A intolerância é a política dos interesses escusos

O jurista e professor Ives Gandra Martins, em excelente artigo, afirmou que todas as manhãs, ao ler os jornais, fica irritado com as notícias que privilegiam a periferia nas manchetes jornalísticas. Segundo ele, além de não mostrar os fatos como realmente são, determinada imprensa enaltece os crimes cibernéticos e faz de seus autores heróis nacionais.

Um desses “heróis” não só desafiou o Congresso como o próprio governo, inclusive o Judiciário. A imprensa o apresenta como sendo regiamente financiado para destilar, a conta-gotas, o produto dos seus crimes.

A irritação do ilustre jurista aumenta quando ele percebe que os jornais, que deveriam dar aos fatos a sua real dimensão, manipulam as notícias de acordo com os seus interesses, não só protegendo os criminosos cibernéticos como acusando as autoridades de prática de crime funcional.

Tão espetaculares são as manchetes que as edições, que podem estar adulteradas, são tidas como verdades incontestáveis. Poucos se lembram de que já vivenciamos período semelhante, que, por sinal, terminou em tragédia. Em 1921, alguns jornais publicaram duas cartas atribuídas ao então candidato a presidente da República, Artur Bernardes, cujo episódio ficou conhecido como o caso das “cartas falsas”.

Na época, foi constituída uma Comissão para fazer o exame pericial dessas cartas, nas quais Bernardes atacava os militares e acusava o Exército de ser formado por elementos “venais”. Além disso, chamava o marechal Hermes da Fonseca de “sargentão sem compostura” e apelava pelo fortalecimento de sua candidatura. Essas cartas, tais quais as mensagens dos hackers de hoje, foram tidas como verdadeiras, embora falsas, como se provou mais tarde.

No dia seguinte ás publicações, a Assembleia extraordinária do Clube Militar, sob a presidência do marechal Hermes e com a presença de 690 militares, referendou as publicações e pediu a Artur Bernardes que desistisse da candidatura para apoiar o então candidato da oposição, Nilo Peçanha. Bernardes negou ter escrito as cartas, mas o jornal Correio da Manhã, com a mesma intolerância da imprensa atual e sem verificar devidamente a autenticidade das cartas, continuou publicando-as de forma sensacionalista, com o único objetivo de apoiar o marechal Hermes e ajudar Nilo Peçanha.

A partir daí a situação se tornou crítica. O Clube Militar formou uma nova comissão para realizar um exame pericial mais acurado das cartas, cujo resultado foi pela sua falsidade. Mesmo assim, o general Ximeno de Villeroy, inconformado com o desfecho, passou a fazer apelos sediciosos, conclamando a nação contra “os insultos de um politiqueiro de baixa estofa”, levando a comissão a retificar sua declaração anterior.

As “cartas falsas” serviram como advertência de que Bernardes, se eleito, não aguentaria “24 horas no Catete” (sede do então governo). Apesar dessas ameaças, Bernardes derrotou Nilo Peçanha. A oposição, insatisfeita, propagou que iria articular um “tribunal de honra” para fazer uma recontagem dos votos. Apesar desse inconformismo, Bernardes assumiu o governo e, para assegurar seu domínio sobre as traumatizadas Forças Armadas, nomeou homens fiéis para postos chaves, sem, no entanto, aplacar a tensão entre a oficialidade.

E o pior é que, nesse período turbulento, o vice-presidente eleito na chapa vitoriosa morreu repentinamente. Nilo Peçanha e a Reação Republicana defenderam que o cargo vago fosse ocupado por J.J. Seabra, mas, diante da negativa do Supremo Tribunal Federal, o Congresso decidiu por novas eleições, que consagraram o pernambucano Estácio de Albuquerque Coimbra.

O fim, todos conhecem. Nossos representantes, partidos políticos, empresários e a mídia em geral, até hoje vivem sob o impacto do discurso do ódio e da intolerância. A agressão de um deputado federal chamando o ministro da Justiça de ladrão é uma prova. Em vez de se viver o processo político pressupondo confiança nas instituições, a quebra do consenso, acentuada nas edições supostamente aditadas e publicadas de forma sensacionalista, produziram um ambiente fértil para a intolerância.

