Ministério da Saúde virou esculhambação, afirma deputado sobre dança mostrando a bunda

Evair de Melo (PP-RS) apresentou requerimento pela convocação da Ministra da Saúde

O deputado federal Evair de Melo (PP-RS) também reagiu à dança erótica, registrada durante evento promovido pelo Ministério da Saúde.

No âmbito da Comissão de Fiscalização Financeira e Controle (CFFC), o capixaba apresentou requerimento de convocação da ministra Nísia Trindade à Câmara “para prestar esclarecimentos sobre a necessidade e adequação em financiar apresentação de dança obscena com música pornográfica de bate c*” detalhou.

Ao Diário do Poder, o parlamentar comentou o episódio. “O ministério da saúde virou esculhambação geral. Depois de confundir ritos culturais com medicina, agora vem com essa pouca vergonha da dança do c”, refletiu o bolsonarista. 

E completou: “Essa ministra deveria ser denunciada em todas as instâncias possíveis”.

 Diário do Poder

 

STF determina que União e Estados façam plano para melhorar sistema prisional

Há um estado de coisas inconstitucional no sistema carcerário brasileiro, o que exige a atuação conjunta de diversas autoridades para a construção de uma solução satisfatória. O entendimento é do Plenário do Supremo Tribunal Federal. 

O tribunal confirmou, por unanimidade, liminar de 2015 que reconhecia o estado de coisas inconstitucional e determinou a elaboração, em até seis meses, de planos nacionais, estaduais e distrital para solucionar os problemas envolvendo os presídios. Os planos devem ser executados em até três anos. O julgamento do mérito foi iniciado em junho de 2021, em sessão virtual. Relator do caso, o ministro Marco Aurélio Mello, hoje aposentado, votou por confirmar a liminar. Luís Roberto Barroso pediu vista e o julgamento foi retomado na terça-feira (3/10). 

No voto-vista, apresentado na quarta, Barroso, presidente do Supremo, afirmou que a situação prisional compromete a ressocialização e a garantia da segurança pública. A superlotação, disse, inviabiliza a prestação de serviços essenciais que integram o mínimo existencial. Por fim, considerou que o fato de os presos estarem sobre custódia do Estado suspendo apenas a sua liberdade, devendo ser assegurado o acesso à saúde, à educação e ao trabalho. 

“As demandas por melhores condições nas prisões são extremamente impopulares junto à opinião pública. Há uma certa resistência à ideia de que um país com recursos escassos e demandas sociais infinitas destine parte de tais recursos às pessoas que entraram em conflito com a lei, em prejuízo de outros grupos vulneráveis. Há, contudo, duas razões essenciais para dar atenção aos direitos dos presos: a primeira, ligada ao respeito aos direitos fundamentais protegidos pela Constituição e por outros diplomas. E a segunda, relacionadas ao impacto que o sistema prisional produz sobre a sociedade em geral”, disse Barroso.

O ministro seguiu Marco Aurélio em parte, mas ampliou algumas das determinações apresentadas em 2021 pelo relator. O relator também havia sugerido o prazo de três meses para a apresentação de planos nacionais e estaduais, o que foi ampliado pelo Supremo para seis meses, nos termos do voto de Barroso.

A decisão define:

  • que há um estado de coisas inconstitucional no sistema penitenciário brasileiro;
  • determina que juízes e tribunais façam audiência de custódia, preferencialmente de forma presencial, em até 24 horas a contar da prisão;
  • que a não aplicação de medidas cautelares e penas alternativas sejam fundamentadas pelos juízes; 
  • ordena a liberação e o não contigenciamento dos recursos do Fundo Nacional Penitenciário;
  • determina a elaboração de plano nacional, estadual e distrital para a superação do estado de coisas inconstitucional, com indicadores que permitam o acompanhamento e a implementação dos planos;
  • define o prazo de até seis meses para a apresentação do plano e de até três anos para a implementação;
  • determina que o plano nacional deve ser efetuado pela União em conjunto com o Conselho Nacional de Justiça;
  • que os planos dos Estados e do Distrito Federal serão feitos pelas respectivas unidades da federação, observado o diálogo com o CNJ e com a União;
  • que impasses envolvendo a elaboração dos planos devem ser submetidos ao Supremo para decisão complementar;
  • que todos os planos devem ser levados para homologação do Supremo; e
  • que o monitoramento da execução dos planos será feita pelo CNJ, com a supervisão do Supremo, se necessária.

