Flavio Dino silencia sobre ferrys boats e cala com o desmatamento na amazônia maranhense

O ex-governador Flavio Dino com a sua habitual postura autoritária, dono da verdade e crítico político, na maioria das vezes em questões, que como gestor público, foi muito mais deficiente em relação aos que procura transformar em suas vítimas. Flavio Dino é um político que gosta de apontar os adversários e expressar a sua ira, como bem entende e muitas vezes se perde nas suas expressões. É daqueles que gostam de dizer o que entendem e se recusam a ouvir a verdade.

Flavio Dino tem mantido um silencio obsequioso sobre o grave problema dos ferrys boats do serviço aquaviário entre São Luís e a Baixada Maranhense. Toda a problemática, que vem sendo enfrentada diariamente por milhares de passageiros, veículos de transportes e mais acentuado os de transporte de cargas é decorrente do então governador ter decretado intervenção na Serviporto e ter autorizado a apropriação das suas embarcações e até mesmo da conta bancária da empresa.

Três ferrys boats entregues aos interventores operando regularmente, depois de dois anos foram totalmente sucateados e abandonados pelos prepostos do então governador Flavio Dino, o que está resultando na verdadeira esculhambação na prestação dos serviços.  O que antes eram serviços eficientes, com a intervenção, nunca justificada corretamente, vive uma incerteza séria e com consequências sem perspectivas e acentuados prejuízos a toda a população da Baixada Maranhense.

                   Maranhão é destaque no Desmatamento na Amazônia e no Matopiba

De acordo com Relatório Anual de Desmatamento do Brasil e do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais – INPE, o Maranhão está entre os 04 Estados que mais desmatou entre 2019 e 2021. Além da região amazônica, o cerrado sofreu um avanço do desmatamento. De acordo com o Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia, a região do Matopiba, que compreende os Estados do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia, bateu recorde de desmatamento no último ano, numa área equivalente a três vezes a cidade de São Paulo. Registrou, que o Maranhão nesse bioma, lidera a derrubada da vegetação nativa, com mais de dois mil quilômetros de desmatamento.

Mesmo diante da seriedade do problema e da exacerbada destruição alarmantes, o meio ambiente ecologicamente está afetado. Flavio Dino, a exemplo do seu total silêncio para o caos nos serviços dos ferrys boats, cala para a destruição do meio ambiente na Amazônia e no Cerrado maranhense.

Fonte: AFD

 

 

“Não podemos segregar o povo! Minha Cor é a do Brasil!”

O deputado Hélio Lopes está em uma batalha ferrenha contra as investidas da esquerda. Sem medo dos ataques da militância e para acabar com as ações do PT, o parlamentar protocolou o Estatuto da Oportunidade Social, que visa revisar e substituir o Estatuto da Igualdade Racial feito nos governos petistas.

Em suas redes sociais, ele publicou:

“Após 3 anos e meio de muito trabalho, estudo e análise, como parlamentar constatei que a esquerda utilizou a força da lei para dividir a sociedade brasileira entre negros e brancos ou entre negros e não negros.

Verifiquei que a forma que eu posso combater este mal, é através de ações legislativas, com objetivo de desfazer as armadilhas da esquerda, fiz e protocolei o Estatuto da Oportunidade Social, que visa revisar e substituir o Estatuto da Igualdade Racial feito nos governos do PT. O referido Estatuto tem o nítido objetivo de dividir a sociedade brasileira em negros e não negros.”

E prosseguiu:

“Quando falamos de igualdade, não podemos segregar o povo brasileiro, pelo contrário, devemos unir a nação! Nesta semana, apresentarei como o Estatuto da Igualdade Racial tenta dividir a sociedade brasileira, através da Reparação Histórica. Também apresentarei as contradições desta narrativa esquerdista e como podemos fazer um Estatuto que una os Brasileiros independentes da cor, etnia ou sexo.

Como sempre digo, Minha Cor é a do Brasil!