As mensagens divulgadas foram seguidas por uma onda de compartilhamento de notícias falsas que abalou o país. Desde junho o Brasil vive um clima de instabilidade institucional em razão do vazamento dessas supostas conversas entre o então juiz Sérgio Moro e os procuradores da Lava jato. Um dos propósitos era e ainda é desmoralizar a Lava Jato e libertar o ex-sindicalista Lula da Silva. Com o desencadeamento da “Operação Spoofing”, a Polícia Federal descobriu que existem outros propósitos, bem como quem são os financiadores desses crimes. Mesmo assim, a intolerância continua, agora agravada com as interpretações feitas sob encomenda.

O professor tem razão.

Luiz Holanda

Advogado e professor universitário

 

Rebelião em presídio causou 52 mortes sendo 16 decapitados em Altamira no Pará

Celas e outras dependências do presídio foram incendiadas durante a rebelião. (Foto: Reprodução/TV Globo)

Uma rebelião deixou 52 detentos mortos, na manhã desta segunda-feira (29), no Centro de Recuperação Regional, em Altamira (PA). Dos 52 mortos, 16 deles foram decapitados, segundo a Superintendência do Sistema Penitenciário do Estado).

Durante a revolta, dois agentes prisionais chegaram a ser mantidos reféns, mas foram liberados no fim da manhã. Participaram da negociação policiais civis, militares e promotores de Justiça. A Superintendência do Sistema Penitenciário do Pará informou que a rebelião teve início por volta das 7h, no momento de entrega do café da manhã. O órgão acredita que o motivo tenha sido uma briga entre facções, já que não houve nenhuma reclamação por melhorias.

Passada a rebelião, os policias realizaram uma vistoria no presídio para realizar a recontagem dos presos, recolher possíveis objetos que possam ser usados como armas e avaliar os danos provocados no prédio e celas.

2º MASSACRE DO ANO

Esta é a segunda grande chacina do ano dentro de presídios do país e mais um episódio da crise que atinge o sistema carcerário do Brasil nos últimos três anos, com sequência de motins com alto número de assassinatos.

O próprio Centro de Recuperação de Altamira, onde morreram os detentos desta segunda, já havia sido palco de uma rebelião em setembro do ano passado, em que sete pessoas foram mortas.

Também no ano passado, em abril, 22 pessoas morreram em uma rebelião seguida de tentativa de fuga no Centro Penitenciário de Recuperação do Pará, no Complexo de Santa Izabel, região metropolitana de Belém. Entre os mortos, havia um agente prisional, 16 presos e cinco criminosos que ajudavam na fuga pelo lado de fora da prisão.

O episódio mais grave até agora neste ano aconteceu em maio, quando 55 presos foram assassinados em presídios de Manaus, reflexo de uma disputa interna pelo comando da facção Família do Norte (FDN). Em geral, o pano de fundo desses massacres são disputas entre facções pelo controle do crime.

Parte dessas mortes aconteceu no Compaj (Complexo Penitenciário Anísio Jobim), onde, no Ano Novo de 2017, 59 detentos já haviam sido assassinados -outras oito pessoas foram mortas nos presídios do estado nos dias seguintes, o que somou 67 assassinatos em uma semana.

A crise de janeiro de 2017 deixou um rastro de mortes também em Roraima e no Rio Grande do Norte. Na madrugada de 6 de janeiro, 33 presos foram assassinados na Penitenciária Agrícola de Monte Cristo, em Boa Vista. Um motim na maior penitenciária do RN, Alcaçuz, deixou mais 26 mortos.

Fonte: Yahoo Notícias

 

A extensão da gravidade do crime praticado por uma ex-candidata à vice-presidência da República

Manu. É ela!

Com tanta bagunça nos últimos dias, esquecemos quem é quem, nessa ciranda tupiniquim.

Greenwald não é apenas um criminoso. É, também, jornalista.

Logo, se Manuela recebeu o áudio do Hacker e repassou-o ao cúmplice, FOI ELA quem iniciou os vazamentos à imprensa.