O tribunal definiu a seguinte tese:

“1. Há um estado de coisas inconstitucional no sistema carcerário brasileiro, responsável pela violação massiva de direitos fundamentais dos presos. Tal estado de coisas demanda a atuação cooperativa das diversas autoridades, instituições e comunidade para a construção de uma solução satisfatória;
2. Diante disso, União, Estados e Distrito Federal, em conjunto com o Departamento de Monitoramento e Fiscalização do Conselho Nacional de Justiça (DMF/CNJ), deverão elaborar planos a serem submetidos à homologação do Supremo Tribunal Federal, nos prazos aqui fixados, observadas as diretrizes e finalidades expostas no presente voto, especialmente voltados para o controle da superlotação carcerária, da má qualidade das vagas existentes e da entrada e saída dos presos;
3. O Conselho Nacional de Justiça realizará estudo e regulará a criação de número de varas de execução proporcional ao número de varas criminais e ao quantitativo de presos.”

O tribunal analisou Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental apresentada pelo Psol. O partido afirmou que a situação do sistema penitenciário brasileiro viola preceitos constitucionais e, em especial, os direitos fundamentais do preso.

Fonte: CONJUR

 

Câmara aprovou urgência de pena dura para homicídio de crianças, contra voto do PT

Partido estaria preocupado com os impactos no ‘sistema prisional’

Na Câmara dos Deputados, PT e Psol votaram contra a urgência de Projeto de Lei de autoria dos deputados Bia Kicis (PL-DF), Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e Carla Zambelli (PL-SP), que aumenta para 50 anos as penas para crimes de homicídio contra crianças e adolescentes, qualificando também como crime hediondo a lesão corporal cometida contra a mesma faixa etária. Na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJC), o PT já havia tentado alterar o projeto, que foi relatado pelo deputado Pedro Lupion (PP-PR), impedindo a progressão da pena e alegando que a alteração ‘repercutiria em todo o sistema de execução penal’.

Um documento impetrado pelo partido, no sistema da Câmara dos Deputados, pede ‘desvinculação’ de uma outra proposta, assinada pelo deputado Odair Cunha (PT-MG), com tema semelhante, do escopo do projeto que teve êxito na CCJC, alcançando o plenário.

O parlamentar alegou que o pedido de desapensamento se deve à preocupação com os impactos ‘sobre o sistema prisional brasileiro’.

No plenário, a base governista alegou que o projeto dos bolsonaristas, com urgência aprovada pela maioria dos deputados, tem caráter ‘punitivista’.

Uma das autoras da propositura, a deputada Bia Kicis falou ao Diário do Poder sobre a motivação da autoria. “É um projeto muito importante, porque quando se trata de crianças, se gera na sociedade comoção e revolta. O caso que serviu de base para esta proposição chocou o país, então estamos trabalhamos pra que não aconteça mais. Se acontecer, que seja severamente punido”, afirmou a deputada.

Uma vez aprovada pelo Congresso, a proposta deve ser denominada ‘Lei Rhuan Maycon’, menino de 9 anos esfaqueado e decapitado pela mãe, Rosana Auri da Silva Candido, e pela companheira dela, Kacyla Priscyla, no Distrito Federal. As investigações apontaram que a motivação do crime estava ligada a um impasse pela determinação da identidade de gênero da criança. Antes de cometer o assassinato, a mãe e sua companheira teriam mutilado o órgão sexual de Maycon. À Polícia, as condenadas pelo crime disseram que ele queria ser uma menina.

Diário do Poder

 

O “tribunal do crime” é um estado paralelo que se impõe no Brasil

Bandidos condenaram outros bandidos à morte ontem, em um macabro “tribunal de justiçamento”, por conta da execução dos médicos na orla da Barra da Tijuca (RJ). Os criminosos mandaram matar as pessoas, e depois de elas serem executadas avisaram a polícia (o Estado) onde seus corpos estavam.

A execução bárbara acabou sendo um alívio para os agentes de segurança, pois não precisam mais lidar com o fato, considerando que os bandidos estão mortos. E você não só não vê as forças de segurança agindo para acabar com o “Estado Paralelo”, como ainda se depara com a mídia “mainstream” usando o assunto para fazer politicalha venal.

O Brasil faliu! Esqueçam possibilidade de melhora!

É o “tribunal do crime,” que se impõe pela fragilidade do Sistema de Segurança Pública  e por extensão do Governo Lula, prevalecendo a pleno vapor.

Guillermo Federico Piacesi Ramos

Advogado e escritor. Autor dos livros “Escritos conservadores” (Ed. Fontenele, 2020) e “O despertar do Brasil Conservador” (Ed. Fontenele, 2021).

