R$ 10 bilhões em emendas: Nunca se gastou tanto para aprovar um ministro do STF

Trabalhem bastante para pagar os R$ 10 bilhões em emendas, em dois dias, que serviram, entre outras coisas, para aprovar Flávio Dino no STF. 47 x 33 – uma das votações mais apertadas para o STF. É um sinal de que a pressão teve efeito, mas não foi suficiente.

É difícil enfrentar o sistema. Foi a maior liberação de emendas da nossa história. Nunca se gastou tanto para garantir votações. Nunca pagamos tão caro por um Ministro do Supremo Tribunal Federal. Pagamos impostos todos os dias para Lula e o PT usá-los para aprovar maldades contra nós. Aumentos sucessivos de impostos, advogado pessoal no STF e, agora, um comunista declarado.

Temos que lamentar profundamente. Serão 20 anos de Flávio Dino decidindo sobre as nossas vidas. Decidindo nosso patrimônio, nossos impostos, nossas famílias. É muito tempo. Tempo demais.

Ramiro Rosário. Vereador em Porto Alegre.

 

Lula leva duas tacas no Congresso: No veto ao Marco Temporal e a Desoneração da Folha de pagamento

O Congresso Nacional derrubou nesta quinta-feira (13) o veto do presidente Lula (PT) ao projeto que estabelece o marco temporal para a demarcação terras indígenas no país.

Na Câmara, 321 votaram “não” ao veto do petista; 137 deputados votaram a favor do veto; e apenas 1 parlamentar apresentou abstenção; 459 ao total. No Senado, 53 parlamentares votaram pela derrubada do veto de Lula; apenas 19 senadores votaram “sim ao veto”; não houve nenhuma abstenção.

Essa foi a segunda grande derrota do governo Lula no dia, visto que antes da votação do Marco temporal, o Congresso também derrubou veto à Desoneração da Folha. Nela, foram 60 votos pela derrubada do veto e 13 para manutenção do veto no Senado. Entre os deputados federais, 308 votaram pela rejeição ao veto; apenas 78 votaram sim para a manutenção do veto.

Marco Temporal:

O projeto diz que uma terra só poderia ser demarcada se fosse comprovado que os indígenas estavam nela ou disputavam a posse dela na data da promulgação da Constituição Federal vigente, em 5 de outubro de 1988. Pela tese, quem estivesse fora da área na data ou chegasse depois não teria direito a pedir a demarcação.

No fim de outubro, Lula vetou o marco temporal e outros trechos do projeto de lei. Entre os trechos que petista vetou na época, estão:

  • a previsão de que o processo de demarcação será público e com atos “amplamente divulgados” e divulgados para consulta online;
  • a previsão de que qualquer cidadão pode ter acesso às informações relativas a demarcações de terras indígenas, inclusive estudos, laudos, conclusões e argumentações;
  • o que diz que informações orais citadas no processo de demarcação terão efeito de prova quando apresentadas em audiências públicas ou registradas em áudio e vídeo, com a devida transcrição;
  • o que estabelece direito das partes interessadas no processo de receber tradução oral ou escrito da língua indígena para o português e vice e versa, por tradutor nomeado pela Funai.

Entre os trechos vetados estão os que previam a possibilidade de cultivo de produtos transgênicos e de atividade garimpeira em terras indígenas. Também foi vetado, um ponto que possibilitaria a construção de rodovias em áreas indígenas. A proposta foi aprovada pelo Legislativo e deixou de lados opostos os ambientalistas e ruralistas da Câmara e do Senado. A aprovação pelo Poder Legislativo aconteceu logo após o Supremo Tribunal Federal (STF) firmar entendimento contra a tese do marco temporal.

Diário do Poder

 

Governo quer manter o veto a desoneração da folha de pagamentos para liberar emendas parlamentares

Véspera da prometida análise dos vetos de Lula, governo e Congresso ainda batiam a cabeça nesta quarta (13) sobre a análise do Veto 38, que trata da desoneração da folha de pagamentos. A desconfiança tomou conta dos parlamentares após a descoberta de que o ministro Fernando Haddad (Fazenda) já tinha uma alternativa à desoneração desde a semana passada, mas não incluiu o Congresso no debate. Com medo de calote, as excelências cobram o fim do contingenciamento das emendas.

Foco da resistência

O núcleo duro da resistência está na Frente Parlamentar do Empreendedorismo, com mais de 250 deputados e senadores.

Fiado só amanhã

O Planalto pressiona para que o Congresso mantenha o veto, mesmo sem ver a alternativa, para só então liberar emendas parlamentares.