Não estamos, mais, falando de um hacker, condenado por tráfico, falsidade ideológica e estelionato. O personagem principal passa a ser uma ex-deputada, que foi candidata a vice-presidente da República na chapa que ficou em segundo lugar na corrida eleitoral.

O crime é o mesmo. Concordo.

Mas a mudança de criminoso faz toda a diferença.

Não é um simples conchavo entre um bandido e um blogueiro. Todo o crime foi intermediado por uma figura política importante, que passou SEMANAS fazendo uso ideológico do fato, como se nada soubesse do vazamento que ELA começou.

Se, entre bandidos, era um atentado contra a privacidade de autoridades da República, ao envolver Manuela, derrotada nas eleições, tornou-se um atentado CONTRA A REPÚBLICA.

Não é um simples vazamento de informações. É um CRIME CONTRA A DEMOCRACIA, que visava UNICAMENTE a desestabilização de um governo eleito e que não pode ser tratado com clemência. Exige punições SEVERAS aos envolvidos.

“Quem poupa o lobo sacrifica as ovelhas” (HUGO, Victor)

Felipe Fiamenghi

O Brasil não é para amadores.

 

Weverton Rocha diz que apoio a candidatura de Osmar Filho está na condição de que ele se viabilize nas pesquisas

O senador Weverton Rocha, que garantia a candidatura do vereador Osmar Filho, presidente da Câmara Municipal à prefeitura de Sã Luís, mas nunca bateu o martelo, decidiu estrategicamente recuar abertamente da promessa e agora admite o seu apoio desde que o dirigente da Câmara Municipal se viabilize nas pesquisas até o ano que vem. Como Osmar Filho vem enfrentando dificuldades em somar apoios, até mesmo dentro do legislativo municipal, pela política de favorecer e defender interesses de um pequeno grupo e excluir o maior, principalmente nas questões de direitos das emendas parlamentares, terá que mudar radicalmente a sua postura política, inclusive olhando de maneira sensível aos servidores da Câmara Municipal, para melhorar a sua visibilidade dentro do parlamento municipal.

Ninguém acredita que Flavio Dino lance um candidato a prefeito de São Luís e Weverton Rocha lance outro. Se os dois juntos conseguirem viabilizar apenas um candidato e com leve visibilidade nas pesquisas não terão como disputar efetivamente o pleito com o candidato Eduardo Braide, daí que se tem falado em uma cooperativa de candidatos da base governistas com vistas a evitar que Braide ganhe o pleito no primeiro turno, o que também é um tanto difícil, diante da força e vontade popular.

Como Flavio Dino já bateu o martelo e deixou bem claro que o seu candidato e do seu grupo é Rubens Pereira Júnior, com certeza, no futuro será o caminho a ser seguido por Weverton Rocha, Edivaldo Holanda Júnior e todos os demais integrantes do PDT e partidos aliados, até mesmo em virtude de que o senador Weverton Rocha mantém viva a sua aspiração de chegar ao Palácio dos Leões, muito embora saiba que a sua peregrinação pode não ser vitoriosa.

 

A longa ficha criminal e o estupro cometido pelo “amigo” da feminista Manuela D’Ávila

Olhem essa história do novo ícone da esquerda, o hacker Walter Delgatti Neto, o Vermelho, amigo da Manuela D’avila – a feminista.

Vermelho tem várias passagens pela polícia por tráfico, estelionato, etc, mas tem um acontecimento que vale a pena destacar:

Ele e o irmão foram abandonados pela mãe e criados pela avó. Um dia ele chegou na casa da cunhada e mostrou fotos do próprio irmão com outras mulheres, deixando a cunhada desesperada por conta da traição. Ofereceu um remédio para ela se acalmar, ela ficou dopada, fez sexo com ela, filmou e mostrou para o irmão na tentativa de provar que ela havia dado em cima dele: “ela sempre deu em cima de mim”, disse Vermelho na audiência.

O irmão acabou batendo na cunhada na frente do Vermelho, quase morta ela pediu ajuda na delegacia.

