CPI da Saúde da Assembleia foi encerrada sem cumprir as suas finalidades e o relatório falta ser lido em plenário

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Antes de deixar o legislativo estadual com a volta do titular Bira do Pindaré, o suplente Fernando Furtado, como relator da Comissão Parlamentar de Inquérito da Saúde, concluiu o relatório final, que foi aprovado por todos os membros integrantes da CPI.

        A leitura deverá ser feita no plenário pelo presidente Levy Pontes, com observação quanto às recomendações e as investigações feitas pelos parlamentares, os quais tiveram oportunidade de analisar importantes documentos objetos integrantes de inquéritos policiais e das auditorias feitas pela Secretaria de Estado da Transparência, mas não houve avanços apesar de interesses de alguns deputados integrantes da CPI

        A verdade é que a CPI da Saúde que foi prorrogada do exercício passado para o presente poderia ter avançado bastante, inclusive por inúmeros municípios do Estado e ter chegado a Caxias para ver de perto as denúncias feitas em rede nacional da morte de quase 200 recém-nascidos na maternidade Carmosina Coutinho e outras 20 crianças ficaram cegas. Todos foram vítimas da irresponsabilidade e negligência de profissionais e gestores da casa de saúde. Muitas outras denúncias escabrosas deixaram de ser investigadas, uma vez que poderiam envolver muitos políticos da situação do governo passado e que hoje permanecem na situação.

        Como o caso é diretamente ligado ao deputado Humberto Coutinho, presidente da Assembleia Legislativo do Estado e o seu sobrinho Leonardo Coutinho, prefeito de Caxias e candidato à reeleição, a CPI não prosperou e nem cumpriu o seu objetivo principal que era instrumento para destruir o ex-deputado e ex-secretário de saúde, Ricardo Murad.

        A celeridade para o encerramento do CPI também foi decorrente denúncias de problemas sérios registrados na administração estadual envolvendo sistemáticas bem idênticas ao governo passado e que com certeza deveriam ser investigadas

 

 

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