A audiência pública realizada na Assembleia Legislativa do Maranhão para uma discussão já bastante debatida no parlamento, com vistorias em terminais e outras audiências na Baixada Maranhense, de que pouco ou nada adiantou, a não ser o oportunismo político para os interessados em obter dividendos eleitorais
O que foi diferente e bem observado ficou por conta do presidente da Agência Estadual de Mobilidade Urbana e Serviços Públicos Celso Henrique Borgneth. Ele se mostrou incapaz para um cargo de tamanha responsabilidade, e que segundo comentários gerais, a sua intenção e criar mecanismos para manter a empresa Internacional Marítima no controle dos serviços, mesmo sucateada e sem a mínima capacidade técnica para um serviço da maior responsabilidade. Ele inclusive foi o responsável pelo sério desgaste do governador Carlos Brandão, que anunciou a contratação de um ferry boat novo e a MOB apresentou um velho com mais de 50 anos e totalmente maquiado.
Outro fato que chamou a atenção dos presentes à audiência pública, foi o posicionamento firme da promotora de justiça Lítia Cavalcanti, dos direitos dos consumidores, que de maneira determinada defendeu os direitos da população que vem sendo bastante penalizada com o desrespeito, falta de compromisso, de seriedade e transparência e a esculhambação implantada na prestação dos serviços.
A contratação do ferry boat José Humberto, procedente do Pará foi questionada por 07 promotores da Baixada Maranhense. O que se torna necessário é uma investigação na MOB, uma vez que com a contestação do Ministério Público, a mesma embarcação foi contratada através de outra empresa, o que vai complicar ainda o sério problema. Sem dúvidas, o presidente da Agência Estadual de Mobilidade Urbana e Serviços Públicos está altamente comprometido e com ele vai o governo.
Totalmente contrário ao posicionamento da promotora de justiça, o Procurador Geral de Justiça, Eduardo Nicolau se posicionou favorável ao Governo do Maranhão, que há 08 anos não conseguiu fazer qualquer melhoria. Bem a propósito, o procurador Eduardo Nicolau esteve presente à assinatura do contrato entre as empresas Internacional Marítima e a Celte Navegação com o governo Flavio Dino como vencedoras de uma licitação, que veio se constituir em vergonhoso protecionismo e anulado muito bem, pelo governador Carlos Brandão.
Fonte: AFD