STF atendeu pedido do PcdoB e devolveu comando da CBF a Ednaldo Rodrigues

PCdoB alegou risco de o Brasil não participar do torneio classificatório para os Jogos Olímpicos de Paris 2024

Ao suspender a destituição de Ednaldo Rodrigues e devolvê-lo ao comando da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, atendeu aos argumentos do Partido Comunista do Brasil (PCdoB), na Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 7580, ajuizada pelos comunistas. Em sua decisão liminar de ontem (4), Mendes foi convencido de que o afastamento do presidente da CBF, determinado pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), poderia causar danos graves e irreparáveis à coletividade.

O ponto central da argumentação foi ameaça à participação da Seleção Brasileira no torneio classificatório para os Jogos Olímpicos de Paris 2024, cujo prazo se encerra nesta sexta-feira (5). Porque a FIFA não reconhece o interventor que substituiu Rodrigues como representante legítimo da CBF. O que deslegitimaria qualquer documento oficial firmado exclusivamente pelo presidente do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), José Perdiz de Jesus, que comandava interinamente a entidade.

Rodrigues e os demais dirigentes eleitos em 23 março de 2022 pela Assembleia Geral Eleitoral da CBF, retomam o cargo, por meio da liminar, após o TJRJ anular um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) que encerraria uma ação civil pública ajuizada pelo Ministério Público fluminense e aprovava uma reforma estatutária que viabilizava a eleição. O TJRJ considerou ilegítima a intervenção do MPRJ e afastou o presidente, no início de dezembro de 2023.

Mendes acolheu os argumentos do PCdoB de que a prática desportiva tem relevante interesse social, não sendo possível, em princípio, descaracterizar a legitimidade do MPRJ para intervir em assuntos referentes às entidades desportivas e à prática do desporto no país.

A eleição de Ednaldo Rodrigues ocorreu após seu antecessor na CBF, Rogério Caboclo, ser afastado por acusação de assédio moral e sexual contra uma funcionária da entidade, em 2021.

O PCdoB ainda aguarda que o STF fixe repercussão geral que assegure a não intervenção do Poder Judiciário em questões internas das entidades esportivas e reconheça a legitimidade do Ministério Público para firmar acordos com tais instituições, para proteção de direitos do consumidor.

A decisão de Gilmar Mendes vale até que o Supremo se manifeste definitivamente sobre a interpretação constitucionalmente adequada das normas impugnadas nestes autos ou até eventual decisão desta Corte em sentido contrário.

Jornal da Cidade Online

 

Influenciador denuncia agência de marketing: O gabinete de ódio da esquerda

Rodrigo da Silva acusa empresa de cooptar eleitores e movimentar fábrica de fake news ideológica e ter causado a morte de Jéssica Canedo

Já ultrapassa a marca de 1,5 milhão de acessos a série de posts do influenciador Rodrigo da Silva, mostrando a relação da agência de publicidade Mynd8 com indústrias que movimentam o PIB brasileiro e até órgãos governamentais, fazendo funcionar uma máquina fabricadora de fake news, capaz de destruir reputações e servir a interesses políticos. Segundo da Silva, a Mynd8 faturou mais de R$ 500 milhões em 2022. E a previsão é chegar a R$ 1,5 bi em 2025. Artistas como Anitta, Pabllo Vitar e Luísa Sonza são agenciados pela empresa, sem falar em diversas páginas de fofoca páginas como Alfinetei, Fuxiquei, Gina Indelicada, e a Choquei, que se desligou recentemente da agência multimilionária.

Um dos posts do influenciador faz referência a Murilo Henare. “Murilo é o fundador e CEO da Banca Digital. A Banca Digital agencia alguns dos maiores perfis de fofoca das redes sociais brasileiras, e está ligado à Mynd, maior agência de marketing de influência do país”.

No ‘epicentro’ das polêmicas envolvendo as gigantes do marketing digital está a relação entre a Mynd8, ‘padrinhos políticos’ e a Choquei, página investigada por notícias falsas relacionadas a Jéssica Vitória Canedo, jovem mineira que cometeu suicídio na véspera de natal após receber ataques de ‘haters’ por supostamente ter se envolvido com o humorista Windersson Nunes. “A Choquei – que ajudou a impulsar o conteúdo falso – já foi agenciada pela Mynd, mas não aparece mais em seu catálogo”, afirmou a trend do influenciador.