Fonte: Jornal da Cidade Online

 

Operação da PF investiga desvios de dinheiro público na Codevasf e prende o empresário Eduardo DP

A Suspeita é de desvio de dinheiro público por meio de fraudes em licitações feitas pela estatal, que eram direcionadas para Construservice, que tem como um dos sócios ocultos o empresário Eduardo Costa Barros, mais conhecido como “Eduardo DP”, que foi preso e em poder do qual foram encontrados relógios de luxo, veículos e outros objetos de valor. Apesar de não ser divulgado, o dinheiro apreendido é superior a mais R$ 1,3 milhão. A operação ocorreu em São Luís, Dom Pedro, Santo Antonio dos Lopes, Codó e Barreirinhas.

O empresário “Eduardo DP” é bastante conhecido como “Imperador” por ser um dos grandes vencedores de licitações de obras para o Governo do Maranhão.

A Polícia Federal (PF) deflagrou, na manhã desta quarta-feira (20), a ‘Operação Odoacro’, que visa desarticular uma associação criminosa suspeita de fraudes em licitações, desvio de recursos públicos e lavagem de dinheiro envolvendo verbas federais em contratos com a Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf), no Maranhão.

Comandada por parlamentares do Centrão, a Codevasf é uma estatal responsável por realizar obras e serviços em estados do Nordeste, do Norte no Distrito Federal.

A Polícia Federal não informou quantos contratos estão sob suspeita. A principal empresa apontada no esquema é a Construservice, que tem como sócio oculto Eduardo Costa Barros, o ‘Eduardo DP’, também conhecido como ‘Imperador’. Ele também foi alvo da operação e está preso.

A operação está sendo realizada em São Luís, Dom Pedro, Codó, Santo Antônio dos Lopes e Barreirinhas, com 16 mandados de busca e apreensão. Nos locais onde a PF esteve, foram apreendidos relógios de luxo e R$ 1,3 milhão em dinheiro vivo.

Segundo as investigações da PF, Eduardo comanda um esquema de lavagem de dinheiro realizado a partir do desvio de verba pública, por meio de fraudes em licitações. O mesmo esquema já havia sido descoberto anteriormente em uma operação da Polícia Civil, em 2015, no município de Dom Pedro. Após a operação em 2015, os policiais federais notaram que o esquema criminoso não somente continuou, mas cresceu nos anos posteriores, alterando a origem da verba desviada, que passou a ser federal.

Na prática, os criminosos criam empresas de fachada e simulam competições durante as licitações, mas com o real propósito de fazer com que a empresa vencedora seja sempre a de Eduardo DP, que possui grandes contratos com a Codevasf:

Os grande negócios com a Codevasf

A estatal recebeu R$ 2,1 bilhões em emendas parlamentares entre 2018 a 2021. A Construservice, do Maranhão, é a segunda empresa que mais firmou contratos com a Codevasf no governo Bolsonaro. Já são R$ 140 milhões já empenhados.

A Construservice já foi alvo de uma operação da Polícia Civil, em 2015, por um envolvimento em um esquema que, segundo as investigações, desviou R$ 100 milhões de 42 prefeituras do Maranhão. O mais intrigante é que depois das operações envolvendo prefeituras, o empresário “Eduardo DP,” com um forte esquema passou a ser um dos mais bem sucedidos nas concorrências públicas para obras em todo o Maranhão.

De acordo com a PF, além de colocar as suas empresas e bens em nome de terceiros, Eduardo DP ainda possui contas bancárias vinculadas a CPFs falsos, utilizando-se desse instrumento para perpetrar fraudes e dificultar a atuação dos órgãos de controle.

A Codevasf, diz que ainda não teve acesso à decisão judicial que autorizou a operação policial, mas colabora com o trabalho realizado pelas autoridades policiais e proverá suporte integral às investigações. A Companhia disse ainda que mantém compromisso com a integridade de suas ações e com a elucidação de fatos.

Ao todo, 80 policiais federais cumpriram as determinações judiciais expedidas pelo 1ª Vara Federal de São Luís. Se confirmadas as suspeitas, os investigados poderão responder por fraude à licitação, lavagem de capitais e associação criminosa. Somadas, as penas podem chegar a 16 anos de prisão.

Fonte: ATUAL7 e AFD

 

Magazine Luiza perdeu 90% do seu valor em 18 meses

Após o apelo da presidente da empresa, Luiza Trajano, manchetes amigas previam “disparada” no valor das ações da Magazine Luiza. Era só torcida. A empresa já perdeu 90% do valor acumulado na pandemia: em novembro de 2020, ação da Magalu foi cotada a R$27,34, mas, mesmo após o apelo dramático, fechou ontem a R$2,77. O declínio fez lembrar o sincero Luiz Barsi, maior investidor da bolsa: “A Magazine Luiza vai quebrar; não sei quando, mas vai quebrar”, afirmou em junho.