 

Ciro Nogueira diz, que escolha do ministro Fufuca foi à revelia: “não somos base do governo Lula”

Senador, que preside o PP, nega possibilidade de aproximação com o Planalto

O senador Ciro Nogueira (PI), presidente do PP, afirmou que a escolha do deputado federal André Fufuca (PP-MA) como ministro do Esporte de Lula ocorreu à revelia e que o partido não é da base de apoio ao governo. Não somos base. Partido para ser base tem que se reunir, as lideranças aprovarem e fazer a indicação oficial do partido. E isso não aconteceu”, disse o parlamentar em entrevista ao jornal O Globo.

O presidente do PP também criticou a maneira como se deu a escolha de Fufuca para a Esplanada dos Ministérios.

Foi uma coisa que só o Lula é capaz de fazer, caso único no mundo. Você escolhe o nome para depois procurar qual é o ministério. O correto é você procurar o ministério e ver se aquela pessoa tem aquele perfil. Mas é o Lula que utiliza a coisa pública como se fosse uma moeda de troca”, avaliou.

O senador também descartou eventual aproximação com o Planalto.

Eu ficarei os quatro anos na oposição, sem conversar com o presidente Lula. Tenho todo respeito e carinho pelo Lula e sei que ele tem por mim. Eu não vou conversar. Posso conversar no dia seguinte que ele sair da Presidência”, disse Ciro.

Diário do Poder

 

Para Gilmar não basta que o STF legisle. O STF tem que pautar o que o Congresso pode legislar, diz coronel

Que o STF tem extrapolado suas atribuições de controle constitucional o Brasil já sabe. Já sabe também que o STF tem legislado sobre temas importantes para o povo, a exemplo da liberação de drogas, descriminalização do aborto, cobrança de imposto sindical, dentre outras matérias. Tem decidido inclusive contra leis aprovadas pelo congresso.

Mas as palavras do ministro Gilmar Mendes, sobre a decisão do congresso, através do presidente do senado Rodrigo Pacheco, de propor alteração legislativa, impondo mandato aos ministros do supremo, foi surreal. Para Gilmar Mendes não basta que o STF legisle, o STF tem que pautar o que o Congresso pode legislar.

Confira as mensagens de Gilmar Mendes no twitter:

“Agora, ressuscitaram a ideia de mandatos para o Supremo. Pelo que se fala, a proposta se fará acompanhar do loteamento das vagas, em proveito de certos órgãos.

É comovente ver o esforço retórico feito para justificar a empreitada: sonham com as Cortes Constitucionais da Europa (contexto parlamentarista), entretanto o mais provável é que acordem com mais uma agência reguladora desvirtuada.

Talvez seja esse o objetivo. A pergunta essencial, todavia, continua a não ser formulada: após vivenciarmos uma tentativa de golpe de Estado, por que os pensamentos supostamente reformistas se dirigem apenas ao Supremo?”

Não, Gilmar Mendes. Não houve tentativa de Golpe!

Henrique Alves da Rocha

Coronel da Polícia Militar do Estado de Sergipe.

 

Ministério da Saúde realiza evento do governo Lula com bunda de fora e dança pornográfica

Apresentação ousada foi em evento da Atenção Primária do Ministério da Saúde com uma versão da música “BACTU”

Um evento promovido pelo Ministério da Saúde, nesta quinta-feira (5), tem sido criticado por políticos de oposição que condenaram a apresentação de uma dançarina ao som de uma versão da música “Batcu”, cantada originalmente pela dragqueen Aretuza Lovi e pela funkeira Valesca Popozuda. Durante a apresentação, a dançarina rebola, faz movimentos sensuais, mostra as nádegas, vira de ponta cabeça e mostra partes do corpo.

O show exibicionista ocorreu durante o 1º Encontro de Mobilização da Promoção da Saúde no Brasil, realizado em Brasília entre 4 e 6 de outubro. O evento é organizado pelo Departamento de Prevenção e Promoção da Saúde da Secretaria de Atenção Primária à Saúde do Ministério da Saúde.

Dançarina faz movimentos ousados em apresentação do Ministério da Saúde (Foto: Reprodução/redes sociais) A apresentação despertou a ira de políticos. Nas redes sociais, o senador Ciro Nogueira (PP-PI) disse ser “chocante como a ideologia contaminou o governo do PT”.

É isso que salva vidas num sistema que a OMS colocou em 125º lugar? O cupim identitário está corroendo o governo por dentro. E Brasil real vê chocado tudo isso.”, disse o senador.

Já o senador Rogério Marinho (PL-RN) ironizou a apresentação com a hashtag #PadrãoPT

“Inversão de valores, erotização, relativização da agenda da saúde e banalização dos recursos públicos! O Brasil do PT voltou!!!”, disse Marinho nas redes sociais.