Há um episódio enfático, porém pouco recordado após os episódios mais recentes envolvendo a página. É que em abril deste ano, um post da Choquei tentou dar uma repercussão ‘positiva’ para a taxação de compras estrangeiras pela internet, acima de R$50 – medida anunciada pelo governo federal. Como em um ato orquestrado, a primeira dama Rosangela da Silva, a Janja, respondeu o post dizendo que a cobrança seria apenas para as empresas e não ao consumidor final, sendo checada pelos usuários da rede social X.

A Banca Digital, que é esse grande complexo de agenciamento de páginas, ligado à Mynd, já teve em seus quadros a comunicadora Vanessa Campos como ‘head de jornalismo’.

Segundo a denúncia, a especialista em estratégia e planejamento de comunicação, durante sua carreira, atuou em órgãos como Fiocruz Brasília e Gabinete Digital da Presidência da República na gestão de Dilma Rousseff, entre outras atribuições que desempenhou no governo da petista.

Antes das eleições em 2022, os agenciados da empresa começaram a incentivar jovens de 16 anos a tirarem o título de eleitor. Aproximadamente cinco milhões de brasileiros faziam parte do alvo da campanha. Durante três dias, a palavra de ordem que ascendeu às redes sociais, por meio de uma # hashtag foi: #ÉTudoOnline. Meses depois, artistas como Anitta e Pabllo Vitar, que participaram da campanha, passaram a apoiar publicamente a candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva à Presidência da República.

“Sinceramente, não entendo como uma pessoa em sã consciência votou no Bolsonaro”, escreveu a empresária Fátima Pissara, dona da Mynd8, na rede social X, em outubro de 2019. A conta da empresária foi deletada recentemente.

Eu sinceramente não entendo como uma pessoa em sã consciência votou no Bolsonaro — Fatima Pissarra (@fatimapissarra) October 31, 2019.

Nas palavras do influenciador que faz a denúncia, “boa parte de quem faz o PIB brasileiro anuncia com a Mynd. [..] “Mas uma parcela dessas marcas também patrocina uma indústria especializada em difamação, invasão de privacidade e desinformação – inclusive política – escondida sob o cartaz hipócrita da diversidade. Seja bem-vindo. Este é o porão da internet brasileira”.

Diário do Poder

 

Deltan Dallagnol confronta Alexandre Moraes de “planos” no 8 de janeiro para enforca-lo. Ele estava na França

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, revelou que, durante os atos de 8 de janeiro, existiam planos extremamente violentos contra ele. Um desses planos incluía sua prisão seguida de enforcamento, muito embora ele no dia do ato estava na França

Confira:

Diante das declarações, o ex-deputado Deltan Dallagnol resolveu fazer uma série de indagações sobre o caso.

Deltan publicou em suas redes sociais:

“O ministro Alexandre de Moraes, em entrevista ao O Globo, diz que havia ao menos três planos para prendê-lo e assassiná-lo no 8 de janeiro (apesar de ele estar em Paris nesse dia), mas não revela os nomes de quem teria feito esse plano nem apresenta provas. 

Diante das revelações do ministro, vale fazer algumas perguntas que, infelizmente, não foram feitas:

– Quem planejou matar o ministro e quais são as provas desse plano?

– Essas pessoas já foram denunciadas pela PGR e condenadas nos julgamentos do 8 de janeiro? Por que não soubemos dessas pessoas até agora?

– Se o ministro era a vítima desses crimes, ele deveria se declarar suspeito de julgar quem queria matá-lo?

– Essas novas informações não colocam o ministro sob suspeição para julgar todos os réus do 8 de janeiro, já que segundo entendimento do próprio STF, todos estavam ali em turba com um único objetivo, de dar um golpe?

– Como o ministro responde as críticas de que os réus do 8 de janeiro estão sofrendo abusos judiciais, como violação do juiz natural, ausência de conexão com pessoas com foro privilegiado, prisões preventivas alongadas, ausência de provas e de individualização de condutas e penas exageradas?