Situação é séria

A dona da Magalu foi às redes sociais pedir para os clientes irem “o mais rápido possível” às suas lojas. “Por favor”, suplicou a bilionária.

Tendência de queda

Na abertura do mercado, a ação da Magalu valia R$2,84. Após Trajano virar um dos assuntos dia, foi a R$3,04, mas fechou abaixo da abertura.

Pendurada na brocha

Se a aversão a Bolsonaro afastou bolsonaristas lojas, petistas tampouco foram solidários. Eles não gostam de ricaços, mesmo aliados.

Coluna do Claudio Humberto

 

SINTSEP esclarece sobre direito ao retroativo do Funben e abono de permanência

O SINTSEP esclarece que, diferente do que alguns advogados vêm orientando, os servidores que fizeram a adesão ao Fundo de Benefícios dos Servidores do Estado do Maranhão (Funben), a partir de 2013, não têm direito a requerer retroativo, ainda que não estejam utilizando os serviços.

Vale lembrar que o Funben, além de ser facultativo, é equivalente a um plano de saúde e é obrigatória a assinatura do termo de adesão. Por isso, o servidor não tem direito a requerer retroativo por não utilizar o Fundo.

Já no caso do abono de permanência, o servidor tem direito quando está apto para a aposentadoria. Ou seja, tem tempo de contribuição e idade. No momento em que passa a cumprir os critérios, poderá solicitar o abono, por meio do Requerimento do Servidor, sem a necessidade de contratação de advogado para tal finalidade.

O SINTSEP esclarece ainda, que, por exemplo, se der entrada no mês de janeiro e o abono começar a ser pago somente no mês de dezembro, o servidor tem direito ao retroativo de todos os meses anteriores do ano em exercício.

Fonte: SINTSEP-MA

 

Encenação de crime é crime. Querem alguém fora das eleições

O título deste texto é bem abstrato. Parece coisa de imaginação. Parece algo que não está acontecendo. Parece algo fantasioso, coisa do desejo de quem tem muita raiva de outra pessoa, acha esta pessoa um demônio que tem que ser exterminado do meio de santos.

Parece, mas tem gente que fez encenação teatral ou gravou um vídeo de alguém cometendo um assassinato de um Presidente da República. A vítima seria o atual Presidente do Brasil, Jair Bolsonaro. O nome do Presidente foi o mais acessado no Twitter.

É bem assim, como a lei criminal trata. Não importa quem esteja sendo o assassino ou vítima, nem circunstâncias, detalhes ou fatos secundários.

Para a lei criminal, é crime incitar publicamente a prática de crime, bem como fazer apologia de crime ou criminoso (artigos 286 e 287 do Código Penal), que são crimes contra a paz pública.

A encenação não tem justificativa ou defesa. É crime mesmo que o ator assassino e seus comparsas protagonistas ou coadjuvantes tenham algum motivo pessoal, coletivo, científico ou altruístico. Querem fazer experimentações, teatros, zombaria com os outros, isso não importa. É crime mesmo assim. Terrorismo por meio da cultura é política, mesmo que seja livre a expressão artística ou científica, não precisando de licença de autoridades.

No Brasil polarizado de hoje, alguns pusilânimes acham que se posicionar a favor da lei criminal, investigando e punindo aquele que participou desta produção, é meio perigoso. Vão votar em Bolsonaro? Questionam os opositores do Presidente sobre quem aplicar a brandura da lei.

Parece perseguição política não processar, apurar os responsáveis, se tudo que o Presidente faz vira caso de polícia, até mesmo usar a bandeira do Brasil ou se pronunciar com mais sinceridade ou verdade nas redes. Rosa Weber aceita notícia-crime contra o Presidente por acusação de atos preparatórios ao terrorismo, cujas supostas ações de ódio teriam culminado com o homicídio de um guarda municipal no dia 10.7.2022.

