São frequentes as queixas de investidores do mercado financeiro, sobretudo principiantes, que se sentem enganados por assinaturas de serviços que prometem indicar o “caminho das pedras” para os melhores investimentos, mas se revelam autênticas arapucas. A Suno, por exemplo, que recentemente foi alvo de operação da Polícia Federal, não informa em sua propaganda que o cliente ficará aprisionado em períodos de “fidelidade” dos quais, para se livrar, sai sempre muito caro.
Renovação ‘automática’
Além de “planos de fidelidade”, a Suno tampouco informa ao cliente que ele fica preso a “renovação automática” da assinatura.
Cancelamento sai caro
Empresas como a Suno confinam às letras miúdas de extensos “termos de uso”, nunca lidos pelo cliente, política draconianas de cancelamento.
Falta transparência
Para cancelar assinatura anual na Suno, uma das empresas que mais provocam protestos, há uma multa de 20% sobre o valor contratado.
Coluna do Claudio Humberto