Ambientalistas de instituições governamentais e de entidades da sociedade civil organizada devem permanecer alguns dias na área em que foi afundado o navio Stellar Banner. O cargueiro de bandeira sul-coreana encalhou no litoral do Maranhão, depois de uma manobra do comandante da embarcação, teria deixado de cumprir com as orientações técnicas dos práticos do Porto do Itaqui e tentou fazer um atalho com um navio com 295 toneladas de minérios de ferro destinado a China, além de 04 mil toneladas de óleo combustível. Toda a operação para retirada da cara durou praticamente três meses e segundo as autoridades teriam sido bem sucedidas.
A decisão de afundar o navio foi da empresa proprietária, dos seguradores e da Marinha Brasileira, depois de avaliarem que a recuperação da embarcação seria um tanto difícil e os custos operacionais seriam bem arriscados e valiosos, além do que já havia sido empregado para retirar o óleo e o minério de dentro dela.
O afundamento do navio distante da costa do Maranhão foi feito em um local de profundidade superior a dois mil metros, dentro de um processo em que foram retirados os materiais poluentes e dentro das normas estabelecidas pelo 4º Distrito Naval.
Todos os procedimentos para o afundamento do navio Stellar Banner, teriam durado pelo menos um pouco mais de 05 horas e a operação executada depois das 10 horas da última sexta-feira, foi de apenas 45 segundos. Ambientalistas de instituições governamentais e da sociedade civil organizada assistiram toda a operação e informaram que devem ficar no local por alguns dias em observação para a verificação se haverá algum sinal de poluição que possa vir à tona ou outra qualquer alteração prejudicial ao meio ambiente.