Governo Lula avaliza R$35 bilhões do Brics para Argentina

A Argentina nada tem com o banco do Brics, mas seu governo aproveitou Dilma Rousseff na presidência para arrumar um empréstimo de US$7 bilhões (R$35 bilhões). A jogada ficou clara pelo detalhe revelado na imprensa daquele país: o Brasil será avalista da operação. Na Argentina, ninguém aposta que o empréstimo será pago, por isso sobraria para os brasileiros pagarem a conta. Seria uma “gentileza” do presidente Lula ao amigo argentino Alberto Fernández, cujo governo quebrou aquele país.

Brasil é uma mãe

A imprensa argentina sustenta que o Brasil será o fiador e o governo da Argentina tem pressa, quer uma solução antes das eleições de outubro.

O fiador otário

A Argentina quer usar o BNDES para pagar importações brasileiras com dinheiro do Brasil, e prazo maior. Com garantia via banco dos BRICS.

Sobrou pra quem?

O banco dos Brics até pode emprestar a países não-membros. Mas um dos membros precisa oferecer garantia com seu próprio Tesouro.

Socorro em discussão

Governadores do banco dos Brics discutir socorro à Argentina, mas Fernando Haddad apenas confirmou tratativas para “expandir os fundos”.

Coluna do Claudio Humberto

 

Judiciário do Maranhão envia ordem de R$ 223 milhões para pagamento de 1.575 precatórios

A Coordenadoria de Precatórios do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA) – unidade vinculada ao Gabinete da Presidência – concluiu em 31 de maio a meta integral de finalização do processamento para individualização de valores correspondentes a 1.575 precatórios dos entes devedores municipais e estadual, totalizando o montante de R$ 223 milhões. 

A meta foi atingida no período de 40 dias de serviço extraordinário, com jornadas internas que incluíram turnos noturnos, além de sábados, domingos e feriados de trabalho ininterrupto.

O objetivo do serviço extraordinário foi realizar o processamento do pagamento de todos os valores disponíveis por repasse de recursos ou bloqueados em cumprimento de decisões de sequestro, com verificação dos aportes pelos entes devedores, realização de individualizações de valores em contas judiciais em nome dos beneficiários, além da realização das revisões jurídicas competentes e apurações contábeis prévias à quitação dos créditos.

Desse total, aproximadamente R$ 193 milhões referem-se a pagamento de precatórios do Estado do Maranhão, dos quais R$ 93 milhões em acordo direto e R$ 100 milhões relativos a pagamentos de direitos superpreferenciais e da ordem cronológica de apresentação dos requisitórios inscritos no orçamento do ano de 2015.

Com relação aos entes municipais, foram realizados 52 lotes de individualizações de valores, com o processamento de R$ 30 milhões para pagamento de precatórios, dos quais mais de R$ 11 milhões são referentes ao município de São Luís. Cabe ressaltar, ainda, que os municípios de Timon, Imperatriz, Caxias e Cururupu também tiveram volume financeiro significativo de pagamentos, com mais de R$ 7 milhões processados somente com relação a precatórios desses quatro entes.

“A Coordenadoria de Precatórios reafirma o seu compromisso de dar fiel cumprimento às metas institucionais estabelecidas pelo presidente do TJMA, desembargador Paulo Velten, com foco na realização de todas as atividades internas com agilidade máxima no pagamento e na cobrança de devedores, a fim de que o serviço prestado pela unidade à sociedade seja sempre célere e de qualidade”, declara o juiz gestor da Coordenadoria de Precatório, Anderson Sobral de Azevedo.

As informações referentes ao processamento e pagamento de precatórios poderão ser obtidas diretamente pela página “Precatórios”, no Portal do Tribunal de Justiça.

Agência TJMA de Notícias

 

Violência avança: 03 homens foram assassinados a bala e faca em Itapecuru-Mirim, sendo dois decapitados

                                                        Foto: TV Mirante

                 As vítimas identificadas como Jonas Lopes Silva, Luís Pedro da Conceição Silva e Albino Soares Santos, podem ter sido vítimas de condenação pelo Tribunal do Crime ou confronto por mais espaços na criminalidade.