Quando a polícia chegou para prendê-lo, arrombou a porta e ele debochou “estava esperando por vocês”, os policiais questionaram de que forma ele sabia do mandado, foi aí que ele disse ser uma pessoa influente, que tem conhecidos na justiça e até insinuou um envolvimento sexual com uma juíza da cidade.

Detalhe: Ele mostrou aos policiais uma cópia escaneada de dois dias antes, com o mandado contra ele, além de outra ordem contra o irmão dele, todos com datas anteriores das ações.

Vaidoso, gosta de se gabar, machista, estuprador, enfim… um típico “macho escroto” que Manu – a feminista, resolveu se misturar…

Ps: A frota de carros do Vermelho:

BMW Z4, Hyundai Santa Fé e um Land Rover.

Parabéns às manas envolvidas!

Fonte: Revista Veja – “A longa ficha criminal do golpista de Araraquara”

 

Raquel Brugnera

Pós Graduanda em Comunicação Eleitoral, Estratégia e Marketing Político – Universidade Estácio de Sá –

 

A curva do Ginásio Costa Rodrigues é uma fábrica de dinheiro para empreiteiras da prefeitura de São Luís

    O local é uma verdadeira fábrica de dinheiro para os camaradas empreiteiros da prefeitura de São Luís. Neste local, na atual administração do prefeito Edivaldo Holanda Júnior já foram mais de cinco reformas, me afirmam pessoas que trabalham nas proximidades. É o dinheiro público sendo utilizado para favorecer empreiteiros, que fazem porcarias e mais porcarias, sem qualquer fiscalização e o dinheiro público é embolsado com facilidade, mediante favorecimentos vergonhosos. E como não há fiscalização, o negócio se torna rendoso. Um dos casos também bastante vergonhosos pode ser visto na rua da Estrela, no Centro Histórico e outras ruas das imediações, recentemente em menos de um mês a empresa chegou a fazer reparos por duas vezes e naturalmente todas elas, muito bem pagas.

No caso da curva do Ginásio Costa Rodrigues, o problema assume responsabilidade bem grave, diante do considerável número de paralelepípedos soltos muitos dos quais em atrito com pneus de coletivos foram arremessados para as calçadas e há casos em que pessoas escaparam de ser atingidas por verdadeiro milagre. Vigias de veículos e prédios das imediações ficam constantemente chamando a atenção dos pedestres sobre os riscos de vierem até perder a vida se atingidas pelos paralelepípedos.

A verdade é que o dinheiro público que falta para a saúde e a educação vai mansamente para os bolsos dos empreiteiros camaradas da prefeitura de São Luís.

Manuela D’Ávila vai prestar depoimento sobre ação de hackers, diz advogado

Ex-deputada federal deve voltar de viagem em 15 dias e só então prestará depoimento sobre as invasões.

A ex-deputada federal Manuela D’Ávila (PC do B) deve prestar depoimento à PF (Polícia Federal) a respeito da Operação Spoofing, que resultou na prisão de quatro envolvidos na invasão de celulares de autoridades de Brasília.

A candidata à vice na chapa de Fernando Haddad (PT) nas eleições de 2018 foi apontada como a intermediária entre o hacker e o jornalista Glenn Greenwald, do site The Intercept Brasil, que divulgou as conversas via Telegram entre o ex-juiz Sergio Moro e procuradores do MPF (Ministério Público Federal) no âmbito da Operação Lava Jato.

A defesa da ex-parlamentar informou que o depoimento ocorrerá assim que Manuela voltar ao Brasil de uma viagem ao exterior. “Assim que ela chegar no Brasil, ela prestará depoimento na data em que a autoridade determinar”, disse o advogado Alberto Toron. Manuela saiu do país no dia 23 de junho para fazer um curso na Universidade de Edimburgo, no Reino Unido, e deverá voltar em duas semanas.

Em depoimento à PF, Walter Delgatti Neto, conhecido como “Vermelho” e apontado como o responsável de fato pelas invasões aos aparelhos celulares, afirmou que entrou em contato com Manuela dizendo ter conversas entre o atual ministro da Justiça e membros da força-tarefa de Curitiba.

