A aglomeração diária no BB da Deodoro que apenas a fiscalização sanitária e o Procon não vêm

Por inúmeras vezes já denunciei as diárias e vergonhosas aglomerações na porta da agência do Banco do Brasil da Deodoro. Indiferente a tudo e a todos, a direção da agência do Banco do Brasil tripudia de tudo e de todos e mostra para as autoridades que ela está acima de qualquer determinação, que venha de onde vier.

Diante da realidade que está posta, o que impede aquela espécie de força tarefa em que estão instituições municipais e estaduais com fiscalização sanitária, Procon, polícias civil e militar, que fiscalizam bares e restaurantes e adotam providências duras para quem não se enquadra dentro das normas estabelecidas pelo governador Flavio Dino.

Pode-se até subtender, que a fiscalização é para todos e como tal não deveria haver privilégios para ninguém e diante desse princípio, o que há para tanta omissão vergonhosa para o caso do Banco do Brasil da Deodoro?

Uma pergunta que não quer calar. Há interesses escusos para que o pau que bate em Chico não seja o mesmo que bate em Francisco?

Lamentável sob todos os aspectos é que as autoridades se desmoralizam pelo exacerbado protecionismo ou subserviência, dando demonstrações que a fiscalização e a força pública não são para garantir e ordem e o respeito para todos, e naturalmente devem ter as suas conveniências. Quando despontam os questionamentos de um peso e duas medidas, as ameaças surgem de todos os lados. O que causa mais indignação é que para outros estabelecimentos de crédito e instituições públicas e privadas há muito rigor.

Fonte: AFD

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