A Escola de Ensino Básico Tancredo Neves, da Prefeitura de São Luís na Cidade Operária, ainda não tem data para o inicio do ano letivo de 2018
A Federação das Indústrias do Rio de Janeiro – FIRJAN , perdeu qualquer tipo de seriedade se por acaso tivesse, ao se manifestar publicamente com insinuações de pesquisas, dando destaque a Prefeitura de São Luís e ao prefeito Edivaldo Holanda Júnior, sobre a sua administração se constituindo como referência na educação, na saúde e na geração de emprego.
O dirigente municipal, sem qualquer discernimento absorveu as informações fabricadas pela FIRJAN, tendo como referência o ano de 2016, e chegou a ensaiar uma ampla divulgação, mas depois teria sido orientado a ter cautela para não se expor ao ridículo.
A realidade é totalmente diferente. Até hoje, a prefeitura de São Luís conseguiu honrar um Termo de Ajuste e feito com o Ministério Público da Educação, para a recuperação de 42 escolas municipais de ensino infantil e básico, que inclusive já deveria ter acionado judicialmente o executivo municipal. A cada escola recuperada, o dirigente municipal realiza solenidade para dar a falsa ideia de que se trata de iniciativa da prefeitura.
Os professores da rede municipal de ensino denunciam publicamente que a maioria das escolas públicas não têm condições para professores ensinarem e alunos aprenderem, e não são contestados, uma vez que exibem fotos constantemente atualizadas. O movimento paredista dos professores é decorrente da falta de reposição salarial, em que o prefeito se recusa a debater com a categoria.
Quanto a saúde, o problema é bastante degradante. Uma vez que o município pratica a saúde da doença, em que um paciente atendido pode retornar para casa em situação pior, diante das filas desafiadoras em que até idosos e deficientes não têm garantia de concessão de consultas e nas unidades de urgência e emergência, feliz do paciente que conseguir um cobertor para aguardar atendimento deixado no chão do corredor, principalmente dos dois Socorrões. Quanto a geração de emprego e renda, deve ser mais uma utopia politica.
A verdade é que a Federação das Indústrias do Rio de Janeiro – FIRJAN, decidiu entrar na vala comum da picaretagem de algumas entidades que costumam atribuir títulos para políticos, destacando-os como homens de sucesso e atuação parlamentar, principalmente para os que nunca foram a uma tribuna e nem apresentaram qualquer requerimento nos legislativos em que chegaram através de meios escusos, sem falarmos nos prefeitos que mesmo com a indignação popular, podem ganhar títulos de picaretagem.