Os principais veículos de comunicação do Estado, desde ontem dão atenção para o assassinato de três jovens na comunidade Mandioca, município de Itapecuru-Mirim. As autoridades policiais já estiveram no local e promovem inúmeras diligências para apurar os fatos e mais precisamente identificar as autorias dos assassinatos e ainda não se manifestaram a violência e crueldade de como os crimes foram praticados.

Há suspeitas de que as vítimas poderiam ter envolvimento com o tráfico de drogas e podem ter sido julgadas e condenadas pelo Tribunal do Crime do Tráfico. A existência de tribunais de crimes é uma realidade em todo país no tráfico de drogas, principalmente nas cidades, onde ele ganha dimensão com a criação de ramificações. Quando alguém do grupo não cumpre ordem e não prestar contas, geralmente é submetido a julgamento, em que ele vai morrer e a decisão é como ele será executado.

Há também suspeitas de que os assassinatos podem ter sido por rivalidade entre quadrilhas por espaços para a ampliação do tráfico, mas a crueldade com a decapitação de duas das vítimas, não é muito bem avaliada pelas autoridades.

As execuções abalaram o município de Itapecuru-Mirim e o delegado Samuel Morita, titular da delegacia já levantou várias informações, inclusive de os três assassinatos poderiam ter sido por vingança. As autoridades policiais avaliam algumas linhas de investigação e levantaram suspeitas.

O sério problema é que os crimes abalaram todo o município e a insegurança é questionada por todos os segmentos sociais. O policiamento da cidade é muito precário e precisa de imediato, de contingente militares e civis e viaturas, relatam as lideranças comunitárias. A verdade é nos lugares em que o poder público é frágil a desordem e o crime ocupam maiores espaços.

Fonte: AFD

 

 

 

 

Lula indica ao STF o seu advogado Zanin, após jantar com ministros Moraes e Gilmar e o presidente do senado

Um jantar protocolar aconteceu com as presenças do advogado Cristiano Zanin com presidente do senado Rodrigo Pacheco (PSD-MG), o presidente da Comissão de Constituição e Justiça do senado, Davi Alcolumbre (União-AP) e com os ministros do STF, Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes. O jantar foi apenas para que o presidente Senado fosse incluído na indicação de Zanin, que na verdade já havia sido decidida no churrasco que havia ocorrido dias antes sem a presença de Pacheco.

Lula deve falar sobre o assunto em uma reunião com Davi Acolumbre, hoje no final da tarde. O senador deve realizar a sabatina o mais rápido possível, mas – e sempre tem um, ‘mas’ – ele deve condicionar essa rapidez a aprovação da exploração de petróleo na costa setentrional do Amapá que o Ibama e a Ministra Marina Silva têm barrado. E deve ter seu pedido atendido.

Com Zanin no Supremo, a pressão sobre o Congresso, tanto Câmara dos Deputados quanto Senado vai aumentar muito e o primeiro “alvo” deve ser o senador Sergio Moro.

Jornal da Cidade Online

 

‘Lula mente sobra a realidade da ditadura venezuelana’, diz Juan Guaidó

O autoproclamado residente venezuelano participou de um encontro virtual na Câmara

Parlamentares da oposição ao governo do presidente Lula (PT) receberam nesta quarta-feira (31) o autoproclamado presidente da Venezuela, Juan Guaidó, em uma reunião virtual na Câmara dos Deputados. O encontro teve como pauta a vinda do ditador venezuelano Nicolás Maduro ao Brasil e a fala de Lula durante a cúpula dos presidentes da América do Sul, quando o petista afirmou que o regime ditatorial da Venezuela é uma “narrativa”.

Guaidó criticou o presidente brasileiro e disse que ‘Lula mente’ ao afirmar que a ditadura da Venezuela não passa de narrativas.

“[…] É muito grave para a constituição, é muito grave para o continente o que Lula mentiu”, declarou.

Juan Guaidó, se autoproclamou presidente interino do país no dia 23 de janeiro de 2019 e foi reconhecido pelos governos do Brasil, Estados Unidos, Reino Unido, Canadá, França, Alemanha, Portugal, Dinamarca, Suécia, entre outros países.

