Governo estabelece diálogo com Sinpol e Apotec

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O encontro de lideranças do Sinpol e Apotec com o secretário Jeferson Portela foi avaliado como muito positivo

Em conformidade com o modelo de gestão estabelecido pelo governador Flávio Dino, a Secretaria de Estado de Segurança Pública (SSP) está dialogando com os diversos setores ligados à área da segurança, incluindo entidades sindicais. O secretário da SSP, Jefferson Portela, discutiu assuntos

 ligados à segurança com o Sindicato dos Policiais Civis do Maranhão (Sinpol) e da Associação da Polícia Técnica Científica (Apotec).

O encontro integra um conjunto de medidas que visa fortalecer alianças dentro do setor de segurança e construir ações integradas para reverter o índice de criminalidade no estado. Na pauta foram discutidas questões como a estrutura funcional da polícia civil, reformulação do estatuto dos servidores e a chamada dos excedentes do último concurso.

“É de grande importância a aproximação das entidades da classe com o aparelho de segurança para que medidas viáveis na área de segurança sejam colocadas em prática, reproduzindo resultados benéficos em prol da sociedade”, explicou o secretário durante a reunião.

Para o presidente do Sinpol, Heleudo Moreira, o primeiro encontro deixou a sensação de esperança e satisfação. “Obtivemos total atenção do secretário para as reivindicações e ficou visível o comprometimento com a categoria”, disse.

Fonte – Agência Secom

 

                      O diálogo é importante para entendimentos

 

            O diálogo entre o secretário Jeferson Portela, da Segurança Pública e as lideranças do Sindicato dos Policiais Civis e da Associação da Policia Técnica e Científica, como parte de um novo modelo de gestão do governo Flavio Dino, mereceu um importante reconhecimento das duas categorias. Com a exceção do secretário Marcos Afonso Júnior, os dois outros do governo Roseana Sarney, evitaram entendimentos e se mostraram altamente autoritários, o que deu origem a inúmeros problemas. O Aluísio Mendes foi tão negativo para as entidades formadas por policias civis, assim como o Sebastião Uchôa foi para os agentes penitenciários, apenas com uma observação de que este último tinha como princípios tentar destruir a categoria, que foi mais forte e determinada e conseguiu tirá-lo da pasta por exclusiva incompetência e enrolado em praticas de corrupção.

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