Meio mundo odeia o atual Presidente. Será por quê? Os motivos aqui não importam. E o Ministério da Justiça determinou que a Polícia Federal abra inquérito. O mentor desta odiosa e sangrenta produção parece ser o cineasta Ruy Guerra. Ou será outro idiota (quem não sabe o que está falando) espumando de raiva? Será um racialista, um idealista, um esquerdopata, um socialista, comunista, progressista? Enfim, são tantos os suspeitos…Mas, apesar disso, convém frisar, apologia de crime é crime.

E quanto ao ódio em tudo isso? Eu recomendo esperarmos sentados. Vamos ver o que diz o Supremo Tribunal Federal, que reconhece discurso de ódio quando é o Presidente quem se expressa. Veremos se pau que bate em Chico também bate em Francisco.

Esperemos sentados, como disse. Mas eu acho que querem alguém fora das eleições.

Fonte: Sérgio Mello. Defensor Público no estado de Santa Catarina.

 

TSE fez excursão a Paris para ver… votos de papel

Uma comitiva do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) foi enviada a Paris a fim de “observar” eleições que curiosamente de utilizam de votos em células de papel. A expedição brasileira ocorreu em abril. E os números dos gastos impressionam: o ministro Sérgio Banhos, que integra o TSE na cota dos advogados, recebeu R$24.526,44 em diárias para o intenso “sacrifício” de acompanhar as eleições francesas entre 19 e 25 de abril.

Sozinho não dá

Banhos levou mais dois assessores na extenuante tarefa de “observar” a eleição com voto de papel, no país presidido por Emmanuel Macron.

Que beleza…

Para sete dias na Cidade Luz, o assessor José Gilberto Scandiucici Filho recebeu R$18.966,32 e Laura Adjunto outros R$19 mil em diárias.

Caras passagens

Incluam-se nessa excursão a Paris os gastos com passagens, estimados em R$10 mil, por conta do pagador e impostos feito de otário.

Papel, só francês

A ironia, no passeio, é que o TSE tem deplorado qualquer discussão sobre impressão dos votos. Questionado, o TSE não se manifestou.

Coluna do Claudio Humberto

 

A cara do Diabo

                                                                                                                                                                                                                          José Sarney

Houve uma ignomínia. Essa palavra exprime o que não tem nome. Algo pior que a desonra, que a desgraça. Pois há coisas tão ruins que não temos palavras para elas. Há horrores quotidianos com nomes: assassinatos, homicídios, abusos, estupros. Mas o que esse homem fez!!…

O anestesista Giovanni Quintelle Bezerra foi filmado estuprando uma paciente durante o seu parto, aplicando-lhe uma dose exagerada de drogas para que perdesse a consciência, tornando a vítima, já vulnerável, mais frágil, absolutamente indefesa. É quase indescritível o que fez.

Fez e fazia, já é claro que não foi a primeira vez. Atingia as vítimas no momento glorioso do parto, de dar ao mundo uma nova vida: escolhia o instante em que todas as energias das pacientes estavam focadas na esperança que é o nascimento. Afastava os acompanhantes — por cautela? —, mas agia em meio a médicos e enfermeiros, talvez por sentir na sua proximidade uma maneira de elevar o risco para exacerbar o seu prazer.

As disfunções sexuais estão associadas a fetiches; o sexo em público, próximo do exibicionismo, é certamente um deles, como o são os componentes de sadismo, do domínio, do abuso do outro. A OMS diz que elas são a “inabilidade de uma pessoa em participar de uma relação sexual como gostaria”.

Se o episódio bárbaro desse criminoso pode ser explicado por médicos no exame de motivações e explicações de suas desordens psiquiátricas, na definição das características e do grau de suas psicopatias, esse exame interessa apenas aos que terão a sua tutela. Para a sociedade, a única coisa certa é a necessidade de afastar e retirar de seu seio quem atenta contra ela nos mais básicos instintos de nossa natureza: a proteção dos mais fracos, o papel do médico — o médico jura que nunca usará seus conhecimentos para infringir os direitos humanos —, a solidariedade, a necessidade de consentimento implícita em todo ato sexual.

Antes de qualquer procedimento em que o paciente perde, por necessidade do tratamento, a capacidade de exprimir a vontade, ele precisa dar seu consentimento. O criminoso, portanto, abusava também de um compromisso direto de que o que controle que teria seria para o benefício de quem se tornava seu dependente, que lhe entregava a vida. O abuso atinge, assim, a própria vida das vítimas.