Na época, o Itamaraty disse em nota que reconheceu o venezuelano. “[…] O Brasil reconhece o Senhor Juan Guaidó como Presidente Encarregado da Venezuela e apoiará política e economicamente o processo de transição para que a democracia e a paz social voltem ao país vizinho”.

Diário do Poder

 

STF condena Collor a 8 anos e 10 meses por corrupção e lavagem de dinheiro

O Plenário do Supremo Tribunal Federal condenou nesta quarta-feira (31/5) o ex-presidente e ex-senador Fernando Collor de Mello a oito anos e dez meses de reclusão pela prática dos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro, além de 90 dias-multa (de cinco salários-mínimos cada). A punição deverá começar a ser cumprida em regime fechado.

A corte também condenou Collor por associação criminosa, mas reconheceu a extinção da punibilidade por prescrição. Além disso, o ex-presidente fica impossibilitado de exercer funções públicas.

Por oito votos a dois, o STF entendeu ter ficado provado que o ex-presidente recebeu R$ 20 milhões de propina para conseguir que a construtora UTC Engenharia obtivesse contratos com a BR Distribuidora.

O relator do caso, ministro Edson Fachin, propôs pena de 33 anos, dez meses e dez dias de prisão. Os ministros André Mendonça, Nunes Marques, Dias Toffoli e Gilmar Mendes sugeriram punição de oito anos e seis meses.

O revisor da ação penal, ministro Alexandre de Moraes, recomendou pena de oito anos e dez meses de prisão, no que foi seguido pelo ministro Luiz Fux. Já os ministros Luís Roberto Barroso, Cármen Lúcia e Rosa Weber votaram por sentenciar Collor a 15 anos e quatro meses de reclusão.

O STF também condenou os empresários Pedro Paulo Bergamaschi de Leoni Ramos (quatro anos e um mês de prisão) e Luís Pereira Duarte de Amorim (três anos de reclusão).

Fonte: CONJUR

 

 

O Globo destaca que general ex-GSI falsificou relatórios dos atos de 8 de janeiro

Informações que acabam de surgir afirmam que um conjunto de documentos da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) sobre o 8 de janeiro entregues ao ministro do STF, Alexandre de Moraes, e exibidos aos parlamentares da Comissão Mista de Controle das Atividades de Inteligência (CCAI) do Congresso Nacional promete “incendiar” a CPMI sobre os ataques às sedes dos Três Poderes.

Segundo o jornal O Globo, o material é composto por dois relatórios da Abin sobre o episódio, e a comparação entre eles mostra que o Gabinete de Segurança Institucional (GSI) de Lula, então comandado pelo general Gonçalves Dias, adulterou o primeiro relatório de inteligência enviado ao Congresso e retirou do documento os registros de que o general foi informado por mensagens enviadas para seu celular dos crescentes riscos de tumulto e de invasão de prédios públicos.

Os parlamentares constataram que o primeiro documento, entregue à comissão no dia 20 de janeiro e assinado pelo diretor-adjunto de Gê Dias, Saulo Moura da Cunha, não traz os onze alertas que o ministro recebeu no próprio telefone celular entre 6 e 8 de janeiro sobre a movimentação dos golpistas.

A primeira versão do documento foi enviada ao Congresso por requisição da própria CCAI, logo depois dos atos. Já a segunda foi entregue por ordem do ministro Alexandre de Moraes, em resposta a um pedido da Procuradoria-Geral da República.

Graves revelações estão surgindo todos os dias…A tensão toma conta de Brasília.

Jornal da Cidade Online

 

Com a liberação de R$ 1,7 bilhões para deputados Câmara aprova por 337 a 125 a MP dos ministérios de Lula

Medida Provisória 1154 reorganiza órgãos e cargos públicos na Esplanada é considerada fundamental para o Planalto

O plenário da Câmara dos Deputados aprovou, na noite desta quarta-feira (31), a Medida Provisória 1154/23, a MP dos Ministérios, que reorganiza os órgãos e cargos públicos do novo governo Lula. A MP perderia validade à 00h. As dificuldades para a votação e aprovação foram sanadas depois que Lula resolveu atender as reivindicações de emendas parlamentares liberando R$ 1,7 bilhões.

