O terminal de vans localizado por trás do centro comercial da avenida Magalhães de Almeida é mais um retrato do abandono e os sérios riscos a que estão expostos milhares de passageiros que embarcam e desembarcam das centenas de vans de várias procedências de comunidades do interior da Ilha de São Luís.
Esgoto a céu aberto nas proximidades em que os passageiros aguardam os coletivos e mais a fedentina que exala do banheiro público ao lado, causam sérios incômodos as pessoas que pode necessidade têm que se submeter a falta de limpeza. Se o centro comercial e o terminal de coletivos são de responsabilidade de terceiros, a Prefeitura de São Luís, através da Vigilância Sanitária poderia exercer uma fiscalização no local, haja vista que refeições e outros alimentos são vendidos no local sem as devidas e necessárias recomendações de higiene.
Ao lado do centro comercial, na rua Regente Bráulio, duas enormes galerias oferecem riscos permanentes às pessoas que transitam pelo local, sendo que ambas ocupam parte da calçada. As pessoas informam que com as fortes chuvas que têm caído em nossa capital, as duas enormes galerias que recebem água da praça João Lisboa, Magalhães de Almeida, ruas Grande, Santana, da Cruz e Antonio Raiol, além de absorverem grande parte das enchentes do Mercado Central, colocando em risco a vida de pessoas que transitam pelo local em busca de transporte coletivo. Quando elas entopem é decorrente do lixo que é trazido pelas correntezas e acaba se transformando em verdadeiro inferno para comerciantes das imediações, uma vez que a capacidade de drenagem do local é muito pequena para os volumes de águas direcionadas para elas, causando inundações, afirmaram várias pessoas que já solicitaram providências por sucessivas vezes as autoridades, as quais simplesmente se mostram indiferentes a séria problemática.