A defesa de Manuela afirma que a ex-deputada não tomou parte na ação do suposto hacker. “Ela não teve envolvimento nenhum com apoio financeiro (a Delgatti Neto) ou coisa parecida. Manuela não tem preocupação alguma, apenas preocupação em dizer a verdade”, afirmou Toron. “Ela simplesmente indicou o jornalista Glenn e se retirou do cenário”.

“CANA NO BRASIL”

No sábado (27), o presidente Jair Bolsonaro afirmou. em evento no Rio, que Glenn Greenwald “talvez pegue uma cana aqui no Brasil”. Greenwald é editor do site The Intercept Brasil, que tem publicado desde 9 de junho reportagens com base em diálogos vazados do ministro Sergio Moro e de procuradores da força-tarefa da Lava Jato.

Bolsonaro disse ainda que Greenwald e o deputado federal David Miranda (PSOL-RJ) são “malandros” por terem se casado e adotado dois filhos no país. Ele fazia referência a uma portaria publicada por Moro, nesta sexta-feira (26), que estabelece um rito sumário de deportação de estrangeiros considerados “perigosos” ou que tenham praticado ato “contrário aos princípios e objetivos dispostos na Constituição Federal”.

“Ele (Glenn) não se encaixa na portaria. Até porque ele é casado com outro homem e tem meninos adotados no Brasil. Malandro, malandro, para evitar um problema desse, casa com outro malandro e adota criança no Brasil. Esse é o problema que nós temos. Ele não vai embora, pode ficar tranquilo. Talvez pegue uma cana aqui no Brasil, não vai pegar lá fora não”, afirmou o presidente.

A portaria do Ministério da Justiça foi publicada em meio às divulgações do Intercept Brasil, que revelou, em trocas de mensagens privadas entre o ex-juiz e procuradores da força-tarefa, ingerência do atual ministro sobre as investigações da operação.

“Quando o Moro falou comigo, que teria carta branca, eu teria feito um decreto. Tem que mandar para fora quem não presta. Não tem nada a ver com o caso dele (Glenn)”, continuou o presidente.

Greenwald é cidadão dos Estados Unidos e mora no Rio de Janeiro. Ele é casado com um brasileiro, o deputado federal David Miranda (PSOL-RJ), com quem tem dois filhos adotivos, também nascidos no país.

Fonte: Yahoo Noticias

 

Jurista Carvalhosa enumera manobras da “Central Única da Corrupção” contra o povo e pede mobilização

Em nova publicação nas redes sociais, o respeitado e admirável jurista Modesto Carvalhosa enumerou todas as manobras realizadas nos últimos meses pela Organização Criminosa que ele chama de “Central Única da Corrupção”. O texto de Carvalhosa demonstra claramente que a bandidagem é insaciável e incansável. Assim, o jurista clama para que a mobilização popular contra a corrupção prossiga.

Veja abaixo:

“Nos últimos meses temos visto manobras sem igual da Central Única da Corrupção para se perpetuar no poder.

Talvez seja difícil levantar todos os aspectos da trama, tão infiltrados que os cleptocratas ainda estão nas demais esferas do poder. Alguns pontos são importantes e precisam ser lembrados:

  • A dificuldade de aprovação da Reforma da Previdência, colocando como moeda de troca as verbas para que cada parlamentar irrigue seus currais eleitorais;
  • As manobras para colocar os velhos e conhecidos corruptos sendo julgados pela Justiça Eleitoral;
  • O pedido para dobrar o Fundo da Vergonha – o execrável Fundo Eleitoral – para R$ 4 Bilhões de reais, com o objetivo de perpetuação no poder municipal dos corruptos caciques políticos e seus protegidos, que se aproveitam das benesses do dinheiro público em detrimento do povo sofrido e carente;
  • A decisão monocrática de Toffoli, em pleno recesso do STF, suspendendo a vigência de Leis Federais e paralisando todas as investigações e inquéritos da Polícia Federal e do Ministério Público com base em lavagem de dinheiro;
  • O crime encomendado e armado pela Central Única da Corrupção, que hackeou autoridades e manipulou informações e dados para confundir a opinião pública e enganar o Povo Brasileiro;
  • A invenção de uma narrativa que pretendia colocar o atual Ministro da Justiça como idealizador de um esquema fabuloso e fantástico para “acabar com o PT” com a ajuda do Ministério Público Federal e da Polícia Federal;
  • A recusa em seguir os protocolos e normas do Senado para verificar a procedência dos pedidos de impeachment dos ministros “garantistas” do Supremo Tribunal Federal, que demonstraram incompatibilidade para os cargos que ocupam;

Todas os pontos elencados se inter-relacionam e fazem parte de uma manobra estruturada para que a regeneração dos costumes políticos do Brasil, que já está em curso, não prossiga.

