Por falta de mictórios públicos, postes, praças e ruas do centro histórico são opções dos aperriados

O registro eu fiz hoje por volta das 11 horas na rua Pereira Rego, entre as ruas da Paz e Grande. A pessoa que fotografei não estava praticando qualquer ato obsceno, muito pelo contrário ele estava bastante aperriado, ignorando as pessoas que transitavam pelo local, procurando satisfazer a sua necessidade fisiológica. Assim como ele, pode se ver todos os dias as pessoas em situação idêntica, em qualquer lugar da cidade.

Inúmeros foram os requerimentos e os projetos de lei aprovados pela Câmara Municipal cobrando do Executivo Municipal a necessidade de que sejam construídos mictórios públicos em nossa capital. O problema é sério e nas imediações da rua Grande, a maioria dos estabelecimentos comerciais se negam a ceder os seus banheiros para clientes e em casos de urgência eles podem até facilitar para as mulheres e elas ainda passam pelo constrangimento de serem acompanhadas por fiscais.

Com as revitalizações das praças do Pantheon e Deodoro, que está sendo feita pelo IPHAN com participação de emendas dos parlamentares federais do Maranhão. Espera-se que um local seja destinado para mictórios públicos com horários definidos e fiscalização permanente para evitar a ação de vândalos.  Fica cada vez mais vergonhosa, a colocação de banheiros quimicos em diversos pontos da cidade. Quando existem eventos na praça  Nauro Machado, no Reviver, os banheiros químicos são colocados ostensivamente na calçada da Câmara Municipal. Por falta de fiscalização as pessoas fazem mais necessidades na calçada e o fedor no dia seguinte é intolerável.

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