado na faixa dos 40% dos entrevistados e há anos não chega aos 50%. Lula reagiu com a escala 5×2 (um benefício futuro) e o fim das apostas (um benefício tardio). Deu no que deu. Os 21 dias que separam o primeiro do segundo turno são uma época de calibragens e promessas, porém, o que os enriquece são os debates mano a mano. Havia quatro programados. O primeiro, na Record, previsto para hoje (domingo, dia 11), foi cancelado. Para quinta-feira, está previsto o do SBT. Dia 18 virá a Band e, no dia 23, dois dias antes do pleito, o debate será na Globo. Jamais se saberá se a ausência de Lula nos debates do primeiro turno foi uma boa ideia.”

EXPLICAÇÃO

Desde domingo passado abundam as explicações para o resultado do primeiro turno. Vale a pena repetir a análise de Heitor Ferreira, secretário particular do presidente Ernesto Geisel para a vitória da oposição, que elegeu 16 senadores: “O MDB ganhou porque os eleitores foram às urnas, cada um depositou uma cédula. Quando essas cédulas foram contadas, havia mais votos para os candidatos do MDB”.

O BODE SIDÔNIO

Há meses, Sidônio Palmeira, o ministro da Comunicação Social do governo, é responsabilizado pelo ectoplasma chamado de “problema de comunicação do governo”. Colocando as coisas no lugar: nos êxitos e nas derrotas, o maestro da comunicação chama-se Lula e seu problema nessa campanha foi tocar um disco velho.

Há poucos meses, ele foi a Fortaleza para inaugurar uma etapa do campus avançado do Instituto Tecnológico da Aeronáutica, obra meritória de seu governo. Falou de tudo, menos de tecnologia. O ITA gerou a Embraer, que estava acabando de montar o primeiro caça Gripen em parceria com a sueca Saab. O caça fez seu primeiro voo na semana passada. Enquanto o PT passou a semana lavando roupa suja e encardida há anos, Flávio Bolsonaro saiu pelo Brasil costurando alianças. De Augusto Cury a uma fatia do MDB.

 

Jornal da Cidade Online

 

Transparência Brasil volta a denunciar AGU por omitir dados de honorários

ONG afirma que painel público não permite identificar pagamentos individuais; órgão diz que já encaminhou a base à CGU. A Transparência Brasil voltou a denunciar a Advocacia-Geral da União (AGU) por não entregar os dados detalhados dos honorários de sucumbência pagos a advogados públicos. A Controladoria-Geral da União (CGU) já havia determinado que as informações fossem fornecidas diretamente à ONG, mas a AGU não cumpriu o prazo de 30 dias estabelecido para a entrega. A AGU alegou dificuldades técnicas para extrair os dados e afirmou que a base já estava em poder da CGU. A resposta, porém, só foi enviada na noite de sexta-feira, 9, depois do fim do prazo, informa a Folha.

Parte inferior do formulário

Procurada pelo jornal, a CGU disse que a determinação continua valendo e que a AGU deve entregar as informações a quem fez o pedido, conforme prevê a Lei de Acesso à Informação (LAI). O envio dos dados apenas à Controladoria não atende à ordem.

A AGU afirma que já mantém um painel público com informações sobre os pagamentos e que encaminhou a base de dados à CGU para que seja divulgada conforme as orientações técnicas. O órgão também argumenta que o detalhamento solicitado pode expor informações pessoais dos servidores.

A Transparência Brasil contesta essa justificativa. Segundo a ONG, o painel disponível reúne valores agregados e não permite identificar cada pagamento. A entidade afirma que a possibilidade de criar uma ferramenta pública no futuro não justifica negar os dados solicitados.

“Eventual desenvolvimento e publicação futura de uma ferramenta hipotética que possibilite a visualização das informações solicitadas em transparência ativa não é condição suficiente para que o órgão se negue a fornecer imediatamente as informações solicitadas”, diz a ONG.

R$ 12,7 bilhões em honorários

Os honorários de sucumbência são pagos pela parte derrotada em processos judiciais vencidos pelo governo e distribuídos aos advogados públicos. Segundo levantamento citado no material, os repasses somaram R$ 12,7 bilhões entre janeiro de 2020 e agosto de 2025. Só em 2025, os pagamentos chegaram a R$ 6,1 bilhões e beneficiaram cerca de 12 mil advogados públicos. A divulgação detalhada dos dados permitirá identificar como os valores foram distribuídos e verificar os pagamentos recebidos por cada servidor.

O Antagonista

Plataforma Meta responde ao TSE e impõe desmoralizante lição na campanha de Lula

A Meta afirmou que as acusações feitas pela campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) são “simplesmente falsas e não encontram respaldo nos fatos”. A manifestação foi divulgada por meio de uma nota da empresa. A equipe do petista acusou a companhia de tentar interferir no processo eleitoral e informou que pretende levar o caso ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Em resposta, a Meta declarou que os problemas técnicos mencionados pela campanha não atingiram exclusivamente o Brasil nem ficaram restritos a determinadas contas nas plataformas da empresa. A companhia também ressaltou que segue as regras eleitorais brasileiras e que busca garantir condições iguais de utilização de seus serviços.

“As alegações são simplesmente falsas e não encontram respaldo nos fatos. Muitos dos problemas técnicos mencionados não afetaram exclusivamente o Brasil ou contas específicas nas nossas plataformas. Cumprimos com as normas eleitorais e estamos comprometidos com a isonomia do uso das nossas plataformas por todos”, destacou a Meta.

Jornal da Cidade Online

Senador Lahesio Bomfim com Flávio: “No 1º turno não tinha prefeito. Agora é centena pedindo votos no Maranhão”

A votação de Flávio Bolsonaro deve crescer bastante nesse 2º turno na região nordestina. Um intenso trabalho está sendo realizado junto a população. Um exemplo é o estado do Maranhão, sob a liderança do senador eleito Lehesio Bonfim. Ele apareceu ao lado de deputados, prefeitos e lideranças políticas em um vídeo enviado a Flávio Bolsonaro.

Durante a gravação, Lahesio afirma haver “uma centena de prefeitos pedindo voto”, sinalizando uma articulação política em torno da candidatura presidencial de Flávio. Esse mesmo movimento está ocorrendo em todos os estados da região e estamos em plena corrente para aumentar ainda mais afirmou o senador eleito.

Jornal da Cidade Online