Atenção: existe um ponto nevrálgico, principal, que deve ser o foco neste momento: que o ministro Luís Roberto Barroso coloque em pauta, até setembro, a votação para garantir as candidaturas independentes para as eleições de prefeitos e vereadores no próximo ano. Somente quando atacarmos a raiz de todo o problema estrutural, ou seja, somente com este princípio de Reforma Política poderemos quebrar os grilhões que ainda subjugam a Cidadania Brasileira, colocados e mantidos pela Central Única da Corrupção. Temos a obrigação de mostrar aos sórdidos políticos cleptocratas que eles não mandam mais no Brasil e nos brasileiros.

Todo o poder emana do povo e essa é uma verdade inequívoca. Faça o que estiver ao seu alcance. Precisamos nos mobilizar.”

Jornal da Cidade Online

 

A esquerda exigirá que Manuela entregue o celular para a Polícia Federal ?

Não esperem o mínimo de coerência da esquerda brasileira. Em regra, são incoerentes e absolutamente inescrupulosos.

Durante toda a farsa do abjeto Verdevaldo fizeram um coro abominável para que o ministro Sérgio Moro e o procurador Deltan Dallagnol entregassem os seus celulares para que fossem periciados pela Polícia Federal.

Moro entregou, tão logo descobriu a invasão, ou a tentativa de invasão em seu aparelho. Mesmo assim, a pilantragem prosseguiu cobrando insanamente a ‘entrega’ dos celulares.

Ora, Moro e Dallagnol foram vítimas da bandidagem virtual.

Exigir que vítimas se exponham é um acinte, mas os embusteiros fizeram justamente isso. Todavia, nada como um dia após o outro, Manuela D’Ávila, a vice do poste, foi pega sorrateiramente como possível ‘comparsa’ do hacker.

Manuela não é vítima. Muito pelo contrário, teve participação no ato criminoso, que inclusive já confessou.

A pergunta que não quer calar é a seguinte: a esquerda exigirá que Manu entregue o seu celular. Certamente que não.

O mau caratismo é latente.

José Tolentino

Jornalista. Editor do Jornal da Cidade Online.

 

 

Ministra Damares dos Direitos Humanos nega mais de 100 pedidos de anistia sem amparo legal

Nesta sexta-feira (26) a ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, analisou mais 100 pedidos de anistia.

A farra das indenizações a ‘anistiados’ tornou-se uma sangria constante nos cofres públicos durante os governos petistas. Isso finalmente cessou.

Mais 100 pedidos foram negados, ultrapassando mais de 1.200 indeferimentos desde que a ministra assumiu o cargo.

Não é sem causa que Damares é odiada pela esquerda, querendo manutenção de privilégios dos tempos em que o PT, que sustentava interesses e abria os cofres públicos para aliados como foi o caso dos bilhões de reais desviados através da Lei Rouanet. Desde o início do governo Bolsonaro, já foram indeferidos mais de 1.200 pedidos de anistia, sem qualquer amparo legal.

A verdade é que muita gente que não trabalhava e que ostentava gastos e viagens pelo exterior com dinheiro às custas de meios ilícitos, ainda não deram conta, que a “farra” acabou com a utilização do dinheiro do povo. O aparelhamento dentro das instituições públicos para sangria dos cofres públicos vem sendo destruída, como é do caso dos inconcebíveis pedidos de anistia. Não tenhamos dúvidas de que muitos desses elementos que aproveitadores do dinheiro público, são os mesmos que cobram recursos para educação e para a saúde.

Jornal da Cidade Online