A homenagem feita ao expressivo Dreyfus Azoubel, o primeiro repórter fotográfico do Maranhão, no registro do seu primeiro centenário, se constituiu como uma das grandes referências da Feira do Livro 2019. Dreyfus Azoubel, que felizmente continua vivo e sempre lembrado pelas suas obras primas com milhares de relíquias fotográficas, que além da grande sensibilidade, pode-se perfeitamente observar e identificar o seu profissionalismo com a qualidade dos seus trabalhos, que acabaram se tornando referências no mundo fotográfico maranhense.
Tive oportunidade de conhece-lo, e em vida conseguiu ser referência, que acabaram tornando-o mais exigente com ele próprio trabalho. Era uma pessoa simples, amiga e tinha como uma das suas principais diversões, o cinema, que estendeu a toda a família se tornar apreciadora da arte cênica.
No grande arsenal fotográfico de Dreyfus Azoubel está expressada a sua sensibilidade e a vocação peregrinada em busca de aprimoramentos e perseguição a perfeição. A marca do centenário de Azoubel, exatamente em um local apropriado como é a Feira do Livro, mexeu profundamente com toda a família Azoubel e também em pessoas que o admiravam e ficaram felizes pelo reconhecimento devido e público, que de há muito já deveria ter ocorrido.
Particularmente, dos sete filhos de Dreyfus Azoubel, de há muito tenho amizade bem próximas com Dreyfus Filho, Uziel e Tadeu, sendo que Uziel é com quem mais converso e me encontro, principalmente por causa do Sindicato dos Jornalistas, mas a todos os filhos, a viúva e a família, expresso de coração, que estou muito feliz pela homenagem e reconhecimento a um ser humano diferenciado, rico em princípios e valores, que não semeou apenas no contexto familiar, mas serviu a generosidade do seu coração a muita gente, o que sem dúvidas o tornou um grande gênio da fotografia, solidário e fraterno com imensa referência para cidade de São Luís e o Estado do Maranhão.