– Aliás, até hoje o STF não apresentou uma única pessoa com foro privilegiado que tenha participado dos atos do 8 de janeiro, a fim de justificar a conexão com os demais réus sem foro privilegiado. O ministro saberia dizer quem são as pessoas com foro privilegiado que atraem a competência da corte para julgar os demais réus do 8 de janeiro?

– Por que o ministro não apreciou em tempo o pedido de soltura de Clezão, que tinha parecer favorável da PGR? Como responde as críticas de que a demora para decidir acarretou na morte de Clezão?

– Por que, logo após a morte de Clezão, o ministro soltou vários réus presos do 8 de janeiro que também tinham parecer favorável de soltura da PGR? Isso não é uma prova de que essas pessoas ficaram presas de forma excessiva e ilegal?

– Quando serão encerrados os inquéritos ilegais que tramitam no Supremo há mais de 5 anos? Como o ministro justifica a existência dos inquéritos após o fim dos prazos legais?

– E por fim, dar entrevistas sobre casos em julgamento não gera a suspeição do juiz? Como o ministro responde a essa questão?”

Jornal da Cidade Online

Mynd8 tem contrato com a Coca Cola, Natura e até a Petrobras para interesses da esquerda

Contrato com a Petrobrás prevê divulgação de campanha da estatal nas redes sociais e outros “serviços” comandados por Fátima Pissarra

O Diário do Poder teve acesso a um compilado de contratos agenciados pela empresa Mynd8, liderada por Fátima Pissarra. Os documentos mostram o ‘modus operandi’ da agência que tem diferentes ‘braços’ – empresas parceiras que se dividem em diferentes frentes de atuação, como é o caso da Banca Digital, Sparkinc Mídia e Music 2. Uma das contratações de influenciadora ligada à agência foi firmada entre a Sparkinc Mídia e a estatal Petrobrás. O contrato estabelece a entrega de um reels em colaboração com a estatal para o Instagram, três storys e um vídeo no TikTok pelo cachê de R$ 48.000,00 (quarenta e oito mil reais).

O contrato com a Petrobrás

Segundo denúncia recente, a Mynd8 faturou mais de R$ 500 milhões em 2022. E a previsão é chegar a R$ 1,5 bi em 2025. Artistas como Anitta, Pabllo Vitar e Luísa Sonza são agenciados pela empresa, sem falar em diversas páginas de fofoca como Alfinetei, Fuxiquei, Gina Indelicada, e a Choquei, que se desligou recentemente da agência multimilionária. O impasse sobre o funcionamento da agência é que os recursos são aplicados em ‘desinformação’. Durante a última campanha eleitoral, todos os perfis de fofoca ligados à Mynd atacaram o candidato a reeleição para a presidência da República, Jair Bolsonaro. Como mostra o vídeo compartilhado pelo Blog Marina di Moraes:

Lula na rede social X

Na rede social X, o presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva, chegou a atribuir a vitória nas urnas aos influenciadores que teriam o ajudado a desmentir notícias falsas. Liderados por Fátima Pissarra, as tais páginas de fofoca e outros influenciadores ligados à Mynd chegaram a se reunir com Lula no palácio do Planalto, ainda no início de 2023 e receberam o reconhecimento da primeira dama, Rosângela da Silva, a Janja.

No ‘epicentro’ das polêmicas envolvendo as gigantes do marketing digital está a relação entre a Mynd8, ‘padrinhos políticos’ e a Choquei, página investigada por compartilhar notícias falsas relacionadas a Jéssica Vitória Canedo, jovem mineira que cometeu suicídio na véspera de natal após receber ataques de ‘haters’ por supostamente ter se envolvido com o humorista Windersson Nunes.

“A Choquei – que ajudou a impulsar o conteúdo falso – já foi agenciada pela Mynd, mas não aparece mais em seu catálogo”, afirmou a trend do influenciador Rodrigo da Silva.

Contratos

Outro documento lido pela redação mostra a contratação pela Coca-Cola das páginas Alfinetei, Garotx do Blog, Gina Indelicada, Lets Gossip, Lacerda, Nazaré Amarga e Perrengue Chique pelo valor R$160.000,00 (cento e sessenta mil reais).