A MP se transformou em projeto de lei de conversão do deputado Isnaldo Bulhões Jr. (MDB-AL), relator na comissão mista que analisou a MP, que prevê mudanças nas atribuições de alguns ministérios, segundo a Câmara. Responsabilidades do Ministério do Meio Ambiente foram transferidas para outras pastas, apesar de protestos da ministra Marina Silva.

As duas principais alterações aprovadas no projeto de conversão retiram do Ministério do Meio Ambiente, de Marina Silva, o controle da Política Nacional de Recursos Hídricos e altera a gestão do Cadastro Ambiental Rural (CAR) federal.

Diário do Poder

A vergonha: Lula libera R$ 1,7 bilhão em emendas parlamentares para a aprovação da MP dos ministérios

O governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) liberou nesta terça-feira (30) R$ 1,7 bilhão em emendas parlamentares, um recorde desta gestão para um único dia. A liberação ocorreu na data em que foi adiada a votação da medida provisória de reestruturação da Esplanada dos Ministérios e da aprovação do marco temporal pela Câmara dos Deputados.

Parlamentares vinham cobrando o governo federal pela liberação de emendas e davam sinais de que as votações no Congresso Nacional seriam travadas por causa disso, a exemplo das diversas derrotas sofridas pela gestão Lula, como a aprovação pela Câmara do marco temporal de demarcação das terras indígenas. Os partidos que mais ganharam com a liberação de recursos são os do chamado centrão controlado por Arthur Lira

A liberação da quantia bilionária ainda ocorreu na data em que a Câmara dos Deputados adiou a votação da MP que reestrutura a Esplanada dos Ministérios, que, inclusive, contou com o apoio de líderes governistas. Caso o texto seja rejeitado, a estrutura volta a ser como era na gestão de Jair Bolsonaro (PL), sem as pastas de Igualdade Racial e Povos Indígenas, por exemplo.

Fonte: R7

 

Câmara aprovou marco temporal com mais demonstração de força de Arthur Lira

Texto também proíbe ampliação de terras indígenas já demarcadas

A Câmara dos Deputados aprovou na noite desta terça-feira (30) por 283×155 votos o projeto de lei sobre o marco temporal da ocupação de terras por povos indígenas, que agora será enviado ao Senado, cujo presidente Rodrigo Pacheco transformou em um cemitério de matérias da mesma origem. O projeto reafirma o que já dispõe a Constituição, ou seja, restringe a demarcação de terras indígenas àquelas já tradicionalmente ocupadas por esses povos em 5 de outubro de 1988, data da promulgação da nova Constituição federal.

A MP foi aprovada na forma de um substitutivo do relator, deputado Arthur Oliveira Maia (União-BA). Segundo o texto, para serem consideradas terras ocupadas tradicionalmente, deverá ser comprovado objetivamente que elas, na data de promulgação da Constituição, eram ao mesmo tempo habitadas em caráter permanente, usadas para atividades produtivas e necessárias à preservação dos recursos ambientais e à reprodução física e cultural.

Dessa forma, se a comunidade indígena não ocupava determinado território antes desse marco temporal, independentemente da causa, a terra não poderá ser reconhecida como tradicionalmente ocupada.

O substitutivo prevê ainda:

  • permissão para plantar cultivares transgênicos em terras exploradas pelos povos indígenas;
  • proibição de ampliar terras indígenas já demarcadas;
  • adequação dos processos administrativos de demarcação ainda não concluídos às novas regras; e
  • nulidade de demarcação que não atenda a essas regras.

Supremo

Em sessão marcada para o dia 7 de junho, o Supremo Tribunal Federal (STF) pode votar uma ação sobre o tema, definindo se a promulgação da Constituição pode servir como marco temporal para essa finalidade, situação aplicada quando da demarcação da reserva indígena Raposa Serra do Sol, em Roraima.

O STF já adiou por sete vezes esse julgamento. A última vez ocorreu em junho de 2022.

O relator do PL 490/07, deputado Arthur Oliveira Maia, explicou que o projeto se apoiou na decisão do próprio Supremo e disse esperar que o STF paralise o julgamento sobre o tema. Segundo o deputado, o projeto aprovado hoje vai garantir segurança jurídica para os proprietários rurais, inclusive para os pequenos agricultores. “O País não pode viver num limbo de insegurança”, afirmou.

Diário do Poder