O país do rombo

Nesta gloriosa pátria tupiniquim, não há escolha: para qualquer lado que se olhe tem rombo. Pensei inclusive em colocar neste post o título de ‘País dos Arrombados’, mas desisti, considerando que seria uma sacanagem para com os pobres brasileiros deflorados contínua e inexoravelmente pelo desgoverno do estelionatário luladasilva. E sem atenuantes como o refrescante Hipoglós, um luxo caro atualmente nas Farmácias do Povo.

É rombo no INSS, que acham que foi de R$ 6,3 bilhões, mas ninguém tem certeza, rombo da Janja -com todo o respeito, naturalmente- que não para com suas estrepolias esbanjadoras e internacionais, os múltiplos rombos do incapacitado haddad, o PIB brazuca que vive arrombado, e agora, neste primeiro trimestre, o rombo das estatais.

Que registraram um rombo -de novo- de R$ 17 bilhões nos primeiros 3 meses deste ano. Rombo alavancado especialmente por empresas do desgoverno federal, que tiveram o maior déficit. Estatais municipais não ficaram atrás: rombo -de novo- de R$ 556 milhões. Nada de novo debaixo de nosso céu varonil, prestes a virar vermelho, assim como as camisas da seleção. Sendo assim não há buraco que aguente, de tanto rombo.

Enquanto isso, nas telinhas marketeiras das redes sociais, lula, o rombo ambulante, afirma que não tem rombo e o país vai bem obrigado. Mas, por via das dúvidas, melhor o cidadão precavido fazer estoque de Hipoglós porque ainda falta um ano pra essa porcaria de desgoverno acabar. A estratégia é não olhar mais para lado nenhum, e nem para baixo para não se assustar com o tamanho do buraco cavocado pelo PT.

Só pra cima, enquanto o céu ainda é azul e não vira vermelho por decreto.

Marco Angeli Full

Artista plástico, publicitário e diretor de criação.

 

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