O influenciador João Guilherme, que declarou ‘sentir nojo’ da relação entre o pai, o cantor Leonardo, e o ex-presidente da República Jair Bolsonaro, foi contratado para divulgar o festival Lollapalooza pelo valor de 150.000,00 (cento e cinquenta mil).

Outro acordo entre a Mynd e empresa representante da Natura fechou veiculação de divulgação dos produtos da marca nas redes sociais de outro agenciado no valor de R$ 25.000,00 (vinte e cinco mil reais).

Diário do Poder

 

Cobiça de poder, inveja, aniquilação de mérito, corrupção e disputa internas desleais

Quem leu A Revolta de Atlas, de Ayn Rand, entende os mecanismos que levam um grupo ideológico burocrático, movido pela inveja e cobiça do poder, a conquistar toda a máquina judiciária, legislativa e executiva do estado, sufocando as potencialidades criativas e produtivas de uma nação.

Como a força motriz desse tipo de grupo é a ambição, a inveja e a aniquilação de toda espécie de mérito, já que o mérito é o maior antídoto à mediocridade, a própria incapacidade de administrar, a ausência de escrúpulos e as disputas internas, provocam a derrocada, de dentro para fora, desse tipo de atentado totalitário.

É um cenário que faz lembrar muito o que ocorre no maior país da América do Sul. A máquina está dominada, a incompetência instalada, o sufocamento dos setores produtivos iniciado e a corrupção generalizada. Mas esse tipo de grupo é formado por Egos gigantescos, ambiciosos, vaidosos, invejosos, inescrupulosos e desleais.

As fraturas internas começarão a ocorrer, assim que os desastres econômicos, de saúde e segurança públicos começarem a ficar indisfarçáveis e intoleráveis.

Isso ocorrerá. É questão de tempo.

Quem é John Galt?

Pedro Possas. O autor é médico.

 

Juíza Ludmilla Lins de forma surpreendente anuncia “asilo político” nos EUA

Um texto publicado pela juíza Ludmilla Lins Grilo anuncia que ela está oficialmente em exílio político nos Estados Unidos. A magistrada brasileira anuncia uma série de medidas que está tomando contra as arbitrariedades que sofreu. Sem dúvida, uma mulher de coragem.

Leia o texto:

“Deixei meu amado Brasil em 2022.

Mantive tudo em segredo por mais de um ano.

Esse foi meu segundo réveillon nos Estados Unidos da América, a terra da liberdade onde eu escolhi viver, e que caridosamente me acolheu e me protegeu da ditadura que, miseravelmente, se instalou no meu país.

Passei todo esse tempo reorganizando minha vida, e chegou a hora de revelar o que aconteceu.

Sou, oficialmente, uma juíza brasileira em asilo político nos Estados Unidos.

Eu era uma juíza em atividade quando aportei em terras americanas. Em silêncio, continuei exercendo meu trabalho por videoconferência, cumprindo toda a agenda diária da vara criminal. Sofri calada todo tipo de difamação quanto à minha conduta profissional, pois ainda não podia revelar que eu não morava mais no Brasil.

No dia de meu afastamento do cargo, silenciei sobre minha condição de asilada política, pois eu ainda estava me documentando. Além disso, eu ainda tinha bens no país, e era necessário salvaguardá-los.

Toda essa trama envolvendo os atos persecutórios praticados pelo STF, mais especificamente por Alexandre de Moraes, assim como pelo CNJ e TJMG foi detalhadamente documentada e entregue às autoridades americanas.

Da mesma forma, narrei minuciosamente o desprezo que aqueles órgãos tiveram com a minha segurança física, e como eles, maliciosamente, utilizaram-se da minha situação de risco pessoal para atacar a minha honra.

Meus alunos e apoiadores não precisam mais se preocupar: a identidade de vocês não está mais acessível ao Brasil.

Já estou em contato com juristas e jornalistas americanos. Espero, daqui de fora, fazer o que vocês não podem mais fazer daí.

Cada conta de rede social que for bloqueda, cada ataque do STF, cada lawfare, cada ameaça, ainda que virtual, serão utilizados em meus processos nos EUA, e também serão entregues aos profissionais da mídia e da justiça estrangeiros que acompanham meu caso.

