General fica encurralado sobre Flavio Dino na sabotagem da segurança no 8 de janeiro

O depoimento do ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, reconheceu que a responsabilidade pela possível ‘facilitação’ da entrada dos manifestantes na Praça dos Três Poderes, nas manifestações do dia 8 de janeiro, é do Ministério da Justiça.

A fala de G. Dias – que pediu demissão horas após vazamentos de vídeos que mostraram ele e membros do GSI completamente passivos diante da invasão e do vandalismo – foi durante o depoimento na CPI dos atos antidemocráticos, realizado na Câmara Legislativa do Distrito Federal, na quinta-feira (22), quando questionado pela deputada distrital Paula Belmonte.

O general afirmou que não havia tido acesso a documentos da inteligência que chegaram às mãos do ministro Flávio Dino, dias antes do ato, e nesse momento a parlamentar surpreendeu a todos apresentando um vídeo aterrador, que mostra a sede do governo sendo ‘abandonada e aberta aos que queriam vandalizá-la’.

Na cena, os homens da Força Nacional estão se retirando, em ônibus, enquanto a imensa maioria dos que estavam no ato – famílias, mulheres, idosos e crianças – eram iludidas, acreditando que se tratava apenas de um ato de repúdio:

“Isso acontecendo aí, e a Força Nacional que é de subordinação ao ministro Flavio Dino se retirando da manifestação, facilitando a entrada no Palácio do Planalto, no Congresso Nacional e no STF. Nós estamos abrindo uma outra linha de raciocínio, que é a própria sabotagem porque (Dino) tinha interesse na própria secretaria do GSI. A sabotagem do estado democrático de direito”, concluiu Paula Belmonte

Mais uma vez, com as imagens diante dos olhos, não é possível negar os fatos e concluir que são gravíssimos e pesam contra o governo Lula e seus subordinados.

  1. Dias agora irá depor na CPMI do 8 de janeiro que acontece no Congresso Nacional, considerado o mais importante colegiado para esclarecer o que ocorreu e determinar as responsabilidades sobre aquele fatídico domingo. Será que, enfim, o ‘general do Lula’ vai abrir o bico e contar tudo o que sabe?

Jornal da Cidade Online

 

Membros do PCC e do CV usam áreas indígenas para produzir drogas e se esconder da polícia, diz a ABIN

Há quase uma década, líderes e integrantes de facções criminosas – como o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) – descobriram que é muito mais vantagem; ao invés de fugir para outras cidades onde as polícias mantém contato, se esconder em áreas indígenas e quilombolas da região amazônica.

Isso mesmo! A criminalidade aposta em reservas enormes, remotas, longe de autoridades e demais “curiosos” para administrar o tráfico, identificar novas rotas, se esconder por tempo indeterminado, explorar a mão-de-obra local para plantio de maconha, garimpo e transporte da cocaína que entram pelas fronteiras, além de evitar fiscalizações das práticas criminosas. O fenômeno, segundo um funcionário da Abin, é chamado de “Neo-pistolagem”.

As informações foram apresentadas por pesquisadores e representantes da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), Ministério dos Povos Indígenas, Ministério Público dos estados da região e Polícia Civil do Pará, durante o 17º Encontro Anual do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, encerrado em Belém, na quinta-feira (22).

Levantamento da Universidade Estadual do Pará (UEPA) indica que o estado governado por Helder Barbalho (MDB) tem, pelo menos, 42 cidades dominadas pelo narcotráfico. O Comando Vermelho, por exemplo, sozinho, aprisionou 39 áreas quilombolas paraenses e o Ministério Público foi mais longe: afirma que há 11 mil integrantes do CV no Pará.

– Querem escoar a produção de droga da Bolívia, Peru e Colômbia – explica o promotor Bruno Rodrigues. A polícia paraense estima que, somente de janeiro a junho de 2023, apreendeu 2,05 toneladas de cocaína em rios, mares, igarapés, portos, marinas e atracadouros. A quantidade disparou nos primeiros meses de Governo Lula (PT) porque, em 2022, os agentes flagraram apenas 153,2 kg de cocaína transitando durante todo o ano. 

