O vereador Cézar Bombeiro é visto com desconfiança por vários colegas de parlamento, em razão de cobrar e criticar o Executivo Municipal, por não honrar com os seus requerimentos aprovados em plenário do legislativo municipal. Ele tem procurado destacar, que os pedidos encaminhados através de requerimentos, são de diversas comunidades da capital e em todas elas muitos vereadores receberam votos e fizeram promessas, nada diferente do que também foi contemplado o prefeito Edivaldo Holanda Júnior.
A realidade da Travessa Paulo Afonso, ao lado do Mercado da Liberdade é um problema sério e o vereador Cézar Bombeiro, como presença constantemente no local é cobrado pelos comerciantes, os quais destacam que estão sendo prejudicados pelo considerável número de consumidores que deixaram de frequentar o mercado, referência para dezenas de bairros de São Luís. A sujeira e o fedor que exala do local afasta as pessoas mais sensatas, quanto mais os consumidores de outros bairros.
Esta semana, durante sessão ordinária da Câmara Municipal, o vereador fez convite a todos os vereadores presentes em plenário na segunda e quarta-feira, para que conhecerem a realidade e a omissão do poder pública há meses, embora com requerimentos aprovados e denuncias públicas em todos os veículos de comunicação da capital.
Dos 31 vereadores que garantem defender os interesses coletivos e que se intitulam caminhar junto com as comunidades, apenas os vereadores Marcial Lima, Estevão Aragão e Sá Marques, que chegou atrasado por força de outros compromissos, também prestou solidariedade às lideranças comunitárias e aos feirantes do Mercado da Liberdade e os demais presentes ,os quais avaliaram a realidade e honestidade das denuncias feitas por Cézar Bombeiro.
Cézar Bombeiro, disse que ele como vereador não é bem visto pelo Palácio La Ravardiére, por defender os interesses coletivos das comunidades de São Luís, quanto as enchentes por falta de vazão das águas das chuvas nas valas e galerias, na buraqueira que atingiu toda zona urbana de São Luís, por cobrar um transporte coletivo digno, uma saúde em que as pessoas não sejam sacrificadas nas filas por uma consulta, em que os doentes não sejam colocadas em macas nos corredores dos socorrões e as crianças não sejam penalizadas no Hospital da Criança, em que na maioria das vezes, os pais é que são obrigados a comprar a medicação.
O que eu falo e critico, é a realidade vista por todos os vereadores e muito mais pela população de São Luís e pelas autoridades do Ministério Público, da Defensoria Pública, pela Seccional da Ordem dos Advogados do Brasil e com maior intensidade, pelos vereadores, o prefeito e o governador, afirmou Cézar Bombeiro.
