Foi um professor que carregou por toda a vida a profissão que abraçou. Quem teve o privilégio de acompanha-lo nas redes sociais, colheu importantes relatos com riqueza de detalhes, sobre as datas cívicas registradas no calendário nacional, estadual e mais precisamente da Caxias, o seu torrão natal. Com a sua facilidade de expressão e a riqueza de expressões, contribuiu bastante com os seus relatos para muitas pessoas assimilarem com clareza fatos da história do Maranhão, São Luís e Caxias.
O conhecia de há muitos anos e foram inúmeras as oportunidades que conversei com ele, muitas das quais em Caxias, quando fui levado ao seu encontro pelo engenheiro agrônomo e radialista Wilton Lobo, que também tinha um grande respeito e admiração ao professor Jacques Medeiros. Pelo menos duas delas foram na sede da Academia Caxiense de Letras. O que mais me admirava no professor era a sua ampla sensibilidade em narrar fatos da nossa história com grande sensibilidade, em que parecia viver o contexto. A morte do professor Jacques Medeiros foi bastante sentida no contexto literário e intelectual do Maranhão, e além fronteiras.
Foi professor e Reitor da UEMA e um grande historiador, me permitindo algumas vezes a transcrever neste blog algumas das suas produções literárias.
Me causou profundo pesar o seu passamento, mas as suas lembranças estão vivas, pelo grande homem que foi como professor e produtor de conhecimentos, mas acima de tudo foi sem qualquer dúvida, um grande ser humano. Ele pelo que semeou na sua vida plena, o ajudou a construir o Reino de Deus, onde com certeza está ao lado do Pai.
Aqui expresso a minha solidariedade a toda a sua família amada, demonstração que ele fazia publicamente com muita manifestação de amor e por extensão ao seu genro, o deputado federal Eduardo Braide.