Pedra cantada

Já na terça (12), o senador Efrain Filho (União-PB) avisava que não seria surpresa o governo não apresentar alternativa, que não veio.

Insatisfação geral

O veto é rejeitado até no PT, que deu 54 votos na Câmara pela manutenção da desoneração. A Casa aprovou a proposta com 430 votos.

Coluna do Claudio Humberto

 

Decisão de desembargador do TJMA salva o vereador Paulo Vitor na iminência de ser preso

Quando se acreditava que a Câmara Municipal de São Luís poderia ter a grande oportunidade de fazer valer o respeito, a moralidade e a ética no parlamento municipal, diante do discurso feito no plenário pelo vereador Paulo Vitor Duarte, em que confessou ter praticado crime de corrupção passiva e uso de processo judicial sigiloso, o Tribunal de Justiça do Maranhão despontou em defesa do vereador Paulo Vitor, presidente da Câmara Municipal de São Luís.

O desembargador José Joaquim Figueiredo dos Anjos, determinou, nesta quarta (13), a imediata suspensão de três procedimentos relacionados a uma investigação que envolve o vereador Paulo Victor Duarte seis outros vereadores, servidores e empresários. A decisão do magistrado abrange a investigação sobre todos os vereadores, uma segunda busca e apreensão e um pedido de prisão preventiva que anteriormente fora negado a alguns dos investigados. A justificativa para a adoção da medida visa garantir uma análise mais aprofundada dos processos em questão e não implica em absolvição ou culpa dos envolvidos, mas visa assegurar que o devido processo legal seja seguido, respeitando os direitos individuais dos investigados.

A decisão judicial não livra Paulo Vitor das imputações de práticas ilícitas como a corrupção passiva, mas perante a opinião pública ele está praticamente queimado, haja vista o seu discurso feito no plenário da Câmara Municipal de São Luís, em que usou do seu sincericídio para também mostrar que documentos sigilosos da justiça são vulneráveis, registrando a exibição de um deles e que meios eficientes para atingir os seus objetivos e também favorecimentos.

 Quais os candidatos que vão querer Paulo Vitor em seus palanques?

Um político que até há pouco tempo queria ser candidato a prefeito de São Luís, mas depois recuou em vista que o seu cacife é muito insignificante para tamanha pretensão, além de ter deixado muito a desejar com as suas duas passagens pela Secretaria de Estado da Cultura e o jogo de interesses com emendas parlamentares, além de ter irmão bastante letrado em auferir vantagens na administração municipal, conforme registrou o Ministério Público Estadual.

A verdade é que nas eleições municipais, os candidatos que contarem com Paulo Vitor em seus palanques e caminhadas não serão bem vistos e com certeza a população indignada dará respostas com manifestações públicas e naturalmente nas urnas.

Fonte: AFD

 

 

 

Plenário do Senado aprova com 47 votos a 31, Flávio Dino para o STF

Indicação de ministro foi aprovada pela CCJ da Casa e pelo plenário. Ele integrará a Suprema Corte, ocupando a vaga deixada pela ministra aposentada Rosa Weber

O plenário do Senado aprovou, na noite desta quarta-feira (13/12), por 47 votos a 31 , o nome de Flávio Dino para o cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). Antes, ele já havia sido aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), onde passou por uma sabatina de 11 horas. O indicado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva assumirá o posto deixado pela ministra aposentada Rosa Weber em setembro.

Com quórum de 80 senadores, a votação registrou ainda duas abstenções. 

Na CCJ, Dino respondeu a questionamentos sobre imparcialidade do Supremo, urnas eletrônicas, atuação como ministro da Justiça, investigações sobre 8 de janeiro, entre outros. Ele evitou embates no colegiado e ressaltou que não atuará como político caso seja aprovado pelos senadores para o STF. Na mesma sessão, foi sabatinado também o indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para a Procuradoria-Geral da República (PGR), Paulo Gonet.

Correio Brasiliense

 

A Nota Pública do MPM denunciando Paulo Vitor por crime de corrupção passiva e uso de decisão judicial sigilosa

Apesar de ser uma denúncia contundente, infelizmente a Câmara Municipal de São Luís silencia e a Comissão de Ética, em que todos os membros assistiram a confissão criminosa do presidente Paulo Vitor Duarte em plenário, e de maneira vergonhosa se omite a exercer a sua função específica para apurar a falta de decoro e os crimes praticados pelo vereador Paulo Vitor Duarte, presidente da Câmara Municipal de São Luís. Dentro do contexto, o mais grave sem desmerece os outros crimes, a utilização pública de documento sigiloso da justiça, em que ele obteve naturalmente por meios ilícitos deverá resultar em processo criminal contra a sua pessoa e outros elementos envolvidos. Infelizmente a hipocrisia na Câmara Municipal de São Luís não tem dimensão da falta de respeito ao Povo de São Luís, pelo protecionismo exacerbado em favor da corrupção.   