O ex-deputado federal Deltan Dallagnol criticou o que chamou de “degradação moral do governo Lula”.

É inacreditável o nível de degradação moral do governo Lula. Agora temos até dança pornográfica do “bate c*” em evento oficial do Ministério da Saúde. Qual será o próximo absurdo? As famílias brasileiras verão dança pornô no Ministério da Educação também?”, disse Deltan.

Diário do Poder

 

Deputado Gaspar: ‘bandidagem sente leniência; Dino, é hora de pedir para sair’

Deputado que presidiu Grupo Nacional de Combate às Organizações Criminosas critica caos na política de segurança pública do país

A bandidagem sente a leniência no combate ao crime, com certeza de impunidade mataram nove brasileiros em chacinas na Bahia e no Rio de Janeiro, entre a madrugada e a manhã de ontem (5). A conclusão é do deputado federal Alfredo Gaspar (União-AL), que presidiu o Grupo Nacional de Combate às Organizações Criminosas (GNCOC), em 2018, e avalia que este é o momento ideal para um pedido de demissão do ministro da Justiça, Flávio Dino.

Gaspar criticou nas suas redes sociais o caos na política de segurança pública do Brasil, ao afirmar que o ministro não entende do assunto, citando chacinas que mataram seis alvos da mesma família, com idoso, mulheres, criança e gestante trucidados em um ataque de criminosos em Jequié, na Bahia. Horas antes, lembrou o parlamentar alagoano, três médicos foram executados por bandidos armados, no início da madrugada de ontem, em quiosque da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, tendo entre os mortos o irmão da deputada federal Sâmia Bomfim (PSOL-SP), que é esposa do deputado Glauber Braga (PSOL-RJ).

“Ministro Dino, é hora de pedir para sair! Quem não entende do assunto não deve permanecer no cargo. O Brasil não suporta essa escalada de violência”, apelou Alfredo Gaspar, que comandou uma redução histórica da violência em Alagoas, a partir de 2015, retirando seu estado do topo do ranking nacional de crimes violentos com mortes.

Dino foi convocado e participará de audiência da Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados, na próxima terça-feira (10). A convocação é resultado de 19 requerimentos apresentados por deputados opositores do governo de Lula (PT).

Diário do Poder

 

Senado quer votar fim da reeleição até o fim do ano

A discussão é que a proposta, junto a que limita o mandato de ministros do STF, entre em vigor apenas em 2030

Em reunião nesta quinta-feira (5), senadores entraram em consenso e decidiram que a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da reeleição e a adoção de mandatos de cinco anos para os cargos de presidente, governadores e prefeitos, deve ser votado no Senado até o fim deste ano.

O objetivo da proposta é “frear um estado eleitoral permanente. O que permitirá que os mandatários tomem decisões sem se preocuparem com a busca por popularidade”, de acordo com apuração do jornal O Globo.

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), deve escolher um senador para relatar a PEC no nos próximos dias. O parlamentar já havia expressado interesse em discutir o assunto durante um evento no Rio de Janeiro.

Na Conferência da Fides, Pacheco questionou a eficácia da reeleição no poder Executivo. O senador acredita que não foi benéfica para o Brasil e que o fim da reeleição seria positivo para o país. A proposta tem como pauta também, alongar os mandatos de quatro para cinco anos e sincronizar as eleições gerais.

Pacheco argumenta que essas mudanças permitiriam que os mandatários tomassem decisões sem se preocuparem com a busca por popularidade. A discussão na reunião de líderes é para que essa proposta, junto a que limita o mandato de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), entre em vigor apenas em 2030. Isso garantiria um longo período de transição da aprovação da medida até a sua implementação efetiva.

Diário do Poder

Presidente do STF é contra a PEC do Congresso que fará alterações na Corte de Justiça

Em coletiva, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luís Roberto Barroso, disse não ver “razão” para mudanças na composição e no funcionamento da Suprema Corte brasileira. Entretanto, Barroso acrescentou que, na democracia, “nenhum tema é tabu”.

“De modo que eu, honesta e sinceramente, considerando uma instituição que vem funcionando bem, eu não vejo muita razão para se procurar mexer na composição e no funcionamento do Supremo”, afirmou o presidente do Supremo.

Nas últimas semanas, ganhou força no Congresso Nacional a ideia de definir um mandato com prazo fixo para os ministros do STF.  Essa decisão veio à tona devido às polêmicas decisões do Supremo Tribunal Federal, como o julgamento do marco temporal e questões relacionadas ao aborto.

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado Federal já aprovou uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que limita decisões monocráticas e pedidos de vista no STF.

Jornal da Cidade Online