Vítimas também são seus companheiros, suas famílias, os filhos que acabavam de nascer. O nascimento foi escolhido por Deus para marcar sua encarnação, anunciada pelos profetas e realizada num presepe de animais, para onde levou, na litania dos anjos, a “humilde serva do Senhor”, como ela cantou no Magnificat. O menino Jesus sofre assim com esses pequenos nascidos já vítimas do Mal. Pois o Mal existe, hoje há mais uma prova. Dizia Dom Felipe Conduru, grande bispo maranhense: “Em face da onda de ateísmo, o Diabo existe.”

Todos têm o direito de defesa, e este criminoso — preso em flagrante do ato indescritível — deve poder exercê-lo. Mas a sociedade tem também o direito, não, o dever de coibir, da maneira mais firme, o crime. Esse crime não pode se repetir. Ele contraria a essência da dignidade humana; ele avilta o ato fundamental da vida, o nascimento, a vitória sobre a morte.

Isso não tem nome. É uma violência inexprimível. É uma desgraça. É uma desonra. É o próprio Diabo!

Diário do Poder

 

Tenente Moreira Serra do 24ªBIS, ouro no judô nos Jogos Olímpicos do Exército é destaque nacional

O maranhense conquistou ouro nos Jogos Olímpicos do Exército Brasileiro 2022, que ocorreram em Campinas (SP) até o dia 16 de julho.

 O primeiro ouro do Comando Militar do Norte veio com o 1° Tenente João Vitor Ferreira Moreira Serra, do 24º Batalhão de Infantaria de Selva, que conquistou a medalha de ouro na categoria leve masculino (até 73kg), derrotando o atleta do Comando Militar do Leste (CML) por ippon – a pontuação máxima da modalidade. 

 O atleta, que já havia obtido a primeira colocação na categoria meio-leve (-66kg) na última edição da competição (2018), falou sobre o sentimento especial em sua segunda conquista. 

 João Vitor passou por uma cirurgia no joelho há 10 meses, e enfrentou durante a preparação para o campeonato, um lento processo de recuperação para poder voltar aos tatames. “Minha família, profissionais de saúde e o Batalhão me deram muito apoio para conquistar essa final.

 “Eu sou apenas instrumento do meio, de quem me acompanha e quem me ajudou a chegar até aqui. Se não fosse o apoio dessas pessoas, e principalmente da minha família, eu ainda estaria em processo de recuperação mais lento. O judô transformou a minha vida”, afirmou.

O 1º tenente João Vitor Ferreira Moreira Serra é filho dos conceituados advogados Will Ferreira e Moreira Serra Junior, que vêm recebendo cumprimentos, elogios e admiração pela conquista do filho, que está apenas iniciando uma trajetória vitoriosa e marcada para ser recheada com muitas conquistas.

Fonte: AFD

 

 

Corrupto Zé Dirceu ataca militares: “se opinar sobre política tem que ser preso”

José Dirceu, um dos chefões do PT, condenado a mais de 31 anos por crimes como corrupção passiva, lavagem de dinheiro e apontado como chefe do Mensalão, achou que está qualificado moralmente para pedir a prisão de Militares que venham a emitir opiniões políticas.

É o reflexo de um país onde a Suprema Corte dá tranquilidade para corruptos enquanto persegue e prende quem comete “crime de opinião”.

Um decreto publicado por FHC em 2002 tornou ainda mais restrita a participação de militares no debate político, fazendo com que estes ficassem amordaçados e impedidos até mesmo de emitir suas opiniões. No entanto no mesmo decreto fala-se que as opiniões podem ser emitidas desde que autorizadas pelo comandante.

E como sabemos, o comandante Supremo das Forças Armadas é o Presidente Jair Bolsonaro e ele jamais prenderia um militar ou mesmo um civil por se manifestar politicamente.

Na época de FHC eles jamais imaginavam que um Presidente patriota chegaria ao poder. Por isso agora a revolta do corrupto José Dirceu.

O PT não tem eleitores, tem cúmplices.

Frederico “Fred” Rodrigues

Escritor, Empresário e Comentarista Político. Membro fundador da Frente Conservadora de Goiânia e Membro da Direita Goiás.