                      NOTA PÚBLICA

Tendo em vista as declarações feitas no dia 04/12/2023, pelo presidente da Câmara Municipal de São Luís, Paulo Victor Melo Duarte, durante a Sessão Ordinária no Parlamento Municipal, o Ministério Público do Estado do Maranhão vem informar:

O vereador noticiou ter sofrido extorsão por um Promotor de Justiça que teria lhe solicitado valores em dinheiro e cargos públicos para pessoas por ele indicadas, em troca de cessar investigações em desfavor de vereadores de São Luís. Além disso, declarou que teve acesso a decisão judicial sigilosa em que figura no polo passivo como alvo de medidas de busca e apreensão e prisão requeridas pelo Ministério Público.

Em relação à conduta imputada a membro desta instituição, importa dizer que o Ministério Público zela pela legalidade, moralidade e probidade, razão pela qual já estão sendo adotadas as providências para apuração nas searas administrativa, cível e criminal.

Convém esclarecer que, embora a fala do Presidente da Câmara Municipal tenha buscado relacionar a conduta do Promotor de Justiça à Operação Véu de Maquiavel, deflagrada em 10/08/2023, no bojo de investigação criminal presidida pelo Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas – GAECO, não existe qualquer conexão entre tais fatos, uma vez que o procedimento investigatório criminal conduzido pelo GAECO não foi originado a pedido do Promotor de Justiça, assim como não há qualquer participação deste no curso da investigação.

A atribuição do Promotor de Justiça apontado pelo presidente da Câmara Municipal está relacionada à apuração de atos de improbidade no âmbito da sua Promotoria, já o GAECO atua na investigação de organizações criminosas, tratando-se, portanto, de atuações distintas e independentes.

Surpreende que o denunciante tenha afirmado que a relação com o Promotor de Justiça teve início quando assumiu o cargo de Secretário Estadual de Cultura, contudo somente agora esteja dando conhecimento às instituições responsáveis por apurar a conduta.

Em entrevista à imprensa, ao ser questionado pela demora em denunciar o Promotor, Paulo Victor respondeu que não foi envolvido na 1ª operação do GAECO e, só depois de tomar conhecimento da existência de investigação em torno de sua pessoa, como presidente da Câmara, levou a situação a público.

Outrossim, Paulo Victor Melo Duarte confessou ter nomeado duas pessoas para cargos na Câmara Municipal por exigência do Promotor de Justiça, para que fossem “resolvidas” as investigações, pessoas estas que nunca compareceram para trabalhar. O recebimento da promessa caracteriza, em tese, crime de corrupção passiva por parte do Chefe do Parlamento Municipal. Anote-se que ele não esclareceu quem são as pessoas nomeadas e porque foram mantidas nos cargos sem exercê-los.

O presidente da Câmara de São Luís também não explicou como teve acesso a uma decisão judicial sigilosa, quem lhe forneceu e porque, ao tomar conhecimento do vazamento, novamente não comunicou às autoridades a quem compete apurar possível delito de violação de sigilo por funcionário público, e ainda utilizou o documento obtido por meio ilícito em favor próprio, o que deverá ser objeto de investigação criminal.

Vale informar à sociedade maranhense que desde 2019 o Ministério Público apura ilegalidades na destinação de recursos de emendas parlamentares por vereadores de São Luís, já tendo sido oferecidas quatro denúncias, parte das quais, figura como acusado Ney Almeida Duarte, irmão do Presidente da Câmara, além de outras pessoas ligadas a vereadores, por integrarem organização criminosa voltada para o desvio e apropriação desses recursos (Processos n. 0829110-23.2021.8.10.0001, 0849669-98.2021.8.10.0001, 0849519- 20.2021.8.10.0001 e 0802338-86.2022.8.10.0001).

Assim, o Ministério Público tem atuado de forma contínua no sentido de responsabilizar os envolvidos no desvio de dinheiro público, de igual forma atuará em face de quaisquer integrantes desta Instituição que violem a lei, mas vê com preocupação a atuação do Chefe da Casa Legislativa de São Luís que admitiu expressamente ter nomeado pessoas em troca de obstar investigações, bem como ter contribuído para vazamento de decisão sigilosa, embaraçando, assim, apuração de infrações que envolvem organização criminosa.

