Fábricas de ferro-gusa e radicais rurais no Maranhão

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Uma longa reportagem do Washington Post -um dos jornais mais lidos nos Estados Unidos- descreve as diversas violações sofridas por comunidades atingidas pelas operações da empresa Vale S.A. ao longo da Estrada de Ferro Carajás.

Destaca-se o drama das mais de 300 famílias de Piquiá de Baixo, atingidas pela poluição do pólo siderúrgico de Açailândia. A organização e a militância da Associação Comunitária dos Moradores do Pequiá são descritas como “um novo radicalismo rural que faz uso da ação direta, da criatividade e da lei” para defender seus direitos.

Descreve-se também a revolta e a mobilização de outros povoados, como Vila 21 de Maio ou Vila Concórdia, no Município de Buriticupu, ou a orgulhosa resistência dos quilombolas de Santa Rosa dos Pretos (Itapecuru Mirim).

Fonte – Justiça nos Trilhos

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