Todo aquele perseguido por ditaduras que escolhe permanecer no país é obrigado a colocar o rabinho entre as pernas e se calar para se proteger. Não é o meu caso. Contem comigo.

Que Deus salve nosso país desses tiranos de toga que tomaram de assalto nossa liberdade.”

Jornal da Cidade Online

 

Mercadores da ignorância, do ódio, de escândalos e da morte de Jéssica Canedo

Muito curioso aqui imaginando que tipo de malabarismo criativo o STF vai inventar pra passar pano no enorme escândalo causado pela morte de Jéssica Canedo, menina de 22 anos que se suicidou devido às mentiras e difamação promovidas por mais de 30 sites de fofocas agenciados e coordenados pela Mynd8.

Porque mais cedo ou mais tarde a batata quente – que já está no colo de lula e da presidenta-sombra, janja – vai esquentar demais e não haverá como esconder suas ligações íntimas com Fátima Pissarra e seu batalhão de sites esquerdistas especializados em vender cancelamentos e eventuais livramentos. Tudo coordenadinho com mentiras bem elaboradas, memes, viralização de conteúdos mais que duvidosos e faturamento milionário. A Mynd8, de Pissarra, participou ativamente da campanha para eleger lula, como divulgou o empresário Daniel Penin, aqui num video:

Por quanto tempo o desgoverno lulista conseguirá assobiar se mantendo longe do caso, como se fosse o site que ‘não é meu, mas do meu amigo? É a confirmação claríssima da velha genética comunista: ‘acuse-os do que você faz.’

E como faz: a Mynd8 promove a movimentação devidamente orquestrada de mais de 400 influencers, mais de 30 sites de fofocas e difamação – camuflados, mas voltados para política, claro – com milhões de seguidores e de reais no bolso: 550 milhões em 2023. O que permite à sua chefa tomar Moet Chandon na Europa, entre um eventozinho de calúnia e outro.

Tem nome: viver da ignorância alheia. Senão, como pagaria o Chandon sem os milhões de imbecis que seguem e mantém a indústria de calúnia que gerencia, ao lado, aliás, de outra esquerdista feroz: Preta Gil, filha de Gilberto Gil, ex ministro indolente de Lula.

A mega influenciadora – em breve espero – acaba de ir contra o que sempre defendeu, e covardemente deletou conta no X, bloqueou Instagram, limou a lista de sites de fofocas de seu portfólio, agora fora do ar, e se mantém num silêncio significativo. Lula quer porque quer instaurar a censura, velho sonho comunista, que traz desde 2003, usando justamente o pretexto cínico de combater o que eles mesmos praticam: o uso de um verdadeiro e imundo Gabinete do Ódio.

A impressão que se tem é que vai ser preciso muito mais que o STF para limpar toda essa imundície. Imundície que inclui, infelizmente, a morte de uma menina completamente inocente. Jéssica Canedo sequer pode ser acusada de ter estado em Brasília no 8 de janeiro. E agora, o que inventarão?

Marco Angeli Full

https://www.marcoangeli.com.br – Artista plástico, publicitário e diretor de criação.

 

Difamação que levou à morte de Jéssica Canedo é gigantesca rede de manipulação da esquerda

O brasileiro passou os últimos anos bombardeado com FAKE NEWS sobre a existência de um “Gabinete do Ódio”, que criaria mentiras na internet, espalhadas de forma coordenada por uma “Milícia Digital”, tudo com o objetivo de destruir a “democracia”, instalando em seu lugar um regime ditatorial conservador. A ditadura teria como objetivo perseguir gays, negros e outras minorias, além de esquerdistas em geral.

Quais as provas que foram apresentadas sobre isso? Segundo trechos divulgados do famigerado inquérito das “Fake News”, pessoas postaram mensagens com ideais parecidos e se seguem entre si, cometendo o “crime” de criticar o Supremo por decisões favoráveis a corruptos, chegando ao ponto, vejam só, de pedir o impeachment de ministro, segundo a investigação um “crime” gravíssimo, mesmo sendo um procedimento previsto na Constituição.

