As 05 fraudes mais comuns e como se proteger dos golpistas do Pix

Com mais de 348 milhões de chaves cadastradas, o Pix foi amplamente aceito por boa parte da população brasileira que passou a utilizar o novo método de pagamento. Lançado em novembro de 2020, um levantamento do Banco Central mostrou que 104,4 milhões de pessoas utilizaram o serviço pelo menos uma vez.

Em janeiro deste ano, o Pix bateu um novo recorde de transações diárias: foram R$ 52,4 milhões movimentados em apenas um dia. No total, o Pix já movimentou mais de R$ 4 trilhões em transferências financeiras.

A alta adesão pode ser explicada pela praticidade, facilidade e rapidez oferecidas pelos pagamentos via Pix, que atrai diariamente novos adeptos, mas também golpistas de toda sorte. Os criminosos criam desde armadilhas digitais grosseiras até fraudes mais sofisticadas.

Veja a seguir os 5 principais golpes do Pix e como se proteger:

  1. “Capturador de sessões”
  2. SMS Fraudulento
  3. Clonagem de Whatsapp
  4. Perfil falso do Whatsapp
  5. Golpe com QR Code
  6. Como se proteger?

“Capturador de sessões”

Essa fraude consiste no envio de um PDF ou um e-mail para a vítima com um arquivo que, se aberto, infecta o dispositivo ou computador com um vírus que notifica o criminoso quando um aplicativo ou o site do banco é aberto, permitindo assim a captura das credenciais de acesso da conta bancária.

Esse golpe é chamado de “capturador de sessões”.

SMS Fraudulento

O golpe do SMS Emergencial é uma fraude que poucas pessoas caem, mas ainda assim é utilizado pelos golpistas. Os criminosos disparam milhares de SMS pedindo socorro e solicitando uma transferência via Pix, para solucionar um problema financeiro urgente.

Para os fraudadores, basta uma pessoa cair e já será um grande lucro para eles e um estrago gigantesco para a vítima.

Clonagem de Whatsapp

A clonagem de Whatsapp é um ataque comum mesmo antes da existência do Pix. A fraude foi aprimorada com a nova tecnologia lançada. O golpe funciona da seguinte maneira: o criminoso entra em contato com a vítima fingindo ser representante de uma empresa em que a pessoa tem algum tipo de cadastro e solicita um código de segurança que é enviado por SMS supostamente para manutenção, atualização ou confirmação de cadastro. Esse código permite a clonagem do Whatsapp. A partir disso, os golpistas começam a enviar mensagens para os contatos da vítima pedindo ajuda financeira por transferência via Pix.

Fonte: Yahoo Finanças

 

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