Fonte: AFD

 

Lula adota modelo que faliu Argentina e elegeu Javier Milei

Enquanto o presidente argentino Javier Milei faz o que é necessário para reverter a crise, cortando despesas, até com demissão de servidores, o presidente Lula (PT) segue na direção oposta, adotando os erros dos seus amigos peronistas que levaram a Argentina à ruína. Como a turma de Alberto Fernández, Cristina Kirchner e Sergio Massa, o petista quer gastar, sobretudo dinheiro que não existe, até comprometendo as futuras gerações. Em vez de reduzir gastos, a obsessão é aumentar impostos.

‘Pedalada’ outra vez

Agora, para aplicar “pedalada” como a do impeachment de Dilma, o governo “arma” para não votar a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO).

Mundo da fantasia

A “pedalada” faria o governo empurrar os gastos com a barriga e inventar um superavit ou produzir o zero a zero imaginado por Fernando Haddad.

Golpe na LDO

Sem aprovar a LDO, o governo governaria à base de duodécimos calculados em cima da própria proposta orçamentária em ano eleitoral.

Diário do Poder

 

Governo manobra para adiar votação do veto de Lula à desoneração da folha

O governo trabalha arduamente para adiar a apreciação do veto que barrou a prorrogação da desoneração da folha para 17 setores da economia. O veto 38 está pautado para a sessão desta quinta (14). Líder de Lula no Congresso, o senador Randolfe Rodrigues (sem partido-AP) disse à coluna que não há embargo para “fazermos essa deliberação na próxima semana”. Mesmo entre aliados, o veto é rejeitado. O vice-líder de Lula, Jorge Kajuru (PSB-GO), declarou que vai votar pela derrubada.

Sebo nas canelas

Questionado pela coluna sobre o assunto, o líder de Lula no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), correu pelos corredores para não responder.

Desagrado

“Estou antecipando meu voto sabendo que vou desagradar a maioria do governo do presidente Lula”, afirmou Kajuru.

É o esperado

Efrain Filho (União-PB) disse à coluna que o governo prometeu uma nova proposta, mas “não seria uma surpresa” se ela não aparecesse.

Congresso quer votar

“O tempo está escasso já não temos mais prazo para aguardar a proposta do governo”, alertou o senador paraibano.

Diário do Poder

 

TSE “foge” de Comissão sobre confiabilidade do processo eleitoral e senador não perdoa

O senador Izalci Lucas convidou a população a acompanhar a audiência pública que será promovida na Comissão de Ciência e Tecnologia (CCT) para debater implicações da tecnologia no processo eleitoral brasileiro. A audiência é interativa, permitindo a participação do público com perguntas e comentários.

O senador ressaltou a importância da auditoria para garantir a confiabilidade das urnas eletrônicas e proporcionar uma maior compreensão para a população sobre o assunto. Izalci também questionou a falta de participação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nas audiências públicas realizadas no Senado e expressou sua indignação com a postura do tribunal. Ele ressaltou que a transparência na apuração dos resultados das eleições é fundamental para a defesa da democracia.

“Se realmente o Tribunal Superior Eleitoral e o Supremo Tribunal Federal [STF] querem dar à população a confiança necessária para acreditar realmente nos resultados das eleições, não há por que se negar a participar de um debate ou de uma discussão relacionada a isso. Hoje o Tribunal Superior Eleitoral normatiza as eleições. Ele solta as normas na época da eleição. Ele executa as eleições. Ele fiscaliza as eleições. E ele julga. Só ele. Não há um controle externo, por exemplo, confiável, com relação ao resultado das eleições”, apontou.

A “fuga” do TSE reforça o clima de insegurança instalado em todo o Brasil.

Jornal da Cidade Online

A poucas horas da sabatina de Flávio Dino, Lula faz uso de manobra para evitar surpresa

A esquerda é, de fato, capaz de tudo para conseguir o que quer. A poucas horas da sabatina de Flávio Dino no Senado Federal, Lula usou de uma manobra bem inerente ao PT, que desconfia de tudo e todos.

O petista exonerou três ministros que são senadores licenciados para reassumirem seus mandatos e votarem a favor de Flavio Dino, numa demonstração plena de que não tem certeza de uma vitória e se previne contra surpresa.

As saídas “a pedido” de Carlos Fávaro (Agricultura e Pecuária), Camilo Santana (Educação) e Renan Filho (Transportes) foram publicadas no Diário Oficial da União. Além dos três, ainda é esperada a exoneração de Wellington Dias (Desenvolvimento Social). Para ser aprovado no plenário, Dino precisa de 41 votos dos 81 senadores.

Os ministros exonerados devem reassumir seus cargos na Esplanada após a votação.

Jornal da Cidade Online