O protesto contra a alçada ao poder do descondenado, que descambou em quebra-quebra no 8 de janeiro, numa “falha” espetacular de segurança da Capital, seria a “prova” do caráter “golpista” da direita. Exemplos de conteúdos que foram considerados “fake news” pelas autoridades, nas últimas eleições: vídeo lembrando os casos de corrupção do PT, afirmações de que Lula seria ladrão ou de que a ditadura venezuelana seria aliada do PT.

Um documentário sobre a facada em Bolsonaro foi censurado previamente porque TALVEZ ele pudesse ser negativo para o descondenado (spoiler: não é). Enquanto isso, a esquerda teve a possibilidade de difamar e mentir à vontade, como confessou o deputado Janones em seu livro. CENTENAS de conservadores foram alvo de censura, bloqueio de perfis, cancelamento de passaporte, bloqueio de contas bancárias, exílio ou prisão, com base nessa mentira, repetida AD NAUSEAM pela militância de redação, braço de propaganda do regime.

Foi necessária a morte de uma menina inocente, vítima das mentiras do verdadeiro Gabinete do Ódio e da Milícia Digital, para revelar uma rede comandada por esquerdistas, que aliciaram um exército de artistas, influenciadores e subcelebridades, todos eles eleitores do “L”, lucrando centenas de milhões de reais para espalhar não apenas fofocas e outros conteúdos inúteis – o que é reprovável, porém não é crime -, mas também calúnias e difamações.

O documentário de Daniel Penin mostra como a agência Mynd, também conhecida por Mynd8, opera uma rede que, somada, conta com mais de 1 bilhão de seguidores, para PAUTAR a internet, inclusive com forte conteúdo político na campanha eleitoral, utilizando para isso mentiras e manipulações, além de chantagem virtual. Tudo regado a uma verba publicitária de mais de R$ 500 milhões apenas em 2023, segundo o documentário “CHOQUEI – Lacrando Vidas”.

Foi dessa rede que partiram as mentiras que levaram à morte da jovem Jéssica Canedo. Após o exposé magistral de Daniel Penin, a Mynd assinou a fatura e retirou sua página do ar. Isso depois de ter apagado o registro dos perfis sob sua gestão responsáveis pela mentira sobre Jéssica. Vários agenciados estão apagando ou trancando seus perfis. Ou seja, a esquerda fez tudo que acusa a direita de fazer, e muito mais, sem qualquer implicação legal.

Quando outro aparelho digital da extrema-esquerda, o Sleeping Giants, passou a ser investigado pelas suas táticas de difamação e perseguição contra a direita, o Supremo prontamente interveio e arquivou o inquérito. Apostaria meu dedinho que esse será o mesmo destino do caso Mynd, se é que ele chegará a ser investigado de fato.

O silêncio da militância de redação sobre o gigantesco escândalo demonstra que ela é cúmplice, e toda a conversa sobre combater o ódio e as mentiras na rede é um engodo que serve apenas para censurar seus opositores e assumir a hegemonia da comunicação. Além disso, está claro, pela enésima vez, o duplo padrão da Justiça, que persegue sistematicamente um lado do espectro político, enquanto dá carta branca para o outro lado fazer o que quiser.

É exatamente assim que opera qualquer regime ditatorial.

Leandro Ruschel.

 

Chefes de facções e 250 bandidos ressocializados do RJ não retornaram da saída temporária do Natal

Um total de 253 detentos não retornaram aos presídios do Rio de Janeiro após serem liberados para passar o Natal com suas famílias. Esta situação gera preocupação nas autoridades locais. A liberação temporária é um direito concedido a presos com bom comportamento, que sejam réus primários e tenham cumprido ao menos 1/6 de sua pena, ou reincidentes que cumpriram 1/4 da pena. O prazo para o retorno aos presídios era até as 22h do dia 30 de dezembro, e todos os que não cumpriram com essa exigência agora são considerados fugitivos.

De acordo com as informações, 1.785 presos foram contemplados, entre eles estão chefes da maior facção de tráfico de drogas do Rio. São eles: Saulo Cristiano Oliveira Dias, o SL; e Paulo Sérgio Gomes da Silva, o Bin Laden. O primeiro é do Complexo do Chapadão. Ele foi preso em São Paulo, com Luiz Fernando do Nascimento Ferreira, o Nando do Bacalhau, considerado de alta periculosidade, em 2013. Já Paulo Sérgio comandou o tráfico da favela Dona Marta, em Botafogo, na Zona Sul.

