Ex-Diretor do DETRAN sem licitação dobrou através de aditivos contratos milionários viciados com a empresa Diplomata

ALDIR

André Campos era uma especié de ditador dentro do DETRAN. Ele deve ser responsabilizado na justiça por assédio moral e desrespeito a dginidade humana de empregadas expulsas do local de trabalho com impropérios. Para o DETRAN deixou ações nas justiças do trabalho e na comum

                      Está no Departamento Estadual de Trânsito um dos inúmeros escândalos de corrupção da administração da governadora Roseana Sarney. O todo poderoso, arrogante e pretencioso André Campos, deixou rastos por todos os lados do período de dois anos em que manipulou o órgão, transformando ele em balcão de negócios ilícitos e comitê politico eleitoral. A sua marca com o autoritarismo exacerbado significava que podia, queria e mandava e tudo teria quer ser feito de acordo com a sua vontade e naturalmente  dos seus chefes que o garantiam na direção do DETRAN.

Há supeitas de que o rombo no Departamento Estadual de Trânsito deve ultrapassar os 50 milhões de reais. Para exemplificar de como os negócios ilicitos funcionavam, em janeiro de 2013, quando André Campos assumiu a direção da instituição, o contrato para prestação de serviços terceirizados entre o DETRAN e a empresa Diplomata era de 470 mil reais. No mês de abril alterado através de termos aditivos para 516 mil reais. Em agosto foi reajustado para 640 mil reais, permanecendo até dezembro. Os constantes  aumentos não refletiram  em aumento de pessoal e nem melhorias salariais do pessoal contratado. De janeiro de 2014 até maio os valores permaneceram iguais ao que encerrou o exercício de 2013.

Foi a partir de junho que o negócio tomou proporções ainda piores com a elevação do contrato para 708 mil e mais um repasse de 312 mil reais, mas de julho a setembro tudo permaneceu nos 708 mil reais. No mês de outubro o repasse caiu para 691 mil reais, mas em novembro e dezembro foram restabelecidos para 708 mil reais em cada mês.

Quando faltavam apenas 30 dias para o encerramento dos governos de Roseana Sarney e depois de Arnaldo Melo, o DETRAN através de mais um aditivo renovou contrato de um ano com a empresa Diplomata no valor de 10,2 milhões de reais, estabelecendo repasses mensais de 853 mil reais.

                             A responsabilidade de Roseana Sarney

      As praticas viciadas com a marca da corrupção registradas no Departamento Estadual de Trânsito, em um governo em que houvesse um mínimo de seriedade poderiam com facilidades ser evitadas. As fiscalizações pela Procuradoria Geral do Estado e a Controladoria Geral do Estado, foram altamente inoperantes ou servis, levando-se em conta que as ilegalidades estão documentadas através do Diário Oficial do Estado. Assim como o caso da Diplomata são muitos e muitos outros contratos, até o caso de confecção de placas digitais.

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