O prefeito Edivaldo Holanda Júnior e o seu protegido Secretário Municipal de Saúde, Lula Fylho não têm mais como negar que não existe corrupção na SEMUS e desvio de recursos destinados para o enfrentamento a Covid-19. A Polícia Federal fez na manhã de hoje (9), uma farta apreensão de material na sede da secretaria e prendeu os empresários Alexandre Chuary Cunha, Sormane Silva Santana e João de Deus Souza Lima Júnior, os quais fizeram negociatas com a Secretaria Municipal de Saúde para a venda de 320 mil máscaras que custariam R$ 3,17 e receberam o valor de R$ 9,90, apontando um superfaturamento de R$ 2,3 milhões.
Chegou a ser especulada a prisão do secretário Lula Fylho, mas não foi confirmada. A verdade é que a Câmara Municipal de São Luís já havia denunciado inúmeras práticas ilícitas dentro da Secretaria Municipal de Saúde, mas há dentro da prefeitura de São Luís, inúmeras articulações para a defesa do secretário, que também já teve passagem pela Secretaria de Governo e deixou a pasta sob a acusação de envolvimento em atos desonestos envolvendo a Secretaria Municipal de Fazenda.
Como não existe um mínimo de transparência e seriedade na administração do prefeito Edivaldo Holanda Júnior, o seu protegido Lula Fylho foi guindado à titularidade da Secretaria Municipal de Saúde e o resultado é que começa a ser desvendado.
Na Câmara Municipal de São Luís pelo menos 06 vereadores defendem por questão de transparência e seriedade, em se tratando de recursos para o Covid-19, a instauração de uma Comissão Parlamentar de Inquérito – CPI. Os vereadores que tiverem interesse que os fatos sejam esclarecidos para que a população saiba da roubalheira e desvio de recursos públicos na SEMUS, destinados ao coronavírus, têm a responsabilidades de apoiar, muito embora se saiba que a maioria é subserviente e aproveitadora e que não tem um mínimo de compromisso com a população.