Este caso registrado no Rio de Janeiro é uma realidade em que existem projetos no Congresso, contra progressão de pena para bandidos periculosos e a inclusão deles em nas chamadas saidinhas temporárias é a garantia de que no cárcere conseguem cooptar mais bandidos para as suas facções.

Muito embora as autoridades silenciem vergonhosamente, os Sistemas Penitenciários Estaduais conseguem dar a impressão de que exercem controles, colocando apenas uma facção em cada unidade prisional, além de outras facilidades, em que são permitidos sem maiores problemas a entrada de drogas, celulares, bebidas e até mulheres para orgias dentro dos cárceres. Os líderes comandam o controle e a disciplina, como parte do acordo com os dirigentes do Serviço Penitenciário, o que caracteriza em vários Estados um sistema pacificado. O ridículo é que segmentos do Poder Judiciário, destacam com ressocialização.

Jornal da Cidade Online

 

 

Eleições municipais 2024: Dívidas ameaçam reeleição de prefeitos, que podem se tornar “ficha suja”

Cerca de 27% dos prefeitos estão no vermelho, segundo a CNM; confira a análise do cientista político Valdir Pucci e o alerta do presidente da entidade, Paulo Ziulkoski

Mesmo com o aumento do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) repassado às prefeituras em dezembro, boa parte dos executivos municipais ainda enfrenta dívidas. De acordo com a Confederação Nacional de Municípios (CNM), pelo menos 27% dos prefeitos terminaram o ano no vermelho. É o que aponta o estudo feito pela entidade em dezembro, quando a Confederação ouviu mais de 80% dos prefeitos brasileiros.

Tradicionalmente, em ano eleitoral, os rombos nas contas públicas obrigam os próximos eleitos a herdarem dívidas e demandas da população não atendidas pelos mandatários anteriores. Ao iniciar 2024, as dívidas também podem dificultar a reeleição de muitos prefeitos ou, ainda, atrapalhar a eleição dos candidatos apoiados por gestores municipais que estiverem nesta situação.

“No aspecto político, se o prefeito tem boa popularidade, possivelmente vai tentar a reeleição – independente de conseguir ou não honrar com as contas públicas do município”, analisa o cientista político Valdir Pucci, professor da Faculdade Republicana de Brasília.

Mas Pucci adverte que as dívidas contraídas pelos municípios podem provocar o enquadramento dos prefeitos na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), fazendo com que eles se tornem “fica suja”.

“Agora, se a gente for olhar pelo aspecto fiscal da questão, aí sim, eu acredito que os prefeitos possam, inclusive, evitar de se candidatarem, justamente porque lá na frente eles terão que responder pela LRF”, acrescenta o cientista político.

Risco de ficha suja

Para o presidente da Confederação Nacional de Municípios (CNM), Paulo Ziulkoski, a grande preocupação dos prefeitos que se encontram no vermelho deveria ser o risco de se tornarem ficha suja. O líder municipalista afirmou recentemente à reportagem do Brasil 61, que este risco existe e é eminente para muitos prefeitos, por causa do endividamento de seus municípios.

“Há uma progressão quase contínua no déficit público, onde os municípios arrecadam cada vez menos e continuam com a despesa aumentando muito”, informa o líder nacional dos gestores. Segundo ele, “o custeio é o principal elemento que detona essa crise e a despesa de pessoal”, avalia.

“É quase uma tempestade perfeita: cerca de 51 % dos municípios do Brasil mostram claramente essa evolução negativa, a receita caindo e a despesa aumentando”, revela Zilkoski, esclarecendo que milhares de municípios não encontram solução, “porque não têm base de arrecadação”.

“A legislação é muito séria, [os prefeitos] vão ter as contas rejeitadas, vão se tornar ficha suja, a maioria, se não olhar melhor essa situação”, alerta o presidente da entidade. “Então, a tendência é aprofundar esta crise”, conclui.

BRASIL 61