– Eles entram no território, vendem drogas nas festas, usam drogas na beira do igarapé, entram armados dizendo que vão caçar e se escondem da polícia no quilombo – lamenta o geógrafo e pesquisador da Universidade Federal do Pará (UFPA), Aiala Couto.

Enquanto o Estado insiste em manter a Floresta Amazônica de pé e barrar o Marco Temporal das Terras Indígenas para criar novas reservas, a bandidagem se multiplica no Norte do Brasil; sabendo que as copas das árvores imensas e as intermináveis rotas terrestres e fluviais poderão esconder o “ninho de ratos” em que se tornou parte do país.

Jornal do Agro Online

 

Conseguiram indicar a senadora mais incompetente para relatora da CPMI, diz deputado sobre Eliziane Gama

Em entrevista exclusiva à jornalista Berenice Leite, do canal Fator Político BR, o deputado federal Gustavo Gayer (PL-GO) soltou o verbo sobre a CPMI do 08/01, sem poupar a relatora Eliziane Gama:

“No início, eu fiquei chateado quando escolheram a senadora Eliziane Gama como relatora da CPMI, mas hoje eu agradeço, porque pegaram a ‘Dilma’ do Senado e colocaram para ser relatora. Conseguiram escolher a pessoa mais incompetente do Senado. Existe uma coisa que é a incompetência da mente esquerdista. Eles são incompetentes por natureza. 

Por exemplo, levaram o Silvinei Vasques, ex-diretor da Polícia Rodoviária Federal (PRF) para a CPMI, achando que iam destruir a reputação desse cidadão, só que foi um tiro que saiu pela culatra”, ressaltou. A relatora foi totalmente destruída por ele e a vergonha ficou maior, quando ela cobrou dele se tinha formação acadêmica. O ex-diretor da PRF registrou um currículo invejável com destaque para mestrados e doutorados fora do Brasil e pelo menos umas duas dúzias de cursos de extensão, destacou o deputado Gustavo Gayer

Jornal da Cidade Online

 

Alexandre Garcia dá aula sobre a Constituição e combate à censura e manda ‘direta’ a Alexandre Moraes

O jornalista Alexandre Garcia deu uma verdadeira aula sobre respeito à Constituição e combate à censura, durante participação em audiência pública na Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF). Sem meias palavras ou medo de dizer a verdade, o jornalista citou o absurdo caso do ex-deputado federal Daniel Silveira, que perdeu o mandato, os direitos políticos, foi condenado há mais de oito anos de prisão e ainda terá que arcar com multas milionárias, após ter emitido sua opinião no exercício do mandato e sob a proteção do artigo 53 da Carta Magna de 1988.

Art. 53. Os Deputados e Senadores são invioláveis, civil e penalmente, por quaisquer de suas opiniões, palavras e votos.

“Prenderam o Daniel Silveira às 11 da noite… abriram um inquérito e não tem promotor público, como diz o artigo 129”, afirmou.

 Ele citou ainda o artigo 220, parágrafo 2º, que fala da liberdade de expressão e que permite que artistas se manifestem sem serem censurados, em clara alusão aos recentes casos envolvendo humoristas que foram calados e tiveram que retirar seus conteúdos das redes sociais. Corajoso, o jornalista foi além e mandou um recado direto ao ministro Alexandre de Moraes, ao citar um dos casos mais emblemáticos, envolvendo o ex-deputado federal Roberto Jefferson, atualmente preso por determinação do magistrado que toca com mão de ferro o malfadado inquérito dos ‘Atos Antidemocráticos’:

 “Como eu fui professor de português, eu gosto de defender a língua e está aqui no artigo 13 da Constituição que o português é a língua deste país. Fake news não é nem língua constitucional, além de não ser crime previsto no código penal. Crime previsto no código penal pode ser calúnia, injúria e difamação e eu acho que o Roberto Jefferson está enquadrado nisso, mas não fake news. Ele foi preso por fake news… resistiu à prisão, e agora está preso por ter resistido e ninguém discute porque prisão era essa, houve um calar geral’.

Alexandre Garcia encerra dizendo que discorda de quem não tem argumentos e utiliza interjeições e adjetivos, mas que defende o ‘direito de falar’:

“Eu fico pensando, será que um ministro lá do Supremo não vai gostar do que estou dizendo e de repente ele me bloqueia, me tira, me corta”?

Jornal da Cidade Online

TCU quer devolução milionária da Fiocruz da administração de Nísia Trindade, atual Ministra da Saúde

Segundo notícia publicada na revista Veja, a ministra da Saúde do governo do Lula, Nísia Trindade, de acordo com o TCU como gestora da Fiocruz deve devolver aos cofres públicos R$ 11 milhões diante de irregularidades em uma pesquisa.

O motivo é um relatório apresentado pelo Tribunal de Contas da União que apontou desvio milionário de verba pública pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), ainda no período em que a socióloga presidia o órgão:

“Em 2014, o Ministério da Justiça contratou a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) para fazer uma pesquisa sobre o uso de drogas no Brasil. Concluído em 2019, já durante o governo de Jair Bolsonaro, o levantamento ouviu 16 000 pessoas e constatou que 9,9% dos brasileiros na faixa etária de 12 a 65 anos já haviam experimentado alguma substância ilícita.

O trabalho, porém, foi considerado tecnicamente superficial, uma vez que a metodologia utilizada impediria a comparação com resultados anteriores, prejudicando o objetivo final, que era descobrir se o consumo de drogas no país estaria ou não em escala ascendente. Na época, houve bate-boca e troca de acusações entre autoridades.

A confusão acabou resultando em um processo administrativo, concluído no fim do ano passado, que determinou que a Fiocruz devolvesse 11 milhões de reais aos cofres públicos. O caso provavelmente passaria despercebido se não fosse um detalhe: entre as autoridades apontadas como responsáveis pelas irregularidades está Nísia Trindade, atual ministra da Saúde.”, diz a Veja

Jornal da Cidade Online

 

Por omissão da SMTT calçada da rua Antonio Raiol se tornou estacionamento privativo de motos

Aqui faço o registro de apenas uma rua, mas as transversais entre as ruas da Paz e Grande, os espaços reservados a pedestres, principalmente as calçadas estão sendo utilizados como estacionamentos para motos. Para as pessoas como mobilidade reduzidas, os idosos e até mesmo os cadeirantes têm os seus direitos de acessibilidade, impedidos, simplesmente pela omissão do poder público ou mais precisamente da SMTT, que não exerce a sua responsabilidade de fiscalização.

A verdade é que os infratores vão ocupando espaços. Decorrente da omissão das autoridades, outros chegam e assim, ocorrem as ocupações com a impressão a população de existência de até autorização, diante do exacerbado desrespeito.

Outros registros sobre esse acintoso desrespeito já foram feitos aqui no blog, mas as autoridades são as primeiras irresponsáveis, uma vez que se omitem. O máximo que fazem é aplicação de multas e vão embora, no dia seguinte a esculhambação volta a se repetir. Caso houvesse a apreensão das motos, o que implicaria em mais sanções penais aos proprietários, a situação já seria outra, afinal de contas quando surge o peso financeiro para os atos irresponsáveis, a coisa muda.

Aqui fica mais um registro de uma irregularidade que pesa consideravelmente para muita gente, entre elas, os idosos, as pessoas de mobilidades reduzidas e os cadeirantes. Agora é esperar que as autoridades façam o que lhes é de responsabilidade.

Fonte: AFD

Prestígio, reputação, caráter

Percival Puggina

É dispendioso o esforço que Lula faz para se tornar figura carimbada da cena internacional e é exaustiva a dedicação de seus apoiadores em exaltar o que seria um retorno do Brasil às grandes partidas da diplomacia mundial. A ideia central da empreitada consiste em mostrar que Lula tem prestígio no circuito das grandes capitais da Eurásia.

Então, Lula viaja e Janja, que diz “sofrer todos os dias” em sua missão, descobre aquilo que os navegadores do século XV já haviam percebido: viagens intercontinentais são um saco, quer numa caravela, quer em voo lotado de turistas, quer, ainda, em avião presidencial carregado de puxa-sacos. “Compra um avião novo, meu bem, o Brasil merece”, presumo que tenha dito. Merece sim, senhora. Puxa se merece!

O casal não descobriu ainda, e seus apoiadores jamais perceberão, a enorme diferença existente entre comparecer a eventos internacionais fazendo a coisa certa e ali estar arrotando desinformações e autolouvações, apoiando a quem não deve, falando mal do antecessor e do próprio país, costurando pactos com malfeitores, agradando ao imperialismo russo invasor da Ucrânia, protegendo criminosos como Daniel Ortega e Nicolas Maduro.

Hoje, enquanto escrevo, chegou a vez do Papa servir de palco para Lula. Como ambos falam demais, deve ser uma conversa fatigante. Ontem, Lula
teve proveitoso reencontro de alto nível cultural com o italiano Domenico de Masi. Como o sociólogo é famoso pela criação do conceito de ócio criativo, imagino que tenha ajudado na formatação da agenda de futuras viagens do peregrino casal brasileiro. Amanhã, Paris e os abraços de Emmanuel Macron que, como ele, vê o Brasil e o agronegócio nacional com muito maus olhos.

Há, contudo, três surpresas no fim dessa estrada. Elas se revelam ao descobrir que:

1 – Prestígio costuma ser atributo de quem é visitado; não do visitante. Na política, é mais comum que dependa do cargo do que da pessoa. Quando Lula deixar de ser procurado por pedintes e criminosos e abandonar as más companhias de sempre, essa improvável transição poderá contribuir para atenuar seus problemas em relação, também, a outro conceito fundamental:

2 – Reputação, boa ou má, nos acompanha ao longo da vida como luz ou sombra e depende do que os outros pensam sobre nós;

3 – Caráter, diferentemente de reputação, depende exclusivamente de cada um. Ou se tem ou não se tem.

Percival Puggina

 membro da Academia Rio-Grandense de Letras, é arquiteto, empresário e escritor e titular do site Liberais e Conservadores (www.puggina.org), colunista de dezenas de jornais e sites no país.

 

Em Paris, hotel de alto luxo de Lula e Janja custou R$728 mil por 2 dias

O presidente Lula (PT), cujos seguidores chamam de “pai dos pobres”, adora um luxo: gastou impressionantes R$728 mil dos recursos públicos só na hospedagem de quinta (22) e sexta (23) no Hotel Intercontinental Paris Le Grand, de acordo com dados que, por força de lei federal, estão expostos no Portal da Transparência. A conta da estadia de Lula e Janja inclui, além da suntuosa suíte presidencial, outras 17 acomodações, sala de reunião, mordomias e até a exigência de wi-fi e telefones exclusivos.

Wi-fi de R$31 mil

Custou R$31 mil o wi-fi usado pela comitiva presidencial, a pedido do escalão avançado, grupo que vai à frente para preparar a visita.

Mordomia sem limites

A majestosa suíte de Lula do Intercontinental Le Grand tem 140 metros quadrados, dois quartos, salas e até hall de espera para convidados.

Você quem pagou

Custou 50 mil euros (R$261,5 mil) só a suíte presidencial de Lula e Janja para o pernoite parisiense, mais 6 quartos para seguranças e aspones.

À disposição

O apego de Lula e Janja por hotéis de alto luxo já foi visto nas visitas à China, Portugal, Japão etc. Em Londres, a conta chegou a R$1,3 milhão.

Coluna do Claudio Humberto

 

Na França, imprensa de esquerda não leva Lula a sério

Flagrado novamente contando lorotas sobre o Brasil em Paris, o presidente Lula (PT) foi recebido com críticas até do jornal Libération, porta-voz da esquerda francesa, fundado pelo filósofo Jean-Paul Sartre. “Decepção”, mancheteou o jornal habituado a bajular o petista. Em vídeo, Lula já se jactou das mentiras que contou na França, exagerando nos dados sociais sobre o Brasil. Voltou ontem às mentiras sobre fome e desempenho da economia brasileira, inclusive sob os governos do PT.

Pernas curtas

Em conversa com blogueiros petistas, gravada em vídeo, Lula se jactou de mentir sempre que visitava Paris. A ficha começou a cair na França.

Usando a fome

Lula disse, na caradura, que 33 milhões de brasileiros passam fome nas ruas. É dado falso de uma ONG ativista divulgado na campanha eleitoral.

Economia fantasiosa

Lula disse ter deixado o Brasil como a 6ª maior economia. Mentira. O País chegou a 7ª maior no governo Dilma. Está agora na 10ª.

Conta outra

Já que contava lorotas, Lula acusou em Paris até o Banco Mundial de não assistir países pobres. A instituição atende 400 milhões de pessoas.

Coluna do Claudio Humberto

 

O erro crucial de Putin, as chances de o golpe prosperar e o temor americano

O Wagner Group é uma organização paramilitar liderada pelo empresário russo Yevgeny Prigozhin. Até agora, Prigozhin e seus mercenários serviram aos interesses do Estado russo, desempenhando papel fundamental em vários conflitos, incluindo a luta pela região de Donbass, na Ucrânia.

Putin “terceirizava” serviços sujos para o Wagner, cuja existência nunca foi reconhecida publicamente. A situação mudou com a invasão da Ucrânia. Quando autorizou Prigozhin a formar o que se tornou um exército privado, Putin pode ter atiçado as ambições políticas do empresário.

Há muitas incógnitas no momento. Uma grande parte das tropas russas operacionalmente utilizáveis ​​está na Ucrânia. Algumas unidades profissionais permanecem na Rússia, além de muitos recrutas que poderiam ser cooptados pelo Wagner Group. O grande fator desconhecido é a Rosgardia, a Guarda Nacional da Rússia, que tem 340 mil membros em todo o país. Na região de Moscou deve haver entre 40 mil homens, que poderiam ser usados ​​contra Prigozhin.

A Força Aérea Russa aparentemente ainda não se posicionou, mas poderia intervir rapidamente contra o Wagner. Tudo depende de quanto apoio Prigozhin realmente tem, tanto na Força Aérea quanto em várias forças militarizadas. Se ele conseguiu apoio suficiente nas Forças Armadas, ele pode mobilizar os militares descontentes com a longa e pesada guerra na Ucrânia, e ter sucesso em lançar uma nova revolução na Rússia.

Uma coisa parece certa: haverá derramamento de sangue.

Alguns analistas acreditam que Prigozhin recebe algum apoio externo. Tropas e recursos do Wagner Group foram realocados pela região há alguns meses, e esse movimento não pode ter escapado ao olhar atento de vários serviços de inteligência estrangeiros. Mas a aposta em Prigozhin não parece boa neste momento.

Há informações de que o intuito real do motim seria tomar o controle do arsenal nuclear. A situação é considerada crítica. Essa é a maior preocupação dos EUA no momento. Moscou teria autorizado o uso de armas táticas nucleares no caso de participação ocidental no motim.

Texto de Roberto Motta. Engenheiro. Autor de 5 livros. Comentarista da Jovem Pan News. Ex-consultor do Banco Mundial